MADONNA E JESUS NA SAPUCAÍ

17 de fevereiro de 2010

A piada é infame, mas faltava a igreja católica proibir a presença de Madonna e Jesus na Marquês de Sapucaí. Para quem já obrigou Joãosinho Trinta a cobrir uma imagem do Cristo Redentor, não seria surpresa. Mas esse post é só para comentar a foto abaixo. Sim, foi o que consegui fazer de Madonna na Sapucaí (ainda bem que Marluce e Xande, dois fotógrafos amigos, estavam por lá e fizeram as oficiais).

Estava eu esperando a sempre atrasada Fabíola Bemfeito, para entregar sua credencial, em frente ao posto onde a Abav atende os turistas no lado par da avenida, quando vejo um tumulto na pista, no fim do desfile da Imperatriz Leopoldinense. Caiu um destaque, pensei. De repente, antes que eu pudesse ir ver o que era, eis que uma romaria acelerada vem em minha direção. Só tive tempod e tirar duas fotos de Madonna cerca de seguranças, indo em direção ao camarote da Brahma (pelo cachê de um milhão – não sei se em reais ou dólares – para sua ONG). Como a máquina, daquelas pequenininhas, de US$ 150, estava programada para tirar fotos sem flashes, o que consegui foi esse tremor aí…

Sabia que Xande e Marluce iam tirar fotos de Madonna nos camarotes, mas não resisti, pois ela passou bem ao meu lado. Parecia até sua réplica em um dos museus Madame Tussaud. Assombroso também foi ver o clone de Michael Jackson na Unidos da Tijuca, mas isso é outra história.

A verdade é que os estrangeiros (Madonna, Gerard Butler, Paris Hilton) ofuscaram os artistas nacionais. Parecia que Suzana Vieira, Paloma Duarte (quem?), Juliana Paes, Adriane Galisteu e cia. eram figurantes… Os fotógrafos registravam suas poses por obrigação, mas já sabemos quem estampará as capas das revistas…

Carnaval com Madonna, ninguém esquecerá tão cedo…

Artur Luiz Andrade

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Acreditem…é a Madonna hahahahaha

Workshop termina, mas enchete não deixa visitantes sair

3 de fevereiro de 2010

O primeiro dia do Workshop CVC 2010 terminou com balanço positivo de capacitações, número de público e negócios dentro do pavilhão do Expo Center Norte, na capital paulista. Escrevo “dentro do pavilhão” porque os visitantes que esperaram o fim da feira se depararam com mais um dia de muita chuva, alagamentos e caos em São Paulo. Os carros que estavam nas proximidades do centro de eventos ficaram submersos. As ruas das rendodezas estão intransitáveis. Os bombeiros ajudaram as pessoas que perderam seus carros debaixo d’água, mas pouco poderá ser feito com os veículos. Melhor do que falar é mostrar os estragos da chuva na capital paulista.

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LOUCO VARRIDO – E ADORÁVEL

31 de janeiro de 2010

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O cineasta Tim Burton e suas criaturas, desde a infância até sua versão de Alice no País das Maravilhas, que estreia em março em todo o mundo, estão em cartaz no Moma, o Museu de Arte Moderna de Nova York. Mas é só até o dia 22 de abril. A exposição, que ocupa o terceiro andar, uma parte do subsolo e tem peças também no lobby e no corredor de acesso ao subsolo, é sucesso absoluto de público, o que torna a visita um tanto tumultuada. Todos querem conhecer em detalhes os trabalhos de infância, os detalhes dos sucessos como Edward Mãos de Tesoura, O Estranho Mundo de Jack e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, além de filmes menos badalados, como Marte Ataca e Peixe Grande (mas não menos ótimos), além de Ed Wood, Pee Wee Hermann, Sweeney Todd, entre outras bizarrices geniais. Os personagens que deveriam ser horripilantes, causam ternura, identificação e empatia. O mundo de outcasts (dos nerds aos serial killers, dos deformados aos mágicos) de Tim Burton é uma viagem que vale a pena, no cinema, no DVD ou no Moma, mas só até abril.
Aproveite para comprar suvenires únicos, conhecer os livros de Burton, assistir a documentários e ver pôsteres de seu filme em diversas línguas. Em determinados momentos, é preciso marcar hora. E ter paciência. Vale a pena. Pena que ficamos esperando encontrar, no final, Burton vestido de Willy Wonka, mas isso não ocorre. Como seus personagens, Burton vive em um mundo à parte, e ainda bem que divide com a gente bom pedaço dele.

