Arquivo de julho de 2011

Confortável e perigosa!?

domingo, 31 de julho de 2011

Muito cuidado com as incríveis, hiper, mega confortáveis cadeiras das classes executivas modernas.
Estava eu, voltando de Orlando, via Miami, pela AA esta semana, quando coloquei minha mochila no chão em baixo da cadeira da frente, com a intenção de finalizar uma apresentação. Logo após o jantar. Depois de um filminho e uma taça de vinho, adivinha? Claro que mudei de idéia, reclinei completamente a cadeira e dormi um sono restaurador!
No dia seguinte fui direto para o escritório e para minha surpresa, quando liguei o lap top, adivinha?A tela completamente trincada! Levei um susto, e quase tive um surto, ao imaginar que poderia ter perdido todos os arquivos da ultimas semana!Nada disso, foi só a LCD e 48 horas sem computador!
Lição aprendida: não deixar nunca mais bolsa, mochila ou qualquer coisa em baixo da cadeira da frente, quando o sono pode falar mais alto, depois de uma viagem de 72 horas!
Agora com LCD nova vou contar no próximo post sobre o que vi e vivi no WEC 2011!

Multi-Man

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Acho que dei uma pirada quando estava ministrando um curso esta semana e falava em múltiplos clientes no corporativo, até me lembrei do desenho do Multi-man, que nós velhos (segundo o Artur, aqueles com + 24 anos) assistimos, da série os Impossíveis! Guto, nessa acho que dançou, iria adorar!

Colocava prá estes profissionais da hotelaria que antes, os clientes dos fornecedores do corporativo eram a empresa, o gestor e o TMC principalmente, e que agora, cada dia mais com os smart-phones e mídias sociais completamente ativas na vida do viajante corporativo(no B2B e B2C), tínhamos uma multiplicidade de clientes, o que não está errado, pois multiplicidade remete a idéia de movimento, múltiplos, inclusão. Acho ainda, que no português correto, apesar de ser um sinônimo, me referia a diversidade de clientes, que diz respeito a variedade, elementos diferentes entre si(várias gerações e culturas).
O que quero dizer é que, com esta conectividade direta e quase irrestrita, as metas das empresas estão cada vez mais dependentes de uma política de viagens assertiva e bem divulgada para o seu executivo e conseqüentemente do cumprimento por parte dos seus viajantes, já que estes são agora co-responsáveis pelas metas de economia e market share dos programas de viagens.
Enquanto pensava nos clientes, nas palavras, no português, vi o Blog do Artur, do Vabo e do Gustavo e seus multiplos e diversos comentários, aí travei, pois concordo com “quase” tudo, mas ao mesmo tempo em que toda tecnologia acontece numa velocidade incrível, a cultura e o entendimento do mercado corporativo andam a passos de tartaruga!
Isto é um choque, pois no Turismo no Brasil estamos ainda discutindo (exemplo no excelente evento do comitê de viagens da AMCHAM esta semana), o reconhecimento da gestão de viagens, o papel do gestor, a diversidade dos meios de pagamento, diversidade de maneiras de reserva no corporativo, multiplicidade de profissionais que ainda não entenderam como funciona a nova precificação do mercado (o mundo é net, não nerd!), a diversidade e multiplicidade de sistemas usados para fazer gestão de despesas (um cliente apresentou 5 sistemas diferentes envolvidos neste cenário, o OBT que não conversa com o sistema da contabilidade, que não conversa com o de meio de pagamento, que não conecta com o de prestação de contas, e assim vai…)
A Tecnologia será um aliado prá todos, mas precisamos desenvolver o mercado urgente, no mais básico e necessário: entendimento, profissionalização e principalmente COMUNICAÇÃO clara e precisa de todos!
Prof. Gustavo diz no seu post que as pessoas são importantes, principalmente quando juntamos os jovens tecnológicos com os mais experientes!Ele tem toda razão, vamos desenvolver pessoas!