Awasi Santa Catarina

Awasi Santa Catarina celebra 25 anos de história

Um adorável refúgio em um dos pedaços mais bonitos do litoral catarinense está chegando aos 25 anos de história repleto de transformações. O antigo Ponta dos Ganchos, propriedade que mudou definitivamente a hotelaria de luxo no Brasil no começo deste século, agora atende por Awasi Santa Catarina e quer oferecer uma nova maneira de se experimentar o destino e o próprio resort.

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Integrando agora o premiado grupo Awasi, que conta com outras quatro propriedades na Argentina e no Chile, o Awasi Santa Catarina está celebrando este pequeno jubileu justamente resgatando a história de Ponta dos Ganchos, a exuberante propriedade instalada em uma península particular de Governador Celso Ramos, a pouco mais de uma hora de carro de Florianópolis, SC.

Awasi Santa Catarina
foto: Mari Campos

Erguido em um terreno montanhoso entre a exuberante Mata Atlântica e à beira das águas geladas da chamada Costa Esmeralda catarinense, ao longo das décadas o hotel se tornou um símbolo de hospitalidade nacional, com serviço personalizado, exclusividade, boa mesa e muito espaço para o romance.

Hoje, como Awasi Santa Catarina, continua mantendo todas essas premissas – mas conseguiu deixar tudo realmente ainda melhor, mais completo e mais encantador ao se render à excelência e às práticas realmente sustentáveis da filosofia Awasi, conhecida e valorizada justamente por sempre garantir estadias profundamente conectadas aos destinos onde está presente.

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Awasi Santa Catarina
foto: Mari Campos

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O que mudou no agora Awasi Santa Catarina

O novo Awasi Santa Catarina não tentou “apagar” o Ponta dos Ganchos, que construiu sua reputação fazendo o hóspede querer ficar permanentemente na propriedade durante toda a estadia. Pelo contrário: pegou um dos endereços mais interessantes da história da hotelaria brasileira e acrescentou uma camada fundamental que sempre lhe faltou – criou razões para convencer o hóspede também a sair e conhecer e valorizar as belezas, a cultura e as tradições do destino.

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A essência do hotel continua a mesma: apenas 25 acomodações, todas em formato de villa com piscina privativa e muita privacidade. O número de acomodações pode parecer pequeno, quando comparado a outras propriedades similares; mas trata-se, ao mesmo tempo, da maior propriedade do grupo Awasi, com quase o dobro de unidades da segunda maior delas.

As enormes villas, espalhadas pela encosta coberta de densa vegetação nativa, foram revitalizadas e ficaram ainda mais aconchegantes. São seis categorias diferente, com tamanhos e disposições distintas dos cômodos. Algumas contam também com sauna privativa.

No Awasi Santa Catarina, há sempre espaço privativo de sobra, com pelo menos living, área de refeições, quarto, closet, banheiro completo, banheira com vista e deck mobiliado com piscina. Todas as villas contam também como minibar completo cortesia (refrigerantes, cervejas, vinhos, snacks), café, água e chá.

Mas o mesmo cenário de sempre, de villas luxuosas em meio à Mata Atlântica e a pouca distância do mar, agora leva a uma experiência infinitamente mais interessante. O cuidado, discrição e atenção do staff também continuam os mesmos, assim como o cuidado imenso com a gastronomia.

No entanto, agora tudo, tudo está incluído no sistema fully hosted, a hospedagem clássica de todos os hotéis Awasi: hospedagem, refeições, bebidas, experiências privadas, minibar, mini adega, transfers (desde e para Florianópolis) e, acredite, também massagens e tratamentos faciais do spa.

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Awasi Santa Catarina
foto: Mari Campos

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As novidades dos 25 anos do Awasi Santa Catarina

Apesar de ocupar uma área tão generosa entre as colinas e o mar, menos de 10% do terreno total do Awasi Santa Catarina foi edificado. Além da vegetação nativa, mais 15 mil mudas foram plantadas ao longo dos anos, trilhas públicas de acesso às praias passam pelo hotel e agora eles contam também com um lindo meliponário em meio à mata, com sete espécies distintas de abelhas sem ferrão.

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Em julho do ano passado, o hotel entrou para o portfólio seleto do Relais & Châteaux e, neste 2026, foi reconhecido com duas MICHELIN Keys e certificação internacional WITT de bem-estar. O enorme upgrade em wellness fez surgir também alguns programas específicos de bem-estar (focados em qualidade do sono, controle hormonal, longevidade etc).

O pequeno spa antigo, à beira-mar, tornou-se um luxuoso spa La Mer e a propriedade ganhou um enorme Wellness Center em meio à mata com quase 1.500m2 de área total (incluindo salas para terapias, sala de tatame, espaços para meditação, um adorável espaço para workshops de alquimia e três banheiras de imersão ao ar livre).

