Awasi Santa Catarina

Awasi Santa Catarina celebra 25 anos de história

Um adorável refúgio em um dos pedaços mais bonitos do litoral catarinense está chegando aos 25 anos de história repleto de transformações. O antigo Ponta dos Ganchos, propriedade que mudou definitivamente a hotelaria de luxo no Brasil no começo deste século, agora atende por Awasi Santa Catarina e quer oferecer uma nova maneira de se experimentar o destino e o próprio resort.

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Integrando agora o premiado grupo Awasi, que conta com outras quatro propriedades na Argentina e no Chile, o Awasi Santa Catarina está celebrando este pequeno jubileu justamente resgatando a história de Ponta dos Ganchos, a exuberante propriedade instalada em uma península particular de Governador Celso Ramos, a pouco mais de uma hora de carro de Florianópolis, SC.

Awasi Santa Catarina
foto: Mari Campos

Erguido em um terreno montanhoso entre a exuberante Mata Atlântica e à beira das águas geladas da chamada Costa Esmeralda catarinense, ao longo das décadas o hotel se tornou um símbolo de hospitalidade nacional, com serviço personalizado, exclusividade, boa mesa e muito espaço para o romance.

Hoje, como Awasi Santa Catarina, continua mantendo todas essas premissas – mas conseguiu deixar tudo realmente ainda melhor, mais completo e mais encantador ao se render à excelência e às práticas realmente sustentáveis da filosofia Awasi, conhecida e valorizada justamente por sempre garantir estadias profundamente conectadas aos destinos onde está presente.

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Awasi Santa Catarina
foto: Mari Campos

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O que mudou no agora Awasi Santa Catarina

O novo Awasi Santa Catarina não tentou “apagar” o Ponta dos Ganchos, que construiu sua reputação fazendo o hóspede querer ficar permanentemente na propriedade durante toda a estadia. Pelo contrário: pegou um dos endereços mais interessantes da história da hotelaria brasileira e acrescentou uma camada fundamental que sempre lhe faltou – criou razões para convencer o hóspede também a sair e conhecer e valorizar as belezas, a cultura e as tradições do destino.

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A essência do hotel continua a mesma: apenas 25 acomodações, todas em formato de villa com piscina privativa e muita privacidade. O número de acomodações pode parecer pequeno, quando comparado a outras propriedades similares; mas trata-se, ao mesmo tempo, da maior propriedade do grupo Awasi, com quase o dobro de unidades da segunda maior delas.

As enormes villas, espalhadas pela encosta coberta de densa vegetação nativa, foram revitalizadas e ficaram ainda mais aconchegantes. São seis categorias diferente, com tamanhos e disposições distintas dos cômodos. Algumas contam também com sauna privativa.

No Awasi Santa Catarina, há sempre espaço privativo de sobra, com pelo menos living, área de refeições, quarto, closet, banheiro completo, banheira com vista e deck mobiliado com piscina. Todas as villas contam também como minibar completo cortesia (refrigerantes, cervejas, vinhos, snacks), café, água e chá.

Mas o mesmo cenário de sempre, de villas luxuosas em meio à Mata Atlântica e a pouca distância do mar, agora leva a uma experiência infinitamente mais interessante. O cuidado, discrição e atenção do staff também continuam os mesmos, assim como o cuidado imenso com a gastronomia.

No entanto, agora tudo, tudo está incluído no sistema fully hosted, a hospedagem clássica de todos os hotéis Awasi: hospedagem, refeições, bebidas, experiências privadas, minibar, mini adega, transfers (desde e para Florianópolis) e, acredite, também massagens e tratamentos faciais do spa.

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Awasi Santa Catarina
foto: Mari Campos

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As novidades dos 25 anos do Awasi Santa Catarina

Apesar de ocupar uma área tão generosa entre as colinas e o mar, menos de 10% do terreno total do Awasi Santa Catarina foi edificado. Além da vegetação nativa, mais 15 mil mudas foram plantadas ao longo dos anos, trilhas públicas de acesso às praias passam pelo hotel e agora eles contam também com um lindo meliponário em meio à mata, com sete espécies distintas de abelhas sem ferrão.

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Em julho do ano passado, o hotel entrou para o portfólio seleto do Relais & Châteaux e, neste 2026, foi reconhecido com duas MICHELIN Keys e certificação internacional WITT de bem-estar. O enorme upgrade em wellness fez surgir também alguns programas específicos de bem-estar (focados em qualidade do sono, controle hormonal, longevidade etc).

