HSMAI Corporativo 2018 / B2B Reservas / Air Royal Maroc / Inflação baixa e Negociações

Caros Leitores,

Feliz 2018 a vocês! Que seja um ano muito positivo e produtivo para todos nós, com muita saúde física, mental e emocional.

Para estrear o espaço este ano, reproduzo abaixo a programação de Eventos e Cursos da HSMAI para o setor corporativo em 2018. Tivemos muito sucesso e reconhecimento em 2017 e a ideia é expandir nossas atividades e contribuir decisivamente para a qualificação dos componentes do nosso setor –  ajudar mesmo a “subir a régua”, tanto de Suppliers quanto de Buyers.

Caso tenham interesse ou dúvidas sobre inscrições, funcionamento, etc – entrem em contato comigo. Nossa união levará este mercado adiante!

Convido-os também a visitarem o blog da Gabriela Otto (Presidente da HSMAI e GO Consultoria) para melhor compreensão sobre o complexo mundo da Hotelaria Corporativa: http://blog.panrotas.com.br/check-in/

 

B2B Reservas 

Bem, já falei aqui da Omnibees e da HRS… agora é a vez de falar sobre a B2B Reservas. Considero-os “bandeirantes” da nossa Hotelaria, afinal começaram há alguns anos este trabalho de trazer para a “civilização” os hotéis independentes e distantes dos sistemas das nossas corporações.

Uma empresa que capta e distribui conteúdo, centraliza-o, possibilita a integração com OBTs e TMCs – mas cujo maior destaque tem sido a contribuição ímpar com a diminuição do faturamento terrestre via incremento da utilização de meios de pagamento virtuais, um ganho inestimável para o setor em diversos aspectos (redução de custos, racionalização de recursos, automação de processos, etc). Fica a dica para quem ainda não conhece, para poder incrementar sua oferta de Hotéis e melhorar seus métodos de pagamento.

Oficialmente, a empresa se apresenta da seguinte maneira:

Promove o alinhamento de papéis, ao criar um ambiente favorável e seguro para que as empresas utilizem o cartão virtual como principal meio de pagamento. Possui a mais completa integração two way (recíproca) com a CMNet/Totvs para distribuição corporativa, que garante acesso online a disponibilidade, tarifas públicas e privadas (fixas ou flutuantes) com total integridade e processo automatizado. 

Marcos Fernando (CEO) lembra que os hotéis têm que se preocupar com a hospitalidade; as TMCs com a gestão eficaz da política de viagens de seus clientes; os gestores de viagens em desenvolver e gerir da melhor forma os recursos destinados à mobilidade corporativa e os bancos e as bandeiras de cartões têm que ser os principais protagonistas no tocante às soluções de pagamento. “E o papel da B2B é integrar estes atores de forma simples, ágil e sustentável”, finaliza. Informações complementares no www.b2bbreservas.com.br.  

 

Royal Air Maroc – atenção!

Para quem ainda não prestou atenção nesta Cia. Aérea e tem política de viagens com a escolha da menor tarifa – atenção! O barato muitas vezes sai caro, e bem caro.

Depois de ouvir muitas reclamações pelo mercado, tive acesso recentemente a um relato sobre o descaso da mesma com nossos viajantes. Consultei o ReclameAqui e qual a surpresa? Das 162 reclamações registradas em 2017 no site, NENHUMA foi respondida por eles. Isso mesmo, nenhuma.

Que a maioria das Cias. Aéreas não se importa muito com a opinião do corporativo a gente já sabe, mas este estágio de descaso é realmente inaceitável!

Depoimento de uma viajante corporativa que recebi de um colega:

“Tinha um voo agendado para Marrocos – Marrakesh Aeroporto RAK para dia 07/01 às 00:10, realizei o check in normalmente e embarquei na aeronave, após o embarque de todos os passageiros a aeronave saiu da plataforma e alguns minutos após retornou informando que haviam detectado uma falha técnica e que precisaríamos aguardar o reparo, ficamos presos na aeronave sem ar condicionado e sem a mínima informação por cerca de 3 horas e meia, neste ínterim nos serviram o jantar e após isso fomos desembarcados, orientados a restituir nossas bagagens, passar pelo controle de passaporte na saída do aeroporto e ir até o balcão de check in para maiores informações.

