CONCORRÊNCIAS PRA TUDO QUANTO É LADO

As empresas abriram a porteira…

Faz parte do mercado de gestão de viagens corporativas normalmente, mas parece que, este ano, todas as empresas estão buscando redução de custos e, então, abrem o famoso “bid”…

Concorrência, “bid”, licitação, tomada de preços, RFP, pregão, ou seja lá qual for o nome, pomposo, neologismo ou anglicismo, o fato é que as empresas seguem a mesma cartilha equivocada há décadas:

Reduzir custos = Pressionar o fornecedor (!?!)

Nada contra o “script” corriqueiro de auscultar o mercado, negociar ou mesmo colocar sua TMC de volta na raia para correr com os concorrentes para ver quem chega na frente, isso faz parte do jogo.

Mas não será aí que serão obtidas as economias necessárias a adequar as operações (e o fluxo de caixa) à dura realidade econômica brasileira de 2015/2016.

Espremer o parceiro é solução velha, desgastada e, na maioria das vezes, onerosa e ineficaz, praticamente trocar o 6 por meia dúzia, quando não é trocar gato por lebre…

O fato a ser encarado de frente é que a urgência a ser atacada chama-se desperdício, a emergência atende pelo nome de ineficácia e a solução começa com gestão de despesas.

Pronto, falei !

.

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Luís Vabo

Entusiasta da inovação, do empreendedorismo e da alta performance, adepto da vida saudável, dos amigos e da família, obstinado, voluntário, esportista e apaixonado. Sócio-CEO Reserve Systems 📊 Sócio-fundador Solid Gestão 📈 Sócio-CFO MyView Drones 🚁 Sócio Link School of Business 🎓 Conselheiro Abracorp ✈️

38 thoughts on “CONCORRÊNCIAS PRA TUDO QUANTO É LADO

  1. Oi Luis….. sera que reducao de custo devia ser algo sempre que devemos procurar ou apenas em epoca de crise? to achando muito estranho …coisa que sempre devemos buscar a eficiencia …..

    agora me diga , pra nos buscar reducao de custo oque vc prefere?
    1- fazer promocoes?
    2- reduzir estrutura e mandar pessoas embora ?
    3- acabar com os fornecedores ?
    4- um pouco de tudo

    1. Amigo Mohammed,

      N.R.A. (Nenhuma das Respostas Anteriores)

      Para reduzir custos, o caminho é buscar eficácia operacional através da gestão de despesas.

      Apenas como exemplo, algumas empresas gastam, somente com táxi, centenas de milhares de reais por mês e, por incrível que pareça, não têm controle sobre esta despesa…

      A questão aqui são os gastos dos colaboradores de uma forma geral, adiantamentos, autorização, prestação de contas, reembolsos, relatórios de despesas, conciliação etc. etc. etc.

      São nesses processos que residem as maiores oportunidades de redução de gastos e controle de despesas, e é por aí que muitas empresas já estão seguindo.

      []’s

      Luís Vabo

  2. Tudo isso que foi comentado é discutido a séculos e estamos sempre achando que vamos mudar essa máxima, tenho que dizer que nos próximos séculos quem compra vai querer o menor preço sempre e quem vende vai querer convencer que seu produto é o melhor e vale o preço cobrado. Então qual a alternativa?
    Se observarmos quando oferecemos o produto certo para o cliente certo esse problema preço fica minimizado? Porque?
    Não vou estender meus comentários mas tenho algumas premissas de fatos que pode nos levar nessa direção, se desejarem podemos evoluir na ideia. Boas vendas!

    1. Obrigado pelo comentário, Paulo,

      Gostaria muito que você estendesse seus comentários.

      Fiquei realmente curioso por conhecer seu pensamento a respeito com mais detalhes.

      []’s

      Luís Vabo

  3. Solução também pode responder pelo nome de novas tecnologias ou modelos de aquisição diversos aos atuais… e claro, gestão de custos/despesas é uma premissa desde sempre… não é algo absolutamente novo… o que é “novo” para muitos é o uso extensivo de tecnologia para identificar oportunidades e criar novos modelos mais eficientes de operação…

    1. É isso o que penso, Felix,

      A tecnologia (sistema de gestão de despesas) como motivador e doutrinador do comportamento eficaz.

      É por aí que as empresas brasileiras estão descobrindo novas oportunidades de controlar despesas, automatizar processos e, por conseguinte, reduzir custos.

