{"id":244,"date":"2020-04-24T19:57:59","date_gmt":"2020-04-24T22:57:59","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/?p=244"},"modified":"2020-05-07T16:31:36","modified_gmt":"2020-05-07T19:31:36","slug":"quatro-catastrofes-naturais-que-abalaram-minhas-viagens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/2020\/04\/24\/quatro-catastrofes-naturais-que-abalaram-minhas-viagens\/","title":{"rendered":"Quatro desastres naturais que enfrentei pelo mundo"},"content":{"rendered":"\n<p>Esta semana, em meu perfil no Instagram (<strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/rafaelatborges\/\">@rafaelatborges<\/a><\/strong>), fiz uma brincadeira recorrente de redes sociais. O objetivo \u00e9 contar dez fatos sobre voc\u00ea; um deles n\u00e3o \u00e9 verdade. No meu caso, como o perfil \u00e9 profissional, foquei em fatos da carreira, dos \u00f3bvios aos absurdos. Grande parte dos meus seguidores considerou mentiroso o item em que eu contava que j\u00e1 enfrentei quatro cat\u00e1strofes naturais em viagens.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu disse l\u00e1 no Instagram que j\u00e1 passei perrengues por causa de tempestada de areia, furac\u00e3o, vulc\u00e3o e terremoto. Mentira? Absolutamente verdade! <\/p>\n\n\n\n<p>Embora passar por isso quatro vezes seja meio surreal, as cat\u00e1strofes naturais s\u00e3o fatores que pode sim afetar a vida do viajante &#8211; porque, no Brasil, terremotos, furac\u00f5es e vulc\u00f5es s\u00e3o raros, ou at\u00e9 inexistentes. <\/p>\n\n\n\n<p>Felizmente, o m\u00e1ximo que passei com as cat\u00e1strofes naturais que enfrentei foram alguns perrengues. Diferentemente de muitas pessoas que, seja em viagens ou em outras situa\u00e7\u00f5es, t\u00eam de lidar com verdadeiras trag\u00e9dias ao serem surpreendidas pela for\u00e7a da natureza.<\/p>\n\n\n\n<p>O pior \u00e9 que, na maioria dos casos, n\u00e3o h\u00e1 nem como prever, para evitar. E como o assunto aqui \u00e9 viagem, n\u00e3o h\u00e1 temporadas de vulc\u00f5es e terremotos. Mas h\u00e1 a de furac\u00f5es. No Atl\u00e2ntico, por exemplo, neste ano est\u00e3o previstas entre junho e novembro.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso n\u00e3o impede os furac\u00f5es que ocorram em outras \u00e9pocas, no entanto. Aqui, conto um pouco sobre como foram minhas quatro experi\u00eancias com cat\u00e1strofes da natureza em minha vida de viajante.<\/p>\n\n\n\n<h6>Cat\u00e1strofe natural: a assustadora tempestade de areia no Bahrein<\/h6>\n\n\n\n<p>As ilhas artificiais s\u00e3o lugar comum no Bahrein, e em outros locais do Oriente M\u00e9dio. Em outubro de 2018 eu visitei o pequeno pa\u00eds que faz divisa com a Ar\u00e1bia Saudita. Hospedei-me no Four Seasons, que fica em uma desssas ilhas artificiais. <\/p>\n\n\n\n<p>O hotel tem uma praia artificial que decidi conhecer em meu tempo livre. O dia estava ensolarado e bem quente. N\u00e3o havia vento nenhum. Eu entrei na \u00e1gua, tirei algumas fotos e ent\u00e3o me deitei em uma das cadeiras de pl\u00e1stico.<\/p>\n\n\n\n<p>De repente, do nada, sem aviso, o vento ficou forte, e a areia come\u00e7ou a voar invadindo meus olhos e ouvidos. Em seguida, voaram guarda-s\u00f3is e cadeiras, de pl\u00e1stico, felizmente &#8211; algo necess\u00e1rio em uma regi\u00e3o em que esse tipo de incidente \u00e9 comum.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das cadeiras me atingiu nas costas, em um golpe forte. Junto com outros h\u00f3spedes que estavam na praia, comecei a correr em dire\u00e7\u00e3o ao interior do hotel, que n\u00e3o estava muito pr\u00f3ximo. No caminho, uma \u00e1rvore pequena caiu \u00e0 minha frente.<\/p>\n\n\n\n<p>Pessoas gritavam e disparavam em busca de ref\u00fagio, sem entender o que estava acontecendo. O barulho do vento era ensurdecedor, e a areia voava, invadindo os olhos e dificultando a miss\u00e3o de ver o que estava \u00e0 frente.