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O QUE VAI MUDAR?

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

pensamento

 

Este ano chega ao fim e depois de tanto tempo dedicado ao estudo me voltei para o mercado para ver o que me aguarda para 2015 quando, terminado o mestrado e meu sabático, voltarei à guerra.

Minha surpresa depois de bastante procurar em jornais, blogs e revistas foi: não há surpresas!

Salvo algumas mudanças de um profissional que saiu daqui e foi pra ali, um destino novo, uma nova OTA que apareceu (e com o modelo igual às outras, diga-se de passagem), sistemas proprietários que evoluíram muito pouco, empresas que compraram e foram compradas… nada de novo!

Está na hora de haver alguma mudança radical no mercado de Viagens e tenho certeza de que 2015 será um ano de semear este processo. Se meus colegas estiverem certos será um ano difícil para o país. E normalmente é neste cenário que mudanças radicais podem tomar lugar.

Há mais gente de fora entrando no mercado de compra e venda de serviços turísticos, novas tecnologias que estão vindo para o Brasil e utilizadas no varejo que deverão ser aplicadas à compra de viagens e novas idéias sobre atendimento e experiência de compra.

Acredito que essas cabeças sem os vícios e as barreiras naturais provocarão uma mudança tão grande que será possível ver claramente um divisor de águas em como éramos antes e o que fazemos agora.

Fique atento porque esta mudança pode começar na sua empresa ou no seu concorrente!

Amigos e colegas deixaram o turismo neste ano. Outros começaram a trabalhar nele e tenho certeza que vão fazer muito barulho e irão mexer no queijo de muita gente.

 

O que você acha que pode mudar no próximo ano?

Compartilhe sua opinião aqui no blog e nas próximas semanas faço um resumão de todos os comentários!

 

Um abraço e agradeço por sua participação!

 

 

 

Em 2015…

terça-feira, 18 de novembro de 2014

tech_trends_2015

 

Muita coisa já começou a acontecer.

 

Para muitos empresários do setor de Viagens, será um ano de muitos desafios: queda da indústria de base, alta da inflação, mais concorrência internacional.

 

A briga por atrair talentos será trocada pela “seleção” interna: ou o empregado entrega resultados ou está fora.

 

A figura do Travel Manager dará uma nova “levantada”, haja visto que menos demanda dará mais poder de negociação.

 

Mais aberturas de hotéis, já em fase final de construção, trará um novo início de guerra tarifaria (com preços de abertura). A hotelaria das cidades secundárias será mais afetada que as capitais.

 

As agências de viagem que não investiram em sistemas de inteligência para comparação de preços verá seus clientes migrando para as que se prepararam – em uma velocidade maior que já viram antes.

 

Tem jeito de salvar  o ano? CLARO QUE SIM!

 

As empresas que reunirem seus melhores talentos para a construção de um plano realista e agressivo somado à abertura para utilização de tecnologias de informação poderão deixar os concorrentes para trás.

 

Somente os líderes abertos, agregadores e que entendam que o bolo precisa ser distribuído para os funcionários que trazem resultados terão um ano muito bom.

 

O melhor de tudo é que nunca é tarde para mudar sua mentalidade e ser um líder destes, nem de ser um funcionário essencial.

 

Abs,