St Barth

Hospitalidade diversa é aposta de Saint-Barth

É bastante óbvio que a hospitalidade é parte fundamental da experiência do viajante, em qualquer lugar. Entretanto, em alguns destinos, a hotelaria tem papel ainda mais vital, sendo realmente capaz de criar uma jornada completamente diferente da que o hóspede experimentaria em outra propriedade. É o caso, por exemplo, de Saint-Barth (St.Barth, ou ainda Saint-Barthélemy), onde a hospitalidade cada vez mais diversa virou grande aposta do turismo local.

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Afinal, ali, em um território tão pequeno, bastante dependente de sazonalidade (a maior parte da ilha “fecha” para o turismo na temporada de furacões), com oferta bastante limitada de infraestrutura e mão de obra, hotéis são parte fundamental da engrenagem que faz a própria ilha francesa funcionar tão bem como destino turístico tão exclusivo quanto sustentável.

St Barth
foto: Mari Campos

Ou seja, mais do que nunca, a hotelaria pode não apenas determinar onde o turista fica, mas também quanto tempo permanece no destino, que lugares frequenta e, mais importante ainda, quanto gasta – e quanto deste investimento permanece na economia local.

Segundo levantamento de 2024, St Barth tinha então 26 estabelecimentos de hospedagem tradicional (hotéis de distintos tamanhos e estilos), somando mais de 500 acomodações no total. Quase metade dessa oferta estava concentrada em propriedades de altíssimo padrão – incluindo o único hotel palace do Caribe, o excepcional Cheval Blanc St Barth.

Esses números não consideravam a impressionante quantidade de villas privativas disponíveis para aluguel de temporada (muitas delas com serviço de alta hotelaria), um segmento que não para de crescer nesta ilha caribenha – e já soma mais de 2.500 unidades.

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St Barth
foto: Mari Campos

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Turismo controlado e planejado

As limitações geográficas de St Barth tornaram-se também um mecanismo de proteção ambiental – e isso inclui um turismo planejado e extremamente controlado. Na ilha, não existem grandes resorts com tudo incluído nem airbnbs fora de controle; a maior parte da hotelaria ali é composta por propriedades de pequeno e médio porte, e construções com mais de quatro andares não são permitidas.  

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Mas nem só de hotéis e villas de luxo vive a ilha, é claro; há também oferta de hospedagens voltada para orçamentos mais apertados, de airbnbs a cottages, espalhada pelo território. A ideia geral é que, mesmo com o turismo bastante controlado e planejado, cada vez mais gente possa de distintas origens e backgrounds possa aproveitar a mescla perfeita de belas praias, paisagens caribenhas, alma francesa e boa mesa que St Barth oferece.

A existência de pequenos hotéis, imóveis de temporada e ecolodges amplia o espectro de visitantes, permite estadias mais longas para muita gente e ajuda a manter a ocupação no destino sempre em alta. E cada viajante encontra ali seu pedacinho de paraíso.

St Barth
foto: Mari Campos

Assim, St Barth mostra cada vez mais sua pluralidade; até porque tentar reduzi-la a uma mera coleção de hotéis de luxo seria perder parte importante de sua dinâmica. Durante o ano todo, o fluxo turístico é cuidadosamente planejado e razoavelmente controlado. 

As praias bem preservadas, a enseada bem protegida e o estilo de vida discreto de seus moradores segue mais ou menos os mesmo preceitos de quando a ilha começou a pensar o turismo internacional, nos anos 1970.

Com uma permanência média geral de 5,5 noites por hóspedes em uma ilha que não dispõe de uma grande capacidade hoteleira, ocupar bem cada quarto disponível durante os meses mais importantes é decisivo.No entanto, ao contrário das demais ilhas caribenhas, Saint-Barth não compete jamais por número de visitantes; e por isso mesmo atrai um segmento cada vez mais disposto a pagar por exclusividade e sossego – inclusive brasileiros.

O Brasil, aliás, está entre os quatro maiores emissores internacionais de turistas para a ilha e os brasileiros se hospedam quase que exclusivamente em hotéis de luxo – preferência de mais de 70% dos viajantes dos EUA também. Já nos estabelecimentos mais econômicos, os próprios franceses são a maioria, ultrapassando os 34% do total de hóspedes.

