Onde Viagens está em MICE, e onde MICE está em Viagens? MEU CONVITE PARA UM GRUPO POLÊMICO NO WHATSAPP E O PODCAST QUE GRAVEI PARA A SMARTRIPS

Meus caros,

Hoje vou de comunicação escrita, para relembrar os velhos tempos rs. Trago a vocês um artigo que escrevi para uma revista de Portugal sobre a interligação de Viagens e Eventos Corporativos (MICE), um convite para entrar em grupo profissional no WhatsApp e link para um podcast muito legal que gravei para a Smartrips há uns 40 dias atrás!

GRUPOS NO WHATSAPP QUE SOU O CRIADOR E MODERADOR

Criei dois grupos de Whatsapp de alto nível de discussões. Um de Benchmark somente para fornecedores do Brasil, e outro de fornecedores na América Latina (100% em espanhol).

Tem interesse em ingressar? Escreva para connect@loureiroconsultores, aos cuidados do Alan, para ele explicar o procedimento de ingresso 😉

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PODCAST SMARTRIPS

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ARTIGO VIAGENS & MICE

Embora estejam intrinsicamente conectados, os Eventos e as Viagens Corporativas ainda andam bastante separados no mundo corporativo. Os fornecedores de logística, em geral, são os mesmos (Cias. Aéreas, meios de hospedagem e agências de logística). Muita sinergia poderia ser gerada com uma gestão conjunta destas 3 categorias de fornecedores – não necessariamente tendo apenas um gestor, mas um olhar e ações conjuntas entre estes profissionais, buscando otimização e melhor aproveitamento de recursos.

Muitas empresas indicam a seus funcionários que adquiram seus bilhetes para irem a um evento nas ferramentas de reservas online (mais conhecidas como online booking tools, ou OBT), que em teoria, seriam indicadas para transient travel – ou seja, viagens corporativas individuais, e não de grupos. Nestes casos, negociações de blocos de passagens não se aplicam, pois cada colaborador segue as regras de antecedência e aplicação de descontos da Política de Viagens. O custo é debitado de seu centro de custos individual, e não da verba de Marketing (como é habitual em grupos aéreos de eventos).

Deve ser levado em consideração que estes bilhetes, então, passarão a ser contabilizados nos relatórios, orçamentos e cálculos de savings da área de Viagens, embora seu propósito final seja para participação em eventos. Aí entram os necessários Trip Reasons, que nada mais são que códigos de identificação do motivo da viagem que origina aquela reserva – no caso, a empresa deve prever, tanto em seu OBT quanto nos sistemas de atendimento dos consultores de viagens nas agências, o motivo “Eventos/Congressos/Reuniões” para ser possível depois o rastreamento dos “viajantes a eventos” e separação de volume para análises e negociações.

O mesmo motivo de viagem pode ser utilizado para o viajante justificar a não-reserva de um hotel no OBT ou via agência, pois há empresas que mesmo liberando a compra do aéreo individualizado, não deixam de negociar o bloqueio de apartamentos; ou há um hotel oficial para aquele evento, que o viajante reserva diretamente com a organização do mesmo; ou ainda algum colega seu no destino fará a reserva em caráter de hospitalidade, como um bom anfitrião. 

São muitas nuances e possibilidades nestes dois complexos mundos que às vezes se encontram. Somente especialistas com muita experiência conseguem ajudar as empresas a entenderem como e onde eles se unem e como otimizar esta união.

O que pensaM uma Secretária-Executiva E UM vencedor de leões em cannes sobre gestão de viagens e eventos corporativos (e a VIDA)?

Meus caros seguidores do blog,

Se pouco restou a fazer em nossa área, até que uma vacina eficaz chegue, espero ser um contribuinte ativo de suas vidas com conteúdo significativo. Sei que não está fácil, há muito desemprego, desesperança e angústia – mas espero que meus vídeos, meus posts escritos sejam um pequeno alento na vida de vocês.

Às vezes a gente que tem mais exposição se pergunta: “por que continuar fazendo, não vai mudar a vida de ninguém agora – as pessoas precisam de salário, comida na mesa”. E aí chega uma mensagem super carinhosa nos agradecendo pelo que fazemos, nossa doação de tempo, energia e inteligência. E entendemos que sim, o que fazemos impacta, transforma e movimenta a vida de muitos. Bom proveito!

Com todo carinho,

Fernão Loureiro.


Instagram: @fernaoloureiro

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Site: www.loureiroconsultores.com

ENTREVISTAs COM o TRAVEL EXPERT DA IBM, marcel frigeira e com hubber clemente, da hotelaria + 5 medidas da OMT

Queridos leitores, ouvintes, seguidores…

Eita, 2 entrevistas no mesmo post Fernão? Sim, porque tem sido tanta gente incrível entrevistada pro meu canal, que está difícil manter 1 por semana rsrs. São 2 horas da sua vida (1 hr por papo) que garanto que passarão voando…. vai ouvindo enquanto limpa a mesa, cozinha, faz um power point. Também tem em podcast no site loureiroconsultores.com/podcasts

E o texto de hoje, para não ficar só nos vídeos, é sobre um estudo da Organização Mundial do Turismo – falando sobre cultura e turismo.

Boas reflexões!

5 medidas da OMT para recuperação do Turismo

O Departamento de Ética, Cultura e Responsabilidade Social da OMT, em colaboração com seus parceiros internacionais com competência em cultura e turismo, definiram algumas medidas para retomar e identificar oportunidades no turismo: 🛩

1. Melhorar o intercâmbio de informações e dados entre setores para entender os impactos da pandemia e criar respostas efetivas que permitirão planos de mitigação mais focados para responder a diferentes necessidades e replicar boas práticas.

2. Lançar alianças inovadoras. Com milhões de pessoas confinadas em suas casas para desenvolver e promover experiências culturais para um público cativo. O desafio é fornecer essas experiências de uma maneira que ofereça benefícios diretos às organizações e profissionais envolvidos. Durante essa transição digital, o turismo e a cultura podem estabelecer alianças com empresas de tecnologia e o setor privado para melhorar o acesso a programas de
capacitação em cultura e turismo sustentável, disponíveis online.

3. Inspirar um futuro mais sustentável para o turismo cultural: As estratégias de marketing no turismo estão destacando expressões culturais locais e também para inspirar viagens responsáveis.

4. Fortalecer as estruturas de governança para melhor coordenação e compartilhamento de informações: esta crise é uma excelente oportunidade para construir modelos de governança intersetorial entre os principais atores do turismo e da cultura. Esses modelos devem envolver parceiros de tecnologia para criar plataformas e trocar fóruns para coordenar ações e compartilhar informações. 🤔

5. Atrair novos públicos: o setor cultural está moldando cidadãos globais comprometidos e turistas do futuro, alcançando crianças e jovens. O confinamento também pode fazer com que visitantes recorrentes e turistas culturais “idosos” apoiem a cultura com ações de patrocínio e solidariedade. 😊⠀