Arquivo de maio de 2011

MUNDO ANIMAL

domingo, 29 de maio de 2011

ORLANDO – Um post só com bichos. Alguns fofinhos, alguns amedrontadores. Muitos fazem parte de programas interativos nos parques da Sea World Parks, em Orlando e Tampa, na Flórida. Alguns passam uma temporada no parque, pois são encaminhados após resgates dramáticos, como tartarugas marinhas e peixes-boi, e depois voltam à natureza, quando curados. Outros nasceram em cativeiro, como as baleias orca e os guepardos, e vivem em ambientes que tentam reproduzir seu habitat. Alguns fazem parte de programas educativos e outros são treinados para se exbirem ao público, como as orcas e os leões marinhos, parte que ainda gera polêmica mundo afora. De qualquer forma, os animais que chegam diretamente da natureza, por causa de ferimentos ou mesmo por terem sido achados fora de seus ambientes comuns, têm de ser devolvidos à natureza quando em condições. Alguns nunca voltarão, como uma tartaruga que perdeu a mandíbula ou outros gravemente feridos, que ficam no “hospital” do parque.

Todos os animais que fazem parte de programas apoiados pelos parques Sea World têm pelo menos um exemplar para exibição ou programas educativos.

Em dois dias no Busch Gardens, em Tampa, e no Sea World, em Orlando, eu e mais 13 jornalistas do Brasil e mais outros tantos do mundo todo tivemos agradáveis experiências com bichos de todos os tipos. Confira abaixo. Em tempo: nunca mais coloquem brasileiros e alemães no mesmo ônibus. Pode acabar em incidente diplomático. Risos. A frase da viagem, dita por um alemão: “vocês brasileiros são muito alegres, pena que nunca chegam no horário”. Isso porque demoramos meia hora a mais para voltar ao ônibus, em um evento que, por problemas técnicos, atrasou três horas. Ou seja, eles chegaram na hora no ônibus, mas andaram apenas uma vez na montanha-russa. Nós checamos e Cheetah Hunt três vezes (é óootima). Deu vontade de cantar: “tristeza, por favor vá embora…”.

Mas esse post é sobre animais selvagens… quer dizer, sobre animais. Bom, é sobre esses caras aí embaixo… (FOTOS: EMERSON DE SOUZA, que está virando habitué em Orlando)

O fofo e grande leão marinho do Sea World com os jornalistas do Brasil

Lontrinha fofa

Calma…é só um bocejo

Tartaruga raga (se não me engano sua esp’ecie chama-se Kemps), s’o vista no Golfo do México, esperando ficar boa do joelho, para voltar ao mar

As baleias do novo show One Ocean (voltarei a ele em novo post), do Sea World Orlando

O urso polar não está nem aí pra essa história de interatividade

As arraias estão por diversas partes do Sea World e do Discovery Cove, incluindo partes de interatividade

O restaurante Sharks Grill, no Sea World, serve uma deliciosa carne de tubarão… hehe… brincadeira, calma… eles ficam em um aquário enorme que circunda o restaurante. Não sabemos se comemos ou ficamos tirando fotos. Incrível

Ops, o que isto está fazendo aqui? Esse é só decoração… Mas o Sea World tem uma atividade que inclui mergulho em uma gaiola, para se chegar bem perto dos tubarões. Fica para a próxima

O aardvark (ou bicho da terra, porco da terra, porco-formigueiro, entre outros nomes) é um dos embaixadores do Busch Gardens e está no programa educativo. Aqui, nos braços da bióloga brasileira Aline

Tatu-bola

Não sei o motivo, mas não gosto de flamingos… Meio cafonas, não? Mas aqui estão eles em momento interativo… Prefiro os pinguins, que desta vez não vi…

Girafas atacam caminhão do safári no Busch Gardens… Mas é um ataque pacífico. Elas veem o caminhão e sabem que tem comida: grandes folhas de alface que os turistas dão para elas

Agora já posso escrever pro meu amigo “girafo”. Me passou e-mail, twitter, facebook…