      []’s

      Luís Vabo

  4. Solução também pode responder pelo nome de novas tecnologias ou modelos de aquisição diversos aos atuais… e claro, gestão de custos/despesas é uma premissa desde sempre… não é algo absolutamente novo… o que é “novo” para muitos é o uso extensivo de tecnologia para identificar oportunidades e criar novos modelos mais eficientes de operação…

  5. Amigos, bom dia ! Tenho acompanhado as idéias e sugestões, e acho tudo viável o que se tem colocado em pauta, mais minha humilde opnião é a seguinte : para as operadoras fica a dica de redução : 1) Façam menos eventos gigantescos, menos Feiras no Brasil, e os Famosos Encontros fulanotur….Grande Encontro Ciclano tur….

    Acredito que a capacitação de material humano não necessita de grandes investimentos desta forma. Fui Gerente de Produtos da Alamo Rent a Car em São Paulo, por dois anos, e nossa capacitação era no corpo a corpo com os agentes.

    Marcávamos treinamentos nas próprias operadoras ou grandes agências e ofereciamos um café da manha, custo beneficio baixo, e objectivos atingidos. Existe muito Oba Oba hoje.

    O Brasil hoje, tem o maior calendários de Feiras e Workshops de turismo do Planeta, todo mundo quer ser presidente de alguma feira ou evento em seu estado ou cidade, e isso obriga tanto as operadoras, quanto as agencias a investirem dinheiro, claro que em proporções diferentes….

    Abaços a todos

    1. Richard,

      Este é um ponto de vista que vai encontrar muita gente que concorda, apesar que a maioria acredita na força dos grandes eventos.

      Neste assunto, eu acredito na seletividade, o que vale é a estratégia que trouxer retorno.

      O resto é mesmo oba-oba…

      []’s

      Luís Vabo

      1. Oi Luis, Grandes eventos nao estao trazendo resultados mais , esse ano participei em todas as feiras e nao to vendo tanto resultado como esperava…a Idea do Richard e um bom caminho pra quem quer continuar investindo no agente de viagem…..e ser mais objetivo nos resultados

        1. Pois é, Mohammed,

          Nós também estamos escolhendo muito onde participar e, inclusive, deixamos de participar de alguns eventos tradicionais, importantes no segmento corporativo em que atuamos, mas que deixaram de trazer os resultados que buscamos.

          []’s

          Luís Vabo

  6. Amigos, bom dia ! Tenho acompanhado as idéias e sugestões, e acho tudo viável o que se tem colocado em pauta, mais minha humilde opnião é a seguinte : para as operadoras fica a dica de redução : 1) Façam menos eventos gigantescos, menos Feiras no Brasil, e os Famosos Encontros fulanotur….Grande Encontro Ciclano tur….

    Acredito que a capacitação de material humano não necessita de grandes investimentos desta forma. Fui Gerente de Produtos da Alamo Rent a Car em São Paulo, por dois anos, e nossa capacitação era no corpo a corpo com os agentes.

    Marcávamos treinamentos nas próprias operadoras ou grandes agências e ofereciamos um café da manha, custo beneficio baixo, e objectivos atingidos. Existe muito Oba Oba hoje.

    O Brasil hoje, tem o maior calendários de Feiras e Workshops de turismo do Planeta, todo mundo quer ser presidente de alguma feira ou evento em seu estado ou cidade, e isso obriga tanto as operadoras, quanto as agencias a investirem dinheiro, claro que em proporções diferentes….

    Abaços a todos

    1. Richard,

      Este é um ponto de vista que vai encontrar muita gente que concorda, apesar que a maioria acredita na força dos grandes eventos.

      Neste assunto, eu acredito na seletividade, o que vale é a estratégia que trouxer retorno.

      O resto é mesmo oba-oba…

      []’s

      Luís Vabo

      1. Oi Luis, Grandes eventos nao estao trazendo resultados mais , esse ano participei em todas as feiras e nao to vendo tanto resultado como esperava…a Idea do Richard e um bom caminho pra quem quer continuar investindo no agente de viagem…..e ser mais objetivo nos resultados

        1. Pois é, Mohammed,

          Nós também estamos escolhendo muito onde participar e, inclusive, deixamos de participar de alguns eventos tradicionais, importantes no segmento corporativo em que atuamos, mas que deixaram de trazer os resultados que buscamos.

          []’s

          Luís Vabo

  7. Amigos, bom dia ! Tenho acompanhado as idéias e sugestões, e acho tudo viável o que se tem colocado em pauta, mais minha humilde opnião é a seguinte : para as operadoras fica a dica de redução : 1) Façam menos eventos gigantescos, menos Feiras no Brasil, e os Famosos Encontros fulanotur….Grande Encontro Ciclano tur….

    Acredito que a capacitação de material humano não necessita de grandes investimentos desta forma. Fui Gerente de Produtos da Alamo Rent a Car em São Paulo, por dois anos, e nossa capacitação era no corpo a corpo com os agentes.

    Marcávamos treinamentos nas próprias operadoras ou grandes agências e ofereciamos um café da manha, custo beneficio baixo, e objectivos atingidos. Existe muito Oba Oba hoje.

