Arquivo de março de 2012

T E A L

sexta-feira, 30 de março de 2012

Amigo,

Você já ouviu falar em TEAL ?

Treinamento experencial ao ar livre…

A empresa Dinsmore é pioneira neste mercado no Brasil. São vinte anos garantindo um serviço de formação baseada na motivação de empresas de alta performance.

Aproveito este espaço para apresentar ao Trade Turístico esta empresa que pode trazer muito conhecimento através de um modelo de educação inovador.

Você que é gerente, diretor, empresário, visite o site www.dinsmore.com.br e conheça a chance de oferecer a sua equipe uma transformação técnica e comportamental.

Se você já participou de um TEAL, dê um depoimento!

Se você entende que precisa potencializar sua equipe, conheça este tipo de formação voltada para o século XXI.

Confira! www.dinsmore.com.br

Bom final de semana e sucesso!

abraço
Mauricio Werner

SEM PROBLEMAS…

terça-feira, 27 de março de 2012

Amigos,

Dizem que o pior dos nossos problemas é que ninguém tem a ver com eles… é isso mesmo?

Veja o que eles dizem sobre PROBLEMAS…

“Nada é permanente neste mundo cruel, nem mesmo nossos problemas” ( Charles Chaplin)

“Viver é enfrentar um problema atrás do outro. O modo como você os encara é que faz a diferença.” ( Benjamim Franklin)

” Não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis.” ( René Descartes)

” Um problema é uma chance para você fazer o seu melhor.” ( Duke Ellington)

” Os problemas significativos que enfrentamos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamentos em que estávamos quando os criamos.”( Albert Einstein)

E você, qual é a sua definição para a palavra PROBLEMA? Como os trata? Que dicas pode nos dar para serem compartilhadas no Panrotas, com os amigos do trade, neste espaço de idéias, soluções e devaneios…

Até o próximo post, um abraço sem problemas…

Mauricio Werner

“Quintos do Inferno”

quarta-feira, 21 de março de 2012

Amigos, é isso!

O “QUINTO DOS INFERNOS”:

Durante o Século 18, o Brasil-Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal.

Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso País e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de “O Quinto”.

Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro.

O “Quinto” era tão odiado pelos brasileiros, que, quando se referiam a ele, diziam

“O Quinto dos Infernos”.

E isso virou sinônimo de tudo que é ruim.

A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os “quintos atrasados” de uma única vez, no episódio conhecido como “Derrama”.

Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de “Inconfidência Mineira”, que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final do ano de 2011 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção.

Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente “dois quintos dos infernos” de impostos…

Para quê?

Para sustentar a corrupção? Os mensaleiros? O Senado com sua legião de “Diretores”? A festa das passagens, o bacanal (literalmente) com o dinheiro público, as comissões e jetons, a farra familiar nos 3 Poderes (Executivo/Legislativo e Judiciário)?!?

Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do “quinto dos infernos” para sustentar essa corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa!

E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente…!

Vamos pensar melhor… as eleições se aproximam! um abraço

mw

Criatividade premiada…acontece?

sábado, 17 de março de 2012

Amigos,

Extraí um artigo do Pequeno Guru e compartilharei com vocês mas por favor me respondam as seguintes questões:
Você tem liberdade para criar na sua empresa?
Sua empresa premia a criatividade dos funcionários?
Você acedita que sem estimular o processo criativo nas organizações elas sobreviverão de forma competitiva?
Qual é o tempo que você tem para criar? Você acha que pecisa dele?
Planejamento ou “fazejamento” ?

Responda as questões e leia o artigo. Bom final de semana!

A criatividade introspectiva

A criatividade é uma criança que cresce saudável aos cuidados do pai, mas que eventualmente precisa de interferência estranha para crescer ainda mais. Essa minha definição defende um ponto de vista diferente do que estamos acostumados a ouvir, principalmente dentro das empresas: A criatividade coletiva.

O brainstorming é uma criatividade coletiva. Uma técnica com mais de 60 anos de idade (mais velho que o marketing e a publicidade que conhecemos hoje) descrita por Alex Osborn (o ‘O’ da agência BBDO). Dentro das empresas, o brainstorming é considerado a salvação de todos os problemas criativos. Faça uma reunião dessas e você terá muitas ideias valiosas dos seus queridos funcionários. Mas como a vida não é um mar de rosas, não é isso que acontece.

Como todo publicitário de formação, eu sempre fui ‘o cara das ideias’. Para os amigos, para a família e entre departamentos das empresas que trabalhei, eu sempre fui considerado um dos mais criativos. Com o passar do tempo, e eu gostando cada vez mais de ler sobre comportamento, me interessei sobre o processo criativo. Como surgem as ideias? Como ter mais? Todo mundo pode ser criativo? Brainstorming funciona? Anotar é imprescindível?