O pequeno spa antigo, à beira-mar, tornou-se um luxuoso spa La Mer e a propriedade ganhou um enorme Wellness Center em meio à mata com quase 1.500m2 de área total (incluindo salas para terapias, sala de tatame, espaços para meditação, um adorável espaço para workshops de alquimia e três banheiras de imersão ao ar livre).

A nova piscina comum, debruçada sobre o mar, com borda infinita, tornou-se um dos espaços favoritos dos hóspedes em todo o hotel. A propriedade oferece três restaurantes, dois spas, quadras de tênis e beach tennis, piscina, academia, serviço de praia, heliponto. E existe ainda uma pequena e charmosa praia na propriedade, com diversas possibilidades de atividades náuticas.

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A gastronomia, que sempre foi um dos principais destaques do antigo Ponta dos Ganchos, também teve um belo upgrade como Awasi, com menus ainda mais delicados, saborosos e surpreendentes sob o comando da chef Dani Damasceno – com ingredientes regionais e a tradição gastronômica do litoral catarinense, incluindo a própria tradição pesqueira local, criando relações muito mais concretas com a comunidade.

A horta do hotel ficou ainda maior e já produz muita coisa utilizada pela cozinha e pelo bar. A experiência, impecavelmente à la carte do café da manhã ao jantar, é sempre deliciosa, seja nos três diferentes espaços gastronômicos do hotel ou nas experiências privadas durante os passeios.

O novo espaço das Bateras, com vista panorâmica para o mar, ficou o endereço perfeito para sossegados e longos desjejuns e almoços. E as refeições ainda são abertas sempre com um criativo mini mocktail (durante o dia) ou mini cocktail (à noite), como um amuse bouche da equipe de bartenders.

Aliás, a partir deste mês, o café da manhã do Awasi Santa Catarina, por demanda popular, volta a ser servido durante todo o dia, sem hora marcada – o que sempre foi um dos features mais elogiados do então Ponta dos Ganchos.

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Mas o melhor de tudo é que agora, como AWASI, o hotel aderiu aos programas de exploração personalizada em Governador Celso Ramos e arredores. Cada villa tem um guia particular e um veículo 4×4 dedicados; e atividades como trilhas, mergulho, snorkeling, passeios de barco e visitas culturais também estão incluídos, diariamente.

Essas deliciosas experiências personalizadas pela região são sempre discutidas e desenhadas de acordo com os interesses e o ritmo de cada hóspede. Os passeios estão sempre incluídos na diária fully hosted, mas é altamente recomendável também deixar bons períodos livres para aproveitar as instalações do hotel.

Agora, se o clima da região não ajudar, não se preocupe: algumas atividades até funcionam mesmo sob chuva e, se alguns dos seus passeios forem cancelados (como aconteceu comigo), você seguramente não achará ruim incluir mais algumas massagens cortesia na sua programação, não é mesmo?

Importante: a propriedade aceita hóspedes a partir de 14 anos.

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JW Marriott Panama

Como ficou a renovação do JW Marriott Panamá

Debruçada sobre a borda piscina, há oceano a perder de vista de um lado, com os navios enfileirados para atravessar o canal. Do outro, parte do inconfundível “skyline” da capital panamenha se alinha ao edifício que desce treze andares abaixo de onde estou – e que se estende bem além acima de mim, é o mais alto edifício da América Central: trata-se do renovado JW Marriott Panamá, na capital panamenha.

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A renovação do JW Marriott Panamá, que acaba de ser concluída, deixou ainda mais gostoso seu maior atrativo: o complexo de piscinas de borda infinita no 13o. andar, com vistas fantásticas para o mar e para o famoso skyline da área mais moderna da Cidade do Panamá. Mas trouxe muito mais novidades também, é claro.

Erguido em Punta Pacífica, uma área de alto padrão próxima ao shopping Multiplaza (com transfer ida e volta cortesia, inclusive) e diversos restaurantes, e à beira da Baía do Panamá, o edifício que já foi o Trump Ocean Club em outros tempos chega agora à sua melhor forma sob a bandeira JW Marriott

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JW Marriott Panama
foto: Mari Campos

O lobby de pé-direito generoso (a recepção fica somente alguns andares acima, já que o hotel divide o edifício com algumas salas comerciais) dá o spoiler do tamanho da propriedade, com muitas acomodações (são 320 no total) e áreas sociais bastante amplas.

