Eventos corporativos – desconectar para conectar!

Estive com um grupo de amigos em um empreendimento a +- 260 km de SP e 240 de Curitiba este final de semana.
Local perfeito para eventos corporativos pequenos, estratégicos, gerenciais e/ou com treinamentos vivenciais. Ao grupo, formado por executivos do nosso mercado de turismo, que trabalham em média 10 a 14 hrs/dia, completamente conectados, perguntei o que achavam de um evento em um local que não pega nenhuma operadora de celular e nem tão pouco internet. O comentario foi que parece loucura num primeiro momento pensar em ficar desconectado, quando a conectividade é a palavra de ordem hoje!
Mas não será melhor em um evento de planejamento estratégico ou para relacionamento e interação de equipes não ter a pressão ou sedução de um blackberry, um iphone ou ipad? Unanimidade neste grupo que sim, seria muito mais produtivo e relaxante, o que permitiria maior criatividade!
Este empreendimento completamente sustentável, chamado PARAÍSO ECO LODGE, que pelas fotos demonstradas aqui só dá pra se ter uma idéia do que acontece em 17 milhões de m2 (equivalente a 12 Parques Ibirapueras), naturalmente sofisticado, com riquíssima flora e fauna, em plena Mata Atlantica. Uma indescritível energia toma conta deste paraíso, cuidado com todo amor e compêtencia por um de seus sócios, Manoel Pereira Lizo, que se preocupa com todos os detalhes, desde a infraestrutura até a operação, depois de deixar uma vida de executivo na área de seguros, para dedicar-se a incrementar este negócio que hoje possui 3 módulos, Africa, América e Asia, com chalés temáticos, que acomodam desde casais até grupos/famílias(em média 44paxs), museu, sede, sala de eventos e academia.
Para o segundo semestre a propriedade receberá mais 23 aptos e salas de convenções, além de outros atrativos, num novo Espaço que chamárá Orium.
Além disto, alguns outros pontos fazem a diferença; o excelente acesso(Castelo Branco), a comida deliciosa e os funcionários preparados para tratar a todos com muito carinho e dedicação. Não poderia deixar de mencionar duas das pratas da casa que conheci; o guia Benedito (parece ter uns 60 anos e explica tudo sobre fauna e flora com simplicidade, mas muita propriedade) e o Jackson, líder de expedição, muito articulado e profundo conhecedor do local; ambos preparadíssimos para atender todos aqueles que precisam desconectar para conectar!
Ahhhh, na saída Manoel ainda nos agradeceu pela possibilidade de compartilharem do nosso tempo!
Fotos de Igor, filho de Francisco Guarisa (TAP), adolescente de 15 anos.

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26 thoughts on “Eventos corporativos – desconectar para conectar!

  1. Incrível como em poucas palavras você conseguiu descrever o Paraíso. E, complementando com as palavras do Manoel: “Nós vendemos NADA: nada de telefone, nada de internet, nada de stress, nada de barulho…”

  2. Vivianne,

    O lugar parece mesmo maravilhoso e não há nada como ficar desconectado para poder conecatar-se com quem está ao seu lado. Isso é verdade. Talvez devêssemos pensar nisso toda vez que participamos de um evento, pois é muito desagradável ver que, logo após seus pronunciamentos, até os palestrantes e oradores se agarram aos celulares e se desligam do mundo ao redor. O mesmo acontece em reuniões nas empresas. É muito desagradável e também falta de respeito com os parceiros, mas enfim. Só uma coisa não entendi no seu post: o lugar fica entre SP e Curitiba e o acesso é pela Castelo Branco???? Não seria pela Régis Bitencourt (BR 116), ou eu não conheço SP tão bem quanto achava? rssss… Beijo e boa semana.

    1. Oi Rui,
      voce tem toda razão, tem até no youtube um video sobre isto, vale a pena dar uma olhada!Estamos todos viciados em conectividade!
      É Castelo mesmo, e aí mais que isso só no site deles. No folheto diz:
      Ribeirão Grande – SP, veja lá
      http://www.brasilparaiso.com
      92km de Itapetininga!
      Sds

  3. Hoje em dia, é difícil desconectar…
    Temos o celular, bbm, emails, ipad e nosso celular passa ser aquele objeto persecutório que não o largamos.
    Mas definitivamente desconectando é que percebemos a necessidade e importância de desligar-nos do mundo numa introspectiva de alguns dias, onde talvez um meditação, Spa, contato com a natureza ou ate um bom livro, nos enche de energia para reconectar para uma nova semana que começa depois de sair de um lugar como o Paraiso Eco Lodge.
    O fim de semana foi maravilhoso e temos que voltar.
    Saludos,
    Mauricio Vianna

  4. Acho que até o paraíso precisa estar conectado. Precisa haver a opção. Nada compulsório (como essa não conectividade) é bom. Um dos grandes diferenciais do ser humano é poder escolher. Sim, podemos escolher ir para um paraíso desconectado… Ou não ir para um paraíso desconectado. Mas poderia ser melhor: ir para um paraíso onde a desconexão seria parte da proposta, da programação… Mas não a única opção. Eu não iria, a princípio… Depende da proposta hehe. Há muitos paraísos pelo País e pelo mundo que oferecem relaxamento, que desestressam, mas nos deixam conectados… Agora, evento corporativo desconectado? Essa eu queria ver. Ia fazer um blog só dos bastidores (para postar depois, claro hahahaha). Pode me convidar que eu vou. Mas antes vou comprar uma antena parabólica hahaha Mas que bom que curtiram um fds desestressante. Isso é bom.

