Eu vou dedicar a quinta e última parte da minha viagem ao Pantanal a pessoas e não bichos…afinal, a viagem não aconteceria não fossem as pessoas envolvidas. E quero falar especificamente do papel do guia, porque ele é a liga de tudo e responsável pelo tempero da viagem.
Eu tenho muita experiência com os guias de safári da África do Sul, que são incríveis, sabem tudo sobre a vida selvagem e de como encontrar os animais, além de super acolhedores e simpáticos com seus grupos.
Mas um guia brasileiro sempre tem um “quê” a mais. A gente realmente sabe se relacionar como ninguém e, um bom guia brasileiro, com todo o conhecimento necessário, costuma ir além do seu “job description”. E quero falar do nosso guia nessa viagem ao Pantanal, o Fred Crema. O trabalho dele é incrível.
Não apenas sabe tudo sobre os animais e as centenas de aves, mas consegue concatenar os diferentes desejos e necessidades de um grupo heterogêneo, de países diferentes, de idades e gêneros diferentes, de forma que todos fiquem satisfeitos. Além disso, toca, canta, faz “Fred talks” sobre os animais e vira mais um integrante querido do grupo e não alguém de fora. O Fred arrasou. Ah, ele é um excelente fotógrafo também!
Graças a esses momentos criados pelo Fred, eu pude me sentir um pouco pantaneira, cantando e tocando no nosso último safári de barco no Pantanal. Foi uma despedida deliciosa, celebrada com espumante, pôr do sol, música, muita risada e alegria. Viva o Fred!








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