MAIS ORDEM, MAIS PROGRESSO

A eleição de Jair Bolsonaro comprova o que já se percebia, desde o primeiro turno, quanto às escolhas do povo brasileiro.

Apesar da acirrada disputa, o brasileiro decidiu dar uma abrupta guinada à direita, optou por rejeitar a classe política e o partido que mais imiscuiu-se com a corrupção, e escolheu um programa conservador nos costumes e liberal na economia.

O Brasil cansou de políticos com projetos partidários e deseja políticos com projetos para o país, que priorizem o progresso do Brasil acima de qualquer outro interesse político ou pessoal

Do primeiro discurso do presidente eleito, destacam-se a valorização da família, a inspiração cristã, o patriotismo e o espírito democrático, além de ter reafirmado a escolha do eleitor:
– pela honestidade contra a corrupção endêmica
– pelo respeito às liberdades individuais contra o patrulhamento ideológico
– pelo direito à propriedade contra a invasão de terras
– pela segurança pública contra a criminalidade
– pelo estímulo ao progresso contra o assistencialismo político
– pelo estímulo ao trabalho contra a dependência econômica
– pelo empreendedorismo contra o empreguismo
– pela redução do Estado contra o aparelhamento do governo
– pela valorização da livre iniciativa contra o gigantismo estatal
– pelo ideário liberal contra a ilusão socialista
– pelo compromisso com as próximas gerações contra o interesse no próximo mandato
– pelo foco no Brasil contra o focogg no partido

Apesar da representativa derrota da esquerda, esperava-se uma margem ainda mais dilatada entre os candidatos, considerando-se o quanto o partido dos trabalhadores, e seus principais líderes, comprovadamente participaram diretamente de todos os principais escândalos e processos de corrupção do país nos últimos 14 anos, desde o Mensalão iniciado em 2005.

A verdade é que, apesar disso, 47 milhões de brasileiros votaram num candidato representante de um presidiário sentenciado por corrupção, e isso é emblemático a respeito da tendência do brasileiro em relativizar desvios de conduta em prol de suas mais arraigadas convicções.

Agora, tudo o que podemos esperar (apoiar e trabalhar) é que o novo governo, apesar da ferrenha oposição que seguramente receberá, consiga resultados para todos os brasileiros, que comprovem o acerto da escolha de quase 58 milhões de eleitores.

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LIÇÃO DAS URNAS

Os resultados do primeiro turno das eleições brasileiras são um claro indicador do rumo que o povo brasileiro deseja para o país: LIBERALISMO.

Em MG, o candidato Zema do NOVO deu uma surra em Anastasia do PSDB e em Pimentel do PT, ambos egressos da velha escola de fazer política e lançando a maior suspeita sobre os institutos de pesquisa que o apontavam na 4a. posição. Tudo indica que Zema será escolhido para governar os mineiros.

No RJ, o novato candidato Witzel do PSC deu outra surra em Paes do DEM e em Romario do PODEMOS, apesar das pesquisas que indicavam que eles refariam a velha dupla do forno x frigideira, que o carioca até se acostumou a encarar no segundo turno. Também o mais provável será a vitória do juiz, livrando os cariocas do estigma da esquerda festiva populista que perdura há decádas e levou o estado do Rio ao caos absoluto em que se encontra.

Em SP, Doria do PSDB ampliou a vantagem que apresentava nas pesquisas sobre França do PSB e Skaf do MDB, reafirmando o que o eleitor deseja e tudo aquilo que ele não aceita mais. Apesar da rejeição ao seu estilo e à sua abrupta e vertiginosa popularidade (que incomoda muita gente), Doria provavelmente será eleito no segundo turno.

Enquanto isso, no Rio de Janeiro, aquele dia que você nunca imaginou que aconteceria finalmente chegou !

O eleitor carioca promoveu uma cirúrgica seleção de quem deveria ser excluído do processo político

Não propriamente por quem elegemos, pois esses ainda vão mostrar ao que vieram, mas pelo esforço de renovação e exclusão do “nepotismo político”, não elegemos o filho do Cabral, nem o filho do Crivela, nem o filho do Picciani, nem a filha do Roberto Jefferson, nem a filha do Cunha, nem o Lindiberg Farias, nem o Cesar Maia, nem o Miro Teixeira e Garotinho foi impedido de concorrer.

Colocamos um juiz novato na política como favorito à disputa pelo governo do Rio no segundo turno, com reais chances de atropelar Eduardo “Maricá” “Ciclovia” Paes.

O PT e os partidos de esquerda já são os grandes derrotados nas eleições 2018

Dos nossos 46 deputados federais eleitos pelo RJ, apenas 5 são de partidos de esquerda (PT, PSOL e PCdoB), o que, por si só, já é motivo para o carioca comemorar.

Renova Rio, Renova Brasil !

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