Arquivo de novembro de 2011

Gente que faz!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

No último sábado tivemos a décima edição do encontro de comitês da ABGEV-ALAGEV. Durante 6 horas, 69 dos 123 integrantes dos nossos 9 comitês de trabalho estiveram lá discutindo Eventos Corporativos, Logística de Eventos, Tecnologia, Desafios da Gestão de Viagens e Eventos neste novo cenário de mercado aquecido com a Hotelaria, cias aéreas e locadoras, o papel das TMC’s em todo este contexto e o novo cenário nos meios de pagamento no corporativo.
Dia muito produtivo! Além disto fizemos um Brainstorming de novas idéias prá agitar ainda mais a associação e seus eventos como o LACTE e outros.

Pontos de destaque neste encontro:

Positivos: Profissionais muito animados e engajados na luta para melhorar e profissionalizar mais a indústria, o SWOT que decorreu do Brainstorming, Show de tecnologia feito pela R1 Solutions e toda modificação de uma garagem em sala para o evento.

Desafios: Assuntos recorrentes e que em uma época de tanto desenvolvimento e tecnologia não se conseguiu ainda resolver; reembolso de tkts aéreos, solução de meio de pagamento pra hotelaria e eventos, o papel de compras e o comparativo de tarifas feitas pelos viajantes em agências x consolidadoras x OTA’s x TMC’s x operadoras x acordos comerciais com cias aéreas e hoteis e suas regras, entre outras!

Parabéns a todos que vieram de fora de SAMPA, e aos outros que acordaram cedo no sábado e dedicaram seu tempo pra esta causa!

Serviços complementares, que stress!

domingo, 13 de novembro de 2011

Ele ainda não é muito comum no Brasil, mas a tendência pelos “serviços fragmentados e que alguns chamam agora também de serviços complementares”, os ancillaries fees, é cada vez mais concreta nos Estados Unidos e começa a se espalhar fortemente pelo mundo. O Sabre anunciou que mais três companhias aéreas, não americanas, (Alitalia, Finnair e South African Airways (SAA)), escolheram o Sabre Travel Network para as soluções de marketing e vendas dos serviços complementares, significa que vão oferecer aos agentes e TMC’S, a reserva e compra destes serviços pelo GDS.

Semana passada em Porto Alegre um aluno mostrou um hotel americano cobrando usd 40,00 somente pelo uso da piscina. Tudo isso começa a ficar mais e mais complicado para a gestão de viagens, pois por um lado, a mesma tem que se preocupar com o bem estar ou o “stress do viajante”, e por outro lado administrar, controlar, negociar(?) todos estes gastos adicionais no orçamento de viagens da empresa.
Quanto já significa isto? Os americanos já falam que no aéreo, por volta de 32% do lucro das cias aéreas vem da cobrança destes serviços. Na composição da viagem do executivo com certeza também já está impactando. Qual será a solução pro futuro? Combos? Cardápio prá compor os serviços? Que stress!

Valeu Aline e São Longuinho!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ontem passei por uma situação enlouquecedora e constrangedora no voo de volta do Rio.
Voltando do evento da CTUR – CNC, e é claro que correndo como sempre, entrei no avião falando com o escritório, sentei na poltrona 7B e a Aline na 7C. Ainda ao telefone, coloquei a habilitação no colo. O avião começou a andar e então desliguei correndo o telefone, pois estávamos decolando.
Minutos depois, comecei a arrumar a minha bolsa, os vários cartões de visita que tinha trocado, recibos de despesas,e aí me lembrei que havia entrado no avião com a CNH na mão e não sabia aonde estava!
Aí começou a missão, encontrar o documento!!!
Tiramos tudo da bolsa, dos porta cartões, da mochila, pasta, envelopes, etc…o vizinho da 8E, desesperado, palpitava e perguntava nervoso: “não está naquela bolsinha vermelha dos cartões que você estava mexendo???”
E nada, olhávamos embaixo nas duas fileiras da frente, duas fileiras de trás(detalhe, eu de vestido justo e a Aline de saia)..eu tirava os assentos e nada!!!

A esta altura, todo o avião olhava e se perguntava o que estas loucas, sentam e levantam e falam e procuram???
Por fim, chegando em SAMPA, a Aline desesperada fala com o comissário que não poderiamos sair do avião sem o documento, e ele dá o aviso de autorização do pouso!
Aline, que bem conhecemos, inconformada com aquela situação, vai de poltrona em poltrona, até o final do avião olhando, quando de repente, vê uma coisa brilhar, lá pela poltrona 23…Então literalmente deita no chão e grita achei!!!!
O brilho era o plastico da CNH que havia corrido 16 poltronas prá trás do avião na decolagem.
Com tudo resolvido, claro, levantei e dei os 3 pulinhos, agradecendo a São Longuinho pelo milagre!
Valeu Aline!!!

O participante da COPA é o viajante corporativo!

domingo, 6 de novembro de 2011

Todas as vezes que falo esta frase, e falo faz bastante tempo, a reação das pessoas é aquela interrogação de: SERÁ?
Pois é! Será e sempre foi assim! Este evento esportivo, assim como muitos outros, é corporativo e é só assistir aqui mesmo a entrevista de Gilmar Caldeiras pra TV Panrotas.Estima-se que 85% dos ingressos dos pacotes de Hospitalidade serão comprados por CNPJ’s prá incentivos locais e muitos internacionais!
Para que uma viagem de incentivo tenha resultado, ela tem de fazer brilhar os olhos do participante e quem não quer participar de uma COPA do mundo? Quem não dará tudo de si para atingir uma meta e ser o premiado?

E o que é um incentivo, comprar simplesmente os ingressos? Não, claro que não, é muito mais, é toda a preparação para estas viagens, o antes e o durante, com todos os preparativos, mimos, surpresas e logística + atendimento que devem ser impecáveis! Empresas especializadas em incentivos? Temos várias, muito competentes! E os destinos e seus equipamentos, estão preparados pra COPA? As 12 cidades sede e seus equipamentos + fornecedores sabem participar de BID’s, RFP’s nacionais e internacionais? Sabem o que significa receber este público corporativo em massa? São torcedores, mas com exigência de viajantes corporativos, afinal ele fez por merecer de alguma maneira este premio!
Nos últimos 2 meses principalmente, temos discutido com o governo este tema e como diz o outro, temos que começar por cima, pela liderança da indústria!
Estou positiva, contente, mas preocupada, pois estamos com o tempo curto pra preparar tantos destinos e equipamentos pra este atendimento.
Todos(governo+ iniciativa privada), temos que ter esta consciência, pois queremos que aliados ao charme e jeito Brasileiro, o nosso serviço e atendimento nos façam uma referência para incentivos corporativos e possamos usar o que será construído no pós copa prá muitos negócios!
Acelera Brasil !!