Distribuindo Viagens, Tendências e Tecnologia

Logo na 2ª feira, procurei abrir a semana com um assunto relacionado à distribuição, que veio a ser o tema mais comentado (26 comentários no post GDS: a volta dos que não foram…), tema mais reportado (pelo menos 11 notas no Portal Panrotas e, certamente, matéria de capa da edição 922 do Jornal Panrotas), tema mais abordado (não houve conversa em que o assunto não fosse citado) da semana: o retorno da TAM ao GDS.

Para completar, recebemos hoje no Reserve a visita do Paulo Salvador, amigo blogueiro especialista em Tendências e Tecnologia e, para não fugir à regra, o retorno da TAM ao GDS também foi analisado.

Paulo Salvador

Paulo Salvador no Reserve com Luís Vabo

Mas tratamos também de hotelaria, online travel agencies, mestrados na França, sistemas integradores, modelos de negócios, oportunidades de negócios, empreendedorismo, estratégia corporativa, carreira, Rio de Janeiro, São Paulo, Paris, Lyon, filhos, esposas, casamento, família, futuro, distribuição, tecnologia e tendências…

Muito boa a conversa com o Paulo…

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9 comentários para “Distribuindo Viagens, Tendências e Tecnologia”

  1. Artur Andrade disse:

    o que é essa barba de Paulo Salvador? O que é isso companheiro?

  2. Vabo Jr disse:

    Interessantes os temas da conversa… que tal nos contar um pouco mais as conclusões que chegaram???

  3. Artur Andrade disse:

    que tema de conversa o que……eu quero saber o que é essa barba de PS?

  4. Paulo Salvador disse:

    Oi Luis,
    Excelente a nossa conversa e poder também testemunhar o entusiasmo das suas equipes “in loco”.
    Os temas foram variados e aproveito a carona para dizer que a volta da TAM aos GDSs representam um marco historico da internacionalisacao da empresa. Num mundo globalizado uma empresa que quer se globalisar tem que se integrar aos sistemas globalizados.
    Quem ganhou ou quem perdeu, eu deixo para você e seus leitores analisarem.
    Quanto ao Artur indagando sobre a barba, um amigo outro dia me dizia que executivos que tiram um ano sabático tem que fazer pelo menos quatro coisas: estudar, reler os clássicos, aprofundar um hobby e crescer a barba.
    Eu estou mantendo a tradição ;-) )
    Forte abraco Luis e obrigado pelos excelentes momentos que passamos juntos, eu voce e a super Solange.

  5. Luís Vabo disse:

    Artur, Vabo Jr e Paulo,

    Entre os assuntos que conversamos, alguns provavelmente se tornarão posts no Distribuindo Viagens.

    Aguardem, pls.

    []‘s

    Luís Vabo

  6. Sylvio Vabo disse:

    Estamos no aguardo de mais comentários desse bete papo.

    abraços

    Sylvio Vabo

  7. Luís e Paulo

    Parabéns pelas informações que vocês apresentam no blog Panrotas – fica registrado também os parabéns ao Arthur pelas belíssimas exposições em sua coluna semanal no JP.

    Sou pesquisador de TIC e gestão do conhecimento na área de turismo e estudo os GDS desde 2001 (quando iniciei a minha pesquisa do mestrado).

    Estou pesquisando no momento a força dos GDS (SABRE/AMADEUS e TRAVELPORT (Galileo e Worldspan) sobre o mercado do ecommerce em turismo. Luís como você mesmo menciona “GDS: a volta dos que não foram…”, cada vez mais fortes estão os GDS, basta verificarmos as estratégias adotadas pelos mesmos ao alterarem o foco “apenas distribuidores” para o foco “desenvolvedores de tecnologia”.

    Parabéns pelo sistema Reserve V3 lançado.

    Forte abraços a todos
    Prof. Dr. Alexandre Augusto Biz

  8. Luís Vabo disse:

    Alexandre,

    Há uma tese de mestrado bastante recente sobre a reconfiguração da distribuição da indústria de viagens e turismo no Brasil, que aborda o caso único da saída dos GDS do mercado de distribuição de voos domésticos.

    Na realidade, os GDSs sempre foram empresas ligadas a grandes desenvolvedores de tecnologia, tanto que licenciam sistemas e prestam serviços para diversas cias. aéreas e outros grandes clientes em todo o mundo.

    Penso que a grande mudança foi terem percebido que, com a internet, a tecnologia pode e será desenvolvida e operada por inúmeros outros “players”, de portes variados e que, por isso, os GDSs não serão mais o “hub” que foram no passado.

    Apesar disso, seu modelo “lock in” ainda permanece fora do Brasil.

    Só não se sabe até quando…

    []‘s

    Luís Vabo

  9. Luis

    Concordo com você. Você sabe me dizer onde encontro essa dissertação? De qual programa/Universidade foi realizada?

    Forte abraços
    Alexandre

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