As muitas janelas em toda parte, vários terraços, acomodações todas com varanda e os elevadores panorâmicos deixam claro que o destino é a grande vedete por ali: somos sempre convidados a olhar para fora, seja o mar ou a cidade.

Nesta nova fase, com sua renovação concluída, o JW Marriott Panamá ganhou mais bossa, novos menus, novo décor e até o mais alto rooftop bar da cidade, o delicioso ALMA, com vistas espetaculares a partir do último andar do edifício.

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JW Marriott Panama
foto: Mari Campos

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Um novo JW Marriott Panamá

Nesta nova fase do JW Marriott Panamá, não apenas as 320 acomodações foram renovadas como o projeto ganhou 40 suítes. Os quartos, todos muito espaçosos, adotam uma estética bastante contemporânea, incluindo alguns carpetes inspirados em paisagens panamenhas e uma parte do mobiliário feita em madeira ecológica.

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O minibar das acomodações ganhou destaque no novo design, incluído em um móvel com espelho nos mesmos tons neutros do restante do ambiente, o que dá ainda mais sensação de amplitude ao cômodo.

Algumas acomodações incluem também espaçosos livings e área de refeições e as varandas, mesmo com o calor constante do destino, são uma delícia: vale cacifar uma com vista (sempre parcial) para o mar.

Embora a configuração dos espaços de uma mesma categoria possa mudar bastante dependendo da localização da acomodação no hotel, os banheiros ficaram ainda mais espaçosos, especialmente nas suítes e junior suites, com direito a grandes duchas e novas banheiras de imersão.

Há uma nova onda gastronômica também no JW Marriott. O restaurante e bar Azul, localizado junto ao complexo de piscinas, é uma delícia (sobretudo na área sombreada ao ar livre) para um almoço mais light e informal, com vista para o mar e o skyline panamenho. Fica aberto das 7h às 20h. 

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Já o novo restaurante MASI, aberto o dia todo, inclusive para não hóspedes, é focado em cozinha panamenha, trabalhando sabores, receitas e ingredientes locais de maneira contemporânea. O serviço é muito atencioso e os ceviches da casa são todos excelentes!

É ali também que é servido diariamente o café da manhã em estilo buffet do hotel, incluído em algumas das diárias. O buffet é bem montado e bastante variado, e é possível pedir ovos feitos na hora também.

Há ainda um lobby bar, o bar de vinhos Cava 15, uma grande academia com vista e um Executive Lounge, acessível para clientes elite do Marriott Bonvoy e hóspedes das acomodações Executive.

No entanto, apesar de bastante grande, aconchegante, com ambientes interno e externo, o Executive Lounge decepciona um bocado quem está acostumado com o espaço em outras propriedades Marriott: tem apenas um bastante limitado serviço de café da manhã cortesia pela manhã, cafés e refrigerantes cortesia durante o dia e um pequeno serviço noturno de hors d’oeuvres, com petiscos e sobremesas – mas sem bebidas.

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JW Marriott Panama
foto: Mari Campos

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Relax e bons drinks

Mas o maior trunfo do renovado JW Marriott Panamá tem nome e sobrenome: o complexo de piscinas do 13o. andar e o novíssimo rooftop bar ALMA.

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O hotel tem distintas piscinas externas, incluindo duas de borda infinita, com aquela deliciosa combinação de mar e horizonte de um lado, quase da mesma cor da água da própria piscina, e mar, rochas e skyline urbano do outro. Numa manhã mais fresquinha, antes do sol a pino se instalar, é difícil sair dali.

Com pinta de resort urbano, o enorme espaço, do qual o restaurante Azul também faz parte, tem bar dedicado e diversas espreguiçadeiras, incluindo algumas disputadas unidades instaladas literalmente com o pé na água, nas infinity pools.

No finalzinho da tarde, o espaço é também ótima pedida para pedir uma bebida qualquer e assistir à mudança das cores sobre a baía até a chegada do anoitecer.

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Já o novo rooftop bar ALMA, o mais alto de toda a América Central, se converteu rapidamente no mais disputado espaço noturno da cidade. Tanto hóspedes quanto passantes devem obrigatoriamente reservar antecipadamente a visita.

Instalado no 66º andar do JW Marriott Panamá, o espaço conta com três pequenos ambientes (incluindo dois pares de mesas externas), ladeando um espelho d’agua, com vistas realmente panorâmicas para a cidade e a baía.

A carta tem uma interessante seleção de drinks autorais, mas a equipe de bartenders se encarrega também de preparar todos os clássicos. E é possível pedir também saborosos petiscos e até sobremesas para harmonizar com as bebidas. Recomendo a visita, mesmo para quem não fique hospedado no hotel.