A nova piscina comum, debruçada sobre o mar, com borda infinita, tornou-se um dos espaços favoritos dos hóspedes em todo o hotel. A propriedade oferece três restaurantes, dois spas, quadras de tênis e beach tennis, piscina, academia, serviço de praia, heliponto. E existe ainda uma pequena e charmosa praia na propriedade, com diversas possibilidades de atividades náuticas.

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A gastronomia, que sempre foi um dos principais destaques do antigo Ponta dos Ganchos, também teve um belo upgrade como Awasi, com menus ainda mais delicados, saborosos e surpreendentes sob o comando da chef Dani Damasceno – com ingredientes regionais e a tradição gastronômica do litoral catarinense, incluindo a própria tradição pesqueira local, criando relações muito mais concretas com a comunidade.

A horta do hotel ficou ainda maior e já produz muita coisa utilizada pela cozinha e pelo bar. A experiência, impecavelmente à la carte do café da manhã ao jantar, é sempre deliciosa, seja nos três diferentes espaços gastronômicos do hotel ou nas experiências privadas durante os passeios.

O novo espaço das Bateras, com vista panorâmica para o mar, ficou o endereço perfeito para sossegados e longos desjejuns e almoços. E as refeições ainda são abertas sempre com um criativo mini mocktail (durante o dia) ou mini cocktail (à noite), como um amuse bouche da equipe de bartenders.

Aliás, a partir deste mês, o café da manhã do Awasi Santa Catarina, por demanda popular, volta a ser servido durante todo o dia, sem hora marcada – o que sempre foi um dos features mais elogiados do então Ponta dos Ganchos.

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Mas o melhor de tudo é que agora, como AWASI, o hotel aderiu aos programas de exploração personalizada em Governador Celso Ramos e arredores. Cada villa tem um guia particular e um veículo 4×4 dedicados; e atividades como trilhas, mergulho, snorkeling, passeios de barco e visitas culturais também estão incluídos, diariamente.

Essas deliciosas experiências personalizadas pela região são sempre discutidas e desenhadas de acordo com os interesses e o ritmo de cada hóspede. Os passeios estão sempre incluídos na diária fully hosted, mas é altamente recomendável também deixar bons períodos livres para aproveitar as instalações do hotel.

Agora, se o clima da região não ajudar, não se preocupe: algumas atividades até funcionam mesmo sob chuva e, se alguns dos seus passeios forem cancelados (como aconteceu comigo), você seguramente não achará ruim incluir mais algumas massagens cortesia na sua programação, não é mesmo?

Importante: a propriedade aceita hóspedes a partir de 14 anos.

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JW Marriott Panama

Como ficou a renovação do JW Marriott Panamá

Debruçada sobre a borda piscina, há oceano a perder de vista de um lado, com os navios enfileirados para atravessar o canal. Do outro, parte do inconfundível “skyline” da capital panamenha se alinha ao edifício que desce treze andares abaixo de onde estou – e que se estende bem além acima de mim, é o mais alto edifício da América Central: trata-se do renovado JW Marriott Panamá, na capital panamenha.

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A renovação do JW Marriott Panamá, que acaba de ser concluída, deixou ainda mais gostoso seu maior atrativo: o complexo de piscinas de borda infinita no 13o. andar, com vistas fantásticas para o mar e para o famoso skyline da área mais moderna da Cidade do Panamá. Mas trouxe muito mais novidades também, é claro.

Erguido em Punta Pacífica, uma área de alto padrão próxima ao shopping Multiplaza (com transfer ida e volta cortesia, inclusive) e diversos restaurantes, e à beira da Baía do Panamá, o edifício que já foi o Trump Ocean Club em outros tempos chega agora à sua melhor forma sob a bandeira JW Marriott

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JW Marriott Panama
foto: Mari Campos

O lobby de pé-direito generoso (a recepção fica somente alguns andares acima, já que o hotel divide o edifício com algumas salas comerciais) dá o spoiler do tamanho da propriedade, com muitas acomodações (são 320 no total) e áreas sociais bastante amplas.

As muitas janelas em toda parte, vários terraços, acomodações todas com varanda e os elevadores panorâmicos deixam claro que o destino é a grande vedete por ali: somos sempre convidados a olhar para fora, seja o mar ou a cidade.

Nesta nova fase, com sua renovação concluída, o JW Marriott Panamá ganhou mais bossa, novos menus, novo décor e até o mais alto rooftop bar da cidade, o delicioso ALMA, com vistas espetaculares a partir do último andar do edifício.

