Arquivo de novembro de 2011

BRASIL TRAVEL SEDUZIRÁ GAPNET?

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A Brasil Travel, empresa que está reunindo 40 companhias de turismo para formar uma holding e abrir capital em 2012, continua seu cortejo por todo o País. Até o momento, não há nomes divulgados oficialmente, apenas uma estimativa, do presidente Paulo Castello Branco, de 35 a 40 empresas de turismo para o lançamento. Nomes como Valeverde, do Pará, Belvitur, de Minas Gerais,  Transamérica, de Alagoas, Salvatur, da Bahia, Casablanca, do Ceará, BRT, do Paraná, Rio Travel, do Rio, Paradise, do Amazonas, e operadoras como a Queensberry e a Visual 

Uma das empresas âncoras pode ser a Gapnet, uma das maiores consolidadoras nacionais. Por confidencialidade, nenhuma empresa pode falar a respeito.

Mas por que uma empresa tão bem sucedida individualmente se interessaria por fazer parte de uma holding? Além de ir para a bolsa em busca de ganhos (e só a CVC tem porte pata tal operação independente), é uma arma para concorrer com os novos grupos que estão se formando, como o liderado pela Rextur e Advance, que dividem uma parcria com a Trend e usam o mesmo sistema, o Reserva Fácil. Também está claro que cada vez mais será difícil concorrer sozinho em nosso mercado.

Ficará um último homem em pé ou o futuro é mesmo dos grupos e conglomerados?

NOVO PRESIDENTE NA CVC

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Em 27 de dezembro de 2009, com a compra pelo Grupo Carlyle de 64% de suas ações, a CVC iniciava uma nova fase. Que, como já se esperava, encerraria um ciclo de décadas. O ponto máximo do fim desse ciclo deverá ser anunciado esta semana, com a saída de Valter Patriani da presidência da operadora. Ainda não há confirmação oficial, mas conversei com diversas fontes ligadas direta ou indiretamente à CVC e segundo essas fontes tudo está sendo preparado para esta semana. Na CVC, por enquanto, silêncio.

Mas o momento, se confirmado, era esperado. Patriani, que está há 35 anos na CVC, e que tem com Guilherme Paulus uma relação que vai além do profissional ou de uma simples amizade, já sabia desde o início e deve ficar ainda um tempo no Conselho de Administração, presidido por Paulus. O próprio Paulus está “preso” à CVC por mais três anos, por contrato, e até receber todo o valor da venda. Depois, pode decidir ser “apenas” um acionista.

O anúncio, delicado e difícil, cheio de emoção e de boatos que já começam a pipocar no trade, deverá ocorrer até sexta-feira. O novo presidente já está escolhido e contratado. Já chega com a missão da abertura de capital em 2012  e para essa nova fase a CVC também deve anunciar dois novos nomes em seu conselho.

O único posto-chave do primeiro escalão que ainda não havia sido preenchido pelo Carlyle era mesmo o de presidente. O Financeiro, o Marketing, Recursos Humanos e o Jurídico já têm profissionais contratados pós-compra da CVC. Alguns diretores não se adaptaram à nova fase e acabaram saindo, como Claiton Armelin e Michael Barkoczy, que desfalcaram o time da CVC, especialmente no internacional.

A princípio nada muda no comercial atual, com Vitor Bauab e Luís Soto no comando e com total confiança de Paulus, que tem recebido ajuda do filho Gustavo no Conselho da CVC. Bauab e Soto, pelo que apurei, estão muito bem avaliados.

O anúncio para a rede deve ser feito nesta terça-feira, mas alguns representantes já sabem da possível saída de Patriani. Daí o crescimento dos rumores. Os líderes do trade também já comentam e especulam. O assunto, até o momento, está na cúpula das empresas.

Como disse, o fato é delicado, tenso, cheio de emoção, mas também um processo natural e  já aguardado. Mesmo assim, uma surpresa. Os boatos que querem acirrar ânimos e disputas só atrapalham, mas também fazem parte.