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St Barth

Hospitalidade diversa é aposta de Saint-Barth

É bastante óbvio que a hospitalidade é parte fundamental da experiência do viajante, em qualquer lugar. Entretanto, em alguns destinos, a hotelaria tem papel ainda mais vital, sendo realmente capaz de criar uma jornada completamente diferente da que o hóspede experimentaria em outra propriedade. É o caso, por exemplo, de Saint-Barth (St.Barth, ou ainda Saint-Barthélemy), onde a hospitalidade cada vez mais diversa virou grande aposta do turismo local.

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Afinal, ali, em um território tão pequeno, bastante dependente de sazonalidade (a maior parte da ilha “fecha” para o turismo na temporada de furacões), com oferta bastante limitada de infraestrutura e mão de obra, hotéis são parte fundamental da engrenagem que faz a própria ilha francesa funcionar tão bem como destino turístico tão exclusivo quanto sustentável.

St Barth
foto: Mari Campos

Ou seja, mais do que nunca, a hotelaria pode não apenas determinar onde o turista fica, mas também quanto tempo permanece no destino, que lugares frequenta e, mais importante ainda, quanto gasta – e quanto deste investimento permanece na economia local.

Segundo levantamento de 2024, St Barth tinha então 26 estabelecimentos de hospedagem tradicional (hotéis de distintos tamanhos e estilos), somando mais de 500 acomodações no total. Quase metade dessa oferta estava concentrada em propriedades de altíssimo padrão – incluindo o único hotel palace do Caribe, o excepcional Cheval Blanc St Barth.

Esses números não consideravam a impressionante quantidade de villas privativas disponíveis para aluguel de temporada (muitas delas com serviço de alta hotelaria), um segmento que não para de crescer nesta ilha caribenha – e já soma mais de 2.500 unidades.

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St Barth
foto: Mari Campos

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Turismo controlado e planejado

As limitações geográficas de St Barth tornaram-se também um mecanismo de proteção ambiental – e isso inclui um turismo planejado e extremamente controlado. Na ilha, não existem grandes resorts com tudo incluído nem airbnbs fora de controle; a maior parte da hotelaria ali é composta por propriedades de pequeno e médio porte, e construções com mais de quatro andares não são permitidas.  

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Mas nem só de hotéis e villas de luxo vive a ilha, é claro; há também oferta de hospedagens voltada para orçamentos mais apertados, de airbnbs a cottages, espalhada pelo território. A ideia geral é que, mesmo com o turismo bastante controlado e planejado, cada vez mais gente possa de distintas origens e backgrounds possa aproveitar a mescla perfeita de belas praias, paisagens caribenhas, alma francesa e boa mesa que St Barth oferece.

A existência de pequenos hotéis, imóveis de temporada e ecolodges amplia o espectro de visitantes, permite estadias mais longas para muita gente e ajuda a manter a ocupação no destino sempre em alta. E cada viajante encontra ali seu pedacinho de paraíso.

St Barth
foto: Mari Campos

Assim, St Barth mostra cada vez mais sua pluralidade; até porque tentar reduzi-la a uma mera coleção de hotéis de luxo seria perder parte importante de sua dinâmica. Durante o ano todo, o fluxo turístico é cuidadosamente planejado e razoavelmente controlado. 

As praias bem preservadas, a enseada bem protegida e o estilo de vida discreto de seus moradores segue mais ou menos os mesmo preceitos de quando a ilha começou a pensar o turismo internacional, nos anos 1970.

Com uma permanência média geral de 5,5 noites por hóspedes em uma ilha que não dispõe de uma grande capacidade hoteleira, ocupar bem cada quarto disponível durante os meses mais importantes é decisivo.No entanto, ao contrário das demais ilhas caribenhas, Saint-Barth não compete jamais por número de visitantes; e por isso mesmo atrai um segmento cada vez mais disposto a pagar por exclusividade e sossego – inclusive brasileiros.

O Brasil, aliás, está entre os quatro maiores emissores internacionais de turistas para a ilha e os brasileiros se hospedam quase que exclusivamente em hotéis de luxo – preferência de mais de 70% dos viajantes dos EUA também. Já nos estabelecimentos mais econômicos, os próprios franceses são a maioria, ultrapassando os 34% do total de hóspedes.