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JW Marriott Panama
foto: Mari Campos

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Um novo JW Marriott Panamá

Nesta nova fase do JW Marriott Panamá, não apenas as 320 acomodações foram renovadas como o projeto ganhou 40 suítes. Os quartos, todos muito espaçosos, adotam uma estética bastante contemporânea, incluindo alguns carpetes inspirados em paisagens panamenhas e uma parte do mobiliário feita em madeira ecológica.

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O minibar das acomodações ganhou destaque no novo design, incluído em um móvel com espelho nos mesmos tons neutros do restante do ambiente, o que dá ainda mais sensação de amplitude ao cômodo.

Algumas acomodações incluem também espaçosos livings e área de refeições e as varandas, mesmo com o calor constante do destino, são uma delícia: vale cacifar uma com vista (sempre parcial) para o mar.

Embora a configuração dos espaços de uma mesma categoria possa mudar bastante dependendo da localização da acomodação no hotel, os banheiros ficaram ainda mais espaçosos, especialmente nas suítes e junior suites, com direito a grandes duchas e novas banheiras de imersão.

Há uma nova onda gastronômica também no JW Marriott. O restaurante e bar Azul, localizado junto ao complexo de piscinas, é uma delícia (sobretudo na área sombreada ao ar livre) para um almoço mais light e informal, com vista para o mar e o skyline panamenho. Fica aberto das 7h às 20h. 

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Já o novo restaurante MASI, aberto o dia todo, inclusive para não hóspedes, é focado em cozinha panamenha, trabalhando sabores, receitas e ingredientes locais de maneira contemporânea. O serviço é muito atencioso e os ceviches da casa são todos excelentes!

É ali também que é servido diariamente o café da manhã em estilo buffet do hotel, incluído em algumas das diárias. O buffet é bem montado e bastante variado, e é possível pedir ovos feitos na hora também.

Há ainda um lobby bar, o bar de vinhos Cava 15, uma grande academia com vista e um Executive Lounge, acessível para clientes elite do Marriott Bonvoy e hóspedes das acomodações Executive.

No entanto, apesar de bastante grande, aconchegante, com ambientes interno e externo, o Executive Lounge decepciona um bocado quem está acostumado com o espaço em outras propriedades Marriott: tem apenas um bastante limitado serviço de café da manhã cortesia pela manhã, cafés e refrigerantes cortesia durante o dia e um pequeno serviço noturno de hors d’oeuvres, com petiscos e sobremesas – mas sem bebidas.

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JW Marriott Panama
foto: Mari Campos

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Relax e bons drinks

Mas o maior trunfo do renovado JW Marriott Panamá tem nome e sobrenome: o complexo de piscinas do 13o. andar e o novíssimo rooftop bar ALMA.

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O hotel tem distintas piscinas externas, incluindo duas de borda infinita, com aquela deliciosa combinação de mar e horizonte de um lado, quase da mesma cor da água da própria piscina, e mar, rochas e skyline urbano do outro. Numa manhã mais fresquinha, antes do sol a pino se instalar, é difícil sair dali.

Com pinta de resort urbano, o enorme espaço, do qual o restaurante Azul também faz parte, tem bar dedicado e diversas espreguiçadeiras, incluindo algumas disputadas unidades instaladas literalmente com o pé na água, nas infinity pools.

No finalzinho da tarde, o espaço é também ótima pedida para pedir uma bebida qualquer e assistir à mudança das cores sobre a baía até a chegada do anoitecer.

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Já o novo rooftop bar ALMA, o mais alto de toda a América Central, se converteu rapidamente no mais disputado espaço noturno da cidade. Tanto hóspedes quanto passantes devem obrigatoriamente reservar antecipadamente a visita.

Instalado no 66º andar do JW Marriott Panamá, o espaço conta com três pequenos ambientes (incluindo dois pares de mesas externas), ladeando um espelho d’agua, com vistas realmente panorâmicas para a cidade e a baía.

A carta tem uma interessante seleção de drinks autorais, mas a equipe de bartenders se encarrega também de preparar todos os clássicos. E é possível pedir também saborosos petiscos e até sobremesas para harmonizar com as bebidas. Recomendo a visita, mesmo para quem não fique hospedado no hotel.

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Kabru Beach Bahia

A Bahia low profile do Kabru Beach

É só ouvir ou ler a palavra “Bahia” que eu me sinto mais calma – e sei que muitos dos meus amigos também são assim. O nome do estado já dá aquela ideia gostosa de tranquilidade, brisa no rosto, luminosidade… E a Bahia low profile do KABRU Beach, hotel boutique na Península do Maraú, é uma das mais perfeitas traduções desta sensação.

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Ocupando uma propriedade bem tranquila, quase remotamente posicionada entre uma enseada do Oceano Atlântico e manguezais, beira-mar sem ser pé-na-areia, o KABRU Beach, exclusivo para adultos, dá aquela vibe boa, intimista e sem frescura de estar na casa de amigos.