Estamos atentos e atrás de mais informações e da confirmação pela CVC, que, repito, não veio ainda. O que apurei até o momento são de fontes diversas e, juntando as peças e analisando o que já ocorreu, dá a entender que é isso o que ocorrerá.

É um momento histórico, em todos os sentidos.

BROADWAY PARA FAMÍLIAS

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

As crianças e adolescentes que já amam Nova York têm mais um bom motivo para ir à cidade com os pais e amigos. Spider-Man: Turn off the Dark, no Foxwoods Theater (na rua 42) é a mais nova aventura dos teatros da Broadway. E aventura é a principal palavra. Apesar de ser vendido como musical, incluindo canções originais de Bono e The Edge, do U2, o espetáculo vale mesmo pelas cenas de ação. O Homem Aranha e o Duende Verde duelam sobre nossas cabeças e a cada voo a plateia vai ao delírio. Uma dezena de dublês se alterna nas cenas, então é possível que o Spider-man entre por trás de um prédio e no instante seguinte saia do mezanino do teatro. A primeira cena em que ele voa sobre a plateia, aliás, é histórica.

Os cenários também são bem criativos e evocam tanto os quadrinhos, como alguns filmes e espetáculos da diretora Julie Taymor, como Across the Universe e The Lion King. Atores jovens e bonitos, figurinos coloridos e bem no espírito da história e os efeitos especiais fazem dessa aventura do Spider-Man um programa obrigatório. Mas é bom ir sabendo que Bono e The Edge ficam devendo, e muito. Esqueça as músicas (preste atenção apenas nas letras, que contam parte da história)… Ao final, você se lembrará apenas dos voos do Homem Aranha sobre sua cabeça. Para ser justo, a música das cenas de ação e as instrumentais estão muito boas e dão clima ao espetáculo… E com uma pegada U2. Vale o ingresso pois as cenas de ação são algo inédito na Broadway.

Por falar em música e programa para a família, a outra grande novidade da Broadway é Priscilla, a Rainha do Deserto. É o famoso filme australiano transposto para o palco. Não há como não gostar.

As canções são todas conhecidas, de Madonna a Gloria Gaynor, mas não há tantos efeitos como em Spider-Man ou The Lion King. A força está mesmo nas canções e nos atores, muito bons, apesar de não serem os melhores cantores do mundo. A temática, como se sabe, é gay e caricata, mas agrada a todas as gerações. E na sessão em que fui, o ator-mirim do musical roubava a cena. A coisa mais fofa, cantando com o pai, uma das drag-queens…

É daqueles espetáculos de onde saímos leves e cantando…com vontade de dançar, beijar na boca, ver apenas o lado bom da vida…

Mais um espetáculo imperdível (está no Palace Theater, em plena Times Square). Vale sair do Brasil com os ingressos na mão, pois as sessões estão bastante disputadas. Também é bom afiar o inglês, pois as piadas de Priscilla são muito boas, mas com aquele sotaque australiano que pode complicar um pouquinho. Ok, mates?

E por fim, mas não menos importante, sempre que for a Nova York vale dar uma olhadinha na programação de shows, jogos e eventos especiais. Além da Parada da Macy’s, consegui ver o show do The Cure. Três horas em que a banda repetiu, na sequência, três discos da década de 80, e ainda um último bloco só com sucessos… Just perfect (já as fotos….tsc tsc tsc)

Uma semana em Nova York (em um post)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Já fazia um pouco mais de um ano que eu não ia a Nova York (última vez havia sido em maio de 2010) e o corpo e a alma já estavam pedindo… A semana escolhida (juro que foi coincidência) foi a do Dia de Ação de Graças e da famosa Black Friday. Em resumo, a semana de compras no país.

A ideia, claro, não foi só minha: milhares de brasileiros também estavam e estão na cidade. Onde se vai, ouve-se (e muito) o português. Muita gente representante do que chamamos de “novos viajantes”, conhecendo Nova York pela primeira vez. Pagam com alegria US$ 210 para assistirem ao Rei Leão (e vale a pena), conseguem ver Cats e não acharem chato, descobrem que comer frutos do mar é barato nos EUA (e o Red Lobster é um restaurante cinco diamantes para eles, com direito a anotar no caderninho para dar dicas às amigas), compram sem pestanejar (acho que fazem plantão em lojas como Best Buy, Century 21, Macy’s…) e são incansáveis. Além de exigentes.