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St Barth
foto: Mari Campos

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UMA ILHA CADA VEZ MAIS PLURAL

O Les Îlets de la Plage é um ótimo exemplo, e justamente tenta resgatar um pouco essa vibe do começo da atividade turística de St Barth. Não se trata de uma hospedagem econômica, mas propõe uma estadia confortável, simpática e bastante acessível em comparação com os valores praticados na maior parte da ilha.

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Instalado à beira-mar, tem apenas 12 unidades e um toque old fashion, que o faz ser adorado por franceses saudosos dos old times da ilha. Suas cottages individuais, com os típicos telhados vermelhos de St Barth, muitas em dois andares, ficam em meio a jardins ou ao longo da beira-mar e contam com cozinha (com geladeira grande, cooktop, micro-ondas, torradeira etc), living, quarto, banheiro e áreas de convivência externa bastante acolhedoras.

As quatro unidades em frente ao mar contam com deck externo privativo mobiliado, gramado e deliciosas espreguiçadeiras. Vale saber que não há academia e a pequena piscina comum esteve interditada durante toda a minha estadia por ali.

O acesso direto ao mar (é frente ao mar mas não pé na areia) pode ser feito diretamente das unidades em frente ao oceano através de escadas de madeira. Mas um dos pedacinhos mais gostosos da praia de St Jean, de águas turquesa tranquilas e cristalinas, sempre vazio, bem ao lado do aeroporto, fica a literalmente cinco minutos de caminhada – com direito a um cantinho com ombrelones e espreguiçadeiras reservado para os hóspedes.

A ideia do Les Îlets é ser um híbrido entre um hotel e um aluguel de temporada. Não há recepção 24h, concierge, nem serviço de café da manhã. Por outro lado, há cápsulas de café, leite, suco, manteiga e geleia na geladeira e todos os dias algo de uma padaria local (um croissant, um brioche ou algo do gênero) é deixado na varanda por volta das 8h da manhã. Por isso mesmo, é mais procurado por viajantes que desejam estadias mais longas.

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Cheval Blanc St Barth
Cheval Blanc St Barth. Foto: Mari Campos

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A excelência na hospitalidade

É justamente a combinação de poucos quartos, alto gasto médio, forte presença internacional, grande peso da hotelaria de luxo e uma camada menor de hospedagens independentes que faz de St. Barth um caso tão peculiar no Caribe: um destino que vive do turismo mas não depende de grandes volumes para sustentar sua economia.

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Talvez por isso mesmo a hotelaria de luxo sempre tenha feito tanto sucesso em St Barth, e siga se reinventando, mesmo quando a ocupação bate recordes. É também graças a essa excelência em hospitalidade que a ilha é capaz de arrecadar mais de €15 milhões em taxa turística por temporada – equivalente a 5% do valor líquido da diária, essa arrecadação arrecadado financia a manutenção de estruturas turísticas, infraestrutura, entretenimento e a própria promoção do destino.

É em St Barth que fica o único hotel com distinção palace de todo o Caribe: o irrepreensível Cheval Blanc St-Barth, única propriedade hoteleira a ocupar a paradisíaca praia de Flamands.

Nesse ecossistema privilegiado, hotéis como Eden Rock (que, além de seu delicioso restaurante à beira-mar, agora é pioneiro a oferecer tratamentos de K-Beauty em seu premiado spa, ambos sempre abertos também para não hóspedes), Rosewood Le Guanahani (que acaba de lançar uma coleção cápsula de beachwear com o artista Daniel Dugan, cujas obras de arte feitas especialmente para o hotel também ilustram agora diversos ambientes da propriedade), o clássico Fouquet’s St-Barth, Le Sereno (que reabrirá totalmente renovado), o encantador Le Manapany, o suntuoso Le Toiny ou o adorável hotel boutique Tropical St Barth se tornaram muito mais do que meros endereços de hospedagem.

São essas propriedades que ajudam majoritariamente a sustentar um modelo turístico de muito sucesso há tantas décadas, baseado em baixa densidade de visitantes, gasto per capita elevado e alto consumo em serviços, gastronomia, experiências e varejo local.

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St Barth
foto: Mari Campos

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Queridinho dos brasileiros

Como quarto maior emissor internacional de turistas para a ilha, o Brasil passou a ser um dos principais focos de promoção turística de St Barth. Com um adendo importante: além de gastar bastante em serviços, restaurantes e lojas no dia-a-dia no destino, o brasileiro que viaja à ilha francesa se hospeda majoritariamente em hotéis de alto luxo.

