VOCÊ ACREDITA EM PESQUISA? SABE DE NADA, INOCENTE…

Institutos de pesquisa são daquelas instituições que vivem de sua reputação, usualmente construída sobre o tripé experiência, marketing e resultados.

Qualquer uma dessas três variáveis pode por tudo a perder, mas como “experiência” decorre mais do tempo de estrada e “marketing” é uma questão de verba e relacionamento, restam os “resultados” como a única variável imponderável (é estranho afirmar isso quando nos referimos a institutos de pesquisa…), ou seja, fora do controle dos pesquisadores.

Ou seja, as absurdas “margens de erro de 20%” nas eleições de 05 de outubro, apresentadas pelos principais institutos de pesquisa, elevaram essas empresas (para usar a conceituação mais adequada) ao elevado grau de instituições com fins lucrativos.

Tal e qual empresas privadas que encomendam pesquisas de mercado com resultados pré-contratados (e os divulgam como se verdade fossem), os partidos políticos e sua força econômica estão transformando os institutos de pesquisa brasileiros, de fontes sérias e confiáveis a meros divulgadores de seus contratantes.

Gostaria de acreditar nas pesquisas que apontam Aecio à frente da Dilma, mas começo a desconfiar que isso pode ser um ardiloso trabalho de contra-pesquisa (que é aquele resultado contratado para despistar o adversário…), visando desestabilizar o eleitorado e preparar o cenário para uma nova pesquisa contratada, cujo resultado (oposto) seria apresentado às vésperas do pleito decisivo.

Estou muito ácido, cético ou você ainda acha que dá para acreditar em pesquisa, inocente…?

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GASTO DE VISITANTE BUSINESS É QUATRO VEZES MAIOR QUE O DE LAZER

O título deste texto foi inspirado em matéria publicada pelo Panrotas durante a ABAV Expo 2014, o que imediatamente suscitou-me a seguinte certeza: cabe às agências de gestão de viagens corporativas (ou TMCs) a ocupação do espaço de gestor desta montanha de negócios que o cliente corporativo contrata, compra, consome.

De empresas originalmente consultoras de viagens, as TMCs estão evoluindo para prestar consultoria também em gestão de despesas corporativas, o que significa ampliar seu escopo para além dos serviços prestados pelas cias. aéreas e hotéis.

Afinal, o viajante corporativo utiliza prioritariamente taxi para se locomover (antes, durante e após a viagem), alimenta-se em restaurantes todo o tempo e, quando utiliza carro próprio ou alugado, consome combustível, paga pedágios e estacionamentos, entre outros diversos consumos.

A conclusão óbvia é que, por serem gastos custeados pela empresa, tais como o bilhete aéreo e a hospedagem, também precisam ser controlados, autorizados e reportados, através do uso de tecnologias desenvolvidas para este tipo de gestão, preferencialmente integradas ao ERP da empresa.

Justamente por isso, nada mais natural do que a mesma agência contratada para prestar consultoria na gestão de viagens corporativas, seja também contratada para prestar consultoria na gestão das despesas corporativas da empresa.

E esta é uma boa notícia para as TMCs, em especial nesses tempos de recessão se avizinhando, quando tudo o que as empresas buscam são formas de controlar despesas, otimizar processos e reduzir custos.

Cabe à agência de viagens levar esta boa nova ao seu cliente, que se surpreenderá com a iniciativa, enquanto isto ainda é um diferencial competitivo.

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EU VOTEI EM:

Muitos amigos, parentes, leitores do Blog e colegas no trabalho perguntam e, normalmente, evito informar meu voto, porque divulgação de voto costuma agradar a poucos e desagradar a muitos.

Mas como meus votos são mesmo meus, seguem abaixo meus candidatos na eleição deste domingo:

AECIO 45
Pela estrutura de governo

PEZÃO 15
Por falta de alternativa melhor

ROMARIO 400
Por eu ainda acreditar em história da carochinha

INDIO 5566
Por convicção absoluta

MARCELO QUEIROZ 11015
Por falta de opção

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