{"id":2746,"date":"2013-01-02T09:59:01","date_gmt":"2013-01-02T12:59:01","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.panrotas.com.br\/distribuindoviagens\/?p=2746"},"modified":"2013-01-02T09:59:01","modified_gmt":"2013-01-02T12:59:01","slug":"a-nova-fronteira-do-corporativo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/b2btech\/2013\/01\/02\/a-nova-fronteira-do-corporativo\/","title":{"rendered":"A NOVA FRONTEIRA DO CORPORATIVO"},"content":{"rendered":"<p>In\u00edcio de ano \u00e9 bom momento pra fazer uma breve retrospectiva e abordar o que realmente importa, aquilo que vem por a\u00ed.<\/p>\n<p>Nos anos 90, a distribui\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de viagens para empresas era baseada no fluxo:<\/p>\n<p>Cliente &gt; Ag\u00eancia &gt; GDS &gt; Fornecedor<\/p>\n<p>Nos anos 2000, a internet impactou este fluxo ao oferecer outras alternativas de distribui\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>Cliente &gt; Ag\u00eancia &gt; Internet &gt; Fornecedor;<\/p>\n<p>Cliente &gt; Internet &gt; Ag\u00eancia &gt; Fornecedor; e<\/p>\n<p>Cliente &gt; Internet &gt; Fornecedor<\/p>\n<p>Em qualquer destes novos fluxos, o GDS deixou de ser protagonista e passou a ser apenas mais um importante canal de distribui\u00e7\u00e3o, dispon\u00edvel dentro do novo ator principal: a internet.<\/p>\n<p>N\u00e3o fa\u00e7o aqui qualquer ju\u00edzo de valor, mas t\u00e3o somente reflito sobre o que tenho testemunhado nestes \u00faltimos 20 anos e n\u00e3o \u00e9 nenhuma novidade: a internet, entre tantas outras revolu\u00e7\u00f5es, tamb\u00e9m mudou a forma como pesquisamos, planejamos, reservamos, compramos e vendemos viagens e turismo.<\/p>\n<p>No superespecializado segmento de viagens corporativas n\u00e3o podia ser diferente, com a tecnologia baseada na web oferecendo in\u00fameros recursos para resolver e apoiar muitas das tarefas desenvolvidas por gestores de contas e consultores de atendimento, entre outros profissionais envolvidos no processo.<\/p>\n<p>Nada mais natural, portanto, que tenha sido o segmento de gest\u00e3o de viagens corporativas o que primeiro aderiu aos sistemas de auto-reserva (self-booking tool), mais intensamente utilizados no Brasil a partir de 2004 e que, atualmente, s\u00e3o a mola propulsora das OTAs e que viabilizam seu vertiginoso crescimento nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>Mas, e agora? Qual o pr\u00f3ximo passo?<\/p>\n<p>Para gest\u00e3o de viagens corporativas, n\u00e3o h\u00e1 mais d\u00favidas de que a pr\u00f3xima fronteira a ser desbravada no Brasil s\u00e3o os sistemas de gest\u00e3o de despesas de viagens (expense management), bastante utilizados nos EUA e presentes na Europa e em alguns pa\u00edses da \u00c1sia.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o aqui \u00e9 que, diferentemente de um novo aplicativo ou funcionalidade, o &#8220;expense management&#8221; abrange um conceito mais amplo que o &#8220;travel management&#8221;, permitindo o gerenciamento de todas as despesas anteriores e posteriores \u00e0 viagem, reduzindo custos e processos com relat\u00f3rios de despesas, confer\u00eancias e auditorias.<\/p>\n<p>Integrado ao ERP da empresa, o &#8220;travel &amp; expense management&#8221; permite o controle de uma das tr\u00eas maiores rubricas de despesas das grandes empresas, o que acaba por transferir para a \u00e1rea financeira a decis\u00e3o sobre a implanta\u00e7\u00e3o de uma tecnologia, at\u00e9 ent\u00e3o, dedicada somente \u00e0 gest\u00e3o de viagens.<\/p>\n<p>Esta certamente \u00e9 a nova fronteira da gest\u00e3o de viagens corporativas: os profissionais da \u00e1rea financeira.<\/p>\n<p>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>In\u00edcio de ano \u00e9 bom momento pra fazer uma breve retrospectiva e abordar o que realmente importa, aquilo que vem por a\u00ed. 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