Sendo o brainstorming quase sinônimo de criatividade dentro das empresas, tornou-se um assunto corriqueiro nas minhas leituras. Já defendi que brainstorming não é tão bom porque geralmente é feito de maneira equivocada. Mas agora quero focar nas pessoas, não no processo.

O colunista Hélio Schwarstman da Folha levantou brilhantemente a questão sobre a introspecção na criatividade. Acho que foi Harvey MacKay que disse quando você ver um funcionário olhando para a parede, elogie-o, porque ele está pensando. É impossível falar em criatividade sem falar em diversidade. As pessoas são diferentes e que bom que elas são. Isso significa que pessoas possuem modo de trabalho diferentes, e quando se trata de criatividade, pessoas menos agitadas parecem ter vantagem.

No livro “Quieto: O poder dos introvertidos em um mundo que não para de falar” (apenas em inglês), os autores publicaram um estudo que avaliava o desempenho de programadores. 62% dos melhores disseram que trabalhavam em um ambiente reservado e que podiam se concentrar. Apenas 19% entre os piores puderam dizer a mesma coisa.

Acredito que a melhor maneira de ser muitas e boas ideias seja sozinho com um bloco de papel. A troca é importante, mas como no caso da criança, é melhor deixar para quando ela estiver mais crescidinha. Nesse momento, ela será madura o bastante para realmente “trocar” e não apenas absorver. É essa troca (discussões, perspectivas novas, advogados do diabo) que faz diferença na criatividade. Você ouve tudo, pondera, e absorve o importante. O brainstorming força uma troca precoce, quando geralmente não existem ideias maduras o suficiente, se é que existem algumas. O melhor a se fazer é recompensar boas ideias o tempo todo, não apenas em reuniões.

A incrível habilidade social do ser humano gerou alguns problemas que o artigo da Folha chamou de “doenças de grupo”. Em poucas palavras, significa que nós nos comportamos de forma diferente sozinhos e em grupo, e que somos muito influenciáveis. Ele cita 2 estudos incríveis que mostram isso. Um que pessoas devolviam mais as carteiras quando elas carregavam fotos de crianças ou de animais (se você não tem foto nem da família, está ferrado!). Outro fazia cair drasticamente as chances de uma pessoa acertar uma pergunta quando a pessoa anterior havia escolhido uma resposta errada. Por quê? A maioria mudava de opinião.

Quer ter ideias? Provavelmente, você sabe o que mais funciona para você. E, provavelmente, seu chefe não sabe. Se você é chefe, procure saber. Não existem fórmulas ou técnicas milagrosas. É realmente questão de aceitar a opinião o outro, estar 100% aberto ao desconhecido e colocar a cachola pra funcionar.

Cliente ou Refém ?

sexta-feira, 16 de março de 2012

Oi amigos,

Ontem foi dia do consumidor, o que podemos comemorar?

Qual foi a última vez que você se surpreendeu positivamente com uma compra, atendimento ou serviço que lhe prestaram?

Clientes, usuários, consumidores, hóspedes,pacientes, alunos, passageiros ou REFÉNS?

Este post é só uma pequena provocação . O que podemos fazer para que nossos clientes defenda-nos, multiplique-nos, divulgue-nos?

Para termos consumidores mais felizes precisaremos melhorar muito nossas competências técnicas e relacionais…

Um abraço, bom final de semana e até o próximo post…

Mauricio Werner

Bolso & Bolsa…

quinta-feira, 15 de março de 2012

Amigos,

Recebi do meu primo este email e acho que pode interessar para os amigos do turismo..lá vai, forte abraço mw