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St Barth
foto: Mari Campos

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UMA ILHA CADA VEZ MAIS PLURAL

O Les Îlets de la Plage é um ótimo exemplo, e justamente tenta resgatar um pouco essa vibe do começo da atividade turística de St Barth. Não se trata de uma hospedagem econômica, mas propõe uma estadia confortável, simpática e bastante acessível em comparação com os valores praticados na maior parte da ilha.

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Instalado à beira-mar, tem apenas 12 unidades e um toque old fashion, que o faz ser adorado por franceses saudosos dos old times da ilha. Suas cottages individuais, com os típicos telhados vermelhos de St Barth, muitas em dois andares, ficam em meio a jardins ou ao longo da beira-mar e contam com cozinha (com geladeira grande, cooktop, micro-ondas, torradeira etc), living, quarto, banheiro e áreas de convivência externa bastante acolhedoras.

As quatro unidades em frente ao mar contam com deck externo privativo mobiliado, gramado e deliciosas espreguiçadeiras. Vale saber que não há academia e a pequena piscina comum esteve interditada durante toda a minha estadia por ali.

O acesso direto ao mar (é frente ao mar mas não pé na areia) pode ser feito diretamente das unidades em frente ao oceano através de escadas de madeira. Mas um dos pedacinhos mais gostosos da praia de St Jean, de águas turquesa tranquilas e cristalinas, sempre vazio, bem ao lado do aeroporto, fica a literalmente cinco minutos de caminhada – com direito a um cantinho com ombrelones e espreguiçadeiras reservado para os hóspedes.

A ideia do Les Îlets é ser um híbrido entre um hotel e um aluguel de temporada. Não há recepção 24h, concierge, nem serviço de café da manhã. Por outro lado, há cápsulas de café, leite, suco, manteiga e geleia na geladeira e todos os dias algo de uma padaria local (um croissant, um brioche ou algo do gênero) é deixado na varanda por volta das 8h da manhã. Por isso mesmo, é mais procurado por viajantes que desejam estadias mais longas.

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Cheval Blanc St Barth
Cheval Blanc St Barth. Foto: Mari Campos

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A excelência na hospitalidade

É justamente a combinação de poucos quartos, alto gasto médio, forte presença internacional, grande peso da hotelaria de luxo e uma camada menor de hospedagens independentes que faz de St. Barth um caso tão peculiar no Caribe: um destino que vive do turismo mas não depende de grandes volumes para sustentar sua economia.

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Talvez por isso mesmo a hotelaria de luxo sempre tenha feito tanto sucesso em St Barth, e siga se reinventando, mesmo quando a ocupação bate recordes. É também graças a essa excelência em hospitalidade que a ilha é capaz de arrecadar mais de €15 milhões em taxa turística por temporada – equivalente a 5% do valor líquido da diária, essa arrecadação arrecadado financia a manutenção de estruturas turísticas, infraestrutura, entretenimento e a própria promoção do destino.

É em St Barth que fica o único hotel com distinção palace de todo o Caribe: o irrepreensível Cheval Blanc St-Barth, única propriedade hoteleira a ocupar a paradisíaca praia de Flamands.

Nesse ecossistema privilegiado, hotéis como Eden Rock (que, além de seu delicioso restaurante à beira-mar, agora é pioneiro a oferecer tratamentos de K-Beauty em seu premiado spa, ambos sempre abertos também para não hóspedes), Rosewood Le Guanahani (que acaba de lançar uma coleção cápsula de beachwear com o artista Daniel Dugan, cujas obras de arte feitas especialmente para o hotel também ilustram agora diversos ambientes da propriedade), o clássico Fouquet’s St-Barth, Le Sereno (que reabrirá totalmente renovado), o encantador Le Manapany, o suntuoso Le Toiny ou o adorável hotel boutique Tropical St Barth se tornaram muito mais do que meros endereços de hospedagem.

São essas propriedades que ajudam majoritariamente a sustentar um modelo turístico de muito sucesso há tantas décadas, baseado em baixa densidade de visitantes, gasto per capita elevado e alto consumo em serviços, gastronomia, experiências e varejo local.

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St Barth
foto: Mari Campos

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Queridinho dos brasileiros

Como quarto maior emissor internacional de turistas para a ilha, o Brasil passou a ser um dos principais focos de promoção turística de St Barth. Com um adendo importante: além de gastar bastante em serviços, restaurantes e lojas no dia-a-dia no destino, o brasileiro que viaja à ilha francesa se hospeda majoritariamente em hotéis de alto luxo.

