{"id":5832,"date":"2016-08-09T08:57:34","date_gmt":"2016-08-09T11:57:34","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.panrotas.com.br\/b2btech\/?p=5832"},"modified":"2016-08-09T08:57:34","modified_gmt":"2016-08-09T11:57:34","slug":"snapchat-a-internet-nunca-esquece","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/b2btech\/2016\/08\/09\/snapchat-a-internet-nunca-esquece\/","title":{"rendered":"SNAPCHAT: A INTERNET NUNCA ESQUECE"},"content":{"rendered":"<p>Acompanho o Snapchat h\u00e1 uns 3 anos.<\/p>\n<p>N\u00e3o propriamente como usu\u00e1rio, mas como curioso a respeito do comportamente humano numa rede social que conflita com o conceito de falta de privacidade, t\u00edpico de todas as redes sociais.<\/p>\n<p>Quem usa o Snapchat acredita mesmo que est\u00e1 imune \u00e0 verdade absoluta contida no t\u00edtulo deste post.<\/p>\n<p>Ser\u00e1?<\/p>\n<figure id=\"attachment_5835\" aria-describedby=\"caption-attachment-5835\" style=\"width: 439px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/panrotas.blog.br\/b2btech\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2016\/08\/image-1.jpeg\" alt=\"H\u00e1 quem acredite que existe privacidade na internet...\" width=\"439\" height=\"335\" class=\"size-full wp-image-5835\" srcset=\"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/b2btech\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2016\/08\/image-1.jpeg 439w, https:\/\/blog.panrotas.com.br\/b2btech\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2016\/08\/image-1-300x229.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 439px) 100vw, 439px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5835\" class=\"wp-caption-text\">H\u00e1 quem acredite que existe privacidade na internet&#8230;<\/figcaption><\/figure>\n<p>Para os apreciadores de uma rede social cujo principal atributo \u00e9 (ou era*) a efemeridade das publica\u00e7\u00f5es dos usu\u00e1rios, passando a n\u00edtida percep\u00e7\u00e3o de privacidade, ou seja, &#8220;no Snapchat eu posso tudo, ningu\u00e9m vai descobrir&#8230;&#8221;, sugiro rever seus conceitos e, para isso, n\u00e3o inventei nada, mas ressuscitei um texto do in\u00edcio de 2014, um verdadeiro comp\u00eandio sobre o mindset do internauta, sim voc\u00ea, eu e todo mundo.<\/p>\n<p>Ganhe alguns minutos lendo e refletindo sobre isso:<\/p>\n<p><strong>Qual a gra\u00e7a do Snapchat?<\/strong><br \/>\nPor Rodrigo Ghedin, em 06\/03\/2014<\/p>\n<p>Quando o assunto \u201cSnapchat\u201d surge, \u00e9 comum as pessoas me perguntarem qual a gra\u00e7a daquilo. A ideia de fotos que somem alguns segundos depois de abertas desafia a no\u00e7\u00e3o de eternidade que redes sociais e a Internet, de modo geral, apregoa desde o seu surgimento e coloca em xeque o trabalho gasto para algo t\u00e3o ef\u00eamero. Qual o sentido disso?<\/p>\n<p>Talvez o \u00fanico caso de uso do Snapchat que todos compreendem (e no qual, quase sempre, limitam o app) \u00e9 a troca de fotos \u00edntimas. E \u00e9 f\u00e1cil adequ\u00e1-lo \u00e0 situa\u00e7\u00e3o: casos de fotos e v\u00eddeos vazados recentemente, alguns com consequ\u00eancias dr\u00e1sticas justificam a exist\u00eancia de imagens que evaporam em poucos segundos.<\/p>\n<p>Esse extremo evidencia o grande barato do Snapchat, mas nem de longe \u00e9 a sua \u00fanica utilidade. Ao tirar o peso do legado, ele e seus pares calcados na efemeridade e\/ou no semi-anonimato eliminam as amarras sociais, d\u00e3o muita margem \u00e0 criatividade e criam um ambiente que nem Facebook, nem Twitter s\u00e3o capazes de replicar.<\/p>\n<p>Longe dos parentes, com mais liberdade.<\/p>\n<p>O Twitter talvez seja uma esp\u00e9cie de meio termo entre Facebook (exposi\u00e7\u00e3o m\u00e1xima) e o Snapchat (privacidade e controle). Uma rede social marginal, ele consegue atrair mentes criativas e personalidades que gostam de se exp\u00f4r, mas n\u00e3o tem apelo entre gente mais\u2026 \u201ctradicional\u201d.