Stuhlberger, do Credit Suisse Hedging- Griffo: a próxima crise virá da inflação nos países ricos
São Paulo – Quem ouve Luis Stuhlberger falar fica com a impressão de estar diante do George Soros brasileiro. O principal executivo do Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG) tem sob gestão 30 bilhões de reais distribuídos em diversos fundos. O principal deles, o Verde, possui um patrimônio de 15 bilhões de reais e acumula uma rentabilidade de 31,8% ao ano desde 1997 – contra 17,3% do CDI e menos do que isso do Ibovespa.
Além do histórico de ganhos quase imbatível, o que mais impressiona no executivo é sua capacidade de falar com a mesma desenvoltura de câmbio, bolsa e juros. O gestor parece ter estudado todos os cenários econômicos possíveis, dá mostras de que está à espreita de oportunidades em qualquer mercado e já sabe exatamente o que comprará quando a próxima crise chegar – seja devido à ruína da zona do euro ou pela disparada da inflação no Brasil.
Apesar de dizer que não é workaholic, Stuhlberger ostenta olheiras profundas e passa a impressão de que descansa pouco – talvez para que os clientes possam dormir tranquilos. Ele acredita que a bolsa pode viver momentos de euforia neste semestre por conta da queda dos juros, mas diz que prefere aproveitar para reduzir as posições em ações e aumentar em câmbio já se preparando para o longo prazo. Leia a seguir os principais trechos de uma palestra do gestor proferida na noite de segunda-feira na Casa do Saber, em São Paulo:
A próxima crise
Se tudo der errado, a Europa terá um grande Plano Collor. A inflação vai subir e o dinheiro vai perder valor. Não haverá hiperinflação em breve, mas poderá ser a próxima crise. O mundo desenvolvido não pode subir os juros. As economias estão muito debilitadas. Isso pioraria a relação dívida/PIB de países com solvência já questionável. Quando o mercado de trabalho e os preços dos imóveis começarem a se recuperar, será uma armadilha. O avanço da inflação será um problema maior para os pobres. A próxima crise fará moedas do mundo inteiro perderem valor. O risco do fim da zona do euro ainda é grande, mas ficou para depois. O mercado pode melhorar muito antes de piorar. Houve uma expansão monetária muito grande, tem muito dinheiro depositados nos bancos.
Mas se todas essas políticas não derem certo, a Europa pode ser obrigada a trocar todos esses depósitos bancários por bônus que só poderão ser resgatados a valor de face num futuro distante ou negociados no presente com algum deságio. Um grande Plano Collor, portanto. O pior cenário é melhor para quem tem ações do que para quem tem dinheiro no banco. O dinheiro do mundo está com as pessoas, e não com as empresas. As companhias poderão continuar a produzir e gerar caixa. Já o dinheiro das pessoas vai perder valor. É importante notar que esses processos de destruição de riqueza acontecem de tempos em tempos. Vou dar um exemplo. Imagine que alguém tenha investido apenas 1 dólar há 2.000 anos com uma taxa real de juros de 1,7% ao ano. Sabe quanto dinheiro isso representaria hoje? 7 trilhões de dólares. As coisas não acontecem dessa maneira porque o dinheiro é destruído ou perde valor.
Um gestor amigo costuma colocar isso de uma maneira criativa. Imagine que os marcianos estão estudando se invadem a Terra à força ou se compram o planeta. O custo de atacar a Terra é destruir tudo que foi construído em 2.000 anos. Mas vai levar bem menos do que isso para se reconstruir tudo que foi feito porque agora o homem já tem o conhecimento necessário para fazê-lo. Então o preço que eles vão oferecer pela Terra é o dos recursos naturais mais o dos cérebros do planeta. Eles não vão pagar pelo dinheiro que circula aqui, até porque o mundo hoje tem mais dívidas do que recursos financeiros.
Juros
A presidente Dilma e o presidente do Banco Central perceberam que o mundo está trabalhando com juros artificialmente baixos e também decidiram trabalhar com juros artificialmente baixos. A indústria está perdendo competitividade de uma maneira galopante. Qualquer empresa que tenha de enfrentar a competição de produtos estrangeiros está em uma situação difícil. O Brasil já não era competitivo em relação aos asiáticos e agora começa a perder terreno também para os vizinhos da América Latina em alguns setores.
Fizemos um estudo que mostra que os custos do trabalho cresceram muito na Grécia, Espanha e Portugal antes de a última crise estourar. Também aproveitamos e analisamos os custos da indústria brasileira. Na média, houve um pequeno avanço das despesas. O problema é que os custos da indústria de transformação passaram de 100 para 150. Esse número foi mascarado pelos avanços da indústria extrativa, cujos custos caíram de 100 para 40 e trouxeram a média para um patamar razoável.
Ninguém faz nada porque no Brasil não se mexe em time que está ganhando. A estratégia até pode funcionar por algum tempo, mas teremos de torcer para a inflação não avançar. O governo não está atacando as causas do problema, só as consequências. As reformas não saem do papel. Nada está sendo feito para elevar o capital, a poupança e a capacidade produtiva de forma a elevar o crescimento potencial sem gerar inflação. A estratégia tem se sustentado por dois fatores. O primeiro são os altos preços das commodities. O Brasil tem reservas estratégicas de matérias-primas que sustentam o balanço de pagamentos. Também tínhamos um grande número de trabalhadores que estavam fora do mercado de trabalho. Mas já não há mão de obra qualificada e ociosa agora. Uma hora vai dar errado.
Dólar e bolsa
