PRIORIDADES

16 de maio de 2012

“O dia parece estar ficando mais curto” ou “não consigo mais fazer tudo o que preciso” ou simplesmente “não deu tempo” são expressões corriqueiras no nosso cotidiano.

“Não é uma questão de tempo, mas sim de prioridades” dirão os consultores, especializados que são em propor solução para problemas de todo tipo.

Mas muitos continuam angustiados com a dificuldade em tomar decisões em alta velocidade (sim, tudo agora é em alta velocidade) sobre o que priorizar, entre tantos assuntos, problemas e oportunidades que o dia-a-dia nos oferece.

Longe de mim sugerir como resolver isso, mas cito aqui uma metodologia “quase” científica para abordar a gestão do tempo no ambiente de trabalho, através da divisão das atividades em 4 tipos de prioridades:

1 – IMPORTANTE E URGENTE

- São as atividades que, mesmo a contragosto, devem ser priorizadas acima de todas as outras.

- São os chamados “incêndios”, que precisam ser apagados para, somente depois, atuar-se na prevenção.

- Cuidado com os especialistas em incêndios, verdadeiros viciados em trabalhar como bombeiros…

2 – IMPORTANTE E NÃO URGENTE

- Aquela atividade em que você dedicará o seu tempo, por ser importante, mas sem a pressão da emergência.

- Trata-se de atuar no que realmente importa com planejamento, antecedência e capacidade analítica.

- É a situação ideal que, em geral, obtem os melhores resultados.

3 – DESIMPORTANTE E URGENTE

- Tudo aquilo que é urgente para outra pessoa e que, apesar de não ser importante para você, acaba por envolver sua atenção e consumir o seu tempo.

- Enquadram-se aqui as situações em que pedem sua ajuda sobre uma determinada atividade e você acaba por fazer todo o serviço ou aquelas em que um colega resolve contar detalhes de um projeto que nada tem a ver com seu trabalho.

- Cuidado com os sequestradores do seu tempo, pois neste caso não há resgate, já que tempo perdido jamais será reposto.

4 – DESIMPORTANTE E NÃO URGENTE

- A mais indesejada das categorias reúne as atividades relacionadas com o lazer não planejado e a distração, realizadas geralmente sem um interesse objetivo (importância) e sem compromisso temporal (urgência).

- Zapear a TV a esmo se enquadra nesta categoria, assim como navegar à toa na web, participar de jogos online e acessar redes sociais.

- Por serem atividades que usurpam nosso tempo sem percebermos, com retorno próximo de zero, devem ser evitadas por quem deseja otimizar o tempo.

Apesar de eu procurar focar minhas atividades na Categoria 2, confesso que me vejo muitas vezes apagando incêndios (Categoria 1) e não consigo evitar os sequestradores de tempo (Categoria 3), mas consegui banir as atvidades da Categoria 4, pelo menos no horário de trabalho.

E você? Como tem administrado o seu tempo… ops, suas prioridades?

.

SELF-SERVICE NAS AGÊNCIAS DE VIAGENS

14 de maio de 2012

Não é de hoje que o conceito de autosserviço vem dominando o mercado consumidor de produtos e serviços, de uma forma geral.

Desde que os supermercados descobriram que sai muito mais barato expor produtos para os clientes escolherem, que o conceito vem crescendo e sendo aplicado nos caixas automáticos dos bancos, nos restaurantes a kilo, nas farmácias e lojas de roupas, entre muitos outros.

Com a internet, essa tendência passou a ser realidade em uma infinidade de segmentos econômicos, já que tudo adquirido na web depende, total ou parcialmente, do autosserviço do consumidor.

Nas agências de viagens não é diferente.

Na verdade, poucas atividades permitem tamanho grau de automação e self-service quanto a organização de viagens e de turismo, incluindo a reserva e emissão de passagens aéreas, hospedagens etc.

Daí expressões como Self-Booking, Self-Ticket e Fast-Ticket terem se tornado comuns entre os agentes de viagens e seus clientes, sejam de turismo ou de viagens corporativas.

Por um momento, o agente de viagens preocupou-se com essa tendência do cliente resolver tudo sozinho pela internet, abrindo mão de seu conhecimento e experiência.

