Quando você for comprar a sua viagem de intercâmbio, peça para o agente de viagens providenciar o seguro viagem. Por mais que achemos que nada acontecerá, otimismo não cura doença e nem devolve dinheiro. Falo isso com conhecimento de causa. No ano passado, fui para o México cobrir um evento de turismo, a convite do órgão de promoção daquele país. Viajei despreocupado, afinal, o destino tem clima parecido com o do Brasil, a comida não é tão diferente, enfim… estaria “em casa”. Nem me preocupei se havia seguro viagem incluído, e esse foi um dos maiores sustos que tive na vida. Todos se lembram do surto de Gripe A (H1N1) que assolou várias cidades mexicanas, certo? Eu estava lá. Para piorar, passei ileso por um terremoto de 6,5 graus em Acapulco. Azar? Talvez, mas são coisas que não se pode prever. Para resumir, soube que aquela viagem estava assegurada por um plano de assistência, mas e se não estivesse? Ainda bem que nada aconteceu…
OPINIÃO DO ESPECIALISTA
Antes de embarcar para Londres, conversei com o presidente das Empresas Schultz, Aroldo Schultz, criador do Vital Card, seguro que está acompanhando o Intercambiando durante estes 34 dias no Reino Unido. Fizemos um plano bem especial, que me assegura em qualquer lugar do mundo. Por exemplo, hoje vou para Liverpool e na semana que vem para Glasgow, na Escócia. Sei que se eu precisar de alguma coisa é só ligar para a seguradora que eles me atendem. Ter um seguro é importantíssimo, ainda mais quando se está na Europa, onde fazer viagens sai muito mais barato que um fim de semana em algum destino do Nordeste brasileiro, por exemplo. Leia abaixo um pequeno trecho da conversa que tive com Schultz.
INTERCAMBIANDO – É realmente importante ter um seguro viagem?
AROLDO SCHULTZ – “Claro! Neste mundo globalizado, em que os jovens viajam cada vez mais e para mais longe, a lazer, a estudos e a trabalho, a segurança se torna uma preocupação constante. Não gostaria que um filho meu passasse mal ou vivesse uma situação difícil em outro país sem ter ninguém para ajudar, e ainda por cima sem dominar o idioma. Sou viajante experiente. Sei o que é viver imprevistos em uma viagem, e eles acontecem mesmo.”
INTERCAMBIANDO – O seguro serve apenas para o atendimento de doenças?
SCHULTZ – Negativo. Você pode contar com o seguro se for assaltado, se perder os documentos ou a bagagem, ou se precisar de atendimento emergencial. A assistência em viagem providencia e paga o atendimento, leva até o local do atendimento, caso o jovem não estiver em condições de se locomover, dá orientação sobre como proceder e com quem falar, avisa a família e a agência de viagens, transmite mensagens urgentes, trata da papelada toda, e o mais importante: atende com qualidade, dando conforto.
Tenho vários amigos aqui em Londres que não fizeram seguro, leram na internet que a rede pública de saúde é muito boa. Deve ser, realmente, mas e se você precisar tirar um dente, por exemplo? Não se faz isso no hospital, e sim em um consultório dentário. E olha que este é apenas um dos imprevistos que podem ocorrer quando se viaja por um longo período. Melhor prevenir do que remediar. O ditado é velho, mas funciona bem neste caso. Pense nisso. Bye, bye!





