<\/p>\n<p>Nessa defini\u00e7\u00e3o inclua aquela tia que faz coment\u00e1rios constrangedores nas suas fotos do Facebook, ou aquele amigo que nem liga muito para tudo isso, mas que entrou por press\u00e3o dos outros e acabou gostando de ver fotos e atualiza\u00e7\u00f5es dos amigos naquela p\u00e1gina\/app azul e branco.<\/p>\n<p>Para esses, o Twitter \u00e9 question\u00e1vel na mesma medida em que o Snapchat o \u00e9 para um grupo maior. Qual a gra\u00e7a de ficar mandando mensagens de 140 caracteres para gente que voc\u00ea nem conhece direito e que, na maioria dos casos, n\u00e3o responde?<\/p>\n<p>No Snapchat voc\u00ea cria uma lista de amigos e escolhe, na hora de mandar uma foto, quem a receber\u00e1. O tempo de exibi\u00e7\u00e3o da foto \u00e9 control\u00e1vel tamb\u00e9m, vai de um a dez segundos. Caso algu\u00e9m fa\u00e7a um print screen da foto durante o tempo de exibi\u00e7\u00e3o, o app denuncia.<\/p>\n<p>\u00c9 uma l\u00f3gica simples, mas bem arquitetada e instigante. Em um dos meus grupos de amigos o Snapchat \u00e9 muito usado. Piadas internas (algumas maldosas!), amenidades do dia a dia, eventos sociais, coisas que gerariam desconforto com pessoas distintas em locais mais tradicionais, ganham espa\u00e7o ali. \u00c9 algo mais \u00edntimo que o Facebook e que n\u00e3o deixa rastros, n\u00e3o fica impregnado na sua persona digital para todo o sempre. O que \u00e0 primeira vista n\u00e3o faz sentido (\u201cpor que tirar fotos que somem segundos depois?\u201d) \u00e9, na realidade, o trunfo da experi\u00eancia.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5838\" aria-describedby=\"caption-attachment-5838\" style=\"width: 355px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/panrotas.blog.br\/b2btech\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2016\/08\/image.png\" alt=\"Dizem que o Snapchat quebrou o paradigma da falta privacidade na internet. Ser\u00e1 mesmo?\" width=\"355\" height=\"414\" class=\"size-full wp-image-5838\" srcset=\"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/b2btech\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2016\/08\/image.png 355w, https:\/\/blog.panrotas.com.br\/b2btech\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2016\/08\/image-257x300.png 257w\" sizes=\"(max-width: 355px) 100vw, 355px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5838\" class=\"wp-caption-text\">Dizem que o Snapchat quebrou o paradigma da falta privacidade na internet. Ser\u00e1 mesmo?<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Snapchat contra o legado<\/strong><\/p>\n<p>Junto a vestir-se bem e preparar um curr\u00edculo enxuto, os especialistas em recursos humanos incorporaram h\u00e1 alguns anos uma nova dica que aparece em todas as listas delas para quem est\u00e1 em busca de um emprego: cuidado com o que voc\u00ea publica nas redes sociais.<\/p>\n<p>Hist\u00f3rias de gente que perdeu uma vaga por causa das fotos da festa que n\u00e3o ficaram t\u00e3o \u00f3timas assim n\u00e3o s\u00e3o raras, e \u00e9 bem poss\u00edvel que nesse carnaval voc\u00ea tenha se deparado com algum amigo fazendo aquela brincadeira de virar um copo de cerveja e passar o \u201cdesafio\u201d para outros amigos.<\/p>\n<p>\u00c9 uma brincadeira bem boba, mas que no calor do momento, com um pouco de \u00e1lcool afetando o discernimento pode parecer divertida. S\u00f3 que passada a ressaca voc\u00ea abre o Facebook, v\u00ea os coment\u00e1rios, as curtidas\u2026 aquele pensamento \u201co que foi que eu fiz?\u201d pode bater mais forte que os 500 ml de \u00e1lcool ingeridos de uma vez.