Tá tudo dominado…

“Enquanto as fraudes das passagens aéreas ocorriam em Brasília, o governo de Minas trabalhava na implantação de um sistema de gestão de viagens corporativas, para controlar na origem, as demandas de viagens dos servidores do estado”.

Com esta frase retumbante, Walter Nery encerrou o 1o. Forum Mineiro de Gestão de Viagens Corporativas, nesta 4a. feira, em Belo Horizonte.

Evento de alta qualidade, gestores antenados, palestrantes experientes, mas o mais surpreendente foi perceber que, entre os 70 gestores de viagens, de diferentes empresas, que compareceram ao evento, pelo menos 60 eram mulheres…

Elas estão mesmo dominando o mundo…

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Gestão de Viagens Corporativas fora de São Paulo

É inquestionável a capacidade econômica da cidade e, em especial, do estado de São Paulo, em relação às demais cidades e estados brasileiros.

Em São Paulo está a maior quantidade de empresas, o maior público consumidor e, consequentemente, trata-se do maior mercado de viagens corporativas do país.

As principais entidades ligadas à viagens corporativas também tem sede em São Paulo, como a ABRACORP e a ABGEV e, por isso, na cidade são tomadas as principais decisões deste mercado e são realizados os principais eventos corporativos.

Mas há vida fora de São Paulo…

O 1º Forum Mineiro de Gestão de Viagens Corporativas, que acontecerá em Belo Horizonte na próxima 4ª feira, 22/09, é um exemplo disso.

Iniciativa e produção da TERRA, agência de viagens corporativas e eventos de Minas Gerais, o evento debaterá estratégias de redução de custos de viagens corporativas, otimização de processos de gestão, soluções tecnológicas de self-booking, novidades em meios de pagamento e remuneração do agente de viagens por transaction fee.

Ou seja, são os mesmos desafios que fazem parte do dia-a-dia dos profissionais ligados à gestão de viagens corporativas, sejam clientes, fornecedores ou agentes de viagens.

Sejam de São Paulo, Minas Gerais ou de qualquer lugar do Brasil.

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DU no internacional

O Congresso da ABAV se aproxima…

O maior evento do turismo na América Latina costuma trazer reflexões, debates e polêmicas sobre o nosso mercado, em especial quanto ao relacionamento entre as agências de viagens e os fornecedores de serviços turísticos.

Este ano, ao que tudo indica, a grande novidade não será (ainda) o TASF, nem o fim da remuneração do agente embutida no bilhete aéreo e nem mesmo a equiparação das tarifas dos portais das cias. aéreas com as oferecidas pelas agências de viagens.

A grande surpresa (nem tão surpreendente assim) deverá ser a criação da taxa DU (oooops…, da RAV) nos bilhetes internacionais.

A se confirmar, espero que, desta vez, o acordo seja anunciado com antecedência suficiente para os sistemas serem ajustados em tempo evitando aquela correria em busca do prazo impossível…

É pagar para ver…

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