CORAGEM PARA SE JOGAR EM 2021…

Cenário nebuloso, informações desencontradas, cidadão inseguro, consumidor impactado, economia travada, governo batendo cabeça, população no limite…

Este é o cenário econômico em que atuam os empreendedores brasileiros neste início de 2021.

Não há planejamento estratégico que consiga minimamente antever cenários possíveis em um momento em que a pandemia mundial está quase completando 1 ano.

Uma pergunta (incômoda, desconfortável, desagradável até) é fundamental para estabelecermos condições mínimas para um planejamento estratégico que seja assertivo e direto ao ponto:

  • A vacinação em massa trará o resultado que todos esperamos?

Após esta pergunta respondida, as atenções voltam-se para outras 5 dúvidas, todas especificamente sobre prazos:

  1. Quando a sociedade estará imunizada?
  2. Quando as restrições ao convívio social serão flexibilizadas?
  3. Quando a população voltará a se sentir segura?
  4. Quanto tempo a economia brasileira suporta?
  5. Quanto tempo o mercado de viagens e turismo ainda resiste?

Enquanto essas perguntas não são respondidas (e somente o tempo poderá incumbir-se de respondê-las), seguimos literalmente tateando no escuro, buscando referências naquilo que acreditamos e desejamos, mesmo que distantes da realidade ácida do nosso dia-a-dia atual.

Isso tudo me lembra aquela máxima de Reid Hoffman que afirma que “empreender é se jogar de um precipício e construir um avião durante a queda”.

O mercado mundial de viagens e turismo está hoje, literalmente, construindo aviões durante a queda.

Embora ninguém duvide de que vai sobreviver…

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Luís Vabo

Entusiasta da inovação, do empreendedorismo e da alta performance, adepto da vida saudável, dos amigos e da família, obstinado, voluntário, esportista e apaixonado. Sócio-CEO Reserve Systems 📊 Sócio-fundador Solid Gestão 📈 Sócio-CFO MyView Drones 🚁 Sócio Link School of Business 🎓 Vice-Presidente Abracorp ✈️

2 thoughts on “CORAGEM PARA SE JOGAR EM 2021…

    1. Pois é, José Médici,

      Todos desejamos o retorno à normalidade, mas está ficando claro que ela não virá na mesma velocidade do impacto da pandemia no cenário econômico global.

      []’s

      Luís Vabo

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