Pont Neuf embalada pelo artista Christo em 1985. Neste momento ele refaz uma nova embalagem

Paris: passado inspirador, presente vibrante

É sempre muito tentador escrever sobre as atualidades parisienses — elas são inúmeras e todas de grande interesse: a Noite dos Museus, dia 23 de maio de 2026, a instalação de JR no Pont Neuf, atualmente em realização, a Parada LGBTQIA+ de Paris dia 27 de junho de 2026, o Dia da Música, em 21 de junho de 2026

Abaixo: JR homenageia o artista Christo, que em 1985 embalou o Pont Neuf como na imagem acima. Em 2026 JR cria uma caverna sobre a ponte mais antiga da capital.

Mas nem só de atualidades festivas vive o homem. Especialmente neste momento em que certos dirigentes mundiais tentam apagar atualidades e histórias menos glamorosas, em que leis proíbem livros e centros de detenção são construídos em países miseráveis para acolher imigrantes, é mais importante do que nunca lembrar fatos históricos, sobretudo aqueles que mudaram o curso da história e que, com desfechos positivos, nos mostram quantas coisas boas nós, humanos, somos capazes. E como Paris e fonte inesgotável de inspiração para essas coisas

Histórias para contar ou Boas notícias de outrora

Quero contar hoje um evento muito emocionante e bonito que começou em Paris, se alastrou pela França e mudou o século XX, transformando as condições de vida de muita gente.

Paris vibrante, como chegamos aqui

Tudo começa por meados de 1934. O poder é detido por um partido anticlerical populista de centro esquerda que ora parece se importar com a classe trabalhadora, ora compactua com a elite capitalista emergente: o Partido Radical Socialista. A situação financeira do país não é boa, a crise de 1929 ainda ronda e, apesar do desenvolvimento fulgurante trazido pela Revolução Industrial, o povo vive miseravelmente, trabalhando mais de 48 horas por semana, pago muitas vezes segundo o rendimento diário. Quantos sacos de café você embalou? Quantas câmaras de pneus costurou ou encheu? E assim por diante. Nos campos, a situação não era melhor. A insatisfação era geral.

Os partidos de esquerda eram relativamente bem representados junto ao proletariado, porém estavam fortemente divididos: socialistas e comunistas tinham convicções próprias e brigavam farouchement. Já a direita estava dividida entre monarquistas, republicanos conservadores e facções mais radicais, como a associação Cruz de Fogo, que embora detestasse judeus e imigrantes, renegava tanto a cruz nazista quanto a foice e o martelo.

Na Alemanha, um certo Hitler, no poder desde 1933 impunha seus ideais políticos duvidosos. Na França e na Europa, as tensões políticas se aceleravam. Franco assumiria o poder na Espanha em 1939, Salazar já governava Portugal desde 1932, e na Itália Mussolini estava no comando desde 1922. Enquanto Citroën, pela primeira vez na história, iluminava a Torre Eiffel, nas fábricas e nos campos a situação não parecia tão brilhante.

Como paris escapa do fascismo

É nesse cenário que os partidos comunista e socialista marcam a data para uma manifestação memorável, dia 14 de julho de 1935— duas manifestações de partidos concorrentes (SFIO e PCF- Seção Francesa da Internacional Operária e Partido Comunista Francês ). E, de repente, os dois cortejos se encontram na Praça da Nação. Após um grande momento de dúvida e tensão pairando no ar, uma explosão de fraternidade e companheirismo invade as ruas da capital. O povo parou, pensou e de repente, se abraçou, compartilhando o que seria apenas o início de uma nova revolução.

Tal demonstração de força não ficou sem reação da direita, que aproveitou para se unir e se radicalizar ainda mais, intensificando seu discurso de medo e apontando os bodes expiatórios habituais. De um lado, temia‑se uma ditadura fascista como nos países vizinhos; do outro, temia‑se simplesmente caos.

Apesar do nome, o Partido Radical não demonstrava tendências radicais nem para um lado nem para o outro — apenas para a corrupção. Envolto em um grande escândalo e desacreditado, o então presidente Camille Chautemps foi obrigado renunciar e convocar novas eleições.