Acho que os próximos 90 ou 120 dias vão ser de euforia na bolsa por conta da queda dos juros. O Banco Central forçou os juros de curto prazo para baixo e está conseguindo derrubar também as taxas longas. Mas não acho isso sustentável. Não vou ficar demais na bolsa. Acho, na verdade, que os juros e o dólar tendem a subir em algum momento no médio ou no longo prazo.
Os preços dos bens duráveis caem 3% ao ano devido à concorrência dos importados. Faz sentido. O mundo está em crise. Mas a inflação dos serviços chega a 12% ao ano. Na média, acabamos com algo próximo a 6%. Parece razoável. Mas o custo da consulta médica, da faxineira ou da academia vai subir 30% nos próximos três anos. Onde vai acabar isso? Eu acho que vai estourar no câmbio. Está bem claro que não será agora. Ainda vai entrar muito dinheiro na bolsa, vai haver mais ofertas iniciais de ações (IPO), as empresas já listadas vão captar recursos. Como sempre, o problema é ter de acertar quando haverá uma reversão. Mas quem compra dólar a 1,70 real não tem muito que perder. Temos cada vez mais câmbio e menos bolsa no fundo.
Renda fixa
Alguns títulos de empresas brasileiras em dólar parecem bem interessantes. Considero títulos dos bancos brasileiros em dólar atrativos. Prefiro comprar um título da Hypermarcas que pague 8% ao ano em dólar do que as ações da empresa.
Operações fora do Brasil
O CSHG está se tornando cada vez mais uma gestora global de recursos. Temos cinco analistas apenas para avaliar ações fora do Brasil e vamos crescer. Hoje o mundo inteiro quer ganhar o CDI (juro médio de mercado) no Brasil e todo mundo acha que o dólar vai ficar próximo de onde está. Mas algum dia isso vai mudar. Temos cerca de 400 milhões de dólares em ações no exterior. É pouco perto do patrimônio administrado pelo CSHG. Mas o percentual de dinheiro aplicado lá fora cresce mês a mês. Há muito tempo temos a expertise para comprar contratos de juros e câmbio no exterior, mas queremos ter esse aprendizado também com bolsa. É preciso ser global para analisar melhor o potencial do Brasil.
Governos
Quem ganha eleição no Brasil é quem promete mais. A cada pleito aparecem duas propostas. A dos Rolling Stones, de sexo, drogas e rock n’roll, e a do Churchill, de sangue, suor e lágrimas. Adivinhem quem ganha? Os políticos latinos são assim mesmo. Só se mexem quando a coisa entra em colapso. O governo acha que é melhor ganhar uma eleição e o país crescer 3% ao ano do que passar o poder e o PIB avançar 6%.
Tive a oportunidade de conversar pessoalmente com o George Soros há alguns dias e ele me contou um bastidor interessante sobre o Senado italiano. Os senadores não têm coragem de reprovar qualquer proposta de cortes orçamentários enviada pelo Mario Monti [primeiro-ministro da Itália]. Todo mundo sabe que dá para cortar lá. Na Sicília, deve haver uns 30.000 guardas florestais para cuidar de menos de 30.000 árvores.
Mas eles só estão fazendo isso agora porque estão com medo. O máximo que os senadores fazem é reduzir os cortes em uns 20%.
Enquanto o mundo latino trabalha desse jeito, os asiáticos avançam. Se a zona do euro entrar em colapso, o melhor jeito de capturar isso será com a compra de moedas de Cingapura, Taiwan, Malásia, Canadá e Chile e ao mesmo tempo vender euro. Quem fizer isso contra o dólar corre um risco maior. A economia asiática vai bem melhor. Tem ainda o risco de que a implosão do euro faça todo mundo perder dinheiro. Neste momento, talvez o negócio seja perder menos.
IBGE
Às vezes, o investidor monta a posição certa e não leva. Quem comprou títulos indexados à inflação no ano passado deixará de ganhar um bom dinheiro porque o IBGE decidiu mudar a fórmula de cálculo do IPCA. Isso é normal e acontece também em outros países. Não dá para dizer que o IBGE manipula o índice nem que estamos ficando parecidos com a Argentina. Mas o fato é que a inflação será 0,30 ponto percentual menor neste ano devido à alteração na metodologia.
Busca por desequilíbrios
O fundo Verde já ganhou mais dinheiro com juros e câmbio do que com posições em bolsa. O lado da bolsa é mais construtivo. O fundo sempre teve muito mais posições compradas do que vendidas em ações. Temos esse lado de ajudar no financiamento das empresas. Já os investimentos que dependem da macroeconomia têm realmente um componente mais destrutivo.
Meu trabalho é procurar oportunidades geradas por desequilíbrios. O Verde ganhou muito dinheiro com oito grandes eventos econômicos. Entre eles, estão a crise asiática, a maxidesvalorização do real em 1999, a tensão com a eleição de Lula em 2002 e a crise imobiliária nos Estados Unidos em 2008. Foram oportunidades para ganhar muito dinheiro com juros e câmbio. Mas também aproveitamos para comprar ações. Todo investidor sabe que não é para comprar bolsa na alta e vender na baixa. Mas há um componente emocional muito grande envolvido, o que gera desequilíbrios. Muitas vezes o investidor terá de andar sozinho e fazer o oposto do que todo mundo está fazendo. O segredo é sempre ter algum tipo de hedge.
Risco de perda
Falei mais das vezes em que ganhamos dinheiro, mas também já fizemos umas 50 grandes apostas e não levamos nada. Vivo à procura de oportunidades de investimento em que o risco de perda é muito baixo. O valor do contrato futuro de DI com vencimento em janeiro de 2013, por exemplo, reflete a aposta de que o BC vai baixar os juros para 8,5% ao ano no Brasil. O que todo mundo acha que é que o Copom corta o juro em 0,75 ponto percentual na próxima reunião e em mais 0,50 ponto percentual na outra. Mas é muito difícil prever o que vai acontecer daqui a 45 ou 90 dias. Eu acho que isso pode ou não ocorrer. O risco de que eu compre o contrato de DI para 2013 é que os juros caiam ainda mais e eu perca dinheiro. Mas como o governo não mexeu na remuneração da caderneta de poupança, acredito que seja pouco provável que isso aconteça.