Os guepardos são as novas estrelas no Busch Gardens, graças à nova área que inclui a montanha-russa Cheetah Hunt e a apresentação Cheetah Run, que infelizmente, devido aos atrasos na abertura da montanha-russa, não pudemos assistir

O que eu estou fazendo em Tampa??? Australia is sooooo far away, mate

Sem piadas e caras de espanto, por favor… É que o Gabriel, que está usando crachá de Eric, foi nosso motorista no safári e quis me mostrar a cobra no evento de abertura… Peguei por educação. E depois ele me deu um gelzinho para higienizar a mão… Tudo muito civilizado. Ah, e me lembro que no Pantanal, eu coloquei uma no pescoço, tirei foto e não tinha gelzinho não… Vou procurar essa foto… Bom, prato cheio para piadinhas essa foto

Esse não pude pegar no colo…

Viagem a convite do Sea World Parks, via Delta Air Lines, com proteção GTA

UM POUCO DE SAN FRANCISCO

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Na correria de uma feira e saindo da cidade um dia antes do evento terminar, fica difícil explorar San Francisco… Mas consegui ver e rever cenários inesquecíveis. Ainda bem que já conhecia a cidade, pois assim não fica aquela ansiedade para se conhecer tudo. A cidade é linda, acolhedora e, se o frio permitir, convida a ficarmos ao ar livre. Charmosa com seus bondes, bairros e ladeiras, tem um ponto negativo que nos chamou a atenção no Pow Wow: muitos mendigos e bêbados nas ruas…

Veja abaixo alguns flashes de San Francisco.

Primeira visão da ponte, a caminho de Sausalito… tirada do ônibus em movimento.

Acima, duas fotos do parque de Muir Woods, com suas gigantescas árvores e um clima bastante agradável

A Levis nasceu em San Francisco e essa calça jeans é a mais antiga do mundo – data de 1879 – valor do seguro: US$ 150 mil

Torre do relógio no Ferry Building, que funciona como mercado, shopping e estação de barcas

Alamo Square. As sete casas em estilo vitoriano ao fundo já foram cenário para vários filmes, como O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas. São conhecidas como as Sete Irmãs. A vista a partir da praça é belíssima

Alguém deixou o primeiro sapato na Alamo Square, plantas nasceram dentro dele e virou uma mania bem criativa…

Começo do passeio de helicóptero

Passando por debaixo da Golden Gate – a hélice do helicóperto quase se confunde com a ponte

Twin Peaks, ponto mais alto da cidade, e belo mirante

Alcatraz

Viagem a convite da US Travel Association, via Delta, com proteção GTA

TIRO NO PÉ

terça-feira, 24 de maio de 2011

Estamos em San Francisco. A delegação brasileira hospedada no Hilton Union Square, na área central da cidade, perto de muitas lojas, da Union Square que dá nome ao hotel, muitos restaurantes e atrações… até o Ferry Building é uma rápida e agradável caminhada.

Não há nada errado com meu quarto no Hilton. Vou repetir. Não há nada errado com meu quarto no Hilton. Cama boa, muitos travesseiros, chuveiro eficiente, janela grande, espaço para as malas. Um quarto bom, padrão quatro estrelas, apesar de mal iluminado.

Mas não há uma pessoa que eu encontre do grupo brasileiro que não tenha alguma queixa em relação ao hotel. Cynthia Rodrigues, da Interep, está quase riscando o hotel de sua lista de vendas. Teve de trocar de quarto três vezes. E é uma expert… Como ela, vários outros reclamam do serviço, do tamanho dos quartos, do barulho que vem da rua (ou dos elevadores), da falta de cobertores e, com o que eu concordo, do lobby barulhento que mais parece uma estação de trem. Quem chega pelas entradas laterais encontra escadas e tem de descer com as malas por elas, pois não há quantidade de carregadores para tanto hóspede.

O hotel até fica perto do centro de convenções e tem boa localização, mas está marcado negativamente pelos brasileiros do Pow Wow 2011. Especialmente quem está nas torres 3 e 4.

