Rápida como um tubarão

O Sea World  inaugurou hoje a sua mais nova atração: a Mako, a montanha-russa mais rápida, mais longa e mais alta da cidade de Orlando.  A Mako, é uma hypercoaster de 61 metros de altura, esse tipo de montanha-russa é conhecido por ter múltiplas subidas e descidas, alturas extremas e alta velocidade, proporcionando a sensação de gravidade zero, o “air time”. Todas essas informações juntas já causam arrepios em qualquer um, ainda mais naqueles que não se “dão tão bem” com montanhas-russas. Não é o meu caso!

A Mako é a grande novidade do Sea World para 2016
A Mako é a grande novidade do Sea World para 2016

Sempre gostei de experiências mais radicais, ainda mais aquelas que envolvem velocidade ou altura. Se as duas coisas estiverem juntas em uma  atração só, melhor ainda. Talvez por isso eu tenha me entusiasmado tanto com o convite do Sea World para acompanhar a inauguração de sua nova atração. Inclusive, desde que ela foi anunciada, em maio do ano passado, eu tenho feito pedidos para participar desta abertura. E eles foram atendidos.

Antes de chegar na entrada da Mako, tive a oportunidade de conversar com alguns executivos do Sea World, que cheios de entusiasmo e orgulho, contaram mais detalhes do projeto. “Na Mako, todos viverão a experiência de ser um superpredador atravessando a água em alta velocidade e perseguindo sua presa ao longo de um imenso arrecife. Ela é uma mescla selvagem de medo, emoção e diversão”, garantiu o vice-presidente corporativo de Experiências, Design e Engenharia de Parques Temáticos do Sea World, Brian Morrow.

Não precisou dizer mais do que isso para minha ansiedade aumentar e eu me dirigir na mesma hora para a atração. Ao me posicionar no brinquedo, soube que eles gravariam  um vídeo dos repórteres e que disponibilizariam as imagens para futuras postagens. Assim que assinei o termo de compromisso, me pediram para me posicionar na fileira quatro, pois minha turma “seria a próxima a inaugurar o brinquedo”.

A Mako tem 61 metros de altura, 118km/h e uma extensão de 1.451 metros
A Mako tem 61 metros de altura, 118km/h e uma extensão de 1.451 metros

Assim que ouvi os barulhos das travas, tentei relaxar e apreciar a cara das pessoas que ainda aguardavam na fila. Logo em seguida, o carrinho começou a subir e a vista da cidade de Orlando foi ficando cada vez mais ampla. Depois de alguns segundos, a queda começou e a partir daí eu fui consumido por uma adrenalina. Êxtase era o que exalava do meu corpo e de cada grito que eu dava a cada subida, descida ou curva.

Os quase três minutos de percurso se tornaram segundos, de tanto que era a minha euforia. Quando saí do carrinho e olhei para trás, vi que a próxima turma tinha sofrido um “desfalque” e de quatro pessoas que cada fileira comporta, só tinham três no último carrinho. Não pensei mais que duas vezes, larguei minhas coisas com o restante do grupo e entrei novamente na Mako. Eu precisava sentir aquela adrenalina novamente.

Na noite de inauguração oficial da atração, tive a oportunidade de andar mais algumas (lê-se seis) vezes na Mako, sendo três delas no primeiro carrinho. Cair de uma altura de mais de 60 metros dá uma sensação de liberdade única. Os gritos não eram de medo, mas de alegria, que não cabia em mim. Não importa se você é corajoso ou não, se vai levantar as mãos ou se agarrar nas travas, a experiência da Mako é uma mistura de sentimentos que faz as pessoas extravasarem. A única coisa que sei é que eu quero voltar muitas e muitas vezes na montanha-russa mais rápida, mais alta e mais longa de Orlando.

Veja abaixo o vídeo da minha experiência na Mako:

 

 

Mais humor, por favor

Por Karina Cedeño

Que a Delta lançou há pouco tempo um vídeo de instruções de segurança a bordo pra lá de divertido (veja abaixo) todo mundo já sabe. O que eu pude comprovar, nos bastidores, é que a companhia leva este bom humor muito além daquela telinha atrás de cada assento.

Sábado passado peguei meu primeiro voo pela Delta, com destino a Nevada, nos Estados Unidos, e após assistir ao vídeo citado acima e dar umas risadas, resolvi encarar a viagem de mais de dez horas que viria pela frente. Mas uma coisa fez toda a diferença neste longo trajeto: um tripulante brasileiro que, da cabine, começou a mostrar todo o seu talento de improvisação no microfone.

Ele repetia em português as informações que haviam sido dadas em inglês pelo comandante, com algumas considerações a mais. E começou mais ou menos assim:

“Boa noite, senhores passageiros! Meu nome é Gustavo e estou aqui para tirar qualquer tipo de dúvida que vocês tenham, seja em português, espanhol ou inglês. Mas lembrem-se de que vocês são 170 e eu um só. Então, peguem leve”

As risadas começaram logo aí, e não foram poucas. Depois, já com algumas horas de voo, ele anunciou:

“Só lembrando que aqui no avião vocês também vão aprender algumas palavrinhas em inglês. Basta ir ao banheiro para descobrir que “push” significa empurrar, e não puxar, como vocês vivem pensando. Não confundam mais isso, por favor!”

Do meu assento, eu ouvia um coro de risadas se propagando pela aeronave, coisa inédita pra mim até então. Nunca havia presenciado um clima tão descontraído em uma aeronave.