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Embora brasileiros sejam figurinha fácil em todos os hotéis de primeira linha em St Barth, o queridinho nacional das últimas temporadas segue sendo o charmoso Le Barthélemy. O português virou idioma tão frequente entre os hóspedes por lá que parte do staff já arranha algumas palavras, entende fácil os vícios de linguagem e já está totalmente acostumado aos hábitos e preferências desse hóspede.

Localizado à beira-mar na bela praia de Grand Cul-de-Sac, uma das mais bonitas da ilha, frequentemente visitada por tartarugas marainhas e baby sharks, o Le Barthélemy é uma propriedade 100% pé na areia e totalmente voltada para o descanso e o prazer.

Perfeitamente adaptado também a famílias com crianças pequenas, tem acomodações muito espaçosas, todas com excelentes banheiros, varanda privativa e vista para o mar, os jardins ou a lagoa. Algumas contam com plunge pool privativa e as mais disputadas são suites duplex com acesso direto à praia.

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As amenidades de higiene são da Diptyque, mas há tantas amenidades de outros gêneros que fica difícil computar todas elas. Algumas são lindamente ofertadas dentro de uma nécessaire pensada para o hóspede levar para casa. Há bolsa de praia, chinelos para quarto e praia, saquinhos customizados para roupa de banho molhada e vários outros mimos.

Há uma tecla no telefone específica para pedir champagne, que chega em poucos minutos, geladinha, em um case de madeira lindo, feito sob medida, para manter a bebida na temperatura ideal por mais tempo.

Há restaurante interno e pé na areia (o delicioso café da manhã é um serviço híbrito buffet + à la carte), uma bela piscina, vários lounges, dois bares, mesas de jogos ao ar livre e um excelente spa La Mer, imperdível. Tudo a cara da joie de vivre de St Barth.

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Radisson BLU Zurich Airport

Review: Radisson Blu Zurich Airport

Convenhamos: não é tarefa nada fácil encontrar um bom hotel de aeroporto. Hotéis convenientes para passageiros em trânsito há vários. Mas um bom hotel, que seja também bastante confortável e com serviço realmente primoroso, para bem além da conveniência, anda bastante raro. E é nisso que o Radisson BLU Zurich Airport se destaque.

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Embora as conexões com a SWISS sejam geralmente rápidas, esse dinamismo nem sempre é garantido: na minha viagem de julho ao Ártico, com conexão na Suíça, tive escalas imensas entre meus voos. E tive ainda um dos voos cancelados, o que acabou me fazendo estender ainda mais minha estadia.

Radisson BLU Zurich Airport
foto: Mari Campos

O Radisson BLU Zurich Airport, literalmente anexo ao terminal de desembarque do aeroporto internacional de Zurique, foi o endereço certeiro para poder descansar, me recompor e ainda servir de base para ver um pouquinho da cidade entre voos.

O hotel é muito bem resolvido. Seus quartos são definitivamente maiores e mais confortáveis do que o estereótipo desse tipo de propriedade, e com bom isolamento acústico, mesmo estando ao lado da pista.

Seja para reservar apenas para day use (é beeeeem melhor que qualquer sala vip do aeroporto) ou para fazer de fato um pernoite, o Radisson BLU Zurich Airport é conveniente: basta atravessar a rua para encontrar uma das portas de acesso do aeroporto.

Radisson BLU Zurich Airport
foto: Mari Campos

Aliás, mais que isso: para o inverno e para os dias chuvosos, há uma passagem pelo subsolo que sai diretamente do lobby do hotel, com direito a escadas rolantes, e nos leva diretamente ao coração do quiosques de check-in.

Além disso, o aeroporto é conectado em trem em meros minutos ao centro histórico de Zurique. Ou seja: além de chegar ao hotel em poucos passos, dá para tomar um bom banho, descansar um pouco, pegar o trem, passear e comer na cidade e voltar para o hotel

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Radisson BLU Zurich Airport
foto: Mari Campos

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Como é se hospedar no Radisson BLU Zurich Airport

A hospedagem no Radisson BLU Zurich Airport é uma forma bastante suíça de resolver esses perrengues de conexão: com precisão, eficiência e o mínimo de atrito. Funciona como uma perfeita e charmosa extensão do próprio terminal do aeroporto para quem está em conexão e é boa ideia também para quem precisa estar no aeroporto bem cedinho – inclusive pelo bom serviço de café da manhã, muito bem organizado e variado, que ele tem.