  1. No balcão de check in estava uma confusão generalizada com apenas 3 funcionarios extremamente mal educados para nos orientar, recebemos um voucher de hotel e fomos direcionados ao ônibus, chegamos no referido hotel Panamby Barra Funda as 07:30 da manhã;
  2. Primeira nova previsão de voo foi dada para dia 07/01 às 18 horas, porém cerca de 2 horas depois desta informação recebemos uma nova de que só embarcaríamos no dia 08/01 às 8 horas;
  3. O escritório comercial da companhia aerea situado na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3144 3 º andar, fone 3568-2763 não opera aos finais de semana;
  4. Fiz contato com o canal do cliente no número +212 5224 89797  (35 minutos em uma ligação internacional) e fui orientada a ir até o aeroporto, solicitar o cancelamento do check in realizado e solicitar a realocação para o voo do dia 08/01 às 00:15 pois ainda havia vaga disponível, assim eu fiz, retornei ao aeroporto por volta das 15:30 hs, porém não existe funcionarios da Royal Air Maroc em Guarulhos apenas funcionarios terceirizados que não tinham nenhuma informação concreta, apenas diziam que não era possível realizar nada e que devíamos aguardar o gerente comercial da companhia chegar às 19 horas;
  5. Aguardei este gerente chegar porem ele não se disponibilizou a falar com ninguem, então aguardei no aeroporto até que consegui deixar meu nome em uma lista de espera para o voo do dia 08/01 às 00:15, a referida lista de espera não foi respeitada pois eu era a 8 º da lista e 3 estrageiros foram colocados na minha frente, tudo isso foi presenciado e questionado no balcão de embarque, a líder de atendimento Andrea Lacerda é extremamente grosseira, gritava com os passageiros da lista de espera e dizia apenas que deveríamos voltar para o hotel e esperar ou pedir nosso reembolso.
  6. Fui novamente realocada em um outro hotel, no Bristol em Guarulhos, cheguei no hotel por volta da 01 manhã, exausta.
  7. Às 2 da manhã liguei no telefone do escritório da Royal no aeroporto fone 2445-2369 e essa mesma Andrea Lacerda informou que 2 mecânicos haviam chegado ao aeroporto com a peça de reparo da aeronave e  que o voo continuava previsto para 08/01 às 8 da manhã e que seríamos informados no hotel quanto ao horário do transfer para o aeroporto.
  8. Às 4:30 da manhã liguei na recepção do hotel e fui informada que a companhia aerea havia enviado um email dizendo que o voo do dia 08/01 às 8 da manhã estava cancelado e que os mecânicos só teriam acesso à aeronave após às 9 horas da manhã.
  9. Fiz contato com o telefone de emergencia da agencia e fui orientada a retornar a ligação às 8 horas da manhã e falar diretamente com o time de suporte da empresa, isso tambem foi feito e fui orientada a relatar o problema por email”.

 

IPCA fecha a 2,95% em 2017 – o que isso muda em suas negociações?

Todos verão esta notícia e ficarão aliviados, certo? (embora o Banco Central tenha de explicar porque a inflação ficou abaixo da meta mínima de 3%, pela primeira vez fora do regime de metas, criado em 1999).

Boa notícia, mas este é um índice geral de inflação, e ao abrirmos as linhas que impactam nossa Categoria de Viagens & Eventos vemos que  passagens subiram 22,28% por exemplo; alimentos caíram 4,85% (mas alimentação fora de casa subiu 3,83%) ; taxa de água e esgoto subiu 10,52%; energia elétrica subiu 10,35% (estas últimas todas impactam diretamente a Hotelaria) ; a gasolina subiu 10,32% (impactando todos os setores, mas especialmente fornecedores de transportes terrestres, privados ou de aplicativos); e planos de saúde subiram mais de 13%.

Isso requer equilíbrio nas negociações com fornecedores finais. Em geral, fees de TMCs são corrigidos anualmente numa combinação de reajuste da categoria (obviamente impactado pela inflação) + a própria inflação oficial, que pode ser IPCA ou IGPM (depende do contrato vigente) – em pesos que podem variar de 50/50 a 80/20 na composição do valor final da correção do fee.

No entanto, fornecedores finais como Cias. Aéreas, Hotéis, Locadoras e empresas de transporte executivo podem caprichar no reajuste de tarifas, e compradores desatentos pagarem muito mais do que deveriam ; compradores também precisam se atentar para não tornarem a operação de seus fornecedores insustentável e prejudicarem a segurança de seus viajantes, bem como a qualidade dos serviços por eles recebida, e que sabemos muito bem impactar sua produtividade, eficiência e bem-estar (vide nota acima sobre a Air Maroc).

A dica de Procurement é sempre ter nos contratos cláusulas de eficiência que desafiem os fornecedores a buscarem otimizar seus custos, para não terem que reajustar excessivamente seus preços – é fato que há muito, mas muito desperdício mesmo nas operações de todos nós.

E claro, estudar estes e outros números antes de partir para uma negociação, seja você um cliente ou um fornecedor.