Com ambientes mais minimalistas, construídos majoritariamente com material de demolição e peças de designers e artistas brasileiros, oferece apenas seis suítes. Cinco delas estão bem próximas entre si, no piso inferior, e a maior dela ocupa sozinha o piso superior.

foto: Mari Campos

O hotel ocupa uma casa extremamente bem ventilada, com os ambientes tão abertos quanto sua enorme (e linda) porta de entrada – que não vi fechada uma única vez durante toda a minha estadia, de tão tranquila que é a região.

Seus arredores são tomados de bancos de areia dourada, rios sinuosos e ilhotas quase desertas, perfeitos para longos passeios de barco e caiaque. E baunilha, muita baunilha.

Apesar de não ser uma propriedade pé-na-areia, dá para ir do KABRU Beach em bicicleta (ou em 5 minutos de barco) à vizinha, linda e super sossegada praia do Campinho. Ou, mais prático ainda, você pode simplesmente usar uma das escadinhas de madeira dos decks do próprio hotel para entrar diretamente no mar.

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Kabru Beach Bahia
foto: Mari Campos

Com uma deliciosa sensação de isolamento (no máximo uma dúzia de hóspedes e quase ninguém nos arredores), o serviço personalizado e extremamente atencioso é um dos maiores destaques do KABRU Beach – assim como a gastronomia realmente espetacular que o hotel oferece atualmente.

O aeroporto mais próximos é o de Ilhéus, que recebe voos de outras cidades brasileiras. É possível voar também do Aeroporto Internacional de Salvador e de lá seguir em helicóptero ou bimotor diretamente à península – já fiz esse trajeto em viagens anteriores e funciona muito bem.

O trajeto por terra, que eu utilizei na ida e na volta desta viagem especificamente, leva cerca de 3h; você pode reservar o transfer diretamente com o hotel ou ir em seu próprio carro alugado. No entanto, se preferir dirigir você mesmo até lá, há trechos de terra na rota e um veículo 4×4 é altamente recomendável.

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Kabru Beach Bahia
foto: Mari Campos

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Kabru Beach: ode à brasilidade e à Bahia

Apesar de serem apenas seis acomodações no KABRU Beach, há quatro categorias diferentes que mudam bastante o tamanho e a configuração delas. A única com mais privacidade (já que as portas das acomodações do piso inferior não vedam ao fechar) é a suíte master, que ocupa sozinha o mezanino superior, com área de estar e um grande terraço externo.

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No entanto, a categoria que achei mais interessante foram as pool suites: duas acomodações vizinhas que têm acesso direto (e compartilhado) a um deck aberto que dá direto para a piscina. Têm as camas posicionadas para o mar e bom espaço tanto no quarto e no banheiro quanto também no módulo vazado que funciona como arara para pendurar e guardar seus pertences.

Todas as acomodações do KABRU Beach têm ótimas camas com dossel, ar-condicionado, frigobar, enxoval Trussardi, amenidades de banho orgânicas de marca própria, e água filtrada cortesia. Importante saber: algumas das acomodações não têm blackout (recomendo levar máscara de dormir). Há também charmosas bolsas de praia do Studio Bergamin personalizadas e grandes chapéus de palha.

Exceto pela suíte master, no andar superior, as outras acomodações todas “rodeiam” a área social do KABRU Beach, composta de living, lounge, restaurante, deck com deliciosa piscina em L (disponível 24h) e amplos jardins muito verdes em toda a extensão do terreno que leva até o mar.

Há WiFi na propriedade toda e, quase escondido em meio ao verde, com bastante privacidade, há ainda um quiosque de massagem com ventilação natural.

O décor inclui móveis desenhados pelos proprietários, a greco-alemã Daniela Karagi e o suíço Patrick Armbruster, ou pelo arquiteto brasileiro Carlos Motta. O Brasil, aliás, está deliciosamente presente em cada canto, das madeiras de demolição usadas nas portas e em parte do mobiliário, às cerâmicas, obras de arte e elementos naturais que dão vida aos ambientes.

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Daniela, aliás, é parte importante da alma do hotel: ela está ali todo dia, garantindo a beleza dos arranjos de flores, o capricho das mesas (que recebem, aliás, delicados e super providenciais leques individuais à hora do almoço – uma ideia que bem que podia virar regra em propriedades à beira-mar) e supervisionando todos os passos do adorável staff para que os hóspedes estejam sempre satisfeitos.

O serviço do KABRU Beach é excelente: informal mas extremamente cálido, personalizado, delicado e eficiente, da simplesmente adorável equipe de hostesses (que também se desdobram no serviço das mesas do restaurante) ao pessoal da cozinha.