    O Brasil hoje, tem o maior calendários de Feiras e Workshops de turismo do Planeta, todo mundo quer ser presidente de alguma feira ou evento em seu estado ou cidade, e isso obriga tanto as operadoras, quanto as agencias a investirem dinheiro, claro que em proporções diferentes….

    Abaços a todos

    1. Richard,

      Este é um ponto de vista que vai encontrar muita gente que concorda, apesar que a maioria acredita na força dos grandes eventos.

      Neste assunto, eu acredito na seletividade, o que vale é a estratégia que trouxer retorno.

      O resto é mesmo oba-oba…

      []’s

      Luís Vabo

      1. Oi Luis, Grandes eventos nao estao trazendo resultados mais , esse ano participei em todas as feiras e nao to vendo tanto resultado como esperava…a Idea do Richard e um bom caminho pra quem quer continuar investindo no agente de viagem…..e ser mais objetivo nos resultados

        1. Pois é, Mohammed,

          Nós também estamos escolhendo muito onde participar e, inclusive, deixamos de participar de alguns eventos tradicionais, importantes no segmento corporativo em que atuamos, mas que deixaram de trazer os resultados que buscamos.

          []’s

          Luís Vabo

  8. Caro Luís, boa tarde ! Olha eu de novo.
    Concordo com você que vale a selectividade, como comentei há um enorme calendário de feiras.

    Vimos aqui no Panrotas há alguns dias atrás, que uma operadora pediu para a associação da qual fazia parte, uma licença para não participar de um dos exemplares da Feira, pois queria respirar, e reestruturar as casa. Qual foi a resposta : Não ! Todos os associados tem de participar.

    Então me pergunto : Como fazer a selectividade ? Deixando de fazer parte das associações ? E se isso ocorrer,como o mercado reagirá a essa Notícia?

    Tenho certeza que se houvesse liberdade de escolha, nem todos participariam de tudo, e sim a selectividade seria uma estratégia.

    1. Boa tarde, Richard,

      Seletividade pressupõe liberdade de escolha.

      Se você participa de uma associação que impede essa sua liberdade de escolha, então, ou você privilegia seu poder de decisão (e a seletividade poderá ser aplicada) ou você privilegia a sua associação, caso em que, pela sua descrição, a seletividade e seu poder de decisão foram para o buraco.

      Ainda assim, como pode perceber, há escolhas a serem feitas.

      (volte sempre)

      []’s

      Luís Vabo

  9. Caro Luís, boa tarde ! Olha eu de novo.
    Concordo com você que vale a selectividade, como comentei há um enorme calendário de feiras.

    Vimos aqui no Panrotas há alguns dias atrás, que uma operadora pediu para a associação da qual fazia parte, uma licença para não participar de um dos exemplares da Feira, pois queria respirar, e reestruturar as casa. Qual foi a resposta : Não ! Todos os associados tem de participar.

    Então me pergunto : Como fazer a selectividade ? Deixando de fazer parte das associações ? E se isso ocorrer,como o mercado reagirá a essa Notícia?

    Tenho certeza que se houvesse liberdade de escolha, nem todos participariam de tudo, e sim a selectividade seria uma estratégia.

    1. Boa tarde, Richard,

      Seletividade pressupõe liberdade de escolha.

      Se você participa de uma associação que impede essa sua liberdade de escolha, então, ou você privilegia seu poder de decisão (e a seletividade poderá ser aplicada) ou você privilegia a sua associação, caso em que, pela sua descrição, a seletividade e seu poder de decisão foram para o buraco.

      Ainda assim, como pode perceber, há escolhas a serem feitas.

      (volte sempre)

      []’s

      Luís Vabo

  10. Caro Luís, boa tarde ! Olha eu de novo.
    Concordo com você que vale a selectividade, como comentei há um enorme calendário de feiras.

    Vimos aqui no Panrotas há alguns dias atrás, que uma operadora pediu para a associação da qual fazia parte, uma licença para não participar de um dos exemplares da Feira, pois queria respirar, e reestruturar as casa. Qual foi a resposta : Não ! Todos os associados tem de participar.

    Então me pergunto : Como fazer a selectividade ? Deixando de fazer parte das associações ? E se isso ocorrer,como o mercado reagirá a essa Notícia?

    Tenho certeza que se houvesse liberdade de escolha, nem todos participariam de tudo, e sim a selectividade seria uma estratégia.

    1. Boa tarde, Richard,

      Seletividade pressupõe liberdade de escolha.

      Se você participa de uma associação que impede essa sua liberdade de escolha, então, ou você privilegia seu poder de decisão (e a seletividade poderá ser aplicada) ou você privilegia a sua associação, caso em que, pela sua descrição, a seletividade e seu poder de decisão foram para o buraco.