Fonte: http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/mercado/2018/01/inflacao-oficial-de-2017-e-a-menor-taxa-desde-1998_152478.html?pesquisa


 

ENGLISH VERSION

Dear Readers,

Happy 2018 to you! May it be a very positive and productive year for all of us, with great physical, mental and emotional health.

In order to debut this year, I reproduce below the schedule of HSMAI Events and Courses for the corporate sector in 2018 (in Portuguese, I apologize). We had great success and recognition in 2017 and the idea is to expand our activities and contribute decisively to the qualification of the components of our sector – even help to “raise the bar” of both Suppliers and Buyers.

If you have interest or doubts about registration, how they work, etc – please contact me. Our union will push this industry forward!

B2B Reservas

Well, I’ve already talked about Omnibees and HRS … now it’s time to talk about B2B Reservas. I consider them “pathfinders” of our Corporate Hospitality industry, after a few years began this work to bring to the “civilization” the independent properties, that were distant from the online systems of our corporations.

A company that captures and distributes content, centralizes it, makes it possible to integrate with OBTs and TMCs – but whose main highlight has been the unique contribution to decreasing invoicing/billing via the increase of the use of virtual means of payment, an invaluable gain for the industry in several aspects (cost reduction, resource rationalization, process automation, etc.). This is the tip for those who do not know how to increase their hotel offer and improve their payment methods.

Officially, the company presents itself as follows:

It promotes paper alignment by creating a favorable and secure environment for companies to use the virtual card as their primary means of payment. It has the most complete two-way (reciprocal) integration with CMNet / Totvs for corporate distribution, which guarantees online access to availability, public and private rates (fixed or floating) with total integrity and automated process.

Marcos Fernando (CEO) reminds that hotels have to worry about hospitality; the TMCs with the effective management of the travel policy of its clients; travel managers to better develop and manage resources for corporate mobility, and banks and card flags have to be the main players in payment solutions. “And B2B’s role is to integrate these actors in a simple, agile and sustainable way,” he concludes. Further information at www.b2bbreservas.com.br.

 

Royal Air Maroc – Attention!

For those who have not paid attention on this airline and has a travel policy with the lowest fare choice as a mandate – attention! The cheap is often expensive, and very expensive.

After hearing many complaints about this airline in the market, I recently had access to a testimonial that proves the disregard of them with our travelers. Then I checked Reclame Aqui what was the surprise? Out of the 162 complaints filed in 2017 in the website, NONE was answered by them. That’s right, none.

We already know that most of the airlines do not care much about the corporate sector’s opinion, but this stage of neglect is really unacceptable!

Testimony of a corporate traveler I received from a colleague:

“I had a scheduled flight to Morocco – Marrakesh on 07/01 at 00:10, checked in normally and boarded the aircraft, after boarding all the passengers the aircraft left the platform and a few minutes after returning, stating that had detected a technical fault and that we would have to wait for the repair, we were caught in the aircraft without air conditioning and without the minimum information for about 3 hours and a half, in the meantime they served us dinner and after that we were disembarked, passed through the passport control at the airport exit and went to the check in desk for more information.

  1. At the check-in counter there was a widespread confusion with only 3 extremely rude staff to guide us, we received a hotel voucher and were directed to the bus, we arrived at the referred hotel Panamby Barra Funda at 07:30 in the morning;
  2. First new flight forecast was given on 07/01 at 6:00 p.m., but about 2 hours after this information we received a new one that we would only board on 08/01 at 8 o’clock;
  3. The commercial office of the airline company located at Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3144 3rd floor, telephone 3568-2763 does not operate at weekends;
  4. I contacted the customer’s channel at +212 5224 89797 (35 minutes on an international call) and was directed to go to the airport, request the cancellation of the check in and request a reallocation for the flight because there was still a vacancy available, so I did, I returned to the airport around 15:30, but there are no Royal Air Maroc officials in Guarulhos only outsourced employees who had no concrete information, just said that it was not possible and that we should wait for the company’s commercial manager to arrive at 7:00 p.m.;
  5. I waited for this manager to arrive but he did not make himself available to talk to anyone, so I waited at the airport until I was able to leave my name on a waiting list for the flight , the waiting list was not respected because I was the 8th on the list and 3 foreigners were placed in front of me, all this was witnessed and questioned at the boarding desk, service leader Andrea Lacerda was extremely rude, shouted at the waiting list and said only that we should go back to the hotel and wait or ask for our refund.
  6. I was relocated again to another hotel, at the Bristol in Guarulhos, I arrived at the hotel around 01 am, exhausted.
  7. At 2 o’clock in the morning I called the telephone number of Royal’s office at the airport telephone number 2445-2369 and that same Andrea Lacerda reported that 2 mechanics had arrived at the airport with the repair part of the aircraft and that the flight was still scheduled for 08/01 to 8 and we would be informed at the hotel about the time of the transfer to the airport.
  8. At 4:30 in the morning I called the hotel reception and was informed that the airline had sent an email saying that the flight from 08/01 to 08:00 am was canceled and that the mechanics would only have access to the aircraft after 9 am in the morning.
  9. I contacted the TMC emergency telephone and was directed to return the call at 8:00 am and speak directly to the support team of the company, this was done and I was directed to report the problem by email.