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O café da manhã é servido em formato buffet, com opções quentes e frias, além de uma estação de omeletes preparada na hora, a partir das 6h30 da manhã. Ao lado do restaurante, há um micro mercado estilo Grab & Go para quem chega muito tarde ou sai de madrugada para o aeroporto.

O hotel, aliás, conta com um ótimo restaurante – o Filini, dedicado à cozinha italiana -, que funciona também para almoço e jantar, e é daquele tipo que a gente não espera encontrar num hotel de aeroporto. Abre cedo para o jantar, a partir das 18h, e dá gosto jantar ali, mesmo que rapidamente – a comida é boa e o serviço é excelente.

Se você chega muito cansado, pode desembarcar, atravessar os corredores internos até o hotel, fazer check-in, tomar banho, jantar, uma boa taça de vinho e dormir, tudo bem rapidamente. Ou, para um voo muito cedo, acordar, tomar café da manhã cedinho, pegar a mala e caminhar rapidamente até o check-in.

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Com décor bem contemporâneo, há também um grande bar no gostoso lounge – enorme, com interior “vazado” como um átrio gigantesco no edifício, e com ótimas áreas de trabalho -, sauna e academia.

O Radisson BLU Zurich Aiport tem mais de 300 acomodações, mas nem por isso nos dá a sensação de estar lotado. Para os fanáticos por aviação: certifiquem-se de pedir na reserva por um quarto ou suíte com vista para a pista de pouso. Todas elas têm água, café e chá cortesia e bom isolamento acústico, mesmo estando ao lado de uma das áreas aeroportuárias mais movimentadas da Europa.

E o melhor: tem um excelente serviço, da recepção ao restaurante. Deixo inclusive registrada aqui a importância do atendimento gentil e atento do gerente noturno. Dos melhores hotéis de aeroporto que já conheci.

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Caiman Pantanal

Review: Casa Caiman, Pantanal

Acordar cedinho, sair com o dia ainda escuro, e passar a manhã procurando onças e outras espécies pantaneiras, entre paisagens exuberantes. Isso é parte da rotina diária de quem se hospeda na Casa Caiman, a propriedade que deu origem ao complexo da Caiman Pantanal, hoje um exemplo internacional de turismo sustentável.

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Localizada no município matogrossense de Miranda (a 237 km a oeste de Campo Grande) e fundada por Roberto Klabin em idos de 1985, a fazenda Caiman abrange hoje 52.400 hectares, incluindo áreas de pastagem, uma reserva legal de 10.621 hectares, uma RPPN e o IMARK (Instituto Maria Angela e Roberto Klabin, criado em 2024).

Caiman Pantanal
foto: Mari Campos

É em meio a tudo isso, e servindo de base também para projetos ambientais primorosos como o Onçafari (que completa 15 anos neste mês de agosto), que a Caiman Pantanal (membro da BLTA e Xodós do Brasil) trabalha pela conservação ambiental e cultural através do turismo.

A propriedade acaba de inaugurar sua primeira unidade voltada ao turismo de luxo, a Villa Cordilheira, uma elegante villa totalmente suspensa sobre palafitas, com sete suítes e muito conforto, que deve ser reservada por inteiro – e oferece todos os serviços feitos de forma privativa.

Tem ainda a Villa Baiazinha, que também deve ser reservada por inteiro, mas passa a maior parte do ano “bookada” por operadores internacionais de turismo ecológico e observação de vida selvagem.

Mas é justamente na Casa Caiman – que já foi um dia casa do próprio Klabin – que a maioria dos hóspedes, sejam brasileiros ou estrangeiros, conhecem o jeito Caiman de receber, bem no coração do Pantanal. Foi ali, no complexo com hoje 18 acomodações espalhadas em duas sedes localizadas em meio a muito verde, que a propriedade começou o exercício de sua vocação para a hospitalidade.

Em comum, todos esses três modelos de hospedagem turística incluem nas diárias pensão completa e safáris compartilhados – além da possibilidade de também fazer outras atividades na região, como canoagem, caminhadas, focagem noturna e cavalgadas, algumas delas mediante pagamento de taxa extra.