Não há academia no local, mas o hotel cede colchonetes e pesinhos para quem quiser se exercitar no próprio quarto. Há também bicicletas para aluguel, serviço de canoa (pago) para levar até a praia vizinha e equipamentos para práticas como stand-up paddle e snorkeling.

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Kabru Beach Bahia
foto: Mari Campos

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Alta gastronomia à beira-mar

Comer (muito) bem é uma das maiores certezas que qualquer hóspede do KABRU Beach pode ter ao efetuar sua reserva. Fazia tempo que eu não encontrava uma gastronomia tão caprichada e consistente em uma propriedade do litoral brasileiro.

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Não se deixe enganar pela atmosfera tão relax do pequeno restaurante anexo ao deck da piscina: o talento culinário da cozinha do KABRU Beach é de primeira linha. Ali, o chef Lucas Silva, o sous-chef Marck Halil e equipe garantem pratos leves e deliciosos do café da manhã ao jantar.

As mesas são meticulosamente decoradas por Daniela, incluindo cerâmicas exclusivas. O menu muda, já que a inspiração diária é buscada nos produtos frescos da estação, o mais locais possível. Peixes e frutos do mar pescados são geralmente pescados na manhã do dia no qual são servidos.

O café da manhã é um acontecimento, vá com tempo. Com serviço sempre à la carte, cada mesa recebe uma bela tábua de madeira com pães, bolos e doces, prato de frutas picadas, tábua de frios. Há ótimos cafés e distintos sucos diariamente. E, além disso tudo, há uma menu, também incluído, de diversos pratos quentes doces e salgados.

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Além do café da manhã, as diárias também incluem um pequeno café da tarde com docinhos, que leva ainda espumante aos sábados. Almoço e jantar têm menus próprios e são cobrados à la carte.

O hotel tem seu próprio meliponário, com abelhas sem ferrão produzindo ótimos meles. Mas é preciso dar um grande “viva!” para o trabalho que Lucas e o KABRU estão fazendo com as baunilhas da região. Fruto de uma orquídea trepadeira, a vanilla planifolia, ou baunilha bourdon, nasce de suas flores polinizadas e é impressionantemente abundante na região.

Só que o processo de produção da baunilha é muito delicado: sua flor só abre por apenas duas ou três horas por dia, e geralmente morre entre 24 e 48h. Se as flores não forem polinizadas pelos insetos, as favas da baunilha não brotam.

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Lucas e sua equipe estão atuando diretamente para garantir o sucesso desse processo, fazendo eles mesmos a polinização manual quando a natural eventualmente não acontece. Como resultado, há fartura de baunilha na cozinha do KABRU, para felicidade de seus hóspedes.

Mas a boa mesa ali vai muito além disso e todo o seu potencial é melhor percebido na experiência Chef’s Table, disponível no jantar, inclusive para não hóspedes (R$1.200 reais a experiência completa por casal).

O jantar, com diversos passos, servido sob as estrelas ou no balcão do bar do restaurante, de olho na cozinha em ação, é um show de delicadeza e beleza (cada passo é uma pequena obra de arte comestível), entre texturas e sabores tipicamente brasileiros, da saúva ao dendê – e com direito a muita baunilha local, é claro. Irretocável.

O KABRU Beach fica frente ao mar na Península do Maraú, Bahia, entre as praias de Campinho e Barra Grande. Vale saber, no entanto, que o rio separa do hotel de Barra Grande, o principal destino turístico da península – distante cerca de 15 minutos de barco ou mais ou menos 30 minutos de carro.

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St Barth

Hospitalidade diversa é aposta de Saint-Barth

É bastante óbvio que a hospitalidade é parte fundamental da experiência do viajante, em qualquer lugar. Entretanto, em alguns destinos, a hotelaria tem papel ainda mais vital, sendo realmente capaz de criar uma jornada completamente diferente da que o hóspede experimentaria em outra propriedade. É o caso, por exemplo, de Saint-Barth (St.Barth, ou ainda Saint-Barthélemy), onde a hospitalidade cada vez mais diversa virou grande aposta do turismo local.

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Afinal, ali, em um território tão pequeno, bastante dependente de sazonalidade (a maior parte da ilha “fecha” para o turismo na temporada de furacões), com oferta bastante limitada de infraestrutura e mão de obra, hotéis são parte fundamental da engrenagem que faz a própria ilha francesa funcionar tão bem como destino turístico tão exclusivo quanto sustentável.

St Barth
foto: Mari Campos

Ou seja, mais do que nunca, a hotelaria pode não apenas determinar onde o turista fica, mas também quanto tempo permanece no destino, que lugares frequenta e, mais importante ainda, quanto gasta – e quanto deste investimento permanece na economia local.