Paris 1936, como o povo toma o poder

E justamente foi aquele encontro entre os dois cortejos, onde o povo decidiu se unir que permitiu sua vitória. O novo presidente Léon Blum era líder da nova Frente Popular, nascida dos abraços inesperados entre membros do SFIO e do PCF na Praça da Nação. Aquele momento de união histórica evitou que a França também entrasse para a lista de países que adotariam o nazismo como ideologia política! E, no entanto, as boas notícias não terminam ai.

Em reação à “força vermelha” eleita, e como represália autoritária, o patronato demitiu sob pretextos falaciosos os operários mais ativos e militantes. A classe trabalhadora havia ganho as eleições, mas não sentia em seu cotidiano nada que indicasse reais melhorias. Na Citroën — orgulho nacional com seu nome brilhando no monumento mais famoso da cidade — as demissões foram o estopim. Os trabalhadores pararam, mas, para grande surpresa, não foram para casa: ocuparam a fábrica. No dia seguinte, a Michelin parava. E o gesto teve efeito dominó. A França parou e, dentro das fábricas, o movimento se organizou.

Durante duas semanas, com o auxílio de comerciantes e da comunidade, a França reivindicou — e em espírito de festa.

No momento em que o novo presidente Leon Blum convidou os parceiros sociais, trabalhadores e patronado para conversar, não foi necessário muito tempo para que um dos melhores regimes de proteção social fosse criado, tanto para operários quanto para agricultores: menos horas de trabalho, primeiras férias e remuneradas! Convenções coletivas, auxílios ao campo, nacionalizações estratégicas...

Primeiras férias da classe operária na França

E quando isso aconteceu? Quando dois grupos, inspirados por ideias de igualdade e conscientes das responsabilidades tanto do Estado quanto do patronado, se juntaram para reclamar o que era simplesmente justo.

Eu costumo dizer que, neste mundo, não há coincidências: Paris é uma cidade que vibra, e quando olhamos para o passado entendemos exatamente o porquê.

Pegando Leve em Paris: O Pequeno Guia de Turismo Responsável da Capital

Turismo Responsável- Tem se falado muito sobre os esforços de Paris para se tornar uma cidade sustentável e verde.

A limpeza do Rio Sena, a oferta de água potável gratuita em diversos pontos da cidade para reduzir o uso de garrafas plásticas, a arborização de praças — como o pátio da prefeitura —, o aumento das vias cicláveis e das ruas exclusivas para pedestres são exemplos concretos dessa transformação. Os esforços são contínuos e moldam, dia após dia, a cidade do futuro — uma característica histórica de Paris, que a mantém no topo da lista das metrópoles inovadoras desde seus primórdios.

Paris oferece água potável gratuita em diversos pontos da cidade para reduzir o uso de garrafas plásticas. Bebedouro à direta da imagem.

Pegada carbono

Em visita ao Brasil e falando com amigos, me dei conta que nem todo brasileiro parece familiarizado com o conceito de pegada de carbono — o cálculo que mede o rastro de CO₂ deixado por nossas ações. Ou seja, o quanto nossos atos contribuem para a poluição. Esse é um conceito importante e amplamente utilizado na concepção da Paris do futuro.Ver Plano Clima 2024–2030 *1

Veja abaixo o gráfico com a pegada de carbono média de algumas de nossas atividades.

Considerando o impacto ambiental das viagens de longa distância de avião, você — que ama viajar e se preocupa com a natureza — provavelmente ficou até espantado, né? *2

Pegando Leve em Paris: Pequeno Guia de Turismo Responsável

Mas ainda há maneiras de curtir Paris sem culpa e, melhor ainda, colaborando com a sustentabilidade da cidade. Diria até que, nos dia de hoje, viajar de maneira responsável é a maneira mais parisiense de descobrir a capital francesa, ou seja deixando uma pegada leve de CO2.

Ônibus elétricos e caminhadas guiadas

Empresas de transporte e turismo como o passeio de ônibus Hop On Hop Off Tootbus e os cruzeiros Vedettes de Paris adotaram completamente o conceito sustentável, oferecendo experiências 100% limpas.