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Artur Luiz Andrade
Manhattan
A convite do Jumeirah Essex House

CENAS DE NOVA YORK

30 de janeiro de 2010

Em Nova York (Manhattan, a bem da verdade), não tem segredo, é bater perna e descobrir coisas, rever antigas paixões, chocvar-se e admirar-se. Sem andar pela cidade, na feito. Alguns acessos, porém, são facilitados ou indicados por moradores mais apaixonados pela Big Apple que nós visitantes. Em uma tarde acompanhei Karen Shackman e Jeff Ward, da DMC Shackman Associates (representada no Brasil pela Avant Garde, de Sidney Alonso), e descobri novas cenas nova-iorquinas e vi a cidade sob novos ângulos. Veja um aperitivo abaixo (e a matéria completa no Jornal PANROTAS, em uma das próximas edições).

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Central Park visto de meu apartamento no Jumeirah Essex House. Como diz José Montoya, diretor de Vendas do hotel e muito conhecido pelos brasileiros, é como estar hospedado na Oscar Freire, e de frente para o Ibirapuera ao mesmo tempo.

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O estilista Nicolas Putvinski, que faz fantasias para Heidi Klum e os desfiles da Victoria Secret, e que participou da sexta edição de Project Runaway, explica seu processo de criação e uma de suas especialidades: asas de anjos. Mas aqui exibe fantasia usada por Adam Lambert, ex-American Idol, em uma campanha de publicidade

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Em Chelsea, a primeira loja de Stella McCartney na cidade

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Post-it também serve como cenário para realçar os vestidos da loja Jeffrey, também em Chelsea, uma das áreas de Manhattan que estão na moda…

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Por trás dessa simples e elegante cortina de sol, o Morimoto, mais badalado restaurante japonês do momento, parte da Starr Restaurantes. Na Chestnut Street, em Chelsea

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Quem não tem grana para apreciar o sashimi do Morimoto, tem a opção “da porta ao lado”: no Chelsea Market, na The Lobster, eles são cortados na hora…veja essa megapeça de atum. E o mercado, repleto de opções gastronômicas, é um charme

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Nessa época do ano, tudo remete ao Valentine`s Day, em 14 de fevereiro. Alguns não estão nem aí…Ou fingem que

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O Buddakan, também um Starr Restaurante, é um dos mais badalados restaurantes-baladas da noite de Manhattan. Para quem gosta, como eu, de referências cinematográficas, o ensaio do casamento de Carrie Bradshaw, no filme Sex and the City, foi aqui. Outro restaurante badalado de Chelsea, para antes ou depois da Broadway, é o Ape & Arthur… Ao ladod a loja de Stella McCartney

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A vista fantástica é desse espaço para eventos secretíssimo, que Karen e Jeff guardam na manga para as mais diversas festas…

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Essa é para quem adora seu carro e quer dormir com ele. O anexo que está sendo construído é uma garagem vertical. O carro fica estacionado ao lado do apartamento do dono. E se brigar com a mulher, vai dormir no carro.

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Detalhe da suíte presidecial do Jumeirah Essex House. O hotel, aliás, é o único da cidade a ter uma curadora de arte. Vale a pena se informar sobre o que está exposto pelos corredores, lobby e demais espaços. Há peças surpreendentes.

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Em 2011, o Ground Zero, local da tragédia de 11 de setembro, completa dez anos. E até agora, esse foi o máximo que a Prefeitura conseguiu construir. Não há investidores interessados e o projeto sobre o que fazer muda a cada temporada…

ARTUR LUIZ ANDRADE
MANHATTAN
Viagem a convite do Jumeirah Essex House

O que acontece em Vegas vai para o mundo

8 de janeiro de 2010

Um dos mais conhecidos slogans de Vegas diz que “o que acontece em Vegas, fica em Vegas”. Mas não nesse caso…

Começou oficialmente hoje, dia 6 de janeiro, a maior feira de tecnologia para o consumidor final do mundo, a CES – Consummer Eletronic Show, em Las Vegas (NE), nos Estados Unidos, e depois de passar dez dias entre os meus parques de diversão/temáticos preferidos agora é minha vez de vir ao “parque de diversão” do Ricardo – meu marido e um apaixonado por tecnologia.

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Hoje foi o primeiro dia e já tivemos uma pequena amostra das novidades de grandes nomes como Microsoft, LG, Samsumg, Panasonic entre outras que ainda não conseguimos chegar – sequer saímos do primeiro e principal pavilhão, o Central. Para terem uma idéia são seis diferentes mapas da feira, quatro do centro de convenções de Las Vegas e dois que complementam a feira, nos hotéis Hilton e The Venetian.