 

IPCA closes at 2.95% in 2017 – what does this change in your negotiations?

Everyone will see this news and will be relieved, right? (although the Central Bank has to explain why inflation was below the 3% target, outside the inflation targeting regime for the first time since when it was established in 1999).

Well, but this is a general index of inflation, and when we open the lines that impact our Travel & Events Category we see that tickets rose 22.28% for example; food fell 4.85% (but food out of house rose 3.83%); water and sewage rate rose 10.52%; electricity increased by 10.35% (the latter all directly impacting Hospitality); gasoline rose 10.32% (impacting all sectors, but especially ground transporation, private or application carriers); and health plans rose more than 13%.

This requires balance in the negotiations with final suppliers. In general, TMC fees are readjusted in a combination of category readjustment (obviously impacted by inflation) + inflation itself, which may be IPCA or IGPM – in scores that can range from 50/50 to 80/20 of each in the final composition of the adjustement index of that year.

However, final suppliers such as Airlines, Hotels, Car rental companies and executive transport companies can adjust rates very aggressively, and inattentive buyers pay much more than they should; buyers also need to be careful not to make the operation of their suppliers unsustainable and to undermine the safety of their travelers, as well as the quality of the services they receive, and that we all know very well how much that impacts their productivity, efficiency and well-being (see note above about Air Maroc).

The hint of Procurement is always to have in the contracts clauses of efficiency that challenge the suppliers to seek to optimize their costs, not to have to readjust their prices above inflation – it is a fact that there is a lot, but a lot of waste in the operations of all of us that pressures costs and prices as a consequence.

And of course, study these and other numbers before you go for a negotiation, whether you are a customer or a supplier.

Source: http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/mercado/2018/01/inflacao-oficial-de-2017-e-a-menor-taxa-desde-1998_152478.html?pesquisa

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Published by

Fernão Loureiro

Eleito em 2017 um dos 75 Profissionais de Turismo Mais Influentes do Brasil pelo Panrotas, premiado em Boston (EUA) pela Global Business Travel Association (GBTA) com o The Business Travel Service Awards e pelo Instituto Prêmio Caio como Personalidade do Ano (2017) na categoria Clientes. Fernão Loureiro atualmente é o Strategic Travel & Events Manager na Philips América Latina, responsável por 8 países - e com apenas 7 meses de empresa recebeu em 2016 o prêmio Act-Accelerate-Anticipate em Amsterdam, matriz da empresa. No mercado de Viagens e Eventos Corporativos, atua como blogueiro do Panrotas (blog.panrotas.com.br/gestordeviagens), é colunista na revista espanhola TravelManager Redacción (https://revistatravelmanager.es/author/floureiro/) - com reprodução de conteúdo em diversos outros blogs e eventos. Atua ainda como: • Professor visitante no SENAC-SP nos cursos de Turismo e Hospitalidade • Foi Presidente da GBTA Brasil - Global Business Travel Association e Instrutor da GBTA Academy • Conselheiro da HSMAI Brasil - Hospitality Sales & Marketing Association International e Coordenador do Comitê de Viagens Corporativas da mesma • Participante do tradicional grupo de gestores TMG – Travel Managers Group. Formado em Turismo pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Pós-Graduado em Gestão de Negócios em Serviços pela FECAP e com MBA em Gestão Empresarial pela Brazilian Business School, Fernão trabalhou por 6 anos na Carlson Wagonlit Travel, onde iniciou sua carreira como estagiário e durante 1 ano atuou na Austrália; por 1 ano como Gestor de Viagens da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil; e por 2 anos como Comprador LATAM de Viagens, Eventos e Frota na Agrega Intelligent Procurement, uma empresa dos grupos Ambev e Souza Cruz. Ativo participante de debates e palestras, tais como Corporate Travel Forum (HRS), GBTAs 2014 a 2017, LACTE 2016, Connect Meeting GOL 2016, Vila do Saber ABAV 2013, Fóruns de TMCs, Fórum Abracorp 2017, Convenções de Vendas de Redes Hoteleiras como Blue Tree, Arco, Atlantica, BHG, Encontro Nacional de Estudantes de Turismo (ENATUR) na USP e Encontro de Estudantes do IFTO e IFSP.

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