Além dos ônibus elétricos panorâmicos, o passeio Tootbus também oferece áudio guias com percursos para caminhadas, ideais para quem deseja explorar os bairros históricos com calma e consciência ambiental. São roteiros pensados para valorizar o patrimônio cultural e minimizar o impacto ecológico, promovendo uma autêntica conexão com a cidade. Paris Capital da Moda, A arte de Viver Parisiense, Em volta da Torre Eiffel, Emily em Paris são alguns dos temas explorados pelo aplicativo Tootbus.

Turismo Responsável- Navegando sem poluir

A companhia de cruzeiros Vedettes de Paris pode igualmente ser considerada uma empresa engajada no combate à sua pegada carbono. Membro ativo da Convention des Entreprises pour le Climat e signatária da Declaração de Glasgow sobre Ação Climática no Turismo desde novembro de 2021, a empresa logrou em 2025, a conversão elétrica de toda sua frota.

Com sede aos pés da Torre Eiffel, a empresa recebe cerca de 800.000 visitantes por ano em cruzeiros de uma hora, realizados em embarcações de escala humana com capacidade para 250 passageiros. No cais, são oferecidos espaços de restaurante e animações.

Aos pés da ponte Alexandre III, a bordo de luxuosos iates também elétricos, a empresa acolhe visitantes em cruzeiros privativos para um máximo de 12 pessoas denominados Riviera.

A descarbonização dos barcos da companhia marítima evitará o consumo de 400 000 litros de diesel por ano, ou seja, cerca de 1 250 toneladas de CO₂ anualmente (dados de 2019). Somente o barco Paris Trocadéro permitirá economizar o equivalente a 59,5 voltas ao redor da Terra em um veículo a combustão.

Cruzeiro e Alta gastronomia Responsável

Pioneiro no ramo do turismo responsável, desde março de 2018, o chef Alain Ducasse lançou o Ducasse sur Seine, o primeiro restaurante-flutuante 100% elétrico no Rio Sena. A embarcação parte do Quai de la Bourdonnais, aos pés da Torre Eiffel, trazendo uma proposta de gastronomia sustentável que une alta cozinha e tecnologia limpa.

Vans e passeios privativos  

Os operadores de vans, por sua vez, já há algum tempo foram obrigados a se adequar à uma nova regulamentação,+é e a maioria da frota automóvel que circula atualmente na cidade luz é de veículos elétricos ou híbridos. *3

Vantagens para o visitante

Além de reduzir o impacto ambiental, a experiência a bordo desses meios de transporte, são silenciosas, livre de vibrações e odores — proporcionando aos visitantes a descoberta das mais belas paisagens de Paris com seus cinco sentidos.

Assim, o visitante pode explorar Paris e, ao mesmo tempo, fazer parte da onda verde e consciente. Basta trazer seu cantil e embarcar nessa jornada através do turismo responsável pela capital francesa.


Vedettes de Paris mais imagens


Nota*1 – Plano Clima 2024–2030

Todos os anos, a cidade de Paris realiza um inventário detalhado de suas emissões de gases de efeito estufa, tanto das fontes “locais” (edifícios, transportes, aquecimento urbano) quanto das atividades “fora de fronteira” (transporte aéreo, alimentação, materiais de construção).

Entre 2004 e 2022, as emissões locais caíram 32 %, atingindo 4,72 milhões de toneladas de CO₂e em 2022, graças principalmente às renovações energéticas e à redução do tráfego automobilístico.

Para traduzir esses diagnósticos em ações, a Cidade de Paris adotou seu Plano Clima 2024–2030, que estabelece como meta a neutralidade de carbono até 2050 e visa reduzir 50 % das emissões até 2030 em relação a 2004 (segundo o site da Prefeitura de Paris). Entre as medidas-chave estão:

  • a renovação energética de edifícios públicos e privados por meio do programa Éco-rénovons Paris+ (segundo o site da Prefeitura de Paris),
  • o desenvolvimento de fontes locais de energia renovável, com o objetivo de suprir 45 % das necessidades até 2030 (segundo o Plano Clima 2024–2030),
  • a expansão da Zona de Baixas Emissões (ZFE) para restringir o acesso de veículos mais poluentes .