Segundo levantamento de 2024, St Barth tinha então 26 estabelecimentos de hospedagem tradicional (hotéis de distintos tamanhos e estilos), somando mais de 500 acomodações no total. Quase metade dessa oferta estava concentrada em propriedades de altíssimo padrão – incluindo o único hotel palace do Caribe, o excepcional Cheval Blanc St Barth.

Esses números não consideravam a impressionante quantidade de villas privativas disponíveis para aluguel de temporada (muitas delas com serviço de alta hotelaria), um segmento que não para de crescer nesta ilha caribenha – e já soma mais de 2.500 unidades.

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St Barth
foto: Mari Campos

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Turismo controlado e planejado

As limitações geográficas de St Barth tornaram-se também um mecanismo de proteção ambiental – e isso inclui um turismo planejado e extremamente controlado. Na ilha, não existem grandes resorts com tudo incluído nem airbnbs fora de controle; a maior parte da hotelaria ali é composta por propriedades de pequeno e médio porte, e construções com mais de quatro andares não são permitidas.  

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Mas nem só de hotéis e villas de luxo vive a ilha, é claro; há também oferta de hospedagens voltada para orçamentos mais apertados, de airbnbs a cottages, espalhada pelo território. A ideia geral é que, mesmo com o turismo bastante controlado e planejado, cada vez mais gente possa de distintas origens e backgrounds possa aproveitar a mescla perfeita de belas praias, paisagens caribenhas, alma francesa e boa mesa que St Barth oferece.

A existência de pequenos hotéis, imóveis de temporada e ecolodges amplia o espectro de visitantes, permite estadias mais longas para muita gente e ajuda a manter a ocupação no destino sempre em alta. E cada viajante encontra ali seu pedacinho de paraíso.

St Barth
foto: Mari Campos

Assim, St Barth mostra cada vez mais sua pluralidade; até porque tentar reduzi-la a uma mera coleção de hotéis de luxo seria perder parte importante de sua dinâmica. Durante o ano todo, o fluxo turístico é cuidadosamente planejado e razoavelmente controlado. 

As praias bem preservadas, a enseada bem protegida e o estilo de vida discreto de seus moradores segue mais ou menos os mesmo preceitos de quando a ilha começou a pensar o turismo internacional, nos anos 1970.

Com uma permanência média geral de 5,5 noites por hóspedes em uma ilha que não dispõe de uma grande capacidade hoteleira, ocupar bem cada quarto disponível durante os meses mais importantes é decisivo.No entanto, ao contrário das demais ilhas caribenhas, Saint-Barth não compete jamais por número de visitantes; e por isso mesmo atrai um segmento cada vez mais disposto a pagar por exclusividade e sossego – inclusive brasileiros.

O Brasil, aliás, está entre os quatro maiores emissores internacionais de turistas para a ilha e os brasileiros se hospedam quase que exclusivamente em hotéis de luxo – preferência de mais de 70% dos viajantes dos EUA também. Já nos estabelecimentos mais econômicos, os próprios franceses são a maioria, ultrapassando os 34% do total de hóspedes.

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St Barth
foto: Mari Campos

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UMA ILHA CADA VEZ MAIS PLURAL

O Les Îlets de la Plage é um ótimo exemplo, e justamente tenta resgatar um pouco essa vibe do começo da atividade turística de St Barth. Não se trata de uma hospedagem econômica, mas propõe uma estadia confortável, simpática e bastante acessível em comparação com os valores praticados na maior parte da ilha.

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Instalado à beira-mar, tem apenas 12 unidades e um toque old fashion, que o faz ser adorado por franceses saudosos dos old times da ilha. Suas cottages individuais, com os típicos telhados vermelhos de St Barth, muitas em dois andares, ficam em meio a jardins ou ao longo da beira-mar e contam com cozinha (com geladeira grande, cooktop, micro-ondas, torradeira etc), living, quarto, banheiro e áreas de convivência externa bastante acolhedoras.

As quatro unidades em frente ao mar contam com deck externo privativo mobiliado, gramado e deliciosas espreguiçadeiras. Vale saber que não há academia e a pequena piscina comum esteve interditada durante toda a minha estadia por ali.

O acesso direto ao mar (é frente ao mar mas não pé na areia) pode ser feito diretamente das unidades em frente ao oceano através de escadas de madeira. Mas um dos pedacinhos mais gostosos da praia de St Jean, de águas turquesa tranquilas e cristalinas, sempre vazio, bem ao lado do aeroporto, fica a literalmente cinco minutos de caminhada – com direito a um cantinho com ombrelones e espreguiçadeiras reservado para os hóspedes.