Um problema novo que surgiu: se os viajantes emergentes adoram carregar sacolas pelas avenidas, os mais antigos descobriram que comprar pela internet é seguro, mais barato e bem mais cômodo. Então, os hotéis estão tendo de gerenciar um novo negócio — a administração desses pacotes. O site preferido é o Amazon.com, que, como trabalha com diversos fornecedores nos EUA, envia os pedidos em pacotes separados, usando as mais diversas empresas de courier. Assim, um pedido com cinco itens pode se transformar em cinco pacotes diferentes chegando no hotel.

Um grupo de 30 pessoas já significaria, por baixo, 150 pacotes. Contando que o nome da reserva provavelmente estará diferente do nome da compra, o hotel praticamente precisa de um departamento para cuidar dessa nova demanda. Resultado: alguns estão enlouquecendo e a solução é cobrar por pacote recebido. Isso é algo que a agência de viagens tem de avisar ao passageiro, para não haver susto. O site dos hotéis já avisa da cobrança. Em alguns, ela pode ser salgada, para inibir a prática. Com isso, muitos clientes resolvem não receber alguns pacotes, pois a tarifa cobrada pelo hotel não compensa a compra. Mais um problema para o hotel resolver: se o cliente não cancelar a compra na internet, a empresa não manda buscar. Tem hotel com 600 pacotes parados, esperando solução.

São os tempos modernos e os novos problemas.

Bom, Nova York, além de tomada por turistas do mundo todo, continua vibrante, apaixonante e múltipla. Seis noites foram pouquíssimas, mas é bom sair com um gosto de quero (muito) mais. Foi também uma viagem diferente, pois fui praticamente proibido de 1) entrar na Gap; 2) entrar na internet (por isso a falta de posts); 3) assistir à nova montagem de Rent, que voltou off-Broadway; 4) ligar o ar-condicionado ou desligar o aquecimento do quarto; 5) dormir até meio dia. Hehe. Foram pequenos sacrifícios que valeram a pena.

A hospedagem foi no W Times Square, que conheci há dez anos, em sua inauguração. Continua descolado, bonito, confortável e com ótima localização, em plena Times Square.

Mas chega de só falar, deixa eu mostrar um pouco da semana para vocês…

O Empire State (visto do Top of the Rock) nas cores das Festas de Final de Ano. Uma novidade é que o Top of the Rock agora faz parte do Citypass. Vale a pena…

Um dos restaurantes do Eataly (mercado italiano na 23rd St. com a 5a Avenida). O Eataly, mais uma criação de Mario Batali, tem tudo para quem gosta de preparar massas e diversas receitas italianas e também pequenos restaurantes, que abrem para almoço e jantar.

Mais um ângulo do Eataly…

Uma loja bem interessante para quem é cliente e fã dos produtos Apple: a Tekserve, na 23rd St., entre as avenidas 6 e 7, é especialista em Apple e oferece desde a venda de produtos até reparos e consultoria…

Também na rua 23, entre as avenidas 6 e 7, estou caminhando calmamente quando leio: Maison du Macaron… Dá para resistir? Veja abaixo mais motivos para explorar esse simpático café… Ah o macaron de Baileys é sensacional…

Loja de Alexander McQueen no Meatpacking District, o mais badalado do momento… (Rua 14, lado oeste)

Depois de caminhar pelo Meatpacking/Chelsea, uma dica é explorar o Highline, antiga linha de trem que virou parque público e que agora ganhou mais um segmento e alguns bares e serviços… As cores do outono ainda estavam bem vibrantes quando visitei o parque na semana passada. Na parte da tarde choveu e esfriou…ou seja, dei sorte.