Há três anos nós já haviamos conhecido a feira e digo que algumas mudanças aconteceram nestes anos, além claro de todo o avanço tecnológico. Ainda não tenho números do evento para, pelo menos, comparar 2009 com 2010 mas sei que tem muita gente e gente de todo lugar do mundo.

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Em 2007 o que se falava era das TVs de alta definição (HD), nos blu-rays e nos extintos HD DVD. Hoje a tendência são as TVs ultra finas, 3Ds, com acesso ao Skype,
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fala-se muito em ECO, todas querem fazer a sua parte para contribuir com o planeta. Isso sem falar dos telefones celulares, e-books, sistemas de áudio, computadores com tecnologias para jogos em 3D, processadores, máquinas fotográficas, quanto menos fio melhor… um mundo de novidades que diria que se não tivesse aqui em Las Vegas poderia dizer que é inacreditável.

Dá vontade de chegar em casa e trocar tudo o que você tem, até mesmo o que comprou a semana passada porque certamente, perto do que está aqui, já está quase fora de linha. Até o ferro de passar aqui tem um com alguma coisa diferente, passa 360º – e ainda ganham prêmio por isso, o mais importante do meio, como se fosse o Oscar.

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Se eu achava que os parques estavam cheios, aqui não está muito diferente, pelo menos neste primeiro pavilhão e neste dia. Por incrível que pareça mesmo com toda essa quantidade de pessoas, as coisas funcionam. Tudo bem sinalizado, filas organizadas, mesmo que um pouco demoradas, ficamos cerca de 30 minutos para pegar nossas credenciais na área de imprensa.

Para ir embora, quando o evento terminou às 18h, optamos por ir de monorail, tinha fila também. Cada um com seu parque de diversão, eu tenho a sorte de gostar dos dois e não ter problemas com filas, neste caso.

Amanhã tem mais.

MARIANNA ALCORTA

Boas experiências ficam sempre registradas

8 de janeiro de 2010

Durante meus últimos cinco dias em Orlando, eu, “parquemaníaca”, e o Ricardo Tsugawa, meu marido, já cansados de tanto frio e de tanta gente, ainda tínhamos os parques fora do complexo Disney. Foi quando me mudei para o Loews Portofino Bay Resort, um dos três hotéis da Universal Orlando. Chegamos no dia 2 perto da hora do almoço. Que delícia chegar e ser atendido bem, com atenção direta a você.
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Neste momento o frio já não importava mais porque o que mais queríamos era aproveitar o hotel.
No jantar, experimentamos a pizza na Splendido Pizzeria, um dos oito lugares onde é possível comer, incluindo os três principais restaurantes. Uma delícia, vale a pena e o jantar para duas pessoas, ou seja uma pizza e bebidas – fica dentro dos US$ 30 o casal. Recomendamos!
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Mas depois de uma noite bem dormida, claro que meu lado maníaca de parques com meu quarto que além da vista para o lago tinha ao fundo a nova montanha russa da Universal Studios, a Rockeit!
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Não ia permitir isso, então mesmo com o frio fora do comum para a cidade da diversão fomos lá. Confiram o vídeo com nossa ride na TV PANROTAS.
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Estar hospedada em um dos hotéis dá ao visitante dos parques (tanto em Universal Studios, que terá novidades com o The Wizarding Word of Harry Potter em breve, como em Island of Adventures) o benefício Universal Express, uma fila especial para os que compram este passe (o valor dele na bilheteria varia de US$ 26 a US$ 53, depende da época do ano, para os dois parques) ou tem a chave dos hotéis.

Isso faz com que as filas fiquem menores e ganha-se tempo para ir em mais atrações. Menos na nova montanha-russa Rockit! Que não tinha esta fila especial, e depois de passar 90 minutos na fila não dava para recomeçar.

Nos últimos dois dias, o sol apareceu, o que amenizou um pouco o frio. Terminamos os parques de Orlando e nos despedimos da nossa maravilhosa estadia no Portofino Bay.

MARIANNA ALCORTA

Voando baixo em St. Maarten

21 de dezembro de 2009

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Este é o visual que se tem do Sun Set Bar

Quer fazer um passeio super interessante em St.Maarten e não gastar dinheiro nenhum? Vá até o aeroporto Princess Juliana (Princesa Juliana), na região onde os aviões pousam. Apenas uma grade separa praia e o aeroporto. Aqui de onde estou hospedado, no Sonesta Maho Beach, é possível ver os aviões chegando pela minha janela, como acabou de acontecer novamente. A sensação de quando se vê pela primeira vez é que o avião vai cair na praia.

