SOBRE CIAS. AÉREAS E GDS’S

Qual a melhor alternativa de distribuição para viagens corporativas? Qual será a plataforma dominante nos próximos anos? O conteúdo voltará a ser oferecido de forma consolidada ou a fragmentação prevalecerá? E os meios de pagamento? Os cartões de crédito perderão espaço para tecnologias emergentes?

Com visões muito próprias, opiniões nem sempre convergentes, mas com muita argumentação e conhecimento de causa, estes e outros temas serão debatidos por alguns dos maiores especialistas brasileiros no assunto, profissionais atuantes nesta área, durante o LACTTE 2011, superevento promovido pela ABGEV e GBTA, na próxima 2ª e 3ª feira, no Grand Hyatt São Paulo.

Luiz Ambar (Sabre), Marcelo Bento (Gol), Debora Kondo (Azul) e André Vieira (Amadeus) debaterão as mega tendências da distribuição dos serviços de viagens, no painel ID2. Global Distribution Strategies, em que terei o prazer de moderar, no dia 21/02 às 17:00h.

Haverá um bom espaço para perguntas da platéia.

Não perca !

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Pedro Mattos faz 50 anos

Domingo de sol no Rio de Janeiro e a praia da Barra da Tijuca linda, com céu azul, sol forte e brisa amena.

Num cenário desses, os amigos festejaram os 50 anos de Pedro Mattos, muito bem vividos e cercados de conquistas profissionais e pessoais.

A mais recente atenderá pelo nome de Flávio, se for menino, mas Valéria e Pedro ainda não escolheram o nome, caso o bebê seja menina.

Não poderia deixar de registrar o fato, pela sua história na aviação e no turismo, pela sua coragem diante da vida e pela nossa grande amizade, que o tempo não muda.

Pedro Mattos, Valéria, Solange e Luís Vabo
Pedro Mattos, Valéria, Solange e Luís Vabo

QUEM PODERIA IMAGINAR…?

Fala-se muito em mudanças, no ritmo frenético com que as coisas acontecem, no volume quase insuportável de informações que temos que lidar no dia-a-dia.

Os fatos se sucedem com tamanho frenesi, que acabamos não dando conta de que o mundo em que nascemos, simplesmente não existe mais…

Do ponto de vista prático, estamos em outro planeta se compararmos com nosso habitat de somente 20 anos atrás.

Afinal, em 1991, quem poderia imaginar que um dia:

– cartas, ofícios e memorandos seriam subtituídos por mensagens digitais?

– seriam fabricados carros cada vez mais potentes e velozes, para trafegarmos em velocidade média inferior a 30km/h?

– um metalúrgico e uma mulher chegariam à presidência do Brasil e um negro seria eleito presidente dos EUA?

– alguns tipos de cancer teriam cura?

– a imagem 3D entraria em nossas casas?

– todo mundo se transformaria em repórter fotográfico?

– o código genético do homem seria decifrado?

– haveria mais telefones do que habitantes no planeta?

– as pessoas dariam mais atenção a alguém no telefone do que à pessoa na sua frente?

– trabalharíamos cada vez mais, fantasiando que isso nos traria qualidade de vida?

– a Aids seria controlada?

– o planeta se transformaria em um depósito de lixo, no subsolo, na superfície, no céu e no mar?

– as células tronco trariam tanta fé a tanta gente sem qualquer esperança?

– a natureza se rebelaria contra os maus tratos recebidos e devolveria na mesma moeda?

– as pessoas gostariam tanto de se relacionar com “amigos” virtuais que não conhecem, em vez de cultivarem verdadeiras amizades?

Por mais que exercitemos a futurologia, era difícil imaginar estes e outros fatos nos idos de 91…

Mais intrigante ainda é imaginar como estarão o mundo, os comportamentos e os hábitos das pessoas, a arte, a ciência e a tecnologia, o design e as funcionalidades dos produtos, a economia, a educação e a saúde do brasileiro em 2031…

Uma coisa é certa, daqui a 20 anos estaremos colhendo tudo o que a humanidade plantar agora.

Por isso corremos tanto…, não temos tempo a perder.

Será?

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