Já se os juros ficarem acima de 8,5%, dará para ganhar um bom dinheiro. O que quero dizer é que estou sempre me perguntando quanto posso perder com cada investimento que faço. Não estou dizendo que o contrato de DI não tem nenhum risco. Às vezes, a gente acha que algo já está no piso, mas se abre um alçapão no chão e cai mais ainda. Parece apenas uma operação a ser monitorada.
O imposto sobre heranças no Brasil tem uma alíquota de apenas 4%. Esse é o melhor imposto, mas o Brasil não aumenta essa taxação. Ao custo de 4%, vale a pena passar todos os bens para os herdeiros. O risco é que os próprios herdeiros destruam essa riqueza. Quer um exemplo? Muitos private bankings oferecem aos clientes um CDB do Itaú que paga 100% do CDI e um CDB do banco Ximbica que paga 110% do CDI. O cliente muitas vezes vai optar por comprar o papel do banco Ximbica. Para ganhar 1% a mais, o cara está disposto a arriscar os outros 99% do patrimônio. Eu acho que é uma relação de risco/retorno inadequada, mas muita gente parece não achar.
Indústria de fundos
A indústria de hedge funds no Brasil é muito pequena. Desconsiderando os fundos exclusivos, são cerca de 100 bilhões ou 150 bilhões de reais que correm risco no país. É um negócio que ainda não amadureceu. O problema é que os juros eram muito altos até dez dias atrás (risos). Existem umas 50 assets brasileiras que fazem um trabalho muito bom na área de ações, mas ainda são pequenas e não têm a escala necessária para diluir os custos e ganhar dinheiro.
Bancos
No exterior, há bancos too big to fail. No Brasil, há os bancos too big to fail, too medium to fail e too small to fail.
O Verde
O fundo Verde sempre procura ter um terço de ações e dois terços de renda fixa em seu portfólio. O número exato vai variar entre 20% e 50% em bolsa. Quando a bolsa cai, aumentamos a exposição, e vice-versa. Desde 1997, o fundo acumula uma rentabilidade de 31,8% ao ano. Já o CDI (juro médio de mercado) foi de 17,3% ao ano no mesmo período e o Ibovespa perdeu do CDI.
O fundo já ganhou muito dinheiro com algumas posições em bolsa, como Banco do Brasil e Itaú. Usiminas foi outra posição vencedora, apesar de a ação não ter ido tão bem todo o período acumulado e só ter rendido tanto para quem comprou e vendeu na hora certa. Em 2011, ganhamos muito dinheiro com TIM e Vivo. Apostamos em teles, que estavam paradas há quase uma década. Já com Brasil Telecom perdemos dinheiro. O que considero as maiores perdas foi não ter comprado na baixa as ações da Souza Cruz e das Lojas Americanas, que estão entre as campeãs de rentabilidade desde o início do fundo.
A história da Griffo
A vida é mesmo fortuita e randômica. Eu ingressei na Hedging-Griffo quase sem querer. Era engenheiro civil formado pela Poli porque meu pai era incorporador. Comecei a trabalhar em banco como estagiário, mas meu chefe queria se livrar de mim e me transferiu para a Griffo. Comecei a trabalhar lá na área de commodities e fazia operações de arbitragem para pessoas físicas. Era um mercado extremamente desarbitrado e ineficiente. Era só ter grau primário para perceber isso. Tinha muito manipulação de preço. Eu vi que dava para ganhar algum dinheiro com arbitragem. Então ficava tentando levar algum spread com essas operações, fazendo arbitragem de commodities entre o Brasil e o exterior.
Depois muita gente começou a fazer o mesmo e a Griffo acabou fechando esse negócio. O grande teste para a Griffo foi em 1984, quando quase fechamos. Alguns sócios-fundadores venderam suas partes. A empresa acabou ficando nas mãos dos operadores. Como eu operava soja e café, ninguém gostava muito de mim naquela época. Sofria bullying.
Só depois comecei a trabalhar no mercado de ouro. Era um mercado bem importante naquela época. Em 1988, cerca de 90% da receita da Griffo vinha de ouro. Eram os tempos da Serra Pelada. O ouro era negociado com um deságio no Brasil. Comprávamos ouro aqui e vendíamos no exterior. Tinha uma época que pegávamos barras de ouro e levávamos para Montevidéu. Eram cinco seguranças armados com metralhadores que se deslocavam até onde estava o ouro. Lembro-me até hoje das ligações do agente de custódia que me ligava e perguntava se podia realmente entregar o ouro para aqueles caras. Ele achava que podia ser sequestro ou coisa parecida. Os caras pegavam as barras de ouro, colocavam na cintura, entravam em um Fusca e viajavam para o Uruguai.
Meu primeiro salto foi na época do Plano Cruzado. O ouro já estava muito caro, mas chegaram ao Brasil uns sul-africanos comprando muito. Os preços ficaram ainda mais altos, quase todo mundo que operava ouro ganhou muito dinheiro. Foi nessa virada de década dos 80 para os 90 que eu decidi que seria gestor de investimentos. Até 1992, a Griffo era uma corretora. Foi naquele ano que abrimos as áreas de asset management e private banking. Éramos seis sócios. Eu fiquei com a asset.
A venda da Hedging-Griffo
Tanto a asset quanto o private cresceram bem mais que a corretora. Os fundos aparecem bem para o mercado em algumas oportunidades. Em dado momento, no entanto, a sociedade implodiu. Os sócios que estavam com a corretora não aceitavam perder participação na empresa apesar de serem responsáveis por um percentual cada vez menor dos lucros. Foi nessa época que começamos a avaliar a venda da empresa. Já havíamos recebido propostas do Pactual, da GP, do Itaú, do Goldman Sachs e do UBS. Com o UBS, parecia que as conversas teriam um desfecho positivo. Também chegamos a analisar um IPO.