Os resultados desses monitoramentos são publicados anualmente no portal Paris Data, em formato open data, o que permite a cidadãos, pesquisadores e associações acompanhar a evolução da pegada de carbono e participar ativamente da transição ecológica.

Fontes: Inventário Anual de Gases de Efeito Estufa da Cidade de Paris e portal Paris Data


Nota *2 – gráfico elaborado pelo Copilot, que usou como referência um voo de longa-distância entre São Paulo (GRU) e Paris (CDG) em classe econômica. Eis os detalhes:

  • Distância aproximada (ida): 9 700 km
  • Fator de emissão considerado: 0,115 kg CO₂ por passageiro-quilômetro (média para voos intercontinentais em econômica)
  • Emissão total estimada (ida):  9700km×0,115  kg CO₂p-km≈1115  kg CO₂\,9 700 \text{km} \times 0,115\;\frac{\text{kg CO₂}}{\text{p-km}} \approx 1 115\;\text{kg CO₂}

Para o gráfico, Copilot arredondou para 1,1 t CO₂ por viagem de longa distância. ( dados sem garantias que a IA não tenha alucinado)


Nota *3O que é o Crit’Air

O Crit’Air é um sistema oficial de certificação ambiental que classifica todos os veículos (carros, motos, veículos comerciais e pesados) em seis categorias, de 0 (elétricos e a hidrogênio) a 5 (os mais poluentes), com base em critérios de emissão de poluentes atmosféricos.

Classes de emissão

  • Crit’Air 0 (verde e branco): veículos elétricos e a hidrogênio
  • Crit’Air 1 (roxo): híbridos plug-in, a gás e veículos a gasolina Euro 5/6 (pós-2011)
  • Crit’Air 2 (amarelo): a gasolina Euro 4 (2006–2010) e diesel Euro 5/6
  • Crit’Air 3 (laranja): a gasolina Euro 2/3 (1997–2005) e diesel Euro 4 (2006–2010)
  • Crit’Air 4 (marrom): diesel Euro 3 (2001–2005)
  • Crit’Air 5 (cinza): diesel Euro 2 (1997–2000)
  • Sem classificação: veículos anteriores a 1997 (muito poluentes).

Etiqueta e obtenção

Para circular em Paris, é obrigatório exibir a etiqueta Crit’Air no para-brisa. Ela é obtida online, mediante o número de registro do veículo, e vale para toda a vida útil do automóvel. O custo varia entre 3,11 € e 4,21 €, incluindo taxa de envio e taxa administrativa, e o adesivo chega em poucos dias pelo correio.

Zona de Baixas Emissões (ZFE)

A ZFE de Paris cobre todo o território dentro do anel viário da A86 (excluída).

Restrições de circulação

  • Proibidos hoje (2025): veículos sem classificação e Crit’Air 3, 4 e 5.

Penalidades

O desrespeito às regras da ZFE acarreta multa de 68 € para veículos leves e 135 € para pesados, aplicada por controle automático ou fiscalização de agentes de trânsito.

Paris para amantes de vinhos

Paris para amantes de vinhos, art de vivre & Gastronomia ou Paris para Les Bon Vivants*

Quando você pensa na França, o que lhe vem à mente? Acredito ser ponto pacífico que a Torre Eiffel é a imagem mais emblemática do país. Certamente, a Grande Dama de Ferro é um ícone universal, que evoca imediatamente a elegância e o charme da França e de sua capital.

No entanto, outras imagens surgem logo em seguida. Para os amantes da “arte de viver” ou “les bons vivants” mencionar a França é também invocar seus famosos vinhos e sua gastronomia.

De fato, a vinicultura faz parte da França, assim como a França faz parte da vinicultura. A grande diversidade de vinhedos espalhados de norte a sul do país – em regiões produtoras como Alsácia, Champagne, Borgonha, Bordeaux, Languedoc ou ainda a marítima Provença (isso para citar apenas algumas) – conta histórias de tradições e literalmente paixões através dos tempos.

parte da história FrancesA

Lembrando que já na Antiguidade, o vinho desempenhava um papel central nas sociedades grega e romana, indo muito além de suas qualidades gustativas. Entre os gregos, era um símbolo de convivência e elemento essencial nos banquetes. Além é claro, de ser a essência divina de Baco, Deus do vinho, da ebriedade e dos excessos.

