enfim…. o fim! E o cliente corporativo do rebate?

Tudo na vida que se arrasta é ruim!
É ruim porque a sensação que se tem com algo anunciado, que nunca se realiza, é que não vai mais rolar!
Casamentos são assim, as vezes os casais ficam anos anunciando a separação e não a realizam, e um dia, um dos dois resolve ir embora e o mundo cai para o outro!!
A pergunta é, não era inevitál? Sim, mas alguém não se preparou e agora???
Terapia é a palavra! Voltando para o corporativo e o fim do comissionamento, a situação é que fica
um pouco mais difícil mudar de rebate ou de não pagamento de fee, para pagamento de fee.
Tem que explicar para os envolvidos na empresa, que talvez não tenham esta linha de custo nos seus orçamentos, uma nova taxa, que dependendo do volume pode fazer a diferença.
Mas nem tudo está perdido!
Assim como no divorcio, doi na hora da separação, mas depois vem a sensação de que o que aconteceu já estava previsto e foi o melhor.
Assim será também com o final do comissionamento, vai ser doloroso para aqueles, que segundo nossas pesquisas (40%), ainda não estão no fee, mas depois da fase de adaptação para clientes e TMC’s esta nova relação de maior transparencia no pagamento dos serviços será tudo de bom!

2 comentários para “enfim…. o fim! E o cliente corporativo do rebate?”

  1. Luiz Fernando Mury disse:

    Para o segmento do Corporativo, sem maiores traumas, dificuldades, ou problemas. O corte do comissionamento das aéreas é ruim para aqueles que trabalham quase que exclusivamente, com o segmento de lazer, onde o cliente final, que compra e paga as contas da viagem dele e da família, é o pax, não um CNPJ… “Dói” no bolso dele, pessoa física, e não no funda da empresa, multi-nacional e afins… Dos piores que estão ocorrendo, admito que o menos ruim, é como a TAM fez, pois ainda preserva o comissionamento mínimo do AGT. Porém, é extremamente ruim, ao passo que não repete o mesmo valor final, se comprado diretamente em seu site. Ou todos os canais de distribuição “falam” a mesma língua e valores, ou o negócio soa até como desonesto. Em contra-partida, o modelo desejado pela IATA, e colocado em prática, antecipadamente por AZ, AF e KL, empresas do mesmo grupo, é horrível, onde favorece uma “prostituição” ainda maior do mercado.
    O segmento de corporativo em sua maioria está tranquilo, pois já cobram fee? Ótimo… Por enquanto; esperem mais um pouco e aguardem a promoção das Cias. aéreas, entrarem pesadamente, diretamente com os seus clientes, oferecendo vantagens e facilidades para a Diretoria e secretárias, para o fechamento direto, tal qual fazem em sites, e no segmento de lazer… Continuará azul, o céu, para todos?

  2. Amanda Rodrigues disse:

    Falou tudo Viviânne… Espero que os eventos, palestras, artigos e tudo o mais de informações que vem por aí possam ser úteis para ajudar essa parte do mercado – que ainda não topou – a inovar e continuar caminhando numa só força e pensamento junto ao mercado do nosso país!!!

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