Mas foi com o Credit Suisse que o negócio saiu em 2007. Ganhamos 2 bilhões de reais pela venda da empresa. Muitos sócios foram muito bem-remunerados. Todo mundo teve tag along. Decidimos dar um tratamento aos minoritários igual ao que a gente sempre cobra das empresas em que somos acionistas minoritários. Alguns sócios da empresa geravam menos receitas do que levaram, mas eram pessoas que estavam comigo desde o início ou optaram por não trabalhar em outros bancos para estar lá. Era justo que também levassem sua parte.
Sociedade com os suíços
Meu dia a dia melhorou a partir do momento em que viramos Credit Suisse Hedging-Griffo. Aqueles trabalhos administrativos que eu detestava foram repassados para outras pessoas. Os suíços possuem aquelas fórmulas de gestão padronizadas e que também foram implantadas no Brasil. O Credit Suisse possui ainda dois executivos excepcionais na América Latina, o Antonio Quintella e o José Olympio Pereira, que dão todo o suporte para que eu não tenha de passar o dia lidando com os gringos e possa me dedicar ao que gosto de fazer, que é a gestão de investimentos. A única coisa que sinto falta dos velhos tempos da Griffo é daquelas piadinhas politicamente incorretas ou das fotos de mulheres que circulavam nos e-mails no escritório. Em empresa suíça, tudo isso é proibido (risos).
Rotina
Meu cotidiano tem sido parecido nos últimos cinco anos. Tenho de dedicar o dia a leituras, ao relacionamento com os clientes, às conversas com minha equipe e aos diálogos com outros gestores de investimento. No resto do tempo, eu fico pensando. Tenho um bom home office e gosto muito de trabalhar em casa. É preciso muita concentração no meu negócio. Muitas vezes passo tardes, noites e finais de semana em casa. Não me considero um workaholic. Tem dias em que trabalho apenas 4 horas e nunca passo mais de 12 horas no escritório. Mas trabalho sete dias por semana, mesmo em feriados.

