De quem eles gostam?!

Você já imaginou quem são os blocos preferidos do carnaval de Salvador do governador da Bahia, Jaques Weagner, da presidente da Bahiatursa, Emilia Silva, do secretário de Turismo de Salvador, Paulo Guaranys, e do presidente da Saltur, Cláudio Tinoco? Não?! Nós do PANROTAS tivemos esta curiosidade e perguntamos para eles o que não saia da cabeça deles nos dias de carnaval.

Jaques Wagner – governador da Bahia
“Sou fã de muitos blocos, mas este ano vou ficar com os Filhos de Gandhi porque eles são referência e nasceram para fazer um carnaval de paz. Todo artista tem o seu valor, mas, além disso, neste carnaval os Filhos [de Gandhi] completam 60 anos de existência. Já posso te afirmar que minha aposta no ano que vem de preferência será o Dodô e Osmar porque eles vão completar 40 anos de trio”

Emilia Silva – presidente da Bahiatursa
“Ai meu Deus! Que coisa difícil de escolher…[pausa dramática]. Acho que meu bloco preferido é o de Daniela Mercury, mas tenho uma paixão indescritível pelo Carlinhos Brown, devido ao trabalho social que ele desenvolve. Nós temos muitos artistas bons e o mais importante é que este foi o melhor carnaval dos últimos tempos”

Paulo Guaranys, secretário de Turismo de Salvador
“Eu não consigo falar o nome de um só não. Sem demagogia. São muitos artistas que nós temos bons, mas eu vou te citar alguns… Ivete Sangalo, Chiclete com Banana, Margareth Menezes, Jammil são blocos fantásticos. Eles animam o povo, mas tem uma banda que eu tenho um carinho muito especial e merece destaque: o Motumbá”

Cláudio Tinoco – presidente da Saltur
“Estou há quase dois meses no cargo e fica difícil falar como autoridade sobre o carnaval, mas como folião eu posso te garantir que apreciei de tudo. Já saí no Filhos de Gandhi, em blocos que não existem mais, como o Crocodilo, fiquei em camarotes e até na pipoca eu já pulei. As saídas do Olodum no Pelourinho eu também não perdia. Em um carnaval onde já contamos com a presença de Bono Vox, do U2, nada melhor do que está acontecendo este ano: o fortalecimento de novos artistas baianos e o retorno de blocos que não estavam amis desfilando.

Gabriel Guirão

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