<\/p>\n<p>Nesse momento \u201ceureka\u201d voc\u00ea se d\u00e1 conta da exist\u00eancia da sua sombra eletr\u00f4nica, sempre ali, sempre ignorada. Como explica Sherry Turkle em Alone Together: Why We Expect More from Technology and Less from Each Other:<br \/>\nPeter Pan, que n\u00e3o podia ver sua sombra, era o menino que nunca cresceu. Muitos de n\u00f3s somos como ele. Com o tempo (e digo isso com ansiedade), viver com uma sombra eletr\u00f4nica se torna t\u00e3o natural que ela parece desaparecer \u2014 isso, at\u00e9 um momento de crise: um processo judicial, um esc\u00e2ndalo, uma investiga\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, quando somos pegos, ca\u00edmos na real e nos damos conta de que fomos instrumentos da nossa pr\u00f3pria vigil\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Ela ainda diz que, embora os adolescentes sejam os que mais sofram, todos, eles e adultos, vivemos a fantasia da privacidade online. Trocamos informa\u00e7\u00f5es confidenciais via WhatsApp e e-mail, mesmo sabendo que ambos est\u00e3o longe de serem canais seguros para tal.<\/p>\n<p>Em outro ponto, Turkle comenta:<br \/>\nAlguns dizem que esse problema n\u00e3o \u00e9 um problema; eles apontam que privacidade \u00e9 uma ideia historicamente nova. \u00c9 verdade. Mas embora historicamente nova, a privacidade tem servido bem \u00e0s no\u00e7\u00f5es modernas de intimidade e democracia. Sem privacidade, as fronteiras da intimidade se perdem. E, claro, quando toda informa\u00e7\u00e3o \u00e9 coletada, todos podem se transformar em informantes.<\/p>\n<p>Ainda se v\u00ea muitas publica\u00e7\u00f5es inconsequentes por a\u00ed, mas muitos de n\u00f3s j\u00e1 tomamos mais cuidado com o que publicar. Antes de mandar um coment\u00e1rio raivoso, uma foto constrangedora ou um link pol\u00eamico, pesamos as consequ\u00eancias. Quem provavelmente curtir\u00e1 isso, quais coment\u00e1rios contr\u00e1rios vir\u00e3o, quem talvez se sinta magoado, ultrajado ou apenas incomodado. \u00c0s vezes desistimos, e esse comportamento se tornou t\u00e3o frequente que o Facebook j\u00e1 o analisa para entend\u00ea-lo e combat\u00ea-lo, a fim de que nos sintamos mais confort\u00e1veis em exp\u00f4r ideias e opini\u00f5es, todas elas, por mais controversas ou perigosas que sejam.<\/p>\n<p>A mec\u00e2nica do Snapchat reduz muito essa an\u00e1lise pr\u00e9via do que ser\u00e1 publicado. A foto some em poucos segundos, tenho o controle rigoroso de quem a ver\u00e1, os riscos de magoar algu\u00e9m ou ver aquele conte\u00fado se voltar contra si mesmo s\u00e3o menores. \u00c9 essa premissa que levou o Facebook a lan\u00e7ar o Instagram Direct e a comprar o WhatsApp, o Twitter a dar aten\u00e7\u00e3o \u00e0s mensagens diretas ap\u00f3s anos de neglig\u00eancia e ao surgimento de apps calcados no anonimato, como Wut, Secret e Whisper. N\u00f3s gostamos de privacidade, por mais que tentem lhe fazer pensar o contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>Mas e o print screen?<\/p>\n<p>E se algu\u00e9m faz um print screen da foto enviada via Snapchat? O app avisa, claro. Mas espere: e aqueles apps e hacks que permitem salvar imagens sem que o remetente fique sabendo? \u00c9 um problema, vide os v\u00e1rios Tumblrs com fotos de mulheres nuas ao alcance de uma busca no Google.<\/p>\n<p>Acidental ou n\u00e3o, encaro o aviso de print screen como um toque genial de alerta dentro do Snapchat. Apesar de toda a liberdade que as circunst\u00e2ncias promovem, a possibilidade de eternizar aquela foto funciona como um lembrete, quase inconsciente, de que nem tudo se permite ali. Ou que, ao se permitir tudo, existem consequ\u00eancias como parar em locais indesejados, permanentes na Internet.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 o print screen em si que exerce essa fun\u00e7\u00e3o de alerta, mas a sua mera exist\u00eancia. Saber que algu\u00e9m pode salvar uma foto mais \u00edntima, ou mais pesada, d\u00e1 a medida de precau\u00e7\u00e3o e cria reservas na hora do compartilhamento. Afinal, tem coisa que voc\u00ea n\u00e3o comenta com ningu\u00e9m, nem com seu melhor amigo.<\/p>\n<p>A reputa\u00e7\u00e3o digital pesa menos no Snapchat<\/p>\n<p>Patr\u00edcia Pinheiro, no Brasil Post, fez um breve coment\u00e1rio sobre reputa\u00e7\u00e3o digital. Segundo ela, o que \u00e9 publicado na Internet nunca some, \u00e9 sempre lembrado e associado ao autor, e esse \u00e9 o pre\u00e7o que se paga para fazer parte disso.