Os gregos introduziram a viticultura no sul da França, especialmente na região da Provença, seis séculos antes de Cristo, trazendo diferentes variedades de uvas e técnicas de vinificação.

Os romanos, por sua vez, aperfeiçoaram essas práticas, desenvolveram rotas comerciais e expandiram a cultura da videira por toda a Gália.
O vinho era um símbolo de civilização e um instrumento para “romanizar” as regiões conquistadas. Era consumido em tavernas e utilizado como moeda de troca, refletindo sua importância econômica e social.

O vinho, nas civilizações antigas, era muito mais do que uma simples bebida: ele incorporava valores culturais, religiosos e sociais, sendo também um marcador de status e um vetor de trocas comerciais.

Vinhos: alegria, convivialidade e confraternização

Hoje, para os franceses e muitos europeus, o vinho é sinônimo de alegria, convivialidade e confraternização.

Para aqueles que visitam a cidade de Paris e desejam explorar o universo deste item essencial da cultura francesa, mergulhando em um mundo onde olfato e paladar nos transportam muito além das diversas regiões do país, a adega Les Caves du Louvre é o lugar ideal para uma visita.

As adegas, outrora ligadas ao Palácio do Louvre, convidam os amantes da gastronomia francesa a descobrir o mundo do vinho por meio de uma visita aos seus 800 m², minuciosamente decorados para proporcionar aos visitantes conhecimento e experiências enológicas inovadoras

Paris para amantes de vinhos- Caves du Louvre- Sala texte olfato
Ateliê preparaçao de vinho Paris
Local de Ateliê de Criação de Vinhos

Em espaços acolhedores e informativos todos os aspectos relativos ao vinho, desde a cultura das uvas até à degustação da bebida são explorados: tipos de uvas, solos, tipos de toneis, clima, engarrafamento, regiões, o olfato… De maneira divertida o visitante aprende e descobre informações pertinentes e interessantes sobre os variados temas.

Paris para amantes de vinhos: descoberta e saborEs

As visitas podem ser feitas com áudio guia em português pela manhã terminando em encontro com o sommelier para a degustação de três vinhos excepcionais e um bate papo e ou ainda tendo a agradável presença do sommelier durante todo percurso dando explicações, servindo os mesmos 3 excelentes vinhos e respondendo perguntas em francês ou inglês pela tarde.

O visitante pode escolher entre dois tipos de degustações de três vinhos, denominadas Visita e Degustação de Vinhos Clássicos e Visita e Degustação de Vinhos Premium.

Irwin, o simpático sommelier que acompanhou minha visita as Caves do Louvre é enólogo, formado em Vinicultura e um amante incondicional de vinhos.

Adegas em Paris Les Caves du Lovre
Especialista realiza visita guiada pelas tardes

Além das visitas com áudio-guia e visitas guiadas, as adegas Les Caves du Louvre têm parceria com os melhores artesãos franceses, proporcionando não apenas degustações de vinhos excepcionais, mas também workshops sobre harmonização de queijos e vinhos, além da oportunidade de criar a sua própria versão da bebida de Baco.

Fica a dica para um passeio repleto de descoberta e sabor em Paris!

  • Endereço: 52 rue de l’arbre sec – 75001 Paris
  • Horários das visitas sob reserva, 7/7 dias, pelas manhãs com audio-guia e pela tarde visita acompanhada em inglês e francês.
  • Horários da loja: Das 14h às 19h, de segunda a sábado
  • Metrô: Linha 1: Parada Louvre Rivoli RER A & B: Parada Châtelet Les Halles

Conheça também o Museu do Vinho em Paris

Nota * Le Bon Vivant: Ser bem-humorado, alegre, que gosta e sabe aproveitar os prazeres que a vida lhe proporciona. Diz-se da pessoa que aproveita os prazeres da vida.

Fontes: Dicio, Les Caves do Louvre, https://www.vinibalades.com, http://www.cdi-garches.com/, https://fr.wikipedia.org/