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Walk the talk

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

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Ou, em bom português: faça o que fala.

Em um ano em que fomos anestesiados pela Copa do Mundo (o mundo de viagens corporativas teve um enorme congelamento) e teremos eleições em breve, há um mar de palpites positivos e negativos no mercado.

Se depender dos especuladores da bolsa, estamos fadados à miséria, com queda brutal do crescimento e novamente um “pibinho”.

Se depender dos políticos em plena campanha, sairemos do “inferno vermelho” e passaremos a um céu de brigadeiro, com direito a passarinhos cantando como num filme da Disney.

Nem um nem outro: prefiro acreditar em mim, nos meus clientes e nessa gente do mercado de viagens que não fica esperando que alguém venha lhe dizer que o seu negócio irá prosperar ou falir.

O mercado de grupos e eventos, incentivos, e viagens de negócios estão acelerados. Os hotéis independentes estão cada vez melhor distribuídos (com certeza os “Big Four” estão cada vez mais consolidando mercado, mas vá lá), os hotéis de rede estão distribuindo cada vez mais diretamente para um público que não usa intermediários para reservar suas viagens. Os fornecedores “não profissionais” estão falando com os “seus clientes” diretamente.

As cias aéreas nacionais donas do mercado estão perdendo importante espaço para as novatas e novos aeroportos serão abertos (até na gloriosa São Bernado, acredita?).

Portanto, deixe de ser influenciado por “gurus sem causa” e foque naquele que pode ser o único termômetro confiável para o seu negócio: o seu cliente!

Usar as mesmas armas dos grandes distribuidores pode não ser nenhum bicho de sete cabeças: basta conhecer as ferramentas e entender que ter um nicho de clientes é fundamental para sair do mar de ofertas iguais de viagem.

Se você fala que o negócio é focar no trabalho e esquecer os pessimistas de plantão, venha para Vila do Saber durante a ABAV e escute de especialistas como fazer seu próprio destino no mercado.

http://www.abavexpo.com.br/o-que-e/

Eu fui convidado para falar sobre Canais de Distribuição para Agentes de Viagem e estarei lá dia 25 às 10:30 da manhã na sala 2.

Apareça!

 

 

UMA PORTA ABERTA

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

 

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Eu já trabalhei em muitas empresas. Muitas mesmo

 

Isso pode soar estranho  para os mais conservadores, normal para os mais moderninhos ou curioso para outros.

 

O fato é que graças a isso pude ter contato com variadas culturas organizacionais, conhecer estratégias vencedoras, entender a importância do trabalho em equipe e da formação de uma reputação.

 

Para minha atividade atual essas passagens tiveram uma importância fundamental!

 

A coisa mais importante de tudo não foi entender sobre estratégia, cultura, produtividade e competitividade. A maior riqueza que obtive foi a grande quantidade de pessoas com quem trabalhei e que hoje ainda mantenho relacionamento.

 

São amigos, ex-colegas e subordinados, mentores e profissionais de áreas “pares” que me ensinaram muito e me fizeram tirar o melhor de cada uma das experiências ao entender mais sobre esse organismo vivo e fantástico que é a empresa.

 

Algumas experiências foram boas, outras aprendizado. Mas em todas acredito ter deixado uma porta aberta : Não para voltar a trabalhar na empresa (quem sabe), mas para que possa continuar a gerar com elas algum tipo de valor como troca de experiências, atualização de mercado e também fazer negócios!

 

Talvez seja esse o melhor significado de “deixar a porta aberta”.

 

Os relacionamentos firmados, a reputação, a entrega de resultados e uma postura ética são as chaves para que não sejam perdidos os contatos e a confiança de quem já passou – por um período – mais tempo com você que sua própria família.

 

Hoje quando fui visitar uma destas empresas para tratar de assuntos ligados à educação – depois de mais umas três visitas neste ano para tratar de outros assuntos de negócio – uma ex funcionária me viu e gritou pro pessoal ouvir:

 

“A empresa saiu desse Gustavo mas o Gustavo não sai dessa empresa!!”

 

Ela quase acertou: Eu saí da empresa, mas os laços que formei com as pessoas de lá continuam comigo assim como em outras por onde passei. E sempre as procuro para dar umas boas risadas e também para fazer bons negócios!

 

Você pode não deixar a porta totalmente aberta quando sair da empresa, mas saia deixando a oportunidade de abrirem quando tocar a campainha.

 

Quem sabe não te mandam entrar e oferecem um café?

 

Um abraço,