Seu receio era de que os clientes buscariam essas reservas online diretamente nos sites dos fornecedores, ávidos por reduzir (ou eliminar) o que chamam custo de distribuição…

Este receio veio confirmar-se, pois nunca as cias. aéreas e hotéis venderam tão diretamente ao consumidor final quanto agora, mas junto veio a possibilidade das agências de viagens também  oferecerem autosserviço pela internet, o que já é relativamente comum também no Brasil.

Portanto, penso que o padrão de self-booking será, cada vez mais, a tônica na atividade de agenciamento de viagens e turismo, no Brasil e no mundo e, disso, não há mais como escapar.

Bem ao contrário, vem ganhando terreno os agentes que perceberam isso antes e se especializaram  no oferecimento desse tipo de serviço pela internet.

Descobriram, enfim, que podem utilizar a tecnologia do autosserviço em benefício de seus clientes e, por consequência, de suas empresas.

.

FÓRUM COSTA BRAVA: FORNECEDOR VIROU CONCORRENTE

11 de maio de 2012

Ano passado, tive a oportunidade de participar do 1o. Fórum Costa Brava de Gestão de Viagens Corporativas, como palestrante e expositor, num evento inaugural memorável.

Este ano, um compromisso pessoal impediu-me de ir à Campinas e, apesar do Reserve ter marcado presença com o Bruno Ciancio e equipe de São Paulo, mais o Tadeu Cunha do Rio de Janeiro, juntos com o Lóris Tedeschi e equipe da Interep, eu senti muito por não ter participado pessoalmente deste belo trabalho dos Schwartzmann.

Mas recebi um report bem detalhado do evento, do qual chamou-me atenção o discurso de abertura do fórum, proferido pelo jovem conselheiro da Abracorp e dirigente da Costa Brava, meu amigo Rubens Schwartzmann.

Em uma certa altura de seu discurso, Rubinho referiu-se ao atual cenário, em que “fornecedores são também concorrentes” e discorreu sobre o assunto com a naturalidade típica dos executivos que, diantes de um desafio inexorável, passam a considerar aquela ameaça como parte do ambiente de negócios e, tais quais camaleões, preparam-se para enfrentá-la, mas sem perder a capacidade de indignar-se com a concorrência desleal.

Lembrei-me de imediato do texto MAR DE TUBARÕES que postei aqui no Blog Panrotas,  no mesmo dia e hora em que ele falava à plateia sobre esse tema, cuja analogia tentava ilustrar o sentimento do agente de viagens frente a esta realidade, resumida em 3 duras constatações:

1 – Seu fornecedor quer concorrer com você, mas não quer perdê-lo.

2 – Você não pode abrir mão dele e terá que encará-lo.

3 – Não resta outra saída a não ser fazer melhor do que ele.

Assim tem feito a Costa Brava em Campinas: com gestão profissional, capacitação, tecnologia e coragem para enfrentar desafios, ignorou os problemas do mercado e dobrou de tamanho no último ano…

.

MAR DE TUBARÕES…

9 de maio de 2012

O movimento de fusões, parcerias, holdings etc. entre agências este ano está superando o já bem agitado ano de 2011, já que nesses 4 primeiros meses do ano é que aconteceu muito do que foi anunciado ano passado.

Mas não vejo grande quebra de paradigma no fato de se juntarem agências corporativas, de lazer, de intercâmbio e de câmbio debaixo do mesmo chapéu, ou mesmo de consolidadores e operadoras trabalharem sob a mesma sigla.

Do ponto de vista da distribuição, nada disso muda o cenário, a não ser o fato de que, em grupo, essas empresas terão mais força nos mercados em que atuam, lei básica do mercado, seja o de turismo ou qualquer outro.

O detalhe fundamental, ainda falando de distribuição, será a estratégia de abordagem do mercado consumidor de produtos turísticos, que pode ser acessado de diversas formas, mas uma destaca-se no DNA das grandes empresas de turismo:

1 – Vender somente ao agente de viagens.

2 – Vender somente ao cliente final.

3 – Vender ao agente de viagens e ao cliente final.

Ao se posicionar claramente, abertamente, transparentemente, por qualquer uma dessas 3 estratégias (bem diferentes entre si), a empresa de turismo estabelece uma relação honesta com o mercado consumidor, que fará negócios (ou não) tendo conhecimento claro das regras do jogo daquele fornecedor de serviços.

Mais do que uma decisão inteligente, trata-se de  uma resolução de como deseja ser encarado pelos agentes de viagens, pelos concorrentes e pelo cliente final.

Num mar cheio de tubarões, pode fazer enorme diferença saber com quem você poderá contar a seu lado e com quem você poderá ter que disputar os mesmos peixes.