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"498\" src=\"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20181022_123445-1024x498.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-254\" srcset=\"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20181022_123445-1024x498.jpg 1024w, https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20181022_123445-300x146.jpg 300w, https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20181022_123445-768x373.jpg 768w, https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20181022_123445-1536x747.jpg 1536w, https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20181022_123445-2048x996.jpg 2048w, https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20181022_123445-740x360.jpg 740w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Foto: Rafaela Borges<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Eu finalmente consegui chegar ao interior do hotel. J\u00e1 no meu quarto, vi pela janela por cerca de meia hora a tempestade ainda forte. Havia areia voando e um barulho de vento t\u00e3o forte que, mesmo com janelas anti-ru\u00eddos, dava para ouvir nitidamente dentro do quarto.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais tarde, conversando com o pessoal do hotel, soube que esse tipo de tempestade de areia sem aviso \u00e9 comum no Bahrein, e o pa\u00eds est\u00e1 preparado para isso. N\u00e3o houve feridos, felizmente. Nem mesmo destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Apenas bagun\u00e7a. Um coquetel ao qual eu iria naquela noite foi transferido de uma \u00e1rea externa, bastante bagun\u00e7ada pela tempestade, para a interna do hotel Four Seasons. E demorei pelo menos dois dias (e uma caixa de cotonetes) para conseguir tirar toda a areia de meus ouvidos. <\/p>\n\n\n\n<p>Aquele fen\u00f4meno que veio do nada, e com o qual eu n\u00e3o estava acostumada, me assustou muito. Mais que o terremoto no Chile.<\/p>\n\n\n\n<h5>MAL PERCEBI O TERREMOTO EM SANTIAGO<\/h5>\n\n\n\n<p>Acho que o ano era o de 2012, e eu estava em Santiago com um grupo de pelo menos 100 pessoas, para o lan\u00e7amento de um autom\u00f3vel. O m\u00eas era o de maio.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu estava dormindo no segundo andar do hotel Sheraton quando fui despertada por um barulho estranho, de m\u00f3veis batendo. Alguns gritos pareciam vir do corredor. <\/p>\n\n\n\n<p>Levantei-me. O ch\u00e3o come\u00e7ou a balan\u00e7ar, como se n\u00e3o estivesse firme. E logo parou. Fui at\u00e9 o banheiro, voltei para a cama e dormi normalmente. Estava entorpecida de cansa\u00e7o. <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20190124_190708-812x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-252\" width=\"356\" height=\"449\" srcset=\"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20190124_190708-812x1024.jpg 812w, https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20190124_190708-238x300.jpg 238w, https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20190124_190708-768x969.jpg 768w, https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20190124_190708-1218x1536.jpg 1218w, https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20190124_190708-740x933.jpg 740w, https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/20190124_190708.jpg 1553w\" sizes=\"(max-width: 356px) 100vw, 356px\" \/><figcaption>Foto: Gabriel Aguiar <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Na manh\u00e3 seguinte, recebi uma liga\u00e7\u00e3o de uma amiga que morava em Santiago. &#8220;Voc\u00ea ficou com medo do terremoto?&#8221; S\u00f3 ent\u00e3o percebi o que havia acontecido na madrugada.