A ideia do Les Îlets é ser um híbrido entre um hotel e um aluguel de temporada. Não há recepção 24h, concierge, nem serviço de café da manhã. Por outro lado, há cápsulas de café, leite, suco, manteiga e geleia na geladeira e todos os dias algo de uma padaria local (um croissant, um brioche ou algo do gênero) é deixado na varanda por volta das 8h da manhã. Por isso mesmo, é mais procurado por viajantes que desejam estadias mais longas.

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Cheval Blanc St Barth
Cheval Blanc St Barth. Foto: Mari Campos

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A excelência na hospitalidade

É justamente a combinação de poucos quartos, alto gasto médio, forte presença internacional, grande peso da hotelaria de luxo e uma camada menor de hospedagens independentes que faz de St. Barth um caso tão peculiar no Caribe: um destino que vive do turismo mas não depende de grandes volumes para sustentar sua economia.

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Talvez por isso mesmo a hotelaria de luxo sempre tenha feito tanto sucesso em St Barth, e siga se reinventando, mesmo quando a ocupação bate recordes. É também graças a essa excelência em hospitalidade que a ilha é capaz de arrecadar mais de €15 milhões em taxa turística por temporada – equivalente a 5% do valor líquido da diária, essa arrecadação arrecadado financia a manutenção de estruturas turísticas, infraestrutura, entretenimento e a própria promoção do destino.

É em St Barth que fica o único hotel com distinção palace de todo o Caribe: o irrepreensível Cheval Blanc St-Barth, única propriedade hoteleira a ocupar a paradisíaca praia de Flamands.

Nesse ecossistema privilegiado, hotéis como Eden Rock (que, além de seu delicioso restaurante à beira-mar, agora é pioneiro a oferecer tratamentos de K-Beauty em seu premiado spa, ambos sempre abertos também para não hóspedes), Rosewood Le Guanahani (que acaba de lançar uma coleção cápsula de beachwear com o artista Daniel Dugan, cujas obras de arte feitas especialmente para o hotel também ilustram agora diversos ambientes da propriedade), o clássico Fouquet’s St-Barth, Le Sereno (que reabrirá totalmente renovado), o encantador Le Manapany, o suntuoso Le Toiny ou o adorável hotel boutique Tropical St Barth se tornaram muito mais do que meros endereços de hospedagem.

São essas propriedades que ajudam majoritariamente a sustentar um modelo turístico de muito sucesso há tantas décadas, baseado em baixa densidade de visitantes, gasto per capita elevado e alto consumo em serviços, gastronomia, experiências e varejo local.

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St Barth
foto: Mari Campos

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Queridinho dos brasileiros

Como quarto maior emissor internacional de turistas para a ilha, o Brasil passou a ser um dos principais focos de promoção turística de St Barth. Com um adendo importante: além de gastar bastante em serviços, restaurantes e lojas no dia-a-dia no destino, o brasileiro que viaja à ilha francesa se hospeda majoritariamente em hotéis de alto luxo.

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Embora brasileiros sejam figurinha fácil em todos os hotéis de primeira linha em St Barth, o queridinho nacional das últimas temporadas segue sendo o charmoso Le Barthélemy. O português virou idioma tão frequente entre os hóspedes por lá que parte do staff já arranha algumas palavras, entende fácil os vícios de linguagem e já está totalmente acostumado aos hábitos e preferências desse hóspede.

Localizado à beira-mar na bela praia de Grand Cul-de-Sac, uma das mais bonitas da ilha, frequentemente visitada por tartarugas marainhas e baby sharks, o Le Barthélemy é uma propriedade 100% pé na areia e totalmente voltada para o descanso e o prazer.

Perfeitamente adaptado também a famílias com crianças pequenas, tem acomodações muito espaçosas, todas com excelentes banheiros, varanda privativa e vista para o mar, os jardins ou a lagoa. Algumas contam com plunge pool privativa e as mais disputadas são suites duplex com acesso direto à praia.

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As amenidades de higiene são da Diptyque, mas há tantas amenidades de outros gêneros que fica difícil computar todas elas. Algumas são lindamente ofertadas dentro de uma nécessaire pensada para o hóspede levar para casa. Há bolsa de praia, chinelos para quarto e praia, saquinhos customizados para roupa de banho molhada e vários outros mimos.

Há uma tecla no telefone específica para pedir champagne, que chega em poucos minutos, geladinha, em um case de madeira lindo, feito sob medida, para manter a bebida na temperatura ideal por mais tempo.

Há restaurante interno e pé na areia (o delicioso café da manhã é um serviço híbrito buffet + à la carte), uma bela piscina, vários lounges, dois bares, mesas de jogos ao ar livre e um excelente spa La Mer, imperdível. Tudo a cara da joie de vivre de St Barth.

