Cias Aéreas também cobrarão pela poltrona, banheiro…e o que mais?

Depois que a Anac liberou as companhias aéreas para cobrar pelas bagagens despachadas, eu me lembrei de um vídeo que assisti no Porta dos Fundos com o Fabio Porchat. De uma forma bem humorada e irreverente, este vídeo mostra que os anos dourados da avição “all inclusive” agora é coisa do passado.

 

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Alexandre Camargo

Alexandre Camargo é country manager da Assist Card Brasil. Com 25 anos de experiência no segmento de turismo, já atuou em empresas como Varig, Nordeste, Copa Airlines, Trend e HotelDO. Pós graduado em Administração e Marketing também é autor do livro O ano em que só nós tivemos lucro.

2 thoughts on “Cias Aéreas também cobrarão pela poltrona, banheiro…e o que mais?

  1. Querer cobrar por bagagens e dizer que isto vai baratear as tarifas é uma piada. Esta é mais uma invenção para gerar “lucro”, assim como as “ ADMs”, as multas e taxas e o tal “churning” – que as cias aéreas inventaram. (já procurou saber o que significa `churning` ?!?! ) O foco não é mais no passageiro !! Antes da “desregulamentação” das tarifas, montávamos viagens com mais de uma cia aérea (havia o “pró-rateio”, feito na Suiça.). A IATA regulamentava e fiscalizava. Os procedimentos e normas eram iguais para todas as cias aéreas, que se distinguiam pelos serviços que prestavam. Com a mesma desculpa de “ desregulamentação tarifária” para liberar “a livre concorrência”, o que aconteceu? As tarifas agora são quase iguais mas cada cia “libera” quantos lugares quer, em cada “base tarifária”. Cria “procedimentos”, naquela salada de letras que muda ao seu bel prazer. Os profissionais de aviação foram substituídos pelo pessoal de estatística e marketing. Zeraram as comissões para quê? Para “baratear as passagens”… e o que houve? Tarifas-acordo para alguns escolhidos. O passageiro que compra direto e tem algum problema fica horas no hold e não consegue falar com alguém que tenha autoridade/autonomia para resolver. Escreve pro SAC e espera três dias uteis. Os agentes de viagens não são mais considerados parceiros, e são tratados quase como inimigos. Se precisarem de ajuda terá que ser através “do seu executivo de contas” (que está sempre em visitas, pois tem metas impostas pelos “gestores”) e tudo dependerá da sua produção e da “cota de mensal de ajuda” que ele tem. Cobrar pelas bagagens e “liberar peso a bordo”, se for mesmo permitido pelas autoridades, vai ser apenas mais uma fonte de lucro pras empresas e de aborrecimentos para os passageiros. Pode escrever.

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