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante o caf\u00e9 da manh\u00e3, esse era o \u00fanico assunto do grupo de 100 pessoas com as quais eu estava. Alguns nem perceberam. Continuaram dormindo. Terremotos s\u00e3o sentidos com mais for\u00e7a em andares mais altos. <\/p>\n\n\n\n<p>Uma amiga, que estava hospedada no d\u00e9cimo andar, teve total consci\u00eancia do que estava acontecendo, e entrou em p\u00e2nico. J\u00e1 havia passado por isso antes, no Jap\u00e3o. Outra, cujo quarto ficava no 16\u00ba, sentiu sua cama balan\u00e7ar. Sem saber o que estava acontecendo, olhou debaixo dela, imaginando at\u00e9 que algu\u00e9m pudesse estar ali, causando esse efeito.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi um terremoto fraco, e eu n\u00e3o me lembro da magnitude. E de curta dura\u00e7\u00e3o. N\u00e3o causou nenhum estrago em Santiago, mas houve certo abalo em outros locais pr\u00f3ximos. Ali, no entanto, felizmente foi muito mais um susto.<\/p>\n\n\n\n<h5>O VULC\u00c3O DA ISL\u00c2NDIA<\/h5>\n\n\n\n<p>Eu nunca fui \u00e0 Isl\u00e2ndia. Ainda assim, o vulc\u00e3o Eyjafjallaj\u00f6kull (tipo de nome que a gente tem de copiar e colar) me abalou. Foi em mar\u00e7o de 2010. Pela manh\u00e3 daquele dia, 11, eu estava na regi\u00e3o de La Rioja, no Pa\u00eds Basco, na Espanha.<\/p>\n\n\n\n<p>Vi na CNN que o vulc\u00e3o havia entrado em erup\u00e7\u00e3o no dia anterior, mas jamais imaginei que aquilo me abalaria. A Isl\u00e2ndia, afinal, era muito distante.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu embarquei em um voo fretado ao meio dia para Paris, de onde partiria ao Brasil. Ao chegar ao aeroporto Charles de Gaulle, veio o aviso no balc\u00e3o de check-in da Latam &#8211; \u00e0quela \u00e9poca, ainda Tam. Eles tentariam antecipar o voo, marcado para 22h30. <\/p>\n\n\n\n<p>A partir das 22h daquele dia, o aeroporto estaria fechado por tempo indeterminado. As cinzas do vulc\u00e3o foram t\u00e3o devastadoras que, soubemos depois, levaram ao fechamento do espa\u00e7o a\u00e9reo da Europa por semanas. Os voos naquele per\u00edodo se tornaram exce\u00e7\u00e3o, n\u00e3o regra.<\/p>\n\n\n\n<p>Na sala de embarque, naquela noite, diversos passageiros decidiram desistir da viagem. Isso porque, at\u00e9 o momento de decolagem, n\u00e3o saber\u00edamos se conseguir\u00edamos ou n\u00e3o. Nos pain\u00e9is do aeroporto, 90% dos voos estavam com status cancelado. <\/p>\n\n\n\n<p>Eu persisti. E fiquei duas horas dentro da aeronave, em uma fila de decolagem que at\u00e9 hoje n\u00e3o sei como funcionou, mas acredito que tenha sido \u00e0 velha maneira: pela ordem. O suspense persistiu at\u00e9 que, \u00e0s 21h55, o piloto informou que nossa decolagem estava autorizada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>LEIA TAMB\u00c9M<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul><li><a href=\"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/2020\/03\/20\/como-e-voar-na-classe-executiva-da-lufthansa\/\"><em>Como \u00e9 voar na classe executiva da Lufthansa<\/em><\/a><\/li><li><em><a href=\"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/2020\/04\/20\/filmes-que-levam-voce-a-londres-sem-sair-de-casa\/\">Filmes que levam voc\u00ea a Londres sem sair de casa<\/a><\/em><\/li><\/ul>\n\n\n<p><!--EndFragment--><\/p>\n\n\n<p>Soube mais tarde que a maioria dos voos atr\u00e1s do meu n\u00e3o conseguiram. Havia pessoas de meu grupo neles. Os passageiros passaram um belo perrengue nos dias posteriores. N\u00e3o havia vagas em hot\u00e9is pr\u00f3ximos ao aeroporto. E as companhias n\u00e3o informavam quando os voos voltariam a ocorrer, porque a situa\u00e7\u00e3o mudava a cada hora.<\/p>\n\n\n\n<p>Aos passageiros, restou ir ao aeroporto diariamente, na semana seguinte, com todas as malas, para saber se o voo partiria ou n\u00e3o. Alguns esperaram mais de uma semana de incertezas, at\u00e9 conseguirem voltar ao Brasil.<\/p>\n\n\n\n<h5>FURAC\u00c3O AMEA\u00c7OU MIAMI<\/h5>\n\n\n\n<p>Em agosto de 2011, eu desfrutava um ver\u00e3o extremamente quente em Miami. N\u00e3o havia nada errado. O mar estava infestado de \u00e1guas vivas, e consegu\u00edamos v\u00ea-las ainda na areia, olhando a \u00e1gua. Era imposs\u00edvel pensar em entrar no mar.