    1. Artur,
      agora vc pegou pesado, no paraíso a conexão é com anjos, querubins, passaros, etc…..kkkkk.
      Voce está certo, a escolha começa pelo tipo de evento que queremos, fiz muitos eventos estratégicos durante minha vida de executiva, onde a turma chegava em um dia, tinha uma apresentação dos trabalhos(só com tela, LCD e lap top) e trabalhavam focados em um projeto para o proximo ciclo ou período, chamavamos isto de Black out de equipe, e fazia parte do processo ficar desconectado. Inclusive eventos internacionais também. A equipe deixa suporte e o telefone do local para emergencias ONLY! Os resultados geralmente são fantásticos! Nada os atrapalha, nenhum e-mail ruim tira o foco, o relacionamento flui. Faz parte de um contexto.
      Claro que isto funciona para eventos específicos. Avisarei ao Manoel para te convidar no próximo evento lá! Lembre-se que existem resorts que até hoje só funcionam para algumas operadoras de celular e portanto a conectividade é parcial!
      No particular o local é muito legal pra namorar e observar a natureza! beijocas,

  5. Viviane, este título “Desconectar para Conectar” é realmente perfeito. Alguns valores fazem diferença. O respeito pela natureza, o cuidado com os detalhes, o sorriso espontâneo no atendimento, a simplicidade com todo requinte, o maravilhoso restaurante e a experiência de não se conectar foi excelente. Me fez pensar e mudar alguns hábitos.

  6. Hummmm Fábio, você tocou num ponto importante, deu prá perceber que o nosso caso de trabalhar muito, muito, tem solução, estamos até pensando em desconectar mais!
    bjos,

  7. Vivi,
    Concordo totalmente com a proposta do lugar – desconectar compulsoriamente ! Se houver a remota possibilidade, o grupo não cria sinergia, pois sempre vai ter alguém “que só precisa dar uma olhadinha nos e-mails”.

    Ainda mais com este percentual absurdo de lixo virtual que a gente é exposto, ficar tres dias sem conectividade não vai mudar o curso da história. Um telefone para emergências resolve. Adorei as fotos e mando aqui um abraço para o Manoel. bjka prá ti tbém.

    1. Oi Helô,

      Penso cada vez mais assim também, quero muito uma hora fazer um encontro da ABGEV neste lugar, voce conhece?
      beijos,

        1. Vivi
          Não conheço e agora já sabemos que vamos, sem o Artur….

          Ou que o hotel providencie uma fumacinha prá ele mandar mensagens, igual aos índios….

  8. Oi Vi, verdade, desconectar as vezes é preciso, enquanto estava na Cargill as vezes tinhamos alguns eventos com o Board em lugares que não havia conexão, propositalmente, afinal, os executivos precisavam de paz para criar, desenvolver projetos, negociações confidenciais, planejamento estratégico da empresa. Eu mesma participei de um em Cordoba, era um team building, tinhamos um telefone do hotel, que nos passava algum recado em caso de urgencia, o restante, o tempo todo sem conexão, foi super produtivo.
    Abraços

  9. Pelo que pude perceber em alguns comentários, como ainda é difícil o “desapego” pela tecnologia e o “real time”, não?
    Posso dizer que a experiência foi maravilhosa e que ao religar o iPhone, voltando para casa, nada mudou. Ou melhor, algumas situações vividas neste fim de semana me fizeram repensar o dia-a-dia.
    Não foi por acaso que trouxe na bagagem mais de 300 fotos. Aliás, no meu entendimento, o acaso não existe. É simplesmente uma obra que Deus faz e só não assina no final.
    Viviâne, foi muito bom poder compartilhar momentos fantásticos com a minha família e entre diversas pessoas especiais.
    E obrigado pelos créditos das fotos. Acho que o Igor descobriu uma habilidade que até então não tinha percebido, pois algumas fotos ficaram sensacionais.
    Abs
    P.S. Espero que exista outros “Manoéis” neste mundo.

  10. Vi,

    Que tal uma reunião do Conselho da ABGEV num fds?

    Artur,

    Imagine um encontro de blogueiros PR lá, todos ensandecidos sem contato com o mundo.

    Confirmo presença em ambos…

    []’s

    Luís Vabo

    1. Luis,

      do conslho ABGEV fechadíssim! Encontro dos blogueiros…mais difícil, o Artur, nosso boss ia vetar! Voce e Solange vão adorar este local!bjos,

  11. Muito bom o texto, realmente a viagem foi muito boa, e também acho legal ficar um tempo desconectado do mundo tecnológico, mas só por um final de semana.Obrigado pelos créditos.

    1. Igor,
      Prá voces adolescentes, essas experiencias são fantásticas, pois tem muito mais na vida do que tecnologia! beijos,

  12. Oi Vivi,

    Genial! O lugar é um encanto , e tenho certeza que tem uma estrutura muito boa, já que passou por sua avaliação de expert no assunto. Nós gestores de eventos estamos sempre em busca de novos locais , que saiam um pouco do tradicional que usamos em eventos, e que tenham propostas de mudanças de hábitos como a que você descreve. Tenho certeza absoluta que alguns de meus clientes vão “comprar” a idéia da desconexão tecnológica aliada a imersão no assunto que querem focar (seja qual for).

    Beijos!

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