Vou repetir: no meu quarto, tudo certo. Um quarto que não surpreende nem para cima nem para baixo. Padrão.

Acho que o Hilton deveria ouvir esses brasileros para mudar algumas coisas e essas imagens.

Mas eu sonho ainda com o dia em que os brasileiros ficarão a uma quadra do centro de convenções sem precisar usar os transfers… Há um W bem em frente ao Moscone Center, em San Francisco… Sonho meu…

O Blog Sem Reserva viaja a convite da US Travel Association, com proteção GTA, via Delta Air Lines

PARQUE DE DIVERSÕES SÉRIO

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Na sexta-feira, ainda em Atlanta (já estou em San Francisco para o Pow Wow), visitei o famoso Delta Technical Operations Center, carinhosamente chamado de TechOps, que vem a ser o Centro de Manutenção da Empresa.

Passei cerca de três horas no tour, guiado pelo excelente e simapticíssimo Wayne Kitchens, e só consegui ver menos de 10% do centro. Praticamente apenas a parte relacionada aos motores. Wayne é tão bom que, além de conhecer todo mundo e etr acesso livre a qualquer área, já chegou me cumprimentando pelos meus 20 anos de turismo e comentando sobre as 16 moedas de US$ 1 que eu havia recebido no aeroporto ao pagar por um carrinho de bagagens. Ou seja, mesmo sem falar português, Wayne tinha acessado este blog e sabia dos meus passos… Além do tour, onde me senti na Disney, fazendo aqueles tours de bastidores, ele ainda conseguiu que visitássemos um 777 que estava sendo limpo, para eu checar a nova classe executiva (eu havia experimentado a do 767-400), a classe Delta Comfort, com mais espaço que a econômica, e ainda dar uma olhadinha nas cabines que pilotos e tripulantes têm para descansar…

Sempre em um carrinho de golfe, e descendo algumas vezes para explorar o TechOps, Wayne ia explicando todos os setores, e a cada dez minutos repetia: segurança na Delta vem em primeiro lugar. Esse era seu mantra e parece ser o do lugar. Enorme (sete mil pessoas trabalham ali), mas já não dando conta de tanto serviço, tanto que a empresa passou a enviar serviços para o centro da Northwest, em Minneapolis (a Northwest e a Delta se fundiram recentemente e hoje são uma só empresa).

Quem também já está usando o TechOps é a Gol, parceria da Delta no Brasil.

Organização, processos rígidos, duas pessoas para cada checagem, altíssima tecnologia, e profissionais (a maioria homens) de carreira na empresa são as principais características da divisão, que atende mais de 150 outros clientes. Até aviões presidenciais de alguns países.

Uma visita vip, rápida, mas proveitosa, e muito divertida, por incrível que pareça. Um parque para adultos e geeks de aviação. Eu, que não sou especialista técnico em aviação, adorei. Imagina alguns aficionados que temos no trade. Confira abaixo algumas fotos.

Turbina de um 777, que estava sendo limpo. Impressionante a quantidade de coisas que os passageiros esquecem a bordo. Os funcionários da limpeza deixam tudo em cima das poltronas, para que os objetos sejam devolvidos aos donos.

Desmontando e consertando turbinas, que serão testadas depois em uma célula espetacular.

Inspeção com uma câmera na chegada e na saída da turbina. Os mecânicos viram médicos…

Turbina já na célula para ser testada

O supervisor desse departamento não estava… sem problemas, Wayne Kitchens explicou tudo muito bem.

Os mecânicos, na cestinha laranja, ficam pequenos perto da grandiosidade de um dos hangares

Wayne, que tem cerca de 1,90m, aprovou o assento da classe Economy Confort. Realmente a diferença de espaço para as pernas e do ângulo de reclinação em relação à econômica padrão é gritante.

Freios prontos para serem lavados… a máquina se chama Chicken Washer, em referência à limpeza das penas das galinhas em máquinas com processo similar.

Freios prontos para uso.

