Venda direta é fria

O que diferencia os canais de venda em nosso setor, quando comparamos e avaliamos com a devida atenção o que oferecem os portais das companhias aéreas, das OTAs e as agências de viagens?

Responder essa questão é mais fácil quando a pergunta é formulada a quem mais conhece o mercado de viagens e turismo: o agente de viagens.

Pode então parecer uma resposta tendenciosa, mas é fato também que até os viajantes mais experimentados concordam: entre essas opções, somente uma é capaz de proporcionar às pessoas físicas e jurídicas o que as demais deixam a desejar. Ou seja, a melhor relação custo-benefício.

As empresas aéreas insistem em lançar tarifas promocionais, teoricamente as de menor custo, com exclusividade em seus portais. Resultado: consumidores desavisados, que optam pela compra direta, diante das várias classes tarifárias e condições comerciais que impõem diferentes regras, arcam com os prejuízos.

Para dirimirem as suas dúvidas em relação à multiplicidade de tarifas e rotas; horários dos voos, com ou sem escala; quais são as características das aeronaves, que podem influir na satisfação do viajante; como melhor aproveitar os programas de milhagem; enfim, para comprar com segurança, recorrem à consultoria de uma agência de viagens e pagam pelo serviço.

A pergunta que não quer calar e para a qual não encontramos uma resposta de bom senso é a seguinte: Afinal, porque as companhias aéreas preferem manter em seus portais tarifas teoricamente mais baratas, gerando com elas inúmeras e crescentes insatisfações aos nossos clientes e, ainda, elas preferem gastar e muito mais com SACs que não funcionam?

Quando cada um exerce seu papel com competência, a produtividade aumenta e todos ganham. Será que o pulo do gato das companhias aéreas é confundir o mercado para poder faturar com a cobrança de multas, como com as elevadas multas que cobram para remarcação, por exemplo?

Mesmo assim, não compensaria acumular os índices absurdos de reclamações que são feitos contra as companhias aéreas em diferentes órgãos de defesa do consumidor, em vários sites especializados, na imprensa em geral, nas redes sociais e, também, com maior frequência, em blogs como o nosso.

Edmar Bull

TAM e Abracorp

Dando continuidade à parceria de sucesso firmada em 2013, a Abracorp e a TAM estarão juntas novamente durante a 42ª ABAV – Expo Internacional de Turismo. Durante os cinco dias de evento, agentes de viagens de todo o país terão a oportunidade de participar de palestras com conteúdo exclusivo sobre o setor de viagens corporativas.
A sala LATAM/Abracorp, com capacidade para atender até 100 participantes, será palco para a realização de 20 palestras, cujos temas serão norteados por três pilares: profissionalismo, mobilidade e sustentabilidade. Estarão em pauta assuntos de extrema relevância para o nosso dia a dia, tais como a evolução tecnológica, as alterações nos processos de distribuição hoteleira, gestão de preço e de riscos e o impacto na comunicação das marcas a partir das mudanças no perfil do público.
Claudia Sender
No ano passado, a palestra ministrada por Claudia Sender, presidente da TAM, reuniu um expressivo número de participantes e selou a parceria firmada com a Abracorp.
A expectativa é de que um hotsite seja criado para facilitar as inscrições dos interessados em assistir ao painel, cujo link será disponibilizado no site da companhia aérea e da entidade.
O credenciamento para os agentes de viagens não associados que quiserem prestigiar a 42ª ABAV Expo é gratuito até o próximo dia 31 de julho e pode ser efetuado por meio do portal oficial do evento.
Edmar Bull

Parceria de sucesso

No dia 6 de fevereiro de 2012, o consórcio formado pelas empresas Invepar (Investimentos e Participações em Infraestrutura S.A.) e ACSA (Airports Company South Africa) foi anunciado o vencedor do leilão de concessão do Aeroporto Internacional de Guarulhos, o maior do país.
Com a assinatura do contrato foi formada a Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A., com 51% das ações pertencentes à Grupar (Grupo Invepar e ACSA) e 49%, à Infraero. Dos 51% da iniciativa privada, a Invepar tem participação de 90% e a ACSA, de 10%.
Resultado: após um ano e nove meses de obras, no dia 11 de maio de 2014, o novo Terminal de Passageiros, o TPS3, do GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo entrou em operação, com capacidade inicial para receber 12 milhões de pessoas por ano, na primeira fase. Voltado para voos internacionais, o Terminal 3 tem uma área de 192 mil m2 e conta com tecnologias e equipamentoscomparáveis aos os melhores aeroportos do mundo.
Além da capacidade empreendedora e da agilidade demonstradas, faço minha as palavras de Antonio Miguel Marques, presidente do GRU Aorport, “O Terminal 3 representa uma mudança de paradigma na infraestrutura aeroportuária do País“.
Durante a visita realizada pela Abracorp ao TPS3, no ínicio deste mês, o grupo de executivos de algumas agências associadas pode constatar que, a partir de agora, de fato a experiência do passageiro com o aeroporto é outra, principalmente em relação à eficiência operacional, qualidade dos serviços, conforto e segurança.
As imagens falam por si.
Reitero também aqui agradecimentos à Shift Mobilidade Corporativa, responsável pelo transporte do nosso grupo durante a enriquecedora visita às novas instações, renovando votos de mais sucesso à Concessionária parceira. Estamos confiantes nos bons resultados que serão alcançados com o projeto de modernização dos Terminais 1 e 2, a ser iniciado em outubro deste ano e concluído em 18 meses (no primeiro semestre de 2016) — o que, certamente, proporcionará ainda mais produtos formatados sob medida aos nossos clientes.
Edmar Bull