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Embora brasileiros sejam figurinha fácil em todos os hotéis de primeira linha em St Barth, o queridinho nacional das últimas temporadas segue sendo o charmoso Le Barthélemy. O português virou idioma tão frequente entre os hóspedes por lá que parte do staff já arranha algumas palavras, entende fácil os vícios de linguagem e já está totalmente acostumado aos hábitos e preferências desse hóspede.

Localizado à beira-mar na bela praia de Grand Cul-de-Sac, uma das mais bonitas da ilha, frequentemente visitada por tartarugas marainhas e baby sharks, o Le Barthélemy é uma propriedade 100% pé na areia e totalmente voltada para o descanso e o prazer.

Perfeitamente adaptado também a famílias com crianças pequenas, tem acomodações muito espaçosas, todas com excelentes banheiros, varanda privativa e vista para o mar, os jardins ou a lagoa. Algumas contam com plunge pool privativa e as mais disputadas são suites duplex com acesso direto à praia.

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As amenidades de higiene são da Diptyque, mas há tantas amenidades de outros gêneros que fica difícil computar todas elas. Algumas são lindamente ofertadas dentro de uma nécessaire pensada para o hóspede levar para casa. Há bolsa de praia, chinelos para quarto e praia, saquinhos customizados para roupa de banho molhada e vários outros mimos.

Há uma tecla no telefone específica para pedir champagne, que chega em poucos minutos, geladinha, em um case de madeira lindo, feito sob medida, para manter a bebida na temperatura ideal por mais tempo.

Há restaurante interno e pé na areia (o delicioso café da manhã é um serviço híbrito buffet + à la carte), uma bela piscina, vários lounges, dois bares, mesas de jogos ao ar livre e um excelente spa La Mer, imperdível. Tudo a cara da joie de vivre de St Barth.

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Durante toda a viagem, utilizei um chip internacional da O Meu Chip e me mantive conectada todo o tempo. Há sempre pelo menos 10% de desconto na compra de qualquer chip físico ou eSIM neste link com o cupom MARICAMPOS.

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Caiman Pantanal

Review: Casa Caiman, Pantanal

Acordar cedinho, sair com o dia ainda escuro, e passar a manhã procurando onças e outras espécies pantaneiras, entre paisagens exuberantes. Isso é parte da rotina diária de quem se hospeda na Casa Caiman, a propriedade que deu origem ao complexo da Caiman Pantanal, hoje um exemplo internacional de turismo sustentável.

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Localizada no município matogrossense de Miranda (a 237 km a oeste de Campo Grande) e fundada por Roberto Klabin em idos de 1985, a fazenda Caiman abrange hoje 52.400 hectares, incluindo áreas de pastagem, uma reserva legal de 10.621 hectares, uma RPPN e o IMARK (Instituto Maria Angela e Roberto Klabin, criado em 2024).

Caiman Pantanal
foto: Mari Campos

É em meio a tudo isso, e servindo de base também para projetos ambientais primorosos como o Onçafari (que completa 15 anos neste mês de agosto), que a Caiman Pantanal (membro da BLTA e Xodós do Brasil) trabalha pela conservação ambiental e cultural através do turismo.

A propriedade acaba de inaugurar sua primeira unidade voltada ao turismo de luxo, a Villa Cordilheira, uma elegante villa totalmente suspensa sobre palafitas, com sete suítes e muito conforto, que deve ser reservada por inteiro – e oferece todos os serviços feitos de forma privativa.

Tem ainda a Villa Baiazinha, que também deve ser reservada por inteiro, mas passa a maior parte do ano “bookada” por operadores internacionais de turismo ecológico e observação de vida selvagem.

Mas é justamente na Casa Caiman – que já foi um dia casa do próprio Klabin – que a maioria dos hóspedes, sejam brasileiros ou estrangeiros, conhecem o jeito Caiman de receber, bem no coração do Pantanal. Foi ali, no complexo com hoje 18 acomodações espalhadas em duas sedes localizadas em meio a muito verde, que a propriedade começou o exercício de sua vocação para a hospitalidade.

Em comum, todos esses três modelos de hospedagem turística incluem nas diárias pensão completa e safáris compartilhados – além da possibilidade de também fazer outras atividades na região, como canoagem, caminhadas, focagem noturna e cavalgadas, algumas delas mediante pagamento de taxa extra.

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Caiman Pantanal
foto: Mari Campos

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Como é se hospedar na Casa Caiman

No total, são 18 acomodações espalhadas pelos dois sobrados que compõem a Casa Caiman. Entre elas, há uma grande piscina com espreguiçadeiras, além de redes, academia, sauna, lounges internos e externos, livings, restaurante, bar.

