Recebi um email de uma amiga bem próxima, pedindo para eu confirmar o número do meu celular (não lembro bem o motivo), o qual vinha transcrito no texto do email.
Estranhei a mensagem, pois havia conversado com ela pelo celular no dia anterior, mas respondi:
“Confirmado. Tenho este mesmo número de celular há mais de 18 anos !”
Minha amiga respondeu afirmando que ela também tinha o mesmo número há mais ou menos o mesmo tempo, mas que seu marido, um dos primeiros assinantes de telefone celular do Brasil, havia aderido ao celular 1 ano antes dela…
E ela complementou: “Demorei a admitir que eu andaria com um aparelho que me colocava acessível todo o tempo. Hoje não consigo me imaginar sem ele…”
Lembrei do Artur que, volta e meia, avisa que não aderiu ao Facebook até hoje e postou em seu Blog: “…ainda não tenho Facebook, mas sei que desse ano não passo – ninguém vai inventar algo melhor, não?…”
Fiquei pensando se, assim como aconteceu com o celular e (há mais tempo ainda) com o carro a álcool, será mesmo inevitável?
“Redes sociais, um dia você ainda vai ter uma”…?!
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