Viagem a convite da Delta Air Lines, com proteção GTA

UM BURACO NA TEMPESTADE

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Literalmente. É o que o comandante acaba de dizer. Estou a caminho de San Francisco, em um voo Delta que partiu de Atlanta há cerca de uma hora. Achei que era uma boa oportunidiade para experimentar o wi-fi da companhia. Segundo a Delta, ela é a única a ter wi-fi em toda a frota.

O processo foi simples. US$ 9,95 para usar durante todo o voo, mas há pacotes por dia, semana, mês…

Estamos bem em cima da tempestade, sacolejando razoavelmente, mas nada grave. O piloto disse que tem um gap bem no meio da tempestade, que está sobre o Estado do Texas. Passando o Texas tudo voltará ao normal. Na econômica o serviço foi suspenso, por causa do uso de carrinhos, mas aqui na primeira classe conseguimos comer. Um belo sanduíche de filé com queijo…

Estou no corredor e minha vizinha (de corredor), nervosíssima com a tempestade, navega em seu ipad (eu estou com meu Vaio mesmo). Pedi que ela tirasse uma foto minha e foi o que ela conseguiu (veja abaixo), com as mãos trêmulas.

A tempestade parece estar se distanciando. Além da foto que minha vizinha tirou, vou colocar mais três abaixo: eu e Carlos Santos, da Delta, visitando as obras do terminal F, no Aeroporto de Atlanta (vai ser o novo terminal internacional, a ser aberto daqui a menos de um ano) e duas da nova classe executiva da Delta. Opa, mais sacolejos… A visita ao QG da Delta foi excelente e renderá um bom material para o blog, o portal e o Jornal PANROTAS. Aguardem.

As fotos da Business Elite são do 777, que visitei em um tour pelo Centro de Manutenção da empresa, que merecerá outro post. A executiva que experimentei no SP-Atlanta, já com nova configuração, era de 767-400, que tem lay-out diferente, mas que também vira cama.

Terminei o post… ainda estamos sobre o Texas e o aviso de apertar cintos ainda está ligado. Pequenos sacolejos, mas pela janela vemos que estamos sobre a tempestade… Achei bom o piloto ter avisado e conversado com os passageiros. Poucos fazem isso. Que o buraco continue firme. 

Opa, as coisas são rápidas. “Blue sky ahead of us”, acaba de dizer o piloto, que agradeceu por nossa paciência. Rezar funciona hehe. E bons pilotos também. 

Daqui a 3 horas estaremos em San Francisco. Pow Wow à vista. E Marianna já deve estar me aguardando para bater perna.

Viagem a convite da Delta, com proteção GTA

1-2-1

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Atlanta, Georgia. Minha primeira parada nos Estados Unidos. Cá estou eu no Renaissance do Aeroporto de Atlanta (Hartsfield-Jackson), o aeroporto mais movimentado do mundo. Olho pela janela e vejo avião da Delta para tudo que é lado. Vista nobre: de frente para uma das pistas. No Rio, seria vista mar. Em São Paulo, vista marginais… Estou me sentindo o George Clooney naquele filme sobre as milhas aéreas…hehe. Só que aqui não acumulo milhas e eu não tenho aquele sorriso cínico. Risos.

Vou passar um dia e meio em Atlanta, cidade que já conheço (basicamente tem a Coca-Cola, a CNN e o Aquário, além de um outlet maravilhoso e de atrações em Downtown). Quer dizer, vou passar um dia e meio nesta cidade que é o Aeroporto de Atlanta.

Esperando o shuttle para o hotel contei pelo menos mais 55 hotéis que dispunham de serviço de transporte gratuito. Tinha a fila dos táxis, dos transportes divididos, das rent a car… Tem o acesso ao Marta, o metrô daqui. Tudo bem sinalizado.

Em Atlanta a gente passa pela segurança também na chegada e como em Orlando a bagagem, depois de passarmos na Imigração e Alfândega, tem de ser “redespachada”, enquanto vamos ao terminal em um “bondinho” interno. Ou seja, o processo é um pouco mais demorado.

