BRASIL x EUA

Não tenho a menor pretensão de levar à sério o título deste post e, por isso, sugiro que você também não o faça.

Mas que os recentes acontecimentos no planeta, e no Brasil e EUA, estão estranhos demais, ah isso estão…!

Já há aquela conhecida mensagenzinha sem vergonha sobre os dois países, que relaciona constatações de fatos atuais que seriam impensáveis há 10 anos atrás, aos quais eu acrescento alguns mais recentes.

Nos anos 90, dizia-se que a virada do milênio traria profundas alterações na humanidade, na atitude das pessoas, no equilíbrio da natureza e, mesmo, no comportamento dos povos.

Naturalmente muitas pessoas, ou quase todas, não levaram nada disso à sério e a virada do milênio começou com uma previsão científica, alardeada com estardalhaço durante uma década, se mostrando um estrondoso fracasso de futurologia: o bug do milênio não ocorreu…!

Hoje, quando convivemos com os fatos, acabamos nos habituando com eles e perdemos a capacidade de nos surpreender, esquecemos do estranhamento inicial.

De qualquer forma, quem poderia imaginar no ano 2000, que hoje, em meados de 2011:

– o Brasil teria uma mulher na presidência

– os EUA teriam um presidente negro, com nome árabe e sobrenome Hussein

– Michael Jackson estaria morto

– Oscar Niemeyer estaria vivo (e trabalhando)

– o Brasil sediaria a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016

– os EUA encerrariam melancolicamente seu programa espacial

– o Banco Central atuaria para desvalorizar o Real frente ao Dollar

– o Dollar baixaria a R$ 1,50

– o nadador mais rápido do mundo seria brasileiro

– o “dream team” imbatível não seria de basquete americano, mas de volley brasileiro

– o Brasil seria credor do FMI

– os EUA estariam prestes a declarar moratória

– o Brasil estaria entre os 5 maiores recebedores de investimentos internacionais

– os EUA teriam que fazer cortes profundos em seu orçamento para equilibrar suas contas

Apesar de tudo isso, é óbvio que ainda estamos longe de igualar os principais índices econômicos, sociais, científicos e de qualidade de vida de uma nação desenvolvida, mas esses “indicadores” acima eram inimagináveis há dez anos atrás.

Antes que me chamem de “nacionalista”, relembro uma vez mais o texto que postei sobre as incoerências do povo brasileiro, o que torna ainda mais surpreendente a evolução de nosso país neste iniciozinho de milênio, apesar e acima de tudo.

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Conselho de Clientes

Na estruturação da governança corporativa de uma determinada empresa, podem ser criados diversos tipos de conselhos, como o de administração, o consultivo, o fiscal, o de gestão estratégica, entre outros.

Geralmente, os conselhos não têm função executiva, mas são referência para as grandes decisões estratégicas da empresa e, apesar de não reunirem poder de decisão, acabam por agregar maior poder de análise e experiência à sua diretoria executiva.

O que dizer então de um conselho de clientes?

É desafiador reunir clientes de uma mesma empresa, em torno de uma agenda única, mesmos objetivos e, ao mesmo tempo, evitar que assuntos operacionais dominem a pauta, mantendo-a focada nos temas estratégicos.

Analisar o mercado, as tendências, os desafios e as oportunidades, para antever soluções para problemas que mal surgiram no cenário, bem como investir em novos produtos e serviços, parece-me uma boa ideia, em especial se considerarmos o somatório de experiências de toda uma carteira de clientes.

Por isso, pense nesta possibilidade.

Aproveite o interesse permanente da turma que usa seu serviço com fidelidade e, por isso, quer vê-lo melhorando a cada dia.

Ninguém poderá aconselhar melhor a sua empresa do que quem usa seu produto ou serviço, pois sabe exatamente o que sua empresa deve fazer para manter e ampliar seu interesse.

Ouça seus clientes, todos juntos, reunidos para analisar seu ambiente de negócios, incluindo o seu negócio, num evento organizado pela sua empresa…

Parece estranho?

Eu recomendo.

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40 TM EM BUSCA DA ARTE EM POA

A Arte de Gerenciar Viagens, evento sobre gestão de viagens corporativas promovido pela Porto Brasil, no Sheraton Porto Alegre, ontem a noite, recebeu 40 travel managers de empresas gaúchas, em sua maioria.

Gestores de viagens da Renner, Olvebra, Florestal, Ecofrotas, Radio Gaucha, AGCO, Yara Fertilizantes, BHG, entre outras, estavam interessados em conhecer o que a tecnologia pode proporcionar em otimização de processos, controle e redução de custos de viagens.

Um encontro focado, bem estruturado, uma fórmula diferente do Forum de BHZ e de CPQ, em POA foi mais enxuto, mais curto, mais direto ao ponto e também funcionou bem.

Numa 4a. feira chuvosa, com os termômetros abaixo de 10 graus, o interesse da galera surpreendeu, com boas perguntas e bom debate nas respostas.

Eles agora ouvirão, no final de agosto, a Beth Wada sobre gestão de eventos, depois a Helô sobre hotelaria no início de outubro e o Julio Verna, em novembro, sobre contratação de agência de viagens.

Taí um tema que nunca é demais: capacitação, treinamento e disseminação do conhecimento.

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