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BODE EXPIATÓRIO OU O EXECUTIVO DESCARTÁVEL

segunda-feira, 25 de maio de 2015

BODE1

 

 

Nos últimos meses, coincidência ou não, a “crise mundial do Brasil” provocou algumas baixas entre executivos do nosso Trade.

Em todos os segmentos (cias aéreas, locadoras e hotéis) executivos antigos de casa e alguns que sequer tiveram tempo de esquentar as suas cadeiras foram desligados de seus cargos.

Jack Welch, aquele famoso CEO da GE, dizia que com relação aos funcionários de todos os níveis era preciso incentivar com prêmios e bônus os 10% melhores, capacitar os 80% medianos para que almejem estar entre os top e demitir os 10% com pior performance para renovar o quadro e dar um certo desconforto à turma do meio.

Se este conselho for seguido, imagino que as empresas devem ter instrumentos de indicadores de performance, planejamento bem estruturado e comunicação aberta e direta. Desta forma, nenhum desligamento será surpresa, assim como nenhuma promoção também.

Por outro lado, o que tenho acompanhado em nosso mercado é uma série de atropelos e um verdadeiro massacre de executivos – ou melhor dizendo, bodes expiatórios que de alguma forma foram responsabilizados pelos maus resultados das empresas onde trabalhavam. Não estava nessas empresas, mas algumas delas – grandes players – dão a impressão de que tem suas lideranças despreparadas e que cedem à menor pressão dos acionistas.

Contratar bem significa selecionar o candidato pelas suas competências mas também pelos seus valores e alinhamento com a empresa. Gerir bem seus funcionários significa estabelecer metas plausíveis e fazer acompanhamento ao longo do tempo.

Demitir deveria acontecer apenas depois de tentar recuperar o “ímpeto” do colaborador e não ser usado para diminuir o custo fixo ou fazer algum sacrifício para os deuses investidores se acalmarem.

O custo de uma nova contratação pode ser demora na recuperação de resultados e desmotivação da equipe que respondia àquele executivo. E uma contratação feita de forma atropelada ou incorreta pode piorar ainda mais o quadro.

Um abraço,

 

Gustavo

VENDAS & TECNOLOGIA – a liga necessária

terça-feira, 5 de maio de 2015

 

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Recentemente o Google avisou o mundo todo que seus algorítimos de busca iriam deixar de apresentar resultados de sites que não estivem adaptados para mobile.

Na prática, a intenção do “big brother” é melhorar a experiência de uso da sua plataforma para legião de pessoas que só faz aumentar: usuários, compradores e curiosos que a cada dia mais utilizam smartphones e tablets para acessar sites e motores de busca.

Os serviços de viagem estão em 1º lugar como maior ticket médio em gastos de sites INTERNACIONAIS, segundo o relatório ebit – Web Shoppers 2015.

A caixa alta da palavra internacional se justifica porque dentro das categorias analisadas pelo relatório os sites de viagem internacional, mobile ou não, sequer entram na lista de categorias de compras online do mercado brasileiro.

Isso quer dizer que os brasileiros fazem sim compras de viagem online, via mobile, mas em sites de empresas estrangeiras muito mais que nos nacionais!

Para o seu negócio – seja você agente de viagens, hoteleiro, locador de auto etc – pense no valor dado para sua área de tecnologia e a ligação dela com vendas e marketing. Talvez esteja na hora de aproveitar essa oportunidade para conhecer mais sobre as ferramentas, tecnologias e melhores práticas e aceitar que isso tudo faz parte do seu dia a dia, além de visitas com cafezinho em seus clientes.

Faz sentido?

Um abraço