Porém, se não estiver hospedado no hotel, vá até a grade do aeroporto, se segure firme e espere o avião decolar. O barulho das turbinas e o vento quase jogam os turistas para trás, mas nada que machuque. Os seguranças do aeroporto alertam os turistas para sair de perto quando o avião é muito grande. Estes sim podem causar problemas. Para saber os horários em que os aviões pousam basta ir até o bar Sun Set e olhar o quadro negro com os horários. O dono do estabelecimento teve uma ótima estratégia de marketing para atrair mais pessoas. Good job!

Mais uma dica: não fique na praia enquanto o avião estiver decolando. A força das turbinas faz com que a areia voe e quando ela bate no corpo pode machucar.

Este é o tipo de experiência que não se pode ter em qualquer aeroporto do mundo.

(Gabriel Guirão)

A magia de St. Maarten

18 de dezembro de 2009

Mágica, especial, fantástica, divertida… Assim é St. Maarten. As camisetas distribuídas pelo governo local para os turistas trazem estes dizeres no peito e, realmente, resumem em poucas palavras o que é esta ilha caribenha. É incrível a quantidade de pessoas que deixam seus países para viver no destino. São brasileiros, tchecos, alemães, holandeses, franceses e jamaicanos, entre outras nacionalidades, que compõem um cenário de contrastes gritantes nos rostos que se cruzam pelas ruas, pelos barcos e pelos restaurantes. Ressalto isso porque hoje encontrei em um mesmo barco três estrangeiros de diferentes países, que deixaram família e amigos para viver em St. Maarten. Eu perguntei a todos o porquê da escolha e a resposta foi a mesma: “This is life, brother!” (Isso é vida, cara!).

Por um momento, achei aquilo loucura porque há tantos destinos no mundo para se conhecer e algumas pessoas escolhem apenas um para desfrutar o resto de suas vidas. Outra coisa que me intrigava era saber como eles ganhavam dinheiro na alta temporada. Um deles me disse que ganha aproximadamente US$ 5 mil por mês durante a alta temporada, mas, na baixa, é possível ter um salário de US$ 2 mil a US$ 3 mil tendo dois trabalhos. Porém, o esforço deles é levar os turistas para praticar snorkeling e depois diverti-los com músicas e bebidas em alto mar. Agora sim dá para entender a frase “This is life!!!”. Pouco estresse, amores de uma noite ou uma semana, muita diversão e dinheiro no bolso, que pode lhes proporcionar, no futuro, outras viagens ou novas mudanças de vida.

Aliás, este passeio é indispensável para quem visitar St Maarten. Não deixem de praticar snorkeling porque a experiência é simplesmente inesquecível. Você pode contratar serviços de diversas maneiras. Uma dica é fazer o passeio com um grupo de, pelo menos, 20 pessoas porque ele fica mais barato e mais divertido com o passar do dia. No dia de hoje estava incluso: bebidas a vontade (sucos, refrigerantes e cervejas), o snorkeling, parada em uma baía para nadar e tomar sol, lanches naturais, champagne e muita música. Nosso grupo era formado por jornalistas e agentes de viagens brasileiros, que foram convidados pela CVC e Interamerican para desbravar as belezas da ilha.

Até o próximo post. Já adianto que darei dicas sobre mais snorkeling, passeio de caiaque e, o que as mulheres mais gostam, compras.

(Gabriel Guirão)

Dinheiro na mão é vendaval

18 de dezembro de 2009

COMERCIO

Dinheiro na mão é vendaval. Para quem conhece esta música e vem para St. Maarten sabe que ela é a trilha sonora dos compradores compulsivos. Ok, realmente existem muitos produtos que podem ser comprados por preços muito mais barato do que no Brasil, mas existem as pessoas que compram qualquer coisa apenas por custar poucos dólares. O paraíso das compras do lado holandês aqui em St. Maaten é a Front Street, na praia de Philipsburg. Eletrônicos, jóias, roupas, perfumes, bebidas e calçados estão por toda parte. Porém, é preciso ter cuidado para não levar gato por lebre. Assim como em São Paulo existe a 25 de março, St. Maarten também conta com “réplicas” de produtos de marcas conhecidas.