Nova loja da Disney na Times Square… Quase nos faz não sentir saudades da Virgin Megastore

Balão de Buzz Lightyear na Parada de Thanksgiving da Macy’s… Os balões são impressionantes, mas falta uma musiquinha, né… Aqui seria uma festa mais animada…

O Kung Fu Panda também apareceu na parada… ainda bem que dessa vez não me viu…

Ah, as cores do outono no Central Park…

Meu jantar de Thanksgiving, com direito a peru e molho de cranberrie, entre outras delícias, foi na casa do Márcio Alonso, da US Travel NY, receptivo de grandes operadoras em Nova York… Na foto com a Isis, Márcio sabe tudo sobre gastronomia na cidade e em breve vai compartilhar esse conhecimento com a gente

Uma boa surpresa foi ter conseguido visitar o memorial 911. É necessário fazer um cadastro antes no 9/11memorial.org, mas visitando o 9/11 Memorial Preview Site (na 20 Vesey Street) pode-se obter ingressos para o mesmo dia, dependendo da disponibilidade… A entrada é cercada de segurança, com revista e raio-X, toda hora é preciso mostrar o ingresso e há seguranças e policiais por toda a parte. Ainda é uma fase apenas do memorial, mas muito bonita… Vale sim.

QUE DUREZA

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

As férias iam ser de duas semanas, mas viraram uma, e valeram por um mês.

Voltei.

Conto tudo nos próximos posts.

Duro é voltar e ver reportagem no Fantástico sobre corrupção, agora envolvendo as primeiras-damas de diversas cidades do Brasil. Quando vamos dar um basta à corrupção? O País não vive sem o jeitinho, a gorjeta, a propina, o agrado? O Brasil não vai ser sério nunca?

Duro também é ficar dividido entre o Vasco e o Corinthians. Que dilema cruel. Nem Sofia seria capaz de resolvê-lo. Mas como os jogos finais decisivos são Flamengo X Vasco (e eu sou Flamengo, apesar de não ter uma nega chamada Teresa) e Corinthians X Palmeiras… não vou ficar em cima do muro não: torço (torcer, aliás, não é a palavra…) pelos manos, e que o Mengão faça o Vasco ficar com o vice-campeonato…

Obrigado a todos os que fizeram de minha semana uma das melhores dos últimos tempos e aos que farão dessa próxima mais uma produtiva e pensando positivo e para frente.

Boa semana a todos.

Ah sim…estive em Nova York. Eu e os novos viajantes… Estive com Priscilla e o Homem Aranha, assisti a um belíssimo show do The Cure, comi bem, andei muiiito, enchi duas malas com compras, olhei a cidade do alto e do chão, usei e abusei do metrô, comi peru no Dia de ação de graças (Thanksgiving), vivi a Black Friday… continuo amando Nova York. Mas isso conto depois. E mostro.

PS: duro também ouvir sobre violência que o Adriano Gomes, da Trend, sofreu. Graças a Deus está bem. E a bandidagem nas ruas…

MAIS UMA PARA ENTENDERMOS

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

“A Portaria 23, de 9 de novembro, institui um grupo de trabalho para avaliar a regularidade da execução, pelo Ministério do Turismo, de convênios e termos de parceria firmados com entidades privadas sem fins lucrativos.  O grupo de trabalho será composto por servidores do Ministério do Turismo (MTur)…”.  Trecho retirado do site do MTur… O grifo é meu.

O trade, a sociedade civil, o MP… deixados de lado. Normal. Para fiscalizar o MTur fica designado o próprio MTur.

Quem entender, por favor, cartas para a Redação…

ALATUR NA ABRACORP

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

As empresas são as mesmas. As pessoas são as mesmas. E eis que a Alatur ingressa na Abracorp. O que mudou? Cartas para a Redação…

DÉCADAS E DÉCADAS DE TURISMO

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Sábado passado estive no aniversário da jornalista Nina Marciano, que conheço há uns 18 anos, ainda quando era ela repórter de turismo (hoje é assessora de imprensa, dona de sua empresa de comunicação) e nessas ocasiões o assunto é o “vale a pena ver de novo” mesmo. Sem saudosismo, até porque chegamos à conclusão que estamos melhores hoje (alguns mais pesados, ok, concordo) e que passado é passado e o negócio andar pra frente.