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Radisson BLU Zurich Airport

Review: Radisson Blu Zurich Airport

Convenhamos: não é tarefa nada fácil encontrar um bom hotel de aeroporto. Hotéis convenientes para passageiros em trânsito há vários. Mas um bom hotel, que seja também bastante confortável e com serviço realmente primoroso, para bem além da conveniência, anda bastante raro. E é nisso que o Radisson BLU Zurich Airport se destaque.

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Embora as conexões com a SWISS sejam geralmente rápidas, esse dinamismo nem sempre é garantido: na minha viagem de julho ao Ártico, com conexão na Suíça, tive escalas imensas entre meus voos. E tive ainda um dos voos cancelados, o que acabou me fazendo estender ainda mais minha estadia.

Radisson BLU Zurich Airport
foto: Mari Campos

O Radisson BLU Zurich Airport, literalmente anexo ao terminal de desembarque do aeroporto internacional de Zurique, foi o endereço certeiro para poder descansar, me recompor e ainda servir de base para ver um pouquinho da cidade entre voos.

O hotel é muito bem resolvido. Seus quartos são definitivamente maiores e mais confortáveis do que o estereótipo desse tipo de propriedade, e com bom isolamento acústico, mesmo estando ao lado da pista.

Seja para reservar apenas para day use (é beeeeem melhor que qualquer sala vip do aeroporto) ou para fazer de fato um pernoite, o Radisson BLU Zurich Airport é conveniente: basta atravessar a rua para encontrar uma das portas de acesso do aeroporto.

Radisson BLU Zurich Airport
foto: Mari Campos

Aliás, mais que isso: para o inverno e para os dias chuvosos, há uma passagem pelo subsolo que sai diretamente do lobby do hotel, com direito a escadas rolantes, e nos leva diretamente ao coração do quiosques de check-in.

Além disso, o aeroporto é conectado em trem em meros minutos ao centro histórico de Zurique. Ou seja: além de chegar ao hotel em poucos passos, dá para tomar um bom banho, descansar um pouco, pegar o trem, passear e comer na cidade e voltar para o hotel

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Radisson BLU Zurich Airport
foto: Mari Campos

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Como é se hospedar no Radisson BLU Zurich Airport

A hospedagem no Radisson BLU Zurich Airport é uma forma bastante suíça de resolver esses perrengues de conexão: com precisão, eficiência e o mínimo de atrito. Funciona como uma perfeita e charmosa extensão do próprio terminal do aeroporto para quem está em conexão e é boa ideia também para quem precisa estar no aeroporto bem cedinho – inclusive pelo bom serviço de café da manhã, muito bem organizado e variado, que ele tem.

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O café da manhã é servido em formato buffet, com opções quentes e frias, além de uma estação de omeletes preparada na hora, a partir das 6h30 da manhã. Ao lado do restaurante, há um micro mercado estilo Grab & Go para quem chega muito tarde ou sai de madrugada para o aeroporto.

O hotel, aliás, conta com um ótimo restaurante – o Filini, dedicado à cozinha italiana -, que funciona também para almoço e jantar, e é daquele tipo que a gente não espera encontrar num hotel de aeroporto. Abre cedo para o jantar, a partir das 18h, e dá gosto jantar ali, mesmo que rapidamente – a comida é boa e o serviço é excelente.

Se você chega muito cansado, pode desembarcar, atravessar os corredores internos até o hotel, fazer check-in, tomar banho, jantar, uma boa taça de vinho e dormir, tudo bem rapidamente. Ou, para um voo muito cedo, acordar, tomar café da manhã cedinho, pegar a mala e caminhar rapidamente até o check-in.

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Com décor bem contemporâneo, há também um grande bar no gostoso lounge – enorme, com interior “vazado” como um átrio gigantesco no edifício, e com ótimas áreas de trabalho -, sauna e academia.

O Radisson BLU Zurich Aiport tem mais de 300 acomodações, mas nem por isso nos dá a sensação de estar lotado. Para os fanáticos por aviação: certifiquem-se de pedir na reserva por um quarto ou suíte com vista para a pista de pouso. Todas elas têm água, café e chá cortesia e bom isolamento acústico, mesmo estando ao lado de uma das áreas aeroportuárias mais movimentadas da Europa.

E o melhor: tem um excelente serviço, da recepção ao restaurante. Deixo inclusive registrada aqui a importância do atendimento gentil e atento do gerente noturno. Dos melhores hotéis de aeroporto que já conheci.

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Durante toda a viagem, utilizei um chip internacional da O Meu Chip e me mantive conectada todo o tempo, inclusive durante os safáris na reserva. Há sempre pelo menos 10% de desconto na compra de qualquer chip físico ou eSIM neste link com o cupom MARICAMPOS.

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