SIMPLIFICA BRASIL !!!

sábado, 10 de março de 2012

Amigos,

Nossa burocracia atravanca o desenvolvimento, freia os estímulos empreendedores.

Há grandes nós que ameaçam o desenvolvimento tão anunciado e esperado no Brasil.

Para ser dono de uma birosca precisa ter muita coragem!

Abrir e fechar negócios em Pindorama é uma verdadeira loucura! Quanto tempo se gasta?

O código comercial, a tributação, as patentes e a legislação ambiental… Choque de Burocracia mata!

Voc6e também tem dificuldade para cumprir todas as normas no Brasil? Não se assuste, muitos empreendedores se perguntam por quê há tanta burocracia?

O que impede que esse mal seja combatido?

Acredite, já tivemos um Ministro da Desburocratização! (hélio Beltrão, no final dos anos 70)

Boas intençoes não bastam, a reforma tributária está ha 15 anos patinando pela falta de acordo entre governo federal, estados e municípios. Que país é esse?

Lembro da questão do Mosquito da Dengue, ninguém sabe até hoje se o mosquito é municipal, estadual ou federal…Não existe uma comunicação assertiva entre as esferas e adivinha quem paga essa conta?

Se você é empreendedor, seu primeiro desafio será abrir a sua empresa. Não desista, a correnteza vem contra mas depois de 90 dias aproximadamente você poderá vencê-la.

A reforma dos tributos, entra e sai das pautas e faz como o peixe: NADA!

Você sabe quanto de impostos você realmente paga? Eu também não! Pergunte ao seu contador e ele tentará te convencer de que não vale a pena entender por conta da complexidade do assunto. Normalmente você sai convencido de que é melhor não entender pois caso compreenda, fecha as portas da birosca.

Em relação ao código comercial, empreendedores brasileiros poderiam montar um museu, desde 1850, tempo em que a economia se baseava numa mão de obra escrava, e mesmo com muitas mudanças, o código caduco é um enorme problema para empreendedores inovadores.

Em relação a concessão de patentes, não caia duro no chão, mas leva aproximadamente 8,3 anos, o dobro do tempo que se leva nos EUA para uma patente.

Outra questão de doido, tratar com órgãos ambientais. No caso do turismo é mais fácil que se favelize uma cidade do que construir um complexo hoteleiro que preservará o local com geração de emprego e renda.

A burocracia precisa morrer se não vai matar todos, um por um.

Abraço e até o próximo post!
mw

Qual é o seu?

terça-feira, 6 de março de 2012

Amigos ,

chefia e liderança é sempre um assunto polêmico. Nem todo chefe é lider ma s poderiam ser melhores chefes….

Identificados alguns tipos de Chefes, vejam se há alguma semelhança com os seus:

1- Chefe SAPATO, aquele que não sai do pé! Um controlador chato, sem motivação nenhuma.

2- Chefe LIMÃO, azedo que dói, plugado no negativo!

3-Chefe TESOURA, adora fazer cortes, viciado em planilhas, tem tesão na faca!

4- Chefe PEIXE, aquele que exige muito o tempo inteiro mas que na hora que você pede um aumento, NADA!

5- Chefe CARANGUEJO, aquele que consegue fazer as coisas andarem para trás, sabe como?

6- Chefe Morcego, só aparece no final do expediente, durante a loucura do dia, ninguém sabe onde ele se encontra.

7- Chefe DORIL, o problema chegou, ele sumiu! Não assume a responsabilidade e adora culpar os outros…

8- Chefe SORVETE, aquele que quando o diretor está por perto, ele se derrete todo! êta, puxa saco danado…

9- Chefe ABELHA, além de fazer cêra, quando fala alguma coisa é para dar um ferrão!

Acho que no turismo não há chefes assim mas de qualquer forma, não custa nada apresentar esses tipinhos…

Se você é chefe, reflita!
Se você é chefiado, desejo muita sorte e paciência!

um forte abraço,

Mauricio Werner

eleições 2012…

domingo, 4 de março de 2012

Meus amigos,

Pequei da carta capital este texto e compartilho com vcs. abraço mw
Para ganhar uma eleição
02.03.2012 10:40‘Não basta ter amigos no Facebook e ser conhecido no bairro’49Por Aurélio Munhoz*

Porque navego no mar revolto da política há quase duas décadas – no início como repórter, depois como assessor parlamentar e, agora, como observador de camarote da arena partidária -, virei uma espécie de curandeiro de vários candidatos a candidatos.

Aurélio Munhoz dá dicas para quem quer se aventurar à corrida eleitoral em 2012: ‘Não basta ter amigos no Facebook e ser conhecido no bairro’. Foto: Fred Dufour/AFP
É difícil o ano eleitoral em que passo incólume às consultas informais de cidadãos que sonham dormir candidatos e acordar donos de uma das cadeiras nas Câmaras de Vereadores, nas Assembléias Legislativas ou no Congresso Nacional.

Acredite: muito mais gente do que se imagina faria qualquer negócio para ser vereador ou deputado, apesar de a classe – boa parte dela com todo o mérito – ser a Maria Madalena do setor público. Ótimo que seja assim. É o que garante a sobrevivência do regime democrático, em que pese um coro numeroso de vozes berrarem o contrário. Mas isto é assunto para outro artigo, que deixarei para o calor das eleições de 7 outubro deste ano.

