Koloa Concept Hotel Piauí

Review: Koloa Concept Hotel, Piauí

São pouco mais de 60 quilômetros de litoral do Piauí – o menor dentre os estados brasileiros. Mas eis aí uma das regiões mais bonitas do Brasil, ainda que pouco conhecida pelos próprios brasileiros, e que ganhou o primeiro hotel voltado exclusivamente para o mercado de luxo na costa piauiense: o Koloa Concept Hotel.

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O hotel está localizado frente ao mar na pequena e pacata Cajueiro da Praia, um vilarejo de pescadores de praias semi desertas e águas morninhas ao lado de Barra Grande. Esse trecho é parte da Rota das Emoções, como é chamado o trajeto que se estende dos Lençóis Maranhenses até Jericoacoara, no Ceará.

Koloa Concept Hotel Piauí
Foto: Mari Campos

O destino de praias gostosas e ventos favoráveis à prática de esportes de vento como o kitesurf fica a cerca de cinco horas de estrada desde Teresina, ou duas e meia de estrada a partir do aeroporto de Jericoacoara.

A propriedade pé na areia oferece apenas 26 acomodações, todas elas com acesso direto às piscinas – seja sua própria piscina privativa ou uma bela piscina coletiva, construída em formato de L, de frente para o mar.

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Koloa Concept Hotel Piauí
foto: Mari Campos

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Como é se hospedar no Koloa Concept Hotel

O Koloa Concept Hotel é pequeno em área total e faz do vento da região seu maior aliado: a maior parte da propriedade é toda aberta, inclusive a recepção. As “quatro paredes” ficam restritas às acomodações e à pequena academia apenas, o que garante excelente ventilação e vista para o mar constante.

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O décor de cores clares e muita vegetação à vista ganha o casamento perfeito com muitas peças artesanais feitas à mão por artistas locais – de móveis a incríveis espelhos e luminárias da artesã Nêda Lopes, popularmente conhecida pelo nome de sua loja, Barraca da Nêda.

Koloa Concept Hotel Piauí
foto: Mari Campos

O projeto do hotel, com muito branco e o areia e repleto de palha e madeira, ficou todo a cargo de Marcelo Franco e Milena Holanda. As acomodações são espaçosas, com grandes TVs, bons banheiros e amenidades L’Occitane ou Bulgari, dependendo da categoria de quarto. As quatro mais luxuosas suítes ganham o melhor dos mundos: piscinas privativas com vista para o oceano.

A praia logo em frente, Morro Branco, é quase deserta, e vive ao sabor das marés. Vez ou outra passam jegues e kitesurfers, mas outros turistas à vista foi coisa rara durante toda minha estadia ali. Quando a maré seca, é possível caminhar tranquilamente até a ilhota quase diante do hotel. E o pôr do sol ali costuma ser lindo.

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Há um único restaurante, com vista para o mar e aberto para a piscina, e ali tudo é servido em sistema à la carte, do farto café da manhã ao jantar.  O extenso menu foca bastante nos frutos do mar.

Como passear é preciso, até para o jantar na vilinha de Barra Grande, com pé na areia, o Koloa facilita: o hotel tem um carro disponível para levar e trazer hóspedes, sem custos extras. Vale também fazer um passeio de barco em Cajueiro da Praia para tentar ver o peixe-boi e se arriscar em uma aula de kite surf.

Mas imperdível mesmo é o passeio de barco que sai do Koloa e vai da praia até o rio e os manguezais, terminando com a espetacular revoada dos guarás no amanhecer (sem ninguém mais à vista) ou no entardecer (com muitos kitesurfers no caminho e um pôr do sol avermelhado inesquecível!). O local é chamado de “mini-delta”, justamente por reunir paisagens e espécies muito similares ao Delta do Parnaíba.

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Villa Nautica Jeri

Como um hotel em Jeri virou case nas OTAs

Não se trata de uma pousada de luxo, não há camas “king” nas acomodações, nem room service 24h, enxovais de incontáveis fios, academia, spa ou restaurante gastronômico. Ainda assim, o Villa Náutica Boutique Hotel, em Jericoacoara, tem alcançado algumas das maiores pontuações em OTAs e consolidadores de hotéis no Brasil.