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Caiman Pantanal
foto: Mari Campos

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Como é se hospedar na Casa Caiman

No total, são 18 acomodações espalhadas pelos dois sobrados que compõem a Casa Caiman. Entre elas, há uma grande piscina com espreguiçadeiras, além de redes, academia, sauna, lounges internos e externos, livings, restaurante, bar.

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As acomodações da Casa Caiman estão divididas em três categorias, mas todas com bastante espaço, ar-condicionado e banheiro privativo. A Suíte Master é a maior de todas elas e conta também com espaçoso living, walk-in closet e um belo terraço privativo. Senti falta apenas de mais amenidades de higiene (há apenas sabonete, hidratante, shampoo e condicionador) e de outras amenidades em geral, como chinelinhos de quarto.

A hospedagem na Casa Caiman inclui sempre pensão completa, com todas as refeições servidas invariavelmente em sistema buffet – mesmo quando feitas fora da casa. Aliás, mesmo na nova villa Cordilheira, mais luxuosa e com mais inclusões nas diárias, as refeições também são todas sempre buffet. Água e suco durante a refeição estão incluídos, assim como café e chá.

Há também um pequeno serviço de café da tarde antes das atividades vespertinas, e as duas casas têm também um lounge onde há permanentemente café espresso, água e chá para os hóspedes se servirem livremente, como cortesia.

Não há recepção 24h – mas um membro do staff fica de plantão durante a noite e pode ser acionado por telefone ou whatsapp (seja para emergências ou simplesmente para retirar da acomodação alguma pererequinha ou inseto maior que esteja incomodando).

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Geralmente, são oferecidos na Casa Caiman, como parte das inclusões, dois safáris diários, sempre guiados por uma dupla de guias (os meus, Renato e Tiago, foram excelentes) que conhecem a região como a palma de suas mãos, com pelo menos um deles falando também inglês.

Prepare-se para ver uma profusão de aves das mais variadas espécies e tamanhos, muitos répteis, grandes insetos e também grandes mamíferos como capivaras, os belíssimos cervos-do-pantanal, as furtivas antas, tamanduás e, claro, com sorte, onças pintadas (consegui ver 9 indivíduos, entre adultos e filhotes, ao longo dos meus dias por ali).

Alguns dos safáris podem ser eventualmente substituídos, a pedido dos hóspedes e dependendo da época do ano e das condições climáticas, por outras atividades, como safáris à pé ou canoagem.

As estadias também incluem a possibilidade de participar, dependendo dos dias da semana, do Café da Manhã Pantaneiro, do jantar sob as estrelas e de uma noite do churrasco, todas realizadas fora da Casa. E ainda um sundowner durante um dos safáris vespertinos.

Programas exclusivos de rastreamento de onças-pintadas com o time do Onçafari, passeios com a equipe do AraraAzul ou passeios a cavalo pelo Pantanal, por exemplo, também podem ser reservados – mas têm custo adicional.

As estadias costumam ter períodos mínimos pré-determinados de 3 ou 4 noites, especialmente na alta temporada
(junho a setembro), com os hóspedes chegando às quintas-feiras ou domingos.

Importante: leve repelente contra insetos, em qualquer época do ano – você definitivamente vai precisar.

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Caiman Pantanal
foto: Mari Campos

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O que vale saber antes de viajar

A Caiman chegou a ter 82% de sua área queimada por incêndios florestais num passado bem recente. Por isso mesmo, hoje trabalha pesado com prevenção a incêndios, incluindo a criação e treinamentos contínuos de suas próprias brigadas de combate ao fogo, monitoramento constante do território via satélites e criação de uma extensa rede de poços.

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É também a primeira propriedade do Brasil a fazer queima prescrita, criou refúgios de fauna e dispersou bombas de sementes para garantir o plantio/replantio de diversas mudas de arvores nativas. Algumas marcas dos incêndios ainda são visíveis, já que a terra pode levar muitos anos para se recuperar; mas a maior parte da Caiman Pantanal estava lindamente verdejante em meados deste ano.

A propriedade é também parte da The Long Run e conta com certificação LIFE de Negócios e Biodiversidade. Ao longo do ano, trabalhar ativamente também com comunidades indígenas e ribeirinhas da região, inclusive auxiliando nos cuidados locais com saúde, educação e lazer – além de suas muito bem sucedidas parcerias in loco com Onçafari (que ajuda imensamente na prática turística cotidiana da propriedade, rastreando onças pintadas), Instituto Arara Azul, Projeto Papagaio Verdadeiro, Tapirapé, Instituto Tamanduá e Sauá. 

