New York, amor antigo

Estou em Nova York, que amo desde 1988, em minha primeira visita, para a celebração da entrada da Continental Airlines na Star Alliance. A programação está toda concentrada amanhã e hoje deu para matar a saudade. Tento (repito, tento) vir à cidade pelo menos uma vez por ano, nem que seja assim, rapidinho (chego no Brasil na quinta-feira). Aqui chegando não tem mistério: é andar, andar, andar e descobrir as novidades (o metrô ajuda a pular alguns quarteirões e não deve ser temido e sim desbravado). Quando vim a primeira vez o bilhete era um token (uma moedinha dourada com furo no meio); hoje é um Metrocard recarregável. O bilhete custava US$ 1 ou menos. Hoje sai por US$ 2,25. E continua levando a todos os lugares.

Em Nova York já peguei nevasca, chuva, onda de calor, o frescor da primavera, dias perfeitos, outros nem tanto, mas a cidade é e não vai deixar de ser uma de minhas preferidas – onde volto com a sensação boa de rever um velho amigo, relembrar com ele histórias e fatos passados e saber o que há de novo.

Minha caminhada de metrô e a pé (estou hospedado no gigantesco Hilton da Sexta Avenida com a rua 53) já rendeu algumas descobertas:

o Memorial 11 de Setembro será aberto em 2011, mas já há um Preview Site, onde se pode conhecer o projeto. Fica a uma quadra do local onde ficavam as torres gêmeas (site: national911memorial.org). Em 2012 ficará pronto o museu.

a Macy`s da rua 34 (e arredores, pois é a maior loja do mundo) ganhou mais opções gastronômicas, novas seções, como a de esportes, e uma J.R. Express. A tradicional loja de eletrônicos de downtown agora tem filial express dentro da Macy`s.

Já o Manhattan Mall, ao lado da Macy`s, ganhou uma J.C. Penny, a primeira da cidade.

Em frente ao Manhattan Mall já podemos ver algumas novidades. Alguns trechos da Broadway e da Sétima Avenida foram fechados para carros e viraram ruas ou trechos de ruas para pedestres, com mesinhas, bancos e cadeiras. Muito legal. A Times Square (foto) também tem isso e ainda ganhou uma arquibancada vermelha e luminosa. Dá para sentar ali e ficar olhando a movimentação por horas.

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Por falar em Broadway, Billy Elliott e West Side Story são dois títulos que me chamaram a atenção, mas não terei tempo. Tenho de voltar…

Artur Luiz Andrade
Editor-chefe

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