Vejam duas fotinhos, que ficam como homenagem às seis décadas de vida da Nina. Foi um encontro gostoso.

Mais de 100 anos de turismo: Darlene Mello (o vestido um tanto curto, mas é a Darlene, né?), Andrea Ciaffone, a Daisy Ribeiro, eu (o mais guri do grupo, só 20 aninhos de turismo e 42 de vida), Nina e Ana Maria Donato…

Eu, Nina, Ana e Darlene…

MERECEMOS?

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Lá fora, chove forte. Um convite ao lar. Mas e os que têm seu lar ameaçado pela chuva forte? Ah, isso é com as autoridades. Não quero mais essa culpa. Mas quem falou em culpa, Freud? Ligo a TV. Mais um ministro dizendo que de nada sabia. Que desconhece as irregularidades de seus assessores. E que só sai abatido a bala. Há desejos que é melhor não confessar. Há sempre alguém disposto a atirar. Afinal, somos muitos e não nos conhecemos tanto.

O melhor seria um castigo exemplar. Uma mudança de paradigma. Mas a essa altura? No fim dos tempos? Não vamos evaporar em 2012? Mas e se o mundo não acabar?

O exemplo está na Rocinha ocupada? Deixaram a favela virar uma cidade, o tráfico tomar conta, mas agora é hora de dominar. Antes tarde do que nunca? Ou é só marketing? Eu acredito nesse programa do governador Sérgio Cabral, do Rio… Mas estou distante. Já estou longe da cidade há 14 anos… Tenho direito de acreditar ou não?

E tome imagens exclusivas do bandido, que já sabia dessa hora. Perdeu. Mas ele já está substituído. Só que longe dali. Só que longe das câmeras. Longe da solução do problema, que não é a Rocinha, e sim o tráfico.

Enquanto isso, nós, os loucos, falamos e vivemos de, lutamos e batalhamos por… turismo.

Eles ainda estão surdos, mas serão obrigados a nos ver. Primeiro, à distância. Depois, gigantes, como temos de ser.

Enquanto isso, vamos contando os dias do “eu não sabia”… E marcando em nosso caderninho (ou smartphones) os de “eu não mereço”.

Maravilhas, boa companhia e mãos à obra

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Temos duas das maravilhas naturais do mundo. E elas são apenas sete. Ok, ok, essas pesquisas/enquetes podem até ser duvidosas, mais sinal de patriotismo e poder econômico, mas o fato é que lá estamos, e isso nos ajuda muito. Atualmente, se é algo que não nos atrapalha já é muito. Positivo então…temos de explorar bem. Já temos o Cristo Redentor como uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo Moderno, e agora a Amazônia e as Cataratas do Iguaçu (ambos destinos divididos com outros países) estão na lista das Maravilhas Naturais.

São dois destinos que já estão no imaginário dos visistantes mundiais, segundo pesquisa feita pela Embratur para a realização do Plano Aquarela, mas que ainda sofrem com tudo o que o próprio País sofre para atrair turistas, mas também com problemas específicos, especialmente de acesso. Chegar a Manaus, portão de entrada para a Amazônia, ou a Foz do Iguaçu não é tarefa das mais fáceis. Há poucos voos e a maioria com escalas. Foz ainda se beneficia por estar mais perto do polo emissor do Sudeste e por ter uma divulgação mais clara e presente, atrações mais conhecidas, um trade que fala a mesma língua. A Amazônia é mais obscura… Poucos sabem o que tem para fazer, a variedade, a riqueza cultural, a infraestrutura existente.

Essa votação é um bom empurrão para que os dois destinos deslanchem. Curiosamente estamos junto a destinos asiáticos e a um sul-africano. É o que todos apontam como a tendência do turismo nos próximos anos. É de se comemorar sim que estejamos em tão boa companhia e de olho no futuro.

Parabéns, Amazônia, Cataratas. Parabéns, Brasil.