Mas fique esperto, pois em mar agitado, tubarão e golfinho são muito parecidos…

.

EDMAR BULL É O PRESIDENTE DA BRASIL TRAVEL

7 de maio de 2012

Em 13/02/12, postei um texto sobre PODER x CAPITAL x TRABALHO em que afirmei, no penúltimo parágrafo, a importância de uma organização como a Brasil Travel ter um corpo diretivo (e um presidente) experientes no mercado de viagens e turismo.

Cheguei a citar alguns profissionais (entre os que conheço) que faziam parte daquele primeiro grupo de agências, e afirmei: “Estes nomes é que são o principal ativo da Brasil Travel, que darão ao investidor mais bem informado, as garantias de que criatividade e esforço se juntarão à experiência, correção e conhecimento do mercado, em prol dos resultados da nova companhia.”

Penso que agora, com Edmar Bull confirmado na presidência da Brasil Travel, o mercado de viagens e turismo entenderá que a nova empresa terá um corpo de profissionais especialistas na definição das estratégias e no comando das operações.

E, como se sabe, o mercado financeiro é bastante sensível a tudo que represente sinal de resultado positivo e de crescimento futuro de uma organização…

Com profissionais do mercado à frente, empresários que sabem transformar esforço em resultado, eu afirmo: como investidor, agora eu compraria ações da Brasil Travel.

.

O QUE LUIZ STRAUSS, PEDRO MATTOS, SÉRGIO TAVARES E SOLANGE VABO TÊM EM COMUM

4 de maio de 2012

Foi na segunda-feira chuvosa, véspera do feriado de 1o. de maio, que esses empresários do turismo se encontraram na entrada do Citibank Hall, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, para assistir ao show da banda inglesa Duran Duran.

Todos cinquentões, estavam lá acompanhados dos cônjuges e amigos, para assistir, no gargarejo, a uma das bandas ícones do new wave e do pop-rock, um grupo pra lá de experiente em cantar e encantar a plateia.

Durante quase 2 horas, os gringos arrebataram os fans com canções-hino como “Save a Prayer”  e “Notorious”, apesar de repetir algumas fórmulas surradas, como usar a fatídica bandeira brasileira como capa de Super-Homem e convidar uma cantora brasileira, em geral uma fan da banda, para cantar em dueto com o vocalista.

Clichês que funcionaram, pois o público gostou da bandeira e Fernanda Takai representou bem o papel e cantou, com talento e emoção, ao lado de seu ídolo Simon Le Bon, bastante inspirado nesta apresentação única no Rio de Janeiro.

Mas o que mais me ocorria era o fato de que o Citibank Hall estava lotado de senhores e senhoras de meia idade, que tentavam acompanhar o ritmo frenético das músicas e das luzes no palco, ao mesmo tempo em que não perdiam a oportunidade de fotografar e filmar os trechos que mais gostavam do show.

Todos praticamente adolescentes (inclusive eu), permaneceram de pé todo o show, tentando lembrar as letras (simulando cantar) e balançando ligeiramente o corpo (simulando dançar), comprovando o real motivo das boas bandas internacionais permanecerem firmes, tantos anos na estrada.

Além da qualidade das músicas, arranjos e letras, do grande sucesso que alcançaram no passado (que garante hoje um importante “recall” do público contemporâneo da banda), do alegado autocontrole no consumo de drogas pelos artistas, o item fundamental para este fenômeno social é mesmo a tão propalada longevidade da população, que faz com que apresentações como esta, com 100% do público em pé, não sejam mais exclusividade da garotada e consigam atrair a resistente geração nascida nos anos 60.

Um público com renda superior à média da população, que faz com que artistas também cinquentões movimentem toda uma indústria, e que não ligam para o fato da “garotada” responder “Quem eh? Never heard” para um SMS em que anunciei “Duran Duran no Citibank Hall, hoje agora online real time”.

Sinal dos tempos, choque de gerações ou gosto não se discute…?

.

TAM E IATA EXPLICAM RETORNO AO BSP PARA O CTI-AA

2 de maio de 2012

Foi na 5a. feira, 26/04, no Mercure Jardins, após convite para apresentação aos integrantes do Comitê de Tecnologia e Inovação da ABGEV e ABRACORP.

Marcos Professiori, acompanhado da equipe corporativa da TAM, detalhou os passos operacionais da migração das agências de viagens ao faturamento via BSP.

