Voando há mais de vinte anos entre o Brasil e o Cabo Verde, a TACV inaugurou ontem, dia 6 de fevereiro, seu mais novo vôo entre Paris e Fortaleza com escala em SAL. Em parceria com a Icelandair, TACV aumenta sua oferta permitindo inclusive aos clientes fazer um Stop Over em Cabo Verde e desfrutar também deste destino insular. A empresa africana fundada em 1955 se orgulha de estar entre as cinco companhias aéreas de seu continente autorizadas a voar para os EUA, garantindo assim padrões de segurança internacionais e seus planos de crescimento para a América.
Durante um agradável encontro com Pedro Santos – o comercial da TACV na França aproveitou para me contar das recentes melhorias realizadas em matéria de pontualidade e reiterar as características e vantagens dessa mais nova ligação entre a França e o Brasil:
- utilização de naves Boeing 757;
- 2 freqüências semanais para FOR – terças e sextas-feiras;
- possibilidade de conhecer dois destinos em uma só viagem;
- serviços em português;
- e tarifas competitivas são algumas das conveniências a serem aproveitadas!

Icelandair foto Alasdair McLellan
A tarifa do vôo inaugural Paris/Fortaleza foi de 599€ por exemplo.
A empresa voa igualmente para Recife e pretende voar para Salvador. Fortalecendo o Hub em Sal e graças as possibilidades de Stop Over TACV aproveitará para servir também estas cidades brasileiras com seu vôo destino à Paris. Boa notícia para uma rota com tanta demanda e tão pouca oferta.
foto TACV Juergen Lehle
Para quê? Aí a “coisa” ficou pior, o jovem achou que eu estava “respondendo” e como “sabemos” que cliente tem sempre razão, minhas explicações e defesa foram percebidas como uma agressão. Será que ele queria que eu dissesse sim você tem razão? Somos os piores mesmo! E dizer que somos os piores não me machuca o ego, mas seria um desrespeito para com meus colaboradores, atendentes, motoristas, técnicos de operações e pessoas que trabalham (sem falsa modéstia) muito bem. Chamar gente a quem você nunca viu em rede social de “piores do mundo” e colocar em jogo suas vidas ou ganha pão, na minha cartilha, chama-se simplesmente calúnia, aparentemente oriunda de uma maldade egocêntrica. O cliente tem sempre razão, mas esse senhor não era meu cliente, era só alguém impaciente e inconseqüente quanto à vida alheia. Como reagir? Bastante frustrada e confusa quanto a essa experiência, encontrei consolo nas palavras de meu colega francês, turismólogo e especialista em direitos do consumidor, François Teyssier. François não tem piedade deste “novo” consumidor a quem chama de déspota em sua crônica do jornal on-line La Quotidienne du Tourisme.
O uso generalizado de smartphones e redes sociais mudou o braço de ferro entre consumidores e profissionais.
Assim que é infeliz ou insatisfeito com algo, ele diz, mais exatamente, ele compartilha com muitas pessoas a raiva que ele sente. O que dá uma sensação de autoridade absoluta que ele usa e abusa. Certo ou errado, porque vale a pena.