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As acomodações da Casa Caiman estão divididas em três categorias, mas todas com bastante espaço, ar-condicionado e banheiro privativo. A Suíte Master é a maior de todas elas e conta também com espaçoso living, walk-in closet e um belo terraço privativo. Senti falta apenas de mais amenidades de higiene (há apenas sabonete, hidratante, shampoo e condicionador) e de outras amenidades em geral, como chinelinhos de quarto.

A hospedagem na Casa Caiman inclui sempre pensão completa, com todas as refeições servidas invariavelmente em sistema buffet – mesmo quando feitas fora da casa. Aliás, mesmo na nova villa Cordilheira, mais luxuosa e com mais inclusões nas diárias, as refeições também são todas sempre buffet. Água e suco durante a refeição estão incluídos, assim como café e chá.

Há também um pequeno serviço de café da tarde antes das atividades vespertinas, e as duas casas têm também um lounge onde há permanentemente café espresso, água e chá para os hóspedes se servirem livremente, como cortesia.

Não há recepção 24h – mas um membro do staff fica de plantão durante a noite e pode ser acionado por telefone ou whatsapp (seja para emergências ou simplesmente para retirar da acomodação alguma pererequinha ou inseto maior que esteja incomodando).

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Geralmente, são oferecidos na Casa Caiman, como parte das inclusões, dois safáris diários, sempre guiados por uma dupla de guias (os meus, Renato e Tiago, foram excelentes) que conhecem a região como a palma de suas mãos, com pelo menos um deles falando também inglês.

Prepare-se para ver uma profusão de aves das mais variadas espécies e tamanhos, muitos répteis, grandes insetos e também grandes mamíferos como capivaras, os belíssimos cervos-do-pantanal, as furtivas antas, tamanduás e, claro, com sorte, onças pintadas (consegui ver 9 indivíduos, entre adultos e filhotes, ao longo dos meus dias por ali).

Alguns dos safáris podem ser eventualmente substituídos, a pedido dos hóspedes e dependendo da época do ano e das condições climáticas, por outras atividades, como safáris à pé ou canoagem.

As estadias também incluem a possibilidade de participar, dependendo dos dias da semana, do Café da Manhã Pantaneiro, do jantar sob as estrelas e de uma noite do churrasco, todas realizadas fora da Casa. E ainda um sundowner durante um dos safáris vespertinos.

Programas exclusivos de rastreamento de onças-pintadas com o time do Onçafari, passeios com a equipe do AraraAzul ou passeios a cavalo pelo Pantanal, por exemplo, também podem ser reservados – mas têm custo adicional.

As estadias costumam ter períodos mínimos pré-determinados de 3 ou 4 noites, especialmente na alta temporada
(junho a setembro), com os hóspedes chegando às quintas-feiras ou domingos.

Importante: leve repelente contra insetos, em qualquer época do ano – você definitivamente vai precisar.

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Caiman Pantanal
foto: Mari Campos

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O que vale saber antes de viajar

A Caiman chegou a ter 82% de sua área queimada por incêndios florestais num passado bem recente. Por isso mesmo, hoje trabalha pesado com prevenção a incêndios, incluindo a criação e treinamentos contínuos de suas próprias brigadas de combate ao fogo, monitoramento constante do território via satélites e criação de uma extensa rede de poços.

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É também a primeira propriedade do Brasil a fazer queima prescrita, criou refúgios de fauna e dispersou bombas de sementes para garantir o plantio/replantio de diversas mudas de arvores nativas. Algumas marcas dos incêndios ainda são visíveis, já que a terra pode levar muitos anos para se recuperar; mas a maior parte da Caiman Pantanal estava lindamente verdejante em meados deste ano.

A propriedade é também parte da The Long Run e conta com certificação LIFE de Negócios e Biodiversidade. Ao longo do ano, trabalhar ativamente também com comunidades indígenas e ribeirinhas da região, inclusive auxiliando nos cuidados locais com saúde, educação e lazer – além de suas muito bem sucedidas parcerias in loco com Onçafari (que ajuda imensamente na prática turística cotidiana da propriedade, rastreando onças pintadas), Instituto Arara Azul, Projeto Papagaio Verdadeiro, Tapirapé, Instituto Tamanduá e Sauá. 

