Vampiros e Noite Branca animam Paris em outubro.

O mês de outubro chega trazendo dias mais curtos e noites frescas. O dia dos finados, a Noite Branca e a estréia de Baile dos Vampiros lembram a tão americana festa de Halloween, de uma maneira bem parisiense é claro!

Perdoe o jogo de palavras fácil, mas a Noite Branca não passará em branco com suas diversas manifestações culturais. Os organizadores preparam um verdadeiro percurso pela cidade com instalações artísticas, esculturas interativas, espetáculos, encontros com performers, baile popular, certos parques e museus abertos até às duas da manhã ou ainda eventos que acontecerão durante toda noite. Sábado 4 de outubro. A programação é extensa e pode ser consultada no site Nuit Blanche Paris- site do evento

Enquanto isso vampiros se preparam para invadir o teatro Morgador na famosa obra de Roman Polansky, o Baile dos Vampiros, filme “culte” de 1967, transformado em musical teatral em 1997. Apresentado pela primeira vez em Paris e em francês, o musical é dirigido por Polansky e musicado por Jim Steinman e Michael Kunze. Fui dar uma olhada nos clipes e achei Total Eclypse of the Heart de Bonnie Tyler, que aliás nunca gostei, linda em francês. Verifique você mesmo se francês não é a língua mais romântica do mundo! Inicio da temporada 16 de outubro.

“Cette nuit restera éternelle” Le Bal de Vampire

E nada mais francês que umas férias para as comemorações do dia de finados. Quinze dias para a rede escolar, que voltou às aulas dia primeiro de setembro. Nenhum “treat or trick”para as criancinhas, mas muito descanso e tempo para brincar.

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Silvia Helena

Após breves passagens pela Faculdade Metodista de São Bernardo e Belas Artes de São Paulo, aos 18 anos fui estudar no Canadá, onde vivi durante 23 anos. Lá me formei em História da Arte pela Universidade de Montréal, estudei turismo no Collège Lasalle de Montréal e no Institut de Tourisme et Hôtellerie du Québec. Comecei minha carreira na área trabalhando em Cuba. Durante os anos vividos no Canadá, entre outras coisas, fui guia de circuitos pela costa leste e abri minha primeira agência de receptivo para brasileiros. Há dez anos um vento forte bateu nas velas da minha vida me conduzindo até França. Atualmente escrevo de Paris, onde vivo e trabalho dirigindo a empresa de receptivo, a Holatour.

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