Comitê de Tecnologia e Inovação da ABGEV e ABRACORP recebem a TAM e o IATA

Integrantes do Comitê de Tecnologia e Inovação da ABGEV e ABRACORP recebem a TAM e o IATA para detalhar o retorno da TAM ao BSP

Ao lado do Vargas e Rogério Bruno do IATA, também convidados, ele procurou elucidar as diversas dúvidas operacionais, além de esclarecer a composição dos custos para criação de cada novo IATA, renovação anual ou alteração de endereço de um código IATA, entre outras surpresas.

“A conta vai acabar sobrando pro agente de viagens outra vez”, pensei, imaginando que, no “frigir dos ovos”, estes custos vão compor a formação de preço da agência corporativa ao cliente que demandar um sub-IATA por questão de tarifa acordo.

Taí mais uma das vantagens de termos um comitê único de duas associações independentes (uma de clientes e fornecedores e outra de agências corporativas): conhecer e debater juntos os problemas e as soluções que a evolução do mercado nos apresenta.

Cada player mostra suas dificuldades, pondera, reclama ou esbraveja, diretamente com o(s) outro(s) lado(s) e, juntos, buscam soluções que atendam ao mercado como um todo.

Aqui, transparência não é discurso.

.

PGD2: PROSTAGLANDINA D2

28 de abril de 2012

Não é um palavrão…, mas simplesmente uma proteína que inibe o crescimento do cabelo…!!

Mas o que isso tem a ver com o tema do Blog Distribuindo Viagens?

Nada, mas tem muito a ver com uma grande quantidade de leitores do Blog Distribuindo Viagens: os carecas.

Pouco a ver comigo que, com 51 anos, continuo sem apresentar sinais de calvície (até quando?), mas muito a ver com Vabo Jr que, com 26 anos, mostra na cabeça a carequice herdada do avô.

A tal proteína é uma pista para os laboratórios que investem milhões na solução do desejo de 10 em 10 carecas: fazer crescer cabelo !

Existem alguns temas místicos da natureza vaidosa do ser humano que a ciência encontrou solução, definitiva ou paliativa, nas últimas décadas. Entre eles estão os cabelos brancos, os seios flácidos, a disfunção erétil e até a obesidade.

Mas a humanidade clamava pela libertação dos calvos, este ser intimamente oprimido que, mesmo sem achar graça, sorri diante de uma piada de careca…

Por isso, essa notícia da revista Veja, apesar de parecer sem importância, chamou tanta atenção da sociedade: “Descoberta pode ajudar a acabar com a calvície”.

Estima-se que, a se confirmarem as evidências expostas no estudo, em no máximo 10 anos teremos um fármaco tópico (um creme) para tratar a calvície de verdade.

Para se ter uma ideia do quanto este tempo é curto, as pesquisas com células-tronco indicam um resultado real e objetivo, para este mesmo objetivo, somente nos próximos 15 ou 20 anos e, por enquanto, o máximo que se conseguiu com as células-tronco foi fazer nascer cabelo humano em camundongos.

Portanto, que venham os inibidores de PGD2 e vamos verificar o resultado na cabeça de alguns comentaristas do Blog.

Se você se enquadra no biotipo, aguardo seu testemunho…

.

REALIDADE OU LOUCURA ?

24 de abril de 2012

Sempre me perguntei se a minha geração presenciaria uma revolução tecnológica verdadeiramete disruptiva, ao ponto de tranformar completamente a maneira como as pessoas lidam com uma determinada atividade fundamental de suas vidas.

Muitos dirão que a internet é exatamente isso e eu concordo, em parte…

Quando penso no que significou a invenção da imprensa, no século XV, para a disseminação do conhecimento e da informação, impactando toda a evolução da humanidade…, a eletricidade, no século XIX, que permitiu que tantos outros inventos e descobertas pudessem ser utilizados e continue sendo, até hoje, a base do consumo sustentável de energia…, ou o motor a explosão que, apesar de utilizar uma fonte não renovável de energia, tornou-se a matriz fundamental do transporte terrestre, aéreo ou marítimo, aproximando pessoas, culturas e nações.

Sem muito esforço, eu elencaria aqui o telefone, o rádio, a TV e o computador digital como invenções mais recentes que efetivamente mudaram o mundo e a forma como vivemos nele.

