ATIRANDO PRA TODO LADO

Tem dias que falta assunto…

As notícias andam tão repetitivas (no nosso mercado e fora dele), que pensei em escrever sobre tudo um pouco, sem profundidade, com um ou dois parágrafos sobre cada tema:

A cara do Brasil

Depois de Joaquim Roriz, José Roberto Arruda e, agora, Agnelo Queiroz, independentemente do partido, o Distrito Federal é mesmo a cara do Brasil…

Quanto à CPMI do Cachoeira, com integrantes acima de qualquer suspeita como Renan Calheiros e Fernando Collor, podemos ficar tranquilos quanto ao resultado.

Market share

Enquanto TAM e GOL disputam ferozmente os novos clientes no mercado nacional, promoção X promoção, Azul e Avianca crescem nos investimentos na frota e no market share, com 9% e 4% respectivamente.

Antissociais

Nos EUA, de cada 20 varejistas com estratégias traçadas nas redes sociais, 7 não respondem perguntas de clientes no mural do Facebook e alguns chegam a deletar as perguntas de consumidores que julgam “inconvenientes”…

As redes sociais são mesmo a web na web e começam a sofrer dos mesmos males da internet aberta?

O céu é o limite

Já as redes hoteleiras brasileiras seguem nadando de braçada, fazendo a festa da diária doida, com gerentes de hotéis 5 estrelas, no Rio de Janeiro, reclamando de hotéis 3 estrelas que estão cobrando até R$ 1.000,00 a diária.

“Não temos mercado para cobrar R$ 2.000,00”, reclamam os hotéis de luxo, que desejam o monopólio dos preços exorbitantes…

Pingo nos is

Nesse início de ano, enquanto os americanos seguem sua rotina de iPhone, iPad, iPod, iTouch, iMac, iCloud, nós brasileiros continuamos com nossa rotina de iPTU, iPVA, iSS, iCMS, iOF, iRPF, iPI…

Boa semana a todos.

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MISSÃO IMPOSSÍVEL ?

Quando candidatei-me a uma vaga do Conselho da ABGEV, em 2010, minha motivação era contribuir com a única associação brasileira do mercado de viagens, que reúne clientes e fornecedores em seu quadro de associados, gerando um ambiente propício ao debate e à busca de soluções para a indústria de viagens corporativas.

Nestes 2 anos de participação, convivi com um Conselho formado por executivos brilhantes, especialistas em suas áreas de atuação, como Eliane Taunay, Juliana Costa, Aline Bueno, Paulo Daniel, Eduardo Murad, Gustavo Syllos, Walter Teixeira, entre outros, o que acabou transformando esta experiência num enorme aprendizado para mim.

Por isso, com esta mesma motivação do voluntariado, acrescido do desejo do compartilhamento de conhecimento, candidatei-me ao cargo de vice-presidente da ABGEV, para o biênio 2012/2014, cujas eleições ocorreram nesta 4a. feira, 11/04/12, na sede da associação.

Agradeço a todos os associados que participaram desta Assembleia Extraordinária e, de forma democrática, escolheram o novo conselho da entidade, re-elegendo Viviânne Martins como presidente, desta vez com um novo vice-presidente.

Fico imaginando o tamanho do desafio (quase missão impossível) que tenho pela frente, de encarar o cargo ocupado pela Patrícia Thomas desde a fundação da associação…

O fato é que a ABGEV já conquistou o seu espaço, mostrou ao que veio, ao focar na força do trabalho voluntário, no compartilhamento de conhecimento e das melhores práticas, como fatores indutores da qualidade da gestão de eventos e viagens corporativas.

Seu enorme sucesso como entidade, evidenciado por um LACTE melhor a cada ano, fez com que superasse nossas fronteiras e partisse para voos mais altos fora do Brasil, num movimento estratégico que a transformará, ainda em 2012, em ALAGEV, Associação Latinoamericana de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas.

Portanto, uma nova associação internacional está nascendo, demandando um novo projeto e gerando um novo desafio: expandir uma trajetória vitoriosa para novo sucesso no exterior.

Sinto-me estimulado em fazer parte da construção deste projeto, que já conta com o apoio e participação de dezenas de associados ABGEV/ALAGEV, neste primeiríssimo passo em direção à conquista da América Latina.

Contamos também com você.

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ASSIM COMO A APPLE, O MELHOR PARA TODOS!

Tenho acompanhado os posts dos meus amigos Cassio e Alexandre Camargo sobre as empresas em que trabalham e confesso que, a cada post que leio, admiro-os mais, pelo profissionalismo e paixão com que abordam seus projetos.

Ao ler o texto do Alexandre deste domingo (cujo título gerou a chamada deste post), em que ele faz uma analogia com o conceito do Google, curiosamente confirmei algumas diferenças importantes com a estratégia da Apple, outra gigante da tecnologia, cuja abordagem mercadológica também costuma inspirar muitos empresários.

Sim, no Google a busca é grátis, mas o Google vive de links patrocinados (a um custo bem pago), ou seja, a busca é a ferramenta que atrai o usuário, mas o negócio do Google é outro.

Difere do conceito da Apple, em que usuários de tecnologias de ponta pagam um preço pela inovação, pelo design e pela fácil aderência, apesar de estarem disponíveis tecnologias mais baratas, aquelas que são “praticamente um iPhone”…

Penso que Alexandre está certo e a estratégia da gratuidade faz todo o sentido para um sistema cujo objetivo é atrair usuários para direcionar negócios para a área em que atua, diferentemente de tecnologias que têm foco em encantar e beneficiar os usuários naquilo a que se propõem, cobrando por isso.

No final das contas, há espaço no mercado para a Google e para a Apple (inclusive muitos clientes usam ambos), independentemente de terem a consciência de que não são concorrentes em seus objetivos principais, somente em suas estratégias de conquistar o mercado.

Pelo menos por enquanto…

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