<\/p>\n<p>Para Manuel Castells, aquele que decide se conectar aceita, mesmo que tacitamente, o resultado da \u2018socializa\u00e7\u00e3o dos seus dados\u2019, ou melhor, a perda do controle das suas pr\u00f3prias informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Portanto, h\u00e1 um pre\u00e7o a pagar para se sentir inserido no mundo digital, para participar de m\u00eddias sociais, para ter o direito de usar uma imensid\u00e3o de aplicativos viciantes que s\u00e3o oferecidos gratuitamente em um esquema muito bem elaborado que troca superficialidades e banalidades por dados da intimidade, vida e rotina das pessoas que aceitam participar.<\/p>\n<p>Depois de escolher entrar pela porta dessa internet colaborativa que promete mais transpar\u00eancia, ser\u00e1 que tem volta? Ou melhor, ser\u00e1 que temos escolha? Hoje a maior parte dos termos de uso destes servi\u00e7os deixa muito claro que por mais que a pessoa deixe ser usu\u00e1rio, o que ela compartilhou por ali fica l\u00e1 e na gal\u00e1xia da internet para sempre.<\/p>\n<p>Sherry Turkle tamb\u00e9m comenta algo nesse sentido:<br \/>\n(\u2026) [Na Internet] as palavras \u201cdeletar\u201d e \u201capagar\u201d s\u00e3o metaf\u00f3ricas: arquivos, fotos, e-mails e hist\u00f3ricos de pesquisas s\u00e3o removidos apenas do nosso campo de vis\u00e3o. A Internet nunca esquece.<\/p>\n<p>O Snapchat caminha na dire\u00e7\u00e3o oposta \u00e0 dessa ideia. No Facebook, saber todos os detalhes da vida do usu\u00e1rio \u00e9 essencial para o modelo de neg\u00f3cios e para o seu funcionamento. \u00c9 nas associa\u00e7\u00f5es e no conhecimento de quem usa o servi\u00e7o que o Grafo Social se constr\u00f3i e as facilidades e oportunidades da rede decorrem. O efeito colateral, como j\u00e1 debatido, \u00e9 um punhado de cicatrizes digitais, registros permanentes da sua vida \u2014 para o bem e para o mal. Mesmo sem modelo de neg\u00f3cios, a efemeridade \u00e9 o que destaca o Snapchat e \u00e9 algo que, \u00e9 seguro dizer, n\u00e3o deve sumir, diferentemente das fotos veiculadas por l\u00e1.<\/p>\n<p>Se chegar a compartilhar aquele v\u00eddeo virando um copo de cerveja no Snapchat, ser\u00e1 apenas com amigos mais pr\u00f3ximos. E voc\u00ea ainda poder\u00e1 excluir os n\u00e3o t\u00e3o pr\u00f3ximos; a lista de amigos nunca est\u00e1 preenchida, \u00e9 preciso escolher quem receber\u00e1 cada foto enviada para o servi\u00e7o.<\/p>\n<p>Talvez um dos destinat\u00e1rios se torne um grande l\u00edder e, l\u00e1 na frente, possa estar na posi\u00e7\u00e3o de avali\u00e1-lo para uma vaga de emprego, mas a proximidade entre voc\u00eas talvez anule esse e outros deslizes. Se voc\u00ea manda essas fotos para ele, \u00e9 bem prov\u00e1vel que esse hipot\u00e9tico futuro chefe tamb\u00e9m tenha mandado alguma bobagem. O que acontece no Spapchat, em geral fica no Snapchat.<\/p>\n<p>A internet, ainda em sua juventude, est\u00e1 sendo moldada. At\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s, ela era encarada como terra de ningu\u00e9m, um lugar sem lei onde vale tudo. N\u00e3o mais. Outra no\u00e7\u00e3o t\u00e3o forte quanto, a de que tudo o que acontece aqui fica registrado para a eternidade, que a palavra convertida em bits e lan\u00e7ada na rede jamais se apaga, come\u00e7a a ruir. O Snapchat \u00e9 a marreta que derruba essa no\u00e7\u00e3o e importa por isso. Voc\u00ea pode at\u00e9 ach\u00e1-lo uma bobagem depois de todo esse discurso, ou seus criadores malucos por terem dado de ombros a US$ 3 bilh\u00f5es, mas n\u00e3o duvide de que ele impactar\u00e1, direta ou indiretamente, muita coisa, inclusive a nossa concep\u00e7\u00e3o de presen\u00e7a na Internet.<\/p>\n<p>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Acompanho o Snapchat h\u00e1 uns 3 anos. N\u00e3o propriamente como usu\u00e1rio, mas como curioso a respeito do comportamente humano numa rede social que conflita com o conceito de falta de privacidade, t\u00edpico de todas as redes sociais. Quem usa o Snapchat acredita mesmo que est\u00e1 imune \u00e0 verdade absoluta contida no t\u00edtulo deste post. 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