Francamente, para se aproximar do que esses inventos significaram e continuam significando até hoje para a humanidade, penso que a internet, como a conhecemos hoje, está ainda engantinhando…

Mas a minha verdadeira fixação, em termos de tecnologia disruptiva, diz respeito a um tema que ainda carece uma invenção verdadeiramente revolucionária: o transporte de pessoas.

Talvez devido à minha formação em engenharia mecânica, sempre sonhei com o dia em que transportar uma pessoa de um país para outro pudesse ser feito de forma completamente diferente do que conhecemos hoje, bem mais rápido, bem mais fácil e bem mais seguro, além de economicamente viável, em especial para um planeta que supera os 7 bilhões de habitantes.

Em todos os filmes de ficção científica que assisti em minha vida, sempre se fantasiou isso que descrevi acima, como algo parecido com o “teletransporte”, algo a ver com desmaterializar aqui e rematerializar ali, ou seja, um conceito conflitante com todas as atuais leis conhecidas da física.

Mas que algo há de ser feito, eu não tenho a menor dúvida…

Ou alguém ainda acredita que faz sentido comprar um carro capaz de rodar a 180 km/h para transitar na velocidade média, inferior a 23 km/h, do trânsito das grandes cidades ?

Ou voar em aviões que utilizam a mesma tecnologia propulsora de 1950 que, apesar de velozes, atrasam na saída do voo, na conexão com outro voo e precisam de 2 horas de antecedência para embarque, que somados a 1 a 2 horas para chegar-se ao aeroporto, torna a viagem de avião menos rápida do que se supunha, se considerarmos o porta-a-porta.

Ok, os jatos evoluíram, consomem um pouco menos de combustível do que em 1950, mas continuam poluindo a atmosfera sem limites, continuam fazendo muito barulho e continuam muito caros para manter, embarcar e desembarcar passageiros, entre outras dificuldades e é aí que eu acho que algo pode ser feito no futuro.

Por isso, imagino se, no futuro, uma ideia que pode nos parecer loucura hoje, não seria a solução para se viajar de New York a Los Angeles em 45 minutos ou de New York a Beijing em 2 horas…??

Dá uma olhada no vídeo abaixo, que o Marcelo Cohen me enviou, e diga se é mesmo loucura imaginar isso:

Evacuated Tube Transport Technology

Ou uma outra ideia que encontrei, ainda mais impensável, que permitiria a rota New York/Beijing em 42 minutos…

USA to China in 42 minutes

O que você acha? É muita loucura imaginar isso?

.

ATIRANDO PRA TODO LADO

16 de abril de 2012

Tem dias que falta assunto…

As notícias andam tão repetitivas (no nosso mercado e fora dele), que pensei em escrever sobre tudo um pouco, sem profundidade, com um ou dois parágrafos sobre cada tema:

A cara do Brasil

Depois de Joaquim Roriz, José Roberto Arruda e, agora, Agnelo Queiroz, independentemente do partido, o Distrito Federal é mesmo a cara do Brasil…

Quanto à CPMI do Cachoeira, com integrantes acima de qualquer suspeita como Renan Calheiros e Fernando Collor, podemos ficar tranquilos quanto ao resultado.

Market share

Enquanto TAM e GOL disputam ferozmente os novos clientes no mercado nacional, promoção X promoção, Azul e Avianca crescem nos investimentos na frota e no market share, com 9% e 4% respectivamente.

Antissociais

Nos EUA, de cada 20 varejistas com estratégias traçadas nas redes sociais, 7 não respondem perguntas de clientes no mural do Facebook e alguns chegam a deletar as perguntas de consumidores que julgam “inconvenientes”…

As redes sociais são mesmo a web na web e começam a sofrer dos mesmos males da internet aberta?

O céu é o limite

Já as redes hoteleiras brasileiras seguem nadando de braçada, fazendo a festa da diária doida, com gerentes de hotéis 5 estrelas, no Rio de Janeiro, reclamando de hotéis 3 estrelas que estão cobrando até R$ 1.000,00 a diária.

“Não temos mercado para cobrar R$ 2.000,00″, reclamam os hotéis de luxo, que desejam o monopólio dos preços exorbitantes…

Pingo nos is

Nesse início de ano, enquanto os americanos seguem sua rotina de iPhone, iPad, iPod, iTouch, iMac, iCloud, nós brasileiros continuamos com nossa rotina de iPTU, iPVA, iSS, iCMS, iOF, iRPF, iPI…

Boa semana a todos.

.