Neste rol de candidatos, há os que buscam dicas eficazes e rápidas de como chegar lá. Inexperientes, pensam que a conquista de uma cadeira no Parlamento é uma receita de bolo pronto, que se compra em supermercado e se confecciona dentro de casa, com a frieza mecânica das batedeiras.

Há também os que querem uma palavra de encorajamento. Inseguros, supõem que meia dúzia de bordões motivacionais possa reduzir seu temor ao já previsível tratamento irascível dos eleitores aos candidatos, cada vez mais refratários à fauna política.

Há ainda os que resumem sua conversa a um pedido de apoio porque se supõem legítimos porta-vozes de uma causa nobre. Ingênuos, imaginam que boas intenções bastam para garantir o sucesso de uma candidatura.

A esta gente maluca – e definitivamente, corajosa – que sonha em chegar lá, só resta dizer a verdade. Não há milagres no mundo da política e, menos ainda, no universo das campanhas eleitorais. Em bom português: para ser vitorioso em uma eleição, o cidadão tem que se preparar muito bem (sob os pontos de vista psicológico, técnico, familiar e financeiro), ser altamente profissional e respeitar pelo menos as regras básicas da democracia e do ABC eleitoral.

Isto não quer dizer que os cidadãos que não respeitam estas regras não podem ser candidatos e nem são capazes de conquistar uma cadeira no Legislativo. Podem e devem, se assim o desejam. Afinal, na democracia política plena em que vivemos, há espaço até para aventuras eleitorais exóticas.

A recomendação acima cumpre apenas o despretensioso papel de dizer a quem quer ser ungido pelas urnas que o descumprimento deste cardápio de normas (ou pelo menos da maioria dele) deverá, no mínimo, dificultar bastante sua vitória, levando-o a três caminhos sem volta: derrota, frustração, brigas em casa e, muito provavelmente, prejuízos financeiros. Não se anime com as exceções. Elas são apenas isso mesmo: exceções. Por isso, é crucial pensar bem antes de se definir por uma candidatura.

Exatamente por não levar isto em conta, pouca gente se revela realmente preparada para a maratona das urnas e um número ínfimo reúne condições mínimas de passar sequer perto da linha de chegada eleitoral, com o perdão da sinceridade.

Para quem tem dúvidas, aventuramo-nos a sugerir algumas pistas confiáveis a seguir, que podem ajudar na tomada de decisão sobre o dilema existencial de ser ou não candidato.

Uma primeira básica a se considerar é de uma simplicidade franciscana: ter um considerável patrimônio de conhecidos não significa ter votos. Logo, não importa se você tem mil amigos, 2 mil rostos familiares no seu bairro ou 4 mil contatos no Facebook. Provavelmente, você não vai conseguir se eleger apenas por causa desta multidão.

A razão é cruelmente simples: é muito difícil garantir o voto da grande maioria destas pessoas, até porque você possivelmente não conhece tanta gente assim a ponto de poder se dar ao luxo de descartar os votos de boa parte dos seus conhecidos. O processo de conquista de um voto é muito mais complexo do que se imagina e, muitas vezes, passa longe da amizade ou do contato pessoal.

Portanto, não se iluda com sua popularidade. Não são só os maus políticos que fazem falsas promessas. O eleitor também engana os candidatos, quando quer.

Uma segunda dica: boas intenções em torno de uma causa nobre não bastam para garantir um mandato. Uma candidatura vinculada a um ideal só é vitoriosa se resulta de um consistente projeto coletivo, fruto de uma complexa obra de arquitetura política. Para erigi-la, é preciso, necessariamente, costurar alianças com grupos que tenham representatividade social. E só se faz isto com paciência e tempo, já que a confiança (e o desejo do voto) resultam da convivência. Mais: grupelhos sem expressão não garantem a quantidade de votos de que você precisa para se eleger.

Outra recomendação é fundamental, mas raramente é levada a sério. É essencial se organizar financeira e estruturalmente para garantir a base de que uma candidatura precisa para ser vitoriosa. Uma campanha exige profissionalismo e recursos porque é cara e disputada por muita gente altamente preparada. Não se iluda com o falso brilhante das redes sociais, com o pedido de votos aleatório nas ruas ou com a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV. Tudo isto ajuda, mas não é suficiente para garantir todos os votos de um candidato vitorioso.

A última dica não exige muitas explicações: seja ético, honesto, correto. Não prometa o que não pode cumprir. E, elegendo-se, não coloque seu projeto individual acima do coletivo. Não subestime o eleitor e nem aposte na impunidade. O Brasil está cada vez menos tolerante com os maus políticos. E com os maus candidatos. Não seja um deles.