Quem manda é o cliente (neste caso o corporativo)!!!

Esta é uma frase antiga e que foi e é muito repetida em todos os treinamentos de atendimento e vendas ao cliente.

Em viagens esta já era uma verdade do Rolim(TAM), que já dizia naquela época que o viajante era quem definia a compra e escolha pela cia aérea, o que no corporativo nunca foi uma verdade absoluta. Por muitos anos a relação agencia x cliente x fornecedor foi diferente do que é hoje, onde os verdadeiros TMC’s sabem que a visita do fornecedor ao cliente é mais que saudável, e que contribui para a prestação do serviço da agencia.

Por outro lado o cliente quer esta relação e não abre mão!

Tenho participado de várias reuniões com cias aéreas, hotéis, TMC’s entre outros fornecedores que tem comentado, o que já é a nossa percepção na ALAGEV e na Academia: O cliente corporativo (Empresa e o Gestor), estão se profissionalizando cada dia mais, negociando pautados em informações concretas de seu volume, Market share, com contratos diretamente com os fornecedores e apoio da sua agência.

Esta necessidade de entender este negócio de Gestão de Viagens, que sabemos que é muito técnico, complexo e que muda rapidamente, se torna cada vez mais importante para atender a mobilidade do viajante através de mais tecnologia aplicada ao segmento e atender também a necessidade da empresa com melhores programas de fornecedores e políticas de viagens e meio de pagamento mais assertivos.

Este ano já fui a 3 grandes congressos de viagens internacionais e a grande discussão na indústria de viagens internacional é:

Qual o futuro do TMC?

Quem realmente influencia o viajante e a Gestão? O TMC, a política e um programa de viagens assertivos ou as mídias sociais e campanhas cada veja mais voltadas ao conforto e mobilidade do viajante corporativo pelos fornecedores?

Um pouco de tudo? Esta é uma discussão para mais de metro….

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