Mas o turismo de conservação não é a única atividade da Caiman Pantanal, que trabalha paralelamente com criação tradicional de gado – mostrando que no Brasil é possível, sim, que esse tipo de atividade coexista em harmonia com a preservação e o aumento da população de onças pintadas na região.

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Para chegar:

É possível chegar à Caiman pelo aeroporto de Bonito (MS), distante cerca de 2h30 de estrada, ou Campo Grande, a cerca de 4h de carro. Também é possível pousar diretamente na propriedade com aeronaves turboélice privadas.

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Shamwari Reserve Safári África do Sul

Review: Eagles Crag, Shamwari Private Game Reserve

São tantas boas opções para fazer safári na África do Sul que o viajante geralmente sofre um bocado para escolher a opção mais adequada para o seu perfil de férias. No entanto, são (bem) poucas opções interessantes para quem quer se jogar em safáris sem se afastar muito da Cidade do Cabo. E, dentre elas, a reserva  Shamwari é sem dúvidas uma das mais interessantes.

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Parte da chamada Rota Jardim (Garden Route), a  Shamwari Private Game Reserve é uma reserva com mais de 25.000 hectares focados em preservação e conservação de vida selvagem localizada a cerca de 1h30 de carro de Port Elizabeth, conectada através de ótimas estradas.

Shamwari Reserve Safári África do Sul
foto: Mari Campos

Ali há presença dos Big5, destacando-se também a manutenção in loco de um Centro de Reabilitação da Vida Selvagem, além do santuário Born Free, que reúne felinos resgatados, e parcerias com ONGs de conservação de aves.

A enorme reserva, com 33 anos de fundação e um case de muito sucesso na reintrodução em ambiente selvagem de algumas espécies originalmente endêmicas da região, oferece ao viajante seis lodges de alto padrão e uma opção mais econômica e informal de estadia, em formato camping: Bayethe, Long Lee Manor, Riverdene Family Lodge, Sarili Private Villa, Sindile Tented Lodge (todos recentemente renovados e abertos inclusive durante todo o inverno) e Eagles Crag, a opção mais exclusiva.  

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Shamwari Reserve Safári África do Sul
foto: Mari Campos

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Como é se hospedar no Eagles Crag, Shawari Private Game Reserve

As estadias no Eagles Crag da  Shamwari Private Game Reserve têm sempre tudo incluído: dois safáris diários, refeições, bebidas, minibar e até lavanderia. Há possibilidade de fazer eventualmente safáris à pé também.

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O lodge mais exclusivo da Shamwari foi batizado em homenagem ao avistamento frequente de águias voando em círculos sobre os belíssimos penhascos que ficam bem diante dele.

São apenas nove suítes, todas em formato de pequenas villas independentes, construídas em pedra, madeira e vidro, com muito espaço: quarto, living, closet, chuveiros interno e externo, deck, piscina privativa. As acomodações são conectadas por uma charmosa passarela de madeira, mas há privacidade suficiente entre elas.

As áreas comuns do Eagles Crag incluem muitos lounges, internos e externos, aproveitando a topografia local inclusive em plataformas parcialmente suspensas para observação de aves. A decoração é tão cuidadosa e acolhedora quanto a arquitetura, que parece fazer o hotel “desparecer” em meio ao verde, à distância.

Há também academia e sala de jogos, café da tarde servido antes do safári vespertino e cafés, chás, bebidas e petiscos sempre disponíveis no bar.

As refeições merecem destaque especial: são todas excelentes (café da manhã e almoço em sistema híbrido buffet + à la carte e os jantares são à la carte), com muito sabor e apresentação caprichada. E podem acontecer tanto interna quanto externamente, sob as estrelas.

Os safáris, apesar de contarem apenas com ranger e dispensarem a figura dos trackers, são longos e interessantes e contam sempre com as tradicionais pausas para o cafezinho de manhã e os sundowners da tarde, sempre com deliciosas comidinhas e drinks. Há também mantas e bolsas de água quente nos assentos sempre à disposição.

Visitas ao centro de reabilitação e aos projetos dedicados à proteção de grandes felinos e aves de rapina e observação guiada do céu noturno também fazem parte do menu de atividades incluídas.

Uma delícia de lodge, que está atualmente sendo renovado, mais uma vez.