Já no lado francês o melhor lugar para compras é em Magori Beach. No entanto, todos os preços deste lado da ilha são cobrados em euros, o que deixa alguns produtos mais caros, mas ao mesmo tempo possui o diferencial de possuir produtos que só podem ser encontrados por ali. Algumas lojas até aceitam dólar como forma de pagamento, mas é acrescido cerca de 30% ao valor do produto. Uma dica que eu acho válida para quem vem a St. Maarten é tirar um dia para pesquisar preços e efetuar as compras em uma outra oportunidade. A maioria das lojas é administrada por indianos o que torna as compras ainda mais interessantes. E vocês me perguntam: por que? Eles adoram negociar. Portanto, não se assuste se o preço de um tênis for, a princípio, US$ 120. Ele poderá ser comprado facilmente por US$ 85 ou US$ 90. E as facilidades não terminam por aí. Nas lojas de perfume, por exemplo, quando se compra o último perfume da prateleira a fragrância que está disponível para teste é dada de brinde ao cliente. Já quando o caso é aparelho eletrônico o desconto é mais difícil, mas é facilmente compensado pela cortesia de acessórios, como pendrive, tripé para câmera, capa, cartão de memória, entre diversas outras coisas que se pode pechinchar.

Não esqueça de pedir descontos ou brindes!

(Gabriel Guirão)

Aniversário no paraíso!

18 de dezembro de 2009

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12 de dezembro é uma data muito especial para mim. É neste dia que completo mais um ano de vida, entre erros e acertos. Porém, este ano a comemoração foi diferente. Estou em St. Maarten, uma ilha caribenha muito charmosa. Antes de dar mais detalhes sobre a viagem, eu ressalto: sim, a cor do mar caribenho é inacreditavelmente azul; algo inexplicável; simplesmente mágico.

Desembarquei no aeroporto Princess Juliana exatamente no dia 12, mas não tive tempo de saber quanta beleza está espalhada em cada canto da ilha porque já era noite. Estamos hospedados no Sonesta Maho Beach, que está localizado a cinco minutos do aeroporto. Na manhã do dia 13 tive a agradável surpresa de acordar, abrir a janela e me deparar com o lindo mar azul do caribe. Fiquei alguns minutos na sacada para acreditar que tudo aquilo era de verdade. Depois me dei conta que tinha me atrasado e corri para encontrar os outros jornalistas que participam da press trip, também convidados pela CVC e Interamerican.

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A ilha é dividida em dois territórios: francês e holandês, mas não há fronteiras, pedágios ou cercas que demarquem cada território. De acordo com a diretora do St. Maarten Tourist Bureau, Regina Labega, a movimentação econômica da ilha é basicamente do Turismo. Portanto, é muito comum comprar passeios andando pelas ruas.

Bom, estou aqui apenas dois dias, porém vejam abaixo algumas dicas do que eu já experimentei em St. Maarten,

Praias – Marigo, Maho Beach, Orient Beach (existe uma parte para naturistas, conhecidos popularmente por nudistas. Só pude ver os “peladões” pela janela, afinal, o passeio estava atrasado) e Philipsburg, que é a capital do lado holandês da ilha. Aliás, Philipsburg eu recomendo que se façam compras. Existem muitas lojas com preços bons, mas vale a pena pechinchar para ganhar um desconto a mais.

Restaurantes
Ocean Terrace – este é o restaurante do Sonesta Maho Beach. Se estiverem hospedados ou não, ele deve ser visitado.
Mr. Busby’s – restaurante a beira da praia com música caribenha ao vivo e cerveja Coors a US$ 1. Sugiro por lá um prato chamado Mahi Mahi Grilled. A poucos passos do deque onde é servida a comida estão cadeiras de praia e o imenso mar caribenho.
Mooi – assim como os outros, este restaurante está localizado na parte holandesa do destino. Com um conceito mais contemporâneo, os pratos tem uma apresentação muito interessante e um sabor adorável.
Green House – bem próximo da Marina, este restaurante é uma ótima pedida após a 12 Metre Regatta. Os pratos não são caros e lembram os que são servidos no nordeste do Brasil.
Temptations – Se você gosta de requinte, vá para o Temptations. Este é o restaurante mais luxuoso da ilha. A apresentação dos pratos, o atendimento e a música ambiente são fantásticos. Muito indicado para casais e famílias.

Butterfly Farm – um grupo de ingleses montou uma ONG para ajudar na criação de borboletas aqui em St. Maarten. Por lá, é possível ver diversas espécies e saber detalhes sobre onde elas estão quase extintas.

(Gabriel Guirão)