Depois de ver pelo menos uns 60 tipos de nuvem e ouvir trocentas horas de música, ler, dormir, comer, ler, dormir, comer, não necessariamente nessa ordem, chegamos ao final do voo, o comandante fez um anúncio em inglês e todos ficaram na expectativa do anúncio em português do Gustavo, que viria logo a seguir:

“Err… não prestei atenção no começo da frase do comandante porque tinha um cara falando comigo aqui do lado. Mas o importante é que vamos pousar dentro de instantes, por isso, afivelem seus cintos!” – mais risadas a bordo.

Assim que chegamos a Detroit para fazer conexão até São Francisco, era umas cinco e pouco da manhã, e pouco depois que a aeronave pousou, ficou uns instantes parada no pátio. Caras de interrogação por parte dos passageiros. Mas logo veio uma explicação:

“O comandante falou que paramos aqui porque chegamos muito cedo e não estavam preparados para a gente. Estão todos dormindo em Detroit”. Comecei a rir como louca, e nesse instante eu e todos os passageiros que estavam ao meu redor trocamos olhares e comentários sobre o quanto aquilo estava engraçado.

Fiquei pensando em como é importante (e rara) essa interação entre tripulantes e passageiros, ainda mais depois de dez horas de voo. Bastaram algumas piadas e pronto, toda a tensão e o cansaço da viagem foram quebrados.

E o mais interessante é que o Gustavo conseguiu, mesmo com todas as brincadeiras, passar as informações importantes aos passageiros. Acredito, inclusive, que estes últimos conseguiram prestar muito mais atenção às normas de segurança dessa forma do que se elas fossem passadas de forma automática e maçante.

Em um voo de longa duração, um tripulante resolveu ir mais longe. Mas será que ele sabe a diferença que fez nessa viagem? Se não sabe, fica aqui o registro. Afinal, 170 pessoas tiveram o privilégio de pegar o voo DL52 do dia 5 de março com todo esse bom humor a bordo. Parabéns à Delta.

Nem tudo é praia no Havaí

Havaí é sinônimo de praia, certo? Sim, é isso mesmo! São muitas, incontáveis e se tentar selecionar as mais bonitas, vai se perder. Quem vai ao Havaí é porque busca sol e mar, certo? Sim, pode ser que haja exceção, mas é difícil, viu! Essas perguntas, um tanto óbvias, foram feitas a mim quando voltei de viagem – estive lá na semana passada pela PANROTAS a convite da Best Western em parceria com o Hawaii Tourism na América Latina. Embora seja rodeada por praias (belíssimas, por sinal) há muito o que fazer nas ilhas.

Fazendas de abacaxis, bases militares, vulcões, centros históricos e até museus estão na lista off praia, mas há mais e isso me chamou a atenção. Depois de participar da Conferência Internacional da Best Western segui viagem para Maui para fazer uma matéria de destino da ilha, que você poderá ler nas próximas semanas na PANROTAS. Lá chegando fui visitar uma fábrica de cerveja.

Já era final do dia, sol quase se pondo, fui conhecer um pouco do que os “locais” fazem e seguindo conselho do Hawaii Tourism na América Latina, visitei o Crew Pub, da cervejaria artesanal Maui Brewing Co. De Lahaina, onde me hospedei, até o bar foram 20 minutos por estrada, perto para os padrões de Maui. Chegando lá fui surpreendido pela quantidade de marcas. Há 23 rótulos fixos, além de marcas internacionais (Stela Artois, Heinekken, entre outras) e cervejas feitas a base de frutas, que variam de acordo com a estação.

Para quem gosta de “experimentar o desconhecido” há no menu degustação com até quatro tipos de cervejas. Servidos em copos reduzidos, você tem a opção de escolher até seis marcas próprias. O garçom te auxilia na escolha com base no seu gosto! Para acompanhar o menu degustação é servido pão com pastas e águas. Há outros pratos no cardápio, que é mais voltado para hambúrgueres e afins. O Pub tem uma atmosfera esportiva e fica lotado nos finais de semana, principalmente à tarde quando são transmitidos partidas de futebol americano ou beisebol. Soccer por lá não tem vez.

Distante uns 40 quilômetros dali fica a fábrica da Maui Brewing Co, não há transfer entre o pub e a fábrica, o que é uma pena, mas se você tiver com carro alugado vale a pena fazer uma visita. Embora seja pequena, ela é aberta a visitação, com direito a tour guiado. Diferente da fábrica da Bohemia, em Petrópolis (RJ), que é muito mais interativa, a fábrica em Maui é mais explicativa. Para quem entende inglês e gosta de cerveja, é um programa inigualável. A visita é rápida, dura em torno de 30 minutos, e você conhece todo o processo fabril, desde a escolha do malte até a forma como são enlatadas (não há na fábrica cerveja de garrafa). Há a possibilidade de ver também o estoque, onde a cerveja fica armazenada antes de seguir para os freezers no Havaí e no continente (no caso Estados Unidos) e para outros países, como Austrália, Nova Zelândia, Japão, entre outros. O tour termina com degustação nos moldes do Pub, com direito a levar um dos copos para casa.

Gostou da dica e ficou interessado? Então fique atento que assim como no Brasil, no Havaí álcool e direção não combinam e dá cadeia. Então siga o conselho da Angélica na canção e vá de táxi. É mais seguro, para você e paraos outros na estrada.

Saiba mais sobre a Maui Brewing CLICANDO AQUI.

 

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