Como estou com duas malas bem pesadas, uma cheia de Brazil Overview, que vamos distribuir no Pow Wow, em San Francisco, paguei US$ 4 por um carrinho. Coloquei uma nota de US$ 20 e vieram 16 moedas de US$ 1. Eu não lembrava que já havia moedas de US$ 1. Novinhas… Douradas… Parecendo tokens de fliperama. Vamos ver se os carregadores aceitam na volta…

Estou em Atlanta, pré-Pow Wow, para conhecer o coração da Delta Air Lines. Visitar o Centro de Manutenção, o de Treinamento, o Museu Delta e entrevistar dois vice-presidentes sobre os planos para o Brasil e para os principais mercados no mundo.

O motorista do shuttle me perguntou sobre o Brasil. E de cara mandou: você poderia me explicar brevemente por que na América do Sul só vocês falam português. Eita, aula de história em inglês. Cheguei no Tratado de Tordesilhas e ele entendeu. E, claro, elogiou as belezas da mulher brasileira e perguntou sobre os bairros construídos nos morros cariocas… Paramos no Renaissance e cá estou no quarto, ouvindo os pousos e decolagens.

Mas e o 1-2-1 do título? Claro, claro. Meu lugar no avião, voo DL-104, no horário, era o 1-A. Janela. “Vou ter de pular o cidadão do lado para ir ao banheiro”, pensei. Coisa normal, minha perna é grande mesmo.

Mas eis que me deparo com a nova configuração da Business Elite da Delta. 1-2-1. Ou seja, nada de pula-pula. O desenho dos módulos também está bem interessante, intercalando o local do assento a cada fileira. Mais privacidade, conforto (a poltrona vira uma camona…eu, desse tamanho, virei para todos os lados), amenidades… Assisti ao filme O Turista enquanto jantava e dormi umas cinco horas. Mas não tirei fotos da poltrona. Como assim? Mancada.

É que houve uma troca de assentos depois. Fui parar no 10-B porque meu sistema de entretenimento não estava funcionando. Vale destacar o excelente serviço da equipe da cabine executiva. A chefe dos comissários me chamando pelo nome a todo momento, a preocupação em resolver o problema e a solução imediata: “pegue suas coisas e venha comigo. Você não vai ficar sem ver TV”, disse ela.

Céu azul, friozinho bom… Às 11h começa meu dia de exploração da cidade que é este aeroporto. Talvez mais movimentada que o próprio centro da cidade de Atlanta.

Vista mar no Renaissance do Aeroporto de Atlanta…

Viagem a convite da Delta, com proteção GTA

OS PRÓXIMOS 20

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Olha aí, já tenho a primeira foto para os próximos 20 anos. Os diretores da Rextur e da Trend gentilmente fizeram um brinde comigo (pelos 20 anos de Turismo e PANROTAS) durante o evento de anúncio da parceria das duas empresas, no Iberostar Praia do Forte.

Os próximos 20 já começaram. E com a força do carinho e dos bons votos de todos os comentários recebidos. E das lembranças que vieram à tona. Muito obrigado.

PS.: Agora, quem achava que as especulações iam dar uma acalmada depois do anúncio oficial da parceria Rextur/Trend, se enganou. Muita gente quer entender os pormenores do acordo e outros tantos já começaram a fazer suas apostas sobre quem será a terceira empresa a entrar na parceria, na fase 2… É Cássio, serão meses movimentados…

Luppa, Luciano, Clement, Goiaci, eu, Anjos e Washington… (Cássio e Alexandre Camargo estavam treinando suas equipes nesse momento)

20 ANOS ESTA NOITE

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Eu ia escrever um post-livro, mas o tempo, como sabemos, voa. Voa tanto que lá se vão 20 anos de turismo. Há exatos 20 anos comecei a beber dessa cachaça (e olha que eu não bebo hein), no PANROTAS do Rio. E cá estou agora. São muitas histórias, pessoas, eventos, amigos, lembranças e um dia eu vou contando aos poucos. Peguei rapidamente algumas fotos que achei por acaso em uma caixa, para marcar a data. 13 de maio, meus 20 anos de turismo e PANROTAS. Dia de N. S. de Fátima. Da Libertação dos Escravos. Dos Pretos Velhos… Cinco anos do casamento de Marianna e Ricardo (beijo para os dois, pois sou um dos padrinhos e são grandes amigos)… Ou seja, há muitos motivos para comemorar… Com as fotos, pelos menos, vocês vão se divertir… Prometo procurar mais.

