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Franquia da Aluga-se

terça-feira, 28 de julho de 2015

Amigo Panrotas,

Acabo de ouvir na rádio Band News que de Janeiro a Maio fecharam 1380 comércios no centro do Rio e em seus arredores.

Talvez seja este legado antecipado que a cidade viva, com as obras superfaturadas para as Olimpíadas de 2016.

Em todos os pontos do centro há placas  da “Aluga-se”, a maior rede de franquias espalhada em tão pouco tempo no município do Rio de Janeiro.

A franquia do desespero, da angústia , da lástima de precisar encerrar as atividades que garantem a dignidade de milhares de trabalhadores.

As empresas que conseguiram reduzir seus custos operacionais talvez tenham uma sobrevida até que a economia se reestabilize. Tempos de aperto, tempos que parecem mais longos do que os normais.

É claro que há sempre espaço para empresas que driblam bem essa crise e que até crescem no meio dela. Essa , certamente não é a realidade da maioria. Como dizem no popular, “o bicho está pegando”.

Agora é hora de muita habilidade, estamos falando de uma economia que precisa se reinventar de forma mais criativa, compartilhada e aberta para mudanças.

Entendo a situação por exemplo dos taxistas que lutam contra o Ubber mas esta é uma forma nova de geração de trabalho e que existe no mundo inteiro.

O jornal impresso não acabou quando surgiu a leitura on line, as cartas não acabaram quando surgiu o email mas houve uma necessidade de adequação aos novos tempos.

Embora esta franquia da “Aluga-se” esteja em expansão, precisamos de uma dose grande de entusiasmo e otimismo para encarar o desafio da mudança.

Renegocie seu aluguel, corte o supérfulo, economize na água, na luz,no restaurante,  no tempo ocioso e beneficie os melhores funcionários , elimine os que são só estão ali por causa própria. Aposte nas permutas e parcerias, crie um compartilhamento de custos com as empresas vizinhas, compre em escala para conquistar melhores condições, converse com as empresas que tem conseguido manter-se neste momento e aproxime-se do cliente.

Precisamos de calma, paciência , muita visão e inteligência para sair vivos desta onda que atinge o país.

Até o próximo post,

Um abraço positivo,

MW

 

 

 

11/SET/1990

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Amigo Panrotas,

Essa data lembra algum acontecimento?

Nasce o código de Defesa do consumidor. Lei 8.078 de 11/09/1990.

Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final.

Surgem também o Procon e o IDEC, respectivamente instituto brasileiro e associação brasileira de defesa do consumidor.

Os problemas de atendimento surgem por conta de posturas inadequadas das empresas que geram conflitos de maior ou menor intensidade.

Principais causas: Defeito do produto/serviço; mau atendimento; não cumprimento dos prazos.

Para gerenciar crises é fundamental obedecer as leis e estabelecer uma rede de relacionamento programado e administrado com o cliente.

É impossível eliminar todas as crises com clientes mas é fundamental que as empresas se planejem para reduzi-las .

Há probemas de caráter interno e externos, previsíveis e imprevisíveis. Tratar com atenção os previsíveis é inteligência de gestão. Neste momento de crise econômica perder um cliente pode aumentar ainda mais a turbulência na sua organização.

As empresas que administram bem as reclamações dos clientes podem vender mais. Para isso é necessário que haja o total comprometimento da alta administração, que se conheça bem os clientes, que se desenvolva um padrão de qualidade e desempenho, que o processo de seleção e treinamento seja sério, que haja recompensas pelo desempenho excepcional no atendimento ao cliente, que os gestores se aproximem mais dos clientes e que haja uma melhora contínua dos processos sem esquecer de controlar e medir resultados.

Façamos o nosso dever de casa e sigamos em frente com tudo !

Até o próximo post,

Um abraço

 

Mauricio Werner