Foi na 5a. feira, 26/04, no Mercure Jardins, após convite para apresentação aos integrantes do Comitê de Tecnologia e Inovação da ABGEV e ABRACORP.
Marcos Professiori, acompanhado da equipe corporativa da TAM, detalhou os passos operacionais da migração das agências de viagens ao faturamento via BSP.

Ao lado do Vargas e Rogério Bruno do IATA, também convidados, ele procurou elucidar as diversas dúvidas operacionais, além de esclarecer a composição dos custos para criação de cada novo IATA, renovação anual ou alteração de endereço de um código IATA, entre outras surpresas.
“A conta vai acabar sobrando pro agente de viagens outra vez”, pensei, imaginando que, no “frigir dos ovos”, estes custos vão compor a formação de preço da agência corporativa ao cliente que demandar um sub-IATA por questão de tarifa acordo.
Taí mais uma das vantagens de termos um comitê único de duas associações independentes (uma de clientes e fornecedores e outra de agências corporativas): conhecer e debater juntos os problemas e as soluções que a evolução do mercado nos apresenta.
Cada player mostra suas dificuldades, pondera, reclama ou esbraveja, diretamente com o(s) outro(s) lado(s) e, juntos, buscam soluções que atendam ao mercado como um todo.
Aqui, transparência não é discurso.
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