Eu repórter na Redação do Rio (vejam que há 20 anos já usávamos laptop…) e na foto tirada ontem, em pleno fechamento (momento estressante, por isso, deem um desconto).

Eu e Fabíola Bemfeito, que começou no PANROTAS Rio três meses depois de mim. Passou pela Abav, Disney (na época dessa foto), Transbrasil e SP Turis, mas também vai fazer seus 20 anos de turismo e PANROTAS em breve. E de mim, claro – da qual nunca desgrudou (ainda bem).

Com Pedro Mattos, então Transbrasil e hoje Grupo Águia. Amigo de 20 anos também. Saudade da barba preta…

A aviação no Rio ainda era mais forte que em São Paulo e tinha uma turma muito boa na época. Aqui, eu com Beatriz Solla, da United, que tinha uma equipe muito boa. Saudades dos amigos da aviação do Rio hein… Muitos ainda mantendo contato.

Já em São Paulo, com o Emerson (Remi), começando na fotografia… Já fomos mais magros, já tivemos mais cabelos, mas sabíamos menos…

Já em Sampa, barba ainda negra, com a Júlia, da American, uma das grandes amigas que me receberam bem na cidade…

Glauce e Maysa formaram uma ótima dupla no Rio, quando me mudei para SP…

Aqui com dois argentinos muy amigos: o patrão e mestre Guillermo Alcorta (das broncas e sermões aos elogios e à liberdade e confiança, sempre aprendendo com ele) e o saudoso Alfredo Rodriguez.

Com meu ex-chefe e irmão mais velho (sei que não parece ser mais velho, mas é), Luiz Sales, com quem aprendi (quase) tudo sobre jornalismo de turismo. Sua filha, Alice, hoje já tem 16 anos…

Com Nina Marciano… um menino…

Com Valéria e Teresa, do Armação…Desde então, amo Porto de Galinhas. E as duas

Enfim, foram algumas poucas fotos que achei na correria entre fazer a mala para Salvador (onde estou agora com os amigos da Rextur), fechar o Jornal PANROTAS (que entra no ar hoje à tarde) e coordenar um monte de coisas. Prometo procurar mais flashes antigos e organizar melhor as ideias sobre esses 20 anos… Quanta coisa mudou.

Obrigado a todos vocês que me acompanham e acompanharam desde então.

Axé!!!

PROCURAM-SE IMÓVEIS EM SAMPA

quinta-feira, 12 de maio de 2011

O centro da cidade de São Paulo esvaziou? Longe disso. Ainda é endereço nobre de grandes empresas de turismo e deve receber a presença de duas empresas aéreas muito em breve. Tanto Azul quanto Webjet procuram espaços na região para a abertura de escritórios. Querem estar mais perto do trade.

A Webjet pode ficar com o lugar hoje ocupado pela CVC no Edifício Itália. É que a operadora, incluindo a Diretoria de Vendas (DV), no Paraíso, se mudará para Santo André.

Já a Rextur está crescendo, por causa de seu plano que será lançado neste fim de semana, e já começou as obras no Edifício Itália, para onde a Ancoradouro mudou recentemente com sua operadora e onde terá também sua consolidadora, em junho. Com tudo isso, ficou quase impossível a Flytour levar a consolidação para Alphaville, não?

E vale lembrar que a Trend vagará seus andares na 7 de Abril, pois está em obras em uma sede própria na Zona Norte de São Paulo.