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais tarde, houve quem associasse o fen\u00f4meno das \u00e1guas vivas com o furac\u00e3o que estava chegando. Eu, sinceramente, n\u00e3o sei se houve alguma rela\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Dois dias antes de meu voo de volta ao Brasil, surgiram informa\u00e7\u00f5es sobre a chegada de um furac\u00e3o que estava causando estragos no Caribe. A sensa\u00e7\u00e3o de p\u00e2nico foi alta e, ao menos para mim, n\u00e3o houve possibilidade de antecipar o voo de volta.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"720\" height=\"540\" src=\"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/fb_img_1587768787274.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-258\" srcset=\"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/fb_img_1587768787274.jpg 720w, https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/wp-content\/uploads\/sites\/33\/2020\/04\/fb_img_1587768787274-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><figcaption>Foto: Rafaela Borges<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>As redes de TV s\u00f3 falavam sobre isso. A n\u00f3s, s\u00f3 bastava aguardar as instru\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a do hotel \u00e0s v\u00e9speras da cat\u00e1strofe. Mas, na noite anterior \u00e0 prevista para a passagem do furac\u00e3o, radares detectaram que ele n\u00e3o chegaria \u00e0 Miami. Ficaria no mar.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda assim, poderia ter algumas consequ\u00eancias na cidade, como chuvas e ventos fortes. A recomenda\u00e7\u00e3o era de que, at\u00e9 ter certeza da extens\u00e3o dos estragos, todos ficassem no hotel.<\/p>\n\n\n\n<p>Na manh\u00e3 em que o furac\u00e3o deveria chegar, houve de fato uma chuva muito forte. Mas, para quem mora em S\u00e3o Paulo, isso nem \u00e9 motivo para se abalar. Foi mais fraca do que as tempestadas de ver\u00e3o de fim de tarde na capital paulista.<\/p>\n\n\n\n<p>No meio da tarde, o sol j\u00e1 havia aparecido em Miami. Meu voo, naquela noite, decolou normalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>O quase furac\u00e3o de Miami foi, na verdade, um epis\u00f3dio em que o terror da expectativa n\u00e3o se confirmou na realidade. O pior, ali, foi o medo do desconhecido. Mas h\u00e1 um detalhe: antes de chegar \u00e0 cidade da Fl\u00f3rida, eu estava em Nova York.<\/p>\n\n\n\n<p>Minha prima e companheira de viagem ficou em Nova York ap\u00f3s eu partir para Miami. E, no dia em que deixei e Big Apple, houve um rar\u00edssimo terremoto por l\u00e1. Bem fraco, mas ainda assim um terremoto. Talvez eu seja um para-raios de cat\u00e1strofes naturais. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foram quatro cat\u00e1strofes naturais: vulc\u00e3o, terremoto, furac\u00e3o e tempestade de areia&hellip; <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/2020\/04\/24\/quatro-catastrofes-naturais-que-abalaram-minhas-viagens\/\">Continue reading &rarr;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":36,"featured_media":251,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"spay_email":""},"categories":[14],"tags":[42,40,44,47,45,43,41,48,46],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v17.3 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Quatro desastres naturais que enfrentei pelo mundo - Viagem e Estilo<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/blog.panrotas.com.br\/viagem-e-estilo\/2020\/04\/24\/quatro-catastrofes-naturais-que-abalaram-minhas-viagens\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Quatro desastres naturais que enfrentei pelo mundo - 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