Mas o turismo de conservação não é a única atividade da Caiman Pantanal, que trabalha paralelamente com criação tradicional de gado – mostrando que no Brasil é possível, sim, que esse tipo de atividade coexista em harmonia com a preservação e o aumento da população de onças pintadas na região.

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Para chegar:

É possível chegar à Caiman pelo aeroporto de Bonito (MS), distante cerca de 2h30 de estrada, ou Campo Grande, a cerca de 4h de carro. Também é possível pousar diretamente na propriedade com aeronaves turboélice privadas.

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Shamwari Reserve Safári África do Sul

Review: Eagles Crag, Shamwari Private Game Reserve

São tantas boas opções para fazer safári na África do Sul que o viajante geralmente sofre um bocado para escolher a opção mais adequada para o seu perfil de férias. No entanto, são (bem) poucas opções interessantes para quem quer se jogar em safáris sem se afastar muito da Cidade do Cabo. E, dentre elas, a reserva  Shamwari é sem dúvidas uma das mais interessantes.

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Parte da chamada Rota Jardim (Garden Route), a  Shamwari Private Game Reserve é uma reserva com mais de 25.000 hectares focados em preservação e conservação de vida selvagem localizada a cerca de 1h30 de carro de Port Elizabeth, conectada através de ótimas estradas.

Shamwari Reserve Safári África do Sul
foto: Mari Campos

Ali há presença dos Big5, destacando-se também a manutenção in loco de um Centro de Reabilitação da Vida Selvagem, além do santuário Born Free, que reúne felinos resgatados, e parcerias com ONGs de conservação de aves.

A enorme reserva, com 33 anos de fundação e um case de muito sucesso na reintrodução em ambiente selvagem de algumas espécies originalmente endêmicas da região, oferece ao viajante seis lodges de alto padrão e uma opção mais econômica e informal de estadia, em formato camping: Bayethe, Long Lee Manor, Riverdene Family Lodge, Sarili Private Villa, Sindile Tented Lodge (todos recentemente renovados e abertos inclusive durante todo o inverno) e Eagles Crag, a opção mais exclusiva.  

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Shamwari Reserve Safári África do Sul
foto: Mari Campos

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Como é se hospedar no Eagles Crag, Shawari Private Game Reserve

As estadias no Eagles Crag da  Shamwari Private Game Reserve têm sempre tudo incluído: dois safáris diários, refeições, bebidas, minibar e até lavanderia. Há possibilidade de fazer eventualmente safáris à pé também.

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O lodge mais exclusivo da Shamwari foi batizado em homenagem ao avistamento frequente de águias voando em círculos sobre os belíssimos penhascos que ficam bem diante dele.

São apenas nove suítes, todas em formato de pequenas villas independentes, construídas em pedra, madeira e vidro, com muito espaço: quarto, living, closet, chuveiros interno e externo, deck, piscina privativa. As acomodações são conectadas por uma charmosa passarela de madeira, mas há privacidade suficiente entre elas.

As áreas comuns do Eagles Crag incluem muitos lounges, internos e externos, aproveitando a topografia local inclusive em plataformas parcialmente suspensas para observação de aves. A decoração é tão cuidadosa e acolhedora quanto a arquitetura, que parece fazer o hotel “desparecer” em meio ao verde, à distância.

Há também academia e sala de jogos, café da tarde servido antes do safári vespertino e cafés, chás, bebidas e petiscos sempre disponíveis no bar.

As refeições merecem destaque especial: são todas excelentes (café da manhã e almoço em sistema híbrido buffet + à la carte e os jantares são à la carte), com muito sabor e apresentação caprichada. E podem acontecer tanto interna quanto externamente, sob as estrelas.

Os safáris, apesar de contarem apenas com ranger e dispensarem a figura dos trackers, são longos e interessantes e contam sempre com as tradicionais pausas para o cafezinho de manhã e os sundowners da tarde, sempre com deliciosas comidinhas e drinks. Há também mantas e bolsas de água quente nos assentos sempre à disposição.

Visitas ao centro de reabilitação e aos projetos dedicados à proteção de grandes felinos e aves de rapina e observação guiada do céu noturno também fazem parte do menu de atividades incluídas.

Uma delícia de lodge, que está atualmente sendo renovado, mais uma vez.

Shamwari Reserve Safári África do Sul
foto: Mari Campos

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Durante toda a viagem, utilizei um chip internacional da O Meu Chip e me mantive conectada todo o tempo, inclusive durante os safáris na reserva. Há sempre pelo menos 10% de desconto na compra de qualquer chip físico ou eSIM neste link com o cupom MARICAMPOS.

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