Os corretores estão rindo à toa…

VALORES E PREÇOS DOS RESORTS

terça-feira, 10 de maio de 2011

Pesquisa realizada pela PANROTAS com 282 agentes de viagens durante o Encontro Ancoradouro, e publicada no Jornal PANROTAS, mostrou que o principal empecilho na venda de um resort, para esses profissionais, é o preço. Eles não veem ou não sabem se há (e consequentemente não sabem passar aos clientes) valores agregados que levem o preço a esse patamar considerado caro, alto demais… Comparam com resorts no Caribe, com cruzeiros (até mesmo no Exterior), com outros tipos de viagem.

Há verdades e distorções nessa percepção (de que resort é caro demais), que não é nada boa para o segmento, que vive seus piores meses do ano – maio e junho. E com perspectivas nada animadoras, já que o inverno limita a atratividade de alguns resorts, o câmbio favorece a ida ao Exterior e o custo Brasil não favorece o barateamento dos produtos, sem queda de qualidade.

Também na pesquisa há boas imagens relacionadas ao produto resort: diversão, relax, entretenimento… tudo isso é percebido como positivo. Mas por que então o preço é impeditivo?

Alguém que compra (ou vende) os hotéis Fasano, no Rio ou em São Paulo, com diárias maiores que as dos resorts, tem dúvidas do valor que está agregado ao hotel? O problema é dos resorts em geral ou de alguns resorts, já que mesmo dentro da Resorts Brasil há uma disparidade grande de produtos (eu diria de três a cinco estrelas, mas a associação defende de quatro a cinco)? É verdade que hotéis que garantem o mix de ocupação com eventos não se preocupam tanto, já que na alta temporada de lazer sempre há público, e na baixa há os eventos…? No caso dos resorts, o corporativo não subsidia o lazer, pelo visto… pois pelo menos esses agentes de viagens do interior veem o alto preço como um entrave na hora da venda.

Sim, falta capacitação aos agentes e o turn over nas agências só dificulta o trabalho dos resorts e da entidade. Sim, nem sempre quem participa do famtour ao resort é o vendedor. Sim, o agente desconhece o leque de resorts, de nichos, de perfis, e acaba vendendo sempre o mesmo produto.

Sim, a Resorts Brasil não ajuda criando sua própria classificação e indicando os resorts para nichos específicos. Sim, a associação está mais focada nos esforços de venda que agreguem os associados, como em feiras e eventos no Exterior, mas falta um trabalho de marca, de produto mesmo (como os cruzeiros, com e sem Abremar fizeram muito bem).

Falta criatividade em alguns resorts. Falta trabalhar bem todos os canais de vendas — alguns passam por fases de “amo os agentes de viagens” a “odeio os agentes de viagens”, “amo as OTAs”, “odeio as OTASs”, quando o ideal é gostar de todos e amar o seu negócio. Falta uma política de governo que incentive o segmento. Falta um monte de coisa.

Ser visto como caro não é o problema. O mercado de luxo está em alta. O problema é o tamanho do segmento (não dá para lotar todos os resorts o ano todo com o segmento de luxo, até porque a maioria não é de luxo). O problema é o cliente ou o agente não perceberem valor no produto. Comparações com o Exterior são válidas, mas é preciso levar em conta diversas variáveis, como o câmbio, o aéreo, os destinos, resorts que são destinos, a qualidade da comida, dos serviços…

É uma questão muito complexa e estamos dispostos a esmiuçar isso. Há muito mais nuances e causas/consequências, que deverão aparecer nos comentários. Mas é um debate que precisa ser feito. Com urgência. Trata-se de um segmento importantíssimo para qualquer destino turístico. Não podemos colocá-lo em risco, seja por falta de capacitação ou falta de senso da realidade por parte dos resorts. Temos ótimos produtos e os ajustes têm de ser feitos em várias frentes.

Prometo mais reportagens sobre o tema no Jornal PANROTAS. Mais pesquisas. Mais debates produtivos.

E você? O que acha de tudo isso?