Para Park Hyatt, Luxo é Pessoal #MYLUXLIST

Luxo é uma coleção de pequenos prazeres para indulgências incomuns, específicos para cada um de nós. Com esse conceito, Park Hyatt cria uma campanha incrível, deixando claro que, para a marca, o LUXO É PESSOAL.

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Seja o pôr do sol no Park Hyatt Maldives Hadahaa, a Sala de Onyx no Park Hyatt New York, a manicurepedicure no Park Hyatt Chicago NoMI Spa, uma aula de surf privado um Park Hyatt Aviara.

A marca Park Hyatt está convidando os hóspedes, viajantes e amantes da boa comida e vinho para criar e compartilhar suas próprias listas de luxo em seus sites de mídia social favoritos (especialmente Instagram), usando #MYLUXLIST. Os usuários vão encontrar-se em uma viagem de descoberta através de experiências raras e íntimas. Para explorar o site Lista de Luxo, visite Parkhyatt.com/myluxlist.

E os embaixadores da marca também estão engajados na campanha. Você verá gerentes gerais, artistas influentes, chefs e valiosos parceiros, compartilhando suas “listas de luxo”.

Assista um dos vídeos promocionais da campanha AQUI (ou clique na foto):

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 A ideia não é incrível? Visite o site, procure a hashtag #myluxlist nas redes sociais, inspire-se, e crie algo diferente para engajar mentes e corações nas redes sociais.

Parabéns Park Hyatt….e aproveitando, estamos felizes em receber o primeiro hotel da marca no Brasil, que será inaugurado em 2017 em Foz do Iguaçu. Bem-vindo!

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Recessão, desaceleração, preocupação…Feliz 2015?

Durante os últimos dias, a palavra mais lida dos sites e jornais de notícias sobre economia é recessão, em função do PIB negativo dos últimos 6 meses, chegando a -0,6%.
O resumo parece simples: um sistema à beira do colapso por suas fraquezas internas, sem relação com a crise externa. Para os otimistas, desaceleração.

Para o governo não há recessão, e os últimos 2 semestres, de acordo com o Ministro Guido Mantega, foram somente um reflexo da Copa (sério?), crise internacional e seca.
Para os economistas, os pareceres vão de recessão profunda à técnica, podendo haver recuperação no 2º semestre, mas fechando o ano no negativo de qualquer maneira.

Entre tantas explicações, o crescimento da classe média (que passou de 38% em 2003, chegou à 54% em 2014, e chegará à 58% até 2023), é um dos fatores interessantes para analisarmos. Essa parte da população, que comprou o carro do ano, smartphone, reformou (ou comprou) a casa e viajou com nunca, agora luta para pagar parcelas, e vê seu poder de consumo sendo corroído pela inflação.

E como fica a hotelaria nesse contexto?

Bem, se o perfil do consumidor mudou, nosso hóspede mudou. Mas não é raro encontrar hoteleiros presos à mesma estratégia de anos atrás.

Não é preciso repetir que as viagens de negócios estagnaram até julho em função do futebol, e que, historicamente, o 2º semestre é sempre melhor para a hotelaria. Leia o post sobre “Pós Copa”.
Mas será que as palavras crescimento e otimismo podem ser aplicadas nesse momento, como ouvimos em algumas pesquisas do setor?

ALAGEV e ABRACORP  falam em 4% à 5,5% de crescimento. Mas com a inflação fechando em 6,29% (Fonte: Banco Central), a conta não vai fechar em 2014.

Ando muito pelo Brasil conversando com hoteleiros (de redes e independentes) e entidades da nossa indústria. Com exceção de São Paulo, o que mais ouço atualmente é preocupação com a captação de eventos, guerra de preços e super oferta de hotéis. A sensação parece ser a mesma nos quatro cantos do país: estamos correndo atrás dos resultados de um ano superestimado.

Como a atual situação do país está impactando seu negócio?

E em 2015, o que esperar?