      Ainda assim, como pode perceber, há escolhas a serem feitas.

      (volte sempre)

      []’s

      Luís Vabo

  11. Acho muito válido falar sobre gestão da operação, processos e despesas para reduzir gastos.
    Mas atento para um fator: o consumidor. Porque ele prefere comprar de forma direta?
    Não é só preço. Pacotes de viagens muito fechados (datas, hotéis, passeios, tudo!) sem deixar espaço para personalização obrigam consumidores mais ativos a organizarem suas próprias viagens. Hoje a informação está disponível e é um caminho muito claro que é vantajoso oferecer a venda direta (por parte de companhias, hotéis, etc).O que o agente de viagens tem para oferecer para esse consumidor tão independente?
    Se não for comodidade, conforto e máxima personalização, o que vai ser?
    Essa conversa passa pelo tipo de público que se quer (comportamentos, padrão aquisitivo) e pelo posicionamento da empresa.
    É a melhor forma de se diferenciar além do preço, afinal, o agente de viagens vende a experiência. E claro, usar a internet também para divulgar. Se não dá para ser com links patrocinados, tomados pelas OTAs, que seja com excelentes conteúdos, redes sociais (com relacionamento para valer e não só anúncio!) e outras possibilidades digitais ao alcance.

  12. Acho muito válido falar sobre gestão da operação, processos e despesas para reduzir gastos.
    Mas atento para um fator: o consumidor. Porque ele prefere comprar de forma direta?
    Não é só preço. Pacotes de viagens muito fechados (datas, hotéis, passeios, tudo!) sem deixar espaço para personalização obrigam consumidores mais ativos a organizarem suas próprias viagens. Hoje a informação está disponível e é um caminho muito claro que é vantajoso oferecer a venda direta (por parte de companhias, hotéis, etc).O que o agente de viagens tem para oferecer para esse consumidor tão independente?
    Se não for comodidade, conforto e máxima personalização, o que vai ser?
    Essa conversa passa pelo tipo de público que se quer (comportamentos, padrão aquisitivo) e pelo posicionamento da empresa.
    É a melhor forma de se diferenciar além do preço, afinal, o agente de viagens vende a experiência. E claro, usar a internet também para divulgar. Se não dá para ser com links patrocinados, tomados pelas OTAs, que seja com excelentes conteúdos, redes sociais (com relacionamento para valer e não só anúncio!) e outras possibilidades digitais ao alcance.

  13. Acho muito válido falar sobre gestão da operação, processos e despesas para reduzir gastos.
    Mas atento para um fator: o consumidor. Porque ele prefere comprar de forma direta?
    Não é só preço. Pacotes de viagens muito fechados (datas, hotéis, passeios, tudo!) sem deixar espaço para personalização obrigam consumidores mais ativos a organizarem suas próprias viagens. Hoje a informação está disponível e é um caminho muito claro que é vantajoso oferecer a venda direta (por parte de companhias, hotéis, etc).O que o agente de viagens tem para oferecer para esse consumidor tão independente?
    Se não for comodidade, conforto e máxima personalização, o que vai ser?
    Essa conversa passa pelo tipo de público que se quer (comportamentos, padrão aquisitivo) e pelo posicionamento da empresa.
    É a melhor forma de se diferenciar além do preço, afinal, o agente de viagens vende a experiência. E claro, usar a internet também para divulgar. Se não dá para ser com links patrocinados, tomados pelas OTAs, que seja com excelentes conteúdos, redes sociais (com relacionamento para valer e não só anúncio!) e outras possibilidades digitais ao alcance.

  14. Eficiencia, eficiencia…eficiencia…fazer mais com menos, no menor tempo possivel. Ter um diferencial!

    Ganha o mais eficiente, por ter menor custo, entregar o serviço com o valor que o cliente esta disposto a pagar (valor agregado, nao precisa ser o mais barato). E no mundo imediatista de hoje, na hora/online.

    O resto…é só enrolação.

  15. Eficiencia, eficiencia…eficiencia…fazer mais com menos, no menor tempo possivel. Ter um diferencial!

    Ganha o mais eficiente, por ter menor custo, entregar o serviço com o valor que o cliente esta disposto a pagar (valor agregado, nao precisa ser o mais barato). E no mundo imediatista de hoje, na hora/online.

    O resto…é só enrolação.

  16. Eficiencia, eficiencia…eficiencia…fazer mais com menos, no menor tempo possivel. Ter um diferencial!

    Ganha o mais eficiente, por ter menor custo, entregar o serviço com o valor que o cliente esta disposto a pagar (valor agregado, nao precisa ser o mais barato). E no mundo imediatista de hoje, na hora/online.

    O resto…é só enrolação.

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