Shamwari Reserve Safári África do Sul
foto: Mari Campos

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Private Expedition Latitudes Ártico

Private Expedition Latitudes: hospitalidade à toda prova

Em julho último, tive a oportunidade de participar pela primeira vez de uma das expedições privativas da Latitudes – Viagens de Conhecimento, empresa que conheço e acompanho há muitos anos. E agora posso afirmar categoricamente: as Private Expeditions Latitudes são mesmo um dos exemplos mais sofisticados e bem executados da hospitalidade brasileira.

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Embarquei na Private Cruise Expedition Latitudes Ártico 2026, destinada a explorar majoritariamente a ilha norueguesa de Svalbard, atualmente o grande “filé” da visitação turística região polar norte.

Começamos e terminamos nosso itinerário em Oslo, tomamos voo privado a Longyearbyen (capital de Svalbard e o aeroporto mais setentrional do mundo), de onde partimos em um navio (o Sylvia Earle, da Aurora Expeditions) totalmente privatizado para o nosso exclusivo grupo de 89 viajantes – e cheio de upgrades.

Private Expedition Latitudes Ártico
foto: Mari Campos

As expedições privativas nunca fizeram tanto sucesso quanto hoje no mundo. Cada vez mais viagens estão dispostos a investir altas somas para embarcar em itinerários exclusivos, descomplicados, milimetricamente planejados, e com inclusões suficientes para minimizar atritos e garantir experiências inesquecíveis.

Porque, afinal, o que distingue as melhores operações não é mais simplesmente a possibilidade de abrir portas fechadas, mas a capacidade de oferecer realmente contexto para aquilo que existe atrás delas. E é nesse cenário que as Private Expeditions Latitudes ocupam uma posição particularmente interessante no mercado brasileiro.

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Private Expedition Latitudes Ártico
foto: Mari Campos

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O sucesso da Expedição Privativa pelo Ártico

O slogan da Latitudes – “viagens de conhecimento”- até poderia soar marketeiro se não fosse algo que orientasse, de fato, toda a estrutura das viagens que realizam. Sejam as expedições privadas, os grupos regulares ou mesmo as viagens privativas que organizam durante o ano todo, o que eles fazem majoritariamente é, ao invés de construir roteiros cujo objetivo seja unicamente visitar e “consumir” lugares, partem de temas e questionamentos.

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Cada roteiro, ali, nasce em torno de um fio condutor, e não apenas de um ponto no mapa, deixando claro que o destino é apenas uma das muitas camadas da viagem. Como, por exemplo, “a natureza do tempo”, tema que norteou toda nossa viagem pelo Ártico.

Fomos acompanhados, todo o tempo, por uma enorme equipe Latitudes a bordo, um grande time especializado em expedições pelo ártico e também especialistas de distintas áreas, como a bióloga Ema Kuhn, a pensadora Monja Cohen, a psicanalista Danit Pondé e o filósofo Luiz Felipe Pondé.

E, além de passear por Oslo e Longyearbyen, fizemos um espetacular cruzeiro entre placas de gelo, magníficos paredões de gelo, imensos glaciares, cachoeiras, ursos polares, focas, baleias, raposas, belugas, renas e uma infinidade de pássaros.

Voltei para casa ainda mais encantada, pela empresa e pelo destino. Jamais esquecerei o vento cortante no rosto nas muitas horas voluntariamente passadas no deck externo, o urso polar preguiçosamente se espreguiçando e roçando as costas na tundra, o som do navio rompendo o mar congelado, ou do meu próprio caminhar sobre uma enorme placa de gelo, justamente em um dos poucos momentos ensolarados que tivemos por lá.

Mas a viagem começou muito antes disso, é claro. Recebemos em nossas casas lindos kits pré-viagem (incluindo de mochilas herméticas a nécessaires, de livros a objetos de higiene) e também fomos presenteados com gorro e jaqueta polar ao embarcarmos no navio.

Private Expedition Latitudes Ártico
foto: Mari Campos

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Hotéis, navio, transfers, guias, tudo foi escolhido a dedo pela Latitudes após diversas visitas técnicas e reuniões. Os menus do cruzeiro foram todos ajustados às preferências e necessidades dos hóspedes, assim como a lista de bebidas disponíveis no bar aberto.

Horários e duração de passeios foram ajustados e também paramos tudo para ver o Brasil jogar (mal) contra a Noruega na Copa, acompanhados por noruegueses divertidíssimos da tripulação e muita pipoca, pão de queijo e brigadeiros, com insumos levados do Brasil pela equipe, e preparados especialmente para a ocasião .

A participação dos especialistas no roteiro teve um formato bem pensado, em que essas intervenções simplesmente complementaram tudo que víamos e vivíamos in loco, sem “pesar” na programação de nenhuma maneira. No navio, as eventuais palestras que aconteciam a bordo entre um desembarque e outro podiam ser acompanhadas no lounge-auditório, mas também, transmitidas pelo sistema de televisão da embarcação, no conforto de cada cabine. O conhecimento simplesmente acompanhou a paisagem arrebatadora do Ártico, sem nunca competir com ela.

Ouso dizer, inclusive, que os maiores aprendizados que trouxe dessa viagem vieram de “micro aulas” acidentais e espontâneas, como as dadas pela bióloga Ema Kuhn ao responder nossos questionamentos no deck externo enquanto observávamos placas de gelo e vida selvagem, ou quando outros membros do time de expedição falaram sobre geografia, história e ciência nos próprios botes zodiac, enquanto testemunhávamos momentos incríveis de desprendimentos de glaciares, paredões rochosos de um bilhão de anos ou interações animais.

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Private Expedition Latitudes Ártico
foto: Mari Campos

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Equipe afinada, hóspede feliz

Ao longo da viagem, a equipe Latitudes, tanto em terra, no Brasil, quanto a que nos acompanhava diariamente a bordo, no navio, mostrou que leva a sério o conceito de hospitalidade como acolhimento – eu que o diga, acolhida com esmero e eficiência, mesmo na madrugada, quando enfrentei problemas com meu voo a Oslo.

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Acolheram as necessidades (e muitos dos desejos também…) de hóspedes com mais restrições físicas, a curiosidade natural das crianças, as limitações daqueles que tinham barreiras com outros idiomas ou restrições alimentares. Construíram uma estrutura complexa para que cada viajante, do mais travado ao mais flexível, do mais jovem ao mais idoso, do mais iniciante ao mais experiente, tivesse sempre a impressão de que tudo fluía tão bem naturalmente.

Enquanto muitas empresas desenham roteiros a partir da simples disponibilidade de hotéis e atrações, as Private Expeditions Latitudes funcionam como uma grande produção, começando muito, mas muuuuito antes do embarque de passageiros.

Da definição do tema da viagem à escolha dos especialistas (historiadores, filósofos, geógrafos, jornalistas, psicanalistas, escritores etc) que palestrarão durante o roteiro, da seleção dos melhores meios de transporte aos “expedition leaders” mais adequados para aquele grupo, das visitas técnicas aos ajustes dos ritmos com que cada destino será apresentado, nada é pensado isoladamente.

A engenharia logística necessária para que tudo funcione perfeitamente em uma expedição deste tipo é gigantesca, até porque esse modelo de viagem realmente precisa deixar pouco espaço para improvisações. Mas, mesmo as mudanças repentinas de planos em função das condições climáticas de um destino tão remoto, foram ali tiradas de letra, e de maneira invisível ao viajante. Para mim, é justamente essa tal “invisibilidade” um dos mais sofisticados aspectos da hospitalidade contemporânea.

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Assim, a nossa viagem física à região polar, entre montanhas, geleiras e ursos polares, avançou sempre harmoniosamente junto à parte menos visível da jornada, feita também de referências diversas em história, geografia, biologia, filosofia, literatura e ciência em geral.

Nas Private Expeditions Latitudes tudo está incluído (transfers, hospedagem, passeios, bebidas, refeições e, mais importante ainda, um impressionante acompanhamento médico). Além, é claro, do precioso acompanhamento permanente de uma equipe que realmente é pau para toda obra, atendendo de maneira imediata, em português, qualquer solicitação.

Mas a personalização exacerbada da viagem não está apenas no itinerário, mas também na forma de nos fazer compreender o destino visitado, nas ferramentas que recebemos para voltar para casa com um repertório ampliado sobre o mundo que vai muito além das belas fotografias que tiramos. Como viajantes, precisamos apenas nos concentrar naquilo que mais nos importa: viver a experiência.

No constante desafio do turismo de luxo internacional para oferecer experiências realmente inéditas e memoráveis a um público cada vez mais experiente, esse tipo de viagem é, sem dúvidas, uma das respostas mais consistentes da atualidade.

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