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Quem trabalha com hospitalidade sabe muito bem que notas altas em avaliações desse gênero não são, na prática, nenhuma garantia da qualidade real de um hotel. Em boa parte dos casos, aliás, são mais ferramenta de marketing que qualquer coisa.

Por isso mesmo, no final do ano passado, fui conferir pessoalmente como é se hospedar em um “hotel boutique” em Jericoacoara que tem sido, desde sua inauguração (há três anos), “recordista” no destino em notas altas em várias destas plataformas. 

Pequenininho e com jeito de pousada, o Villa Náutica tem apenas 19 acomodações dispostas em edifícios de dois andares ao redor de sua piscina. As avaliações majoritariamente muito positivas nas plataformas onde o Villa Náutica está listado lhe conferiram notas entre 9,8 e 10 na maioria delas – um feito e tanto para uma propriedade deste tamanho e nicho.

Villa Nautica Jeri
foto: Mari Campos

Enquanto diversas outras propriedades similares em Jericoacoara se mostram extremamente sensíveis à sazonalidade do destino, o Villa Náutica garante manter-se com pelo menos 80% de ocupação ao longo do ano todo.

Localizado na rua Principal da vila de Jeri, já fora do eixo principal da “muvuca” mas ainda com rápido e fácil acesso à praia, bares, lojas e restaurantes, o hotel foi idealizado por um casal austro-brasileiro, Lilian e Wilhelm Duftner, há pouco mais de três anos. E rapidamente caiu no gosto popular, graças majoritariamente à propaganda boca-a-boca.

Encontrei ali uma boa pedida para quem quer garantir hospedagem com conforto mas não pode (ou não quer) cacifar um hotel ou pousada de luxo na região de Jeri. O Villa Náutica soube garantir bom espaço nas acomodações e investir em pequenos mimos, das amenidades L’Occitane ao lauto café da manhã servido diretamente nas mesas – o campeão de elogios à propriedade em qualquer plataforma.

Mas talvez seja a profunda simplicidade do local, com os proprietários frequentemente misturados aos seus funcionários da cozinha servindo pessoalmente o desjejum dos hóspedes, entre darem uma dica local e outra, seu maior trunfo.

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Villa Nautica Jeri
foto: Mari Campos

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Como é se hospedar no villa náutica, em Jeri

A gravura reproduzindo o casal à entrada do hotel, e uma pintura feita pela filha aos 3 anos enquadrada e exibida com orgulho diante da recepção, dão o tom de informalidade e familiaridade do Villa Náutica, como se fosse uma extensão da residência dos Duftner, localizada do outro lado da rua.

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Lilian faz questão de administrar toda a logística do local e Wilhelm literalmente ergueu a propriedade (de arquitetura contemporânea com muito branco e madeira escura) com a ajuda de uma equipe de obras. Ambos estão sempre trocando ideias gentilmente com os hóspedes.

As 19 acomodações ficam lado a lado em pequenas construções de dois andares que rodeiam a piscina, todas elas com varanda (no piso inferior) ou terraço (no piso superior) privativo, num ambiente bastante tranquilo e sossegado em geral.

Os quartos têm distintas categorias, acomodando de duas a quatro pessoas cada. Apesar de receber majoritariamente casais, o Villa Náutica também é bem pensado para famílias com crianças – que costumam adorar os beliches laterais de alvenaria disponíveis em algumas das unidades.

Há boa conexão wifi, sacola reutilizável para a praia e roupões – além de toques pessoais, como docinhos de boas-vindas e de despedida entregues na acomodação, sempre acompanhados por simpáticos cartõezinhos nominais.

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No restaurante, há um filtro de água potável para que cada hóspede abasteça sua própria garrafinha. Reservas de transfers, passeios e refeições feitas através do hotel aparecem na acomodação, logo na chegada, em um documento impresso batizado de “Plano de Viagem”.

A lateral entre a piscina e os quartos é repleta de vegetação. O serviço é cálido, coerente e gentil, da simpática equipe do café da manhã às excelentes meninas da recepção, que se desdobram também como ótimas concierges desde antes da nossa chegada.

A propriedade tem bom relacionamento com diversos restaurantes e prestadores de serviço de Jericoacoara, facilitando bastante a vida do hóspede durante a viagem. “Os lugares e negócios que recomendamos aqui são os mesmos lugares nos quais gostamos de ir habitualmente, cuja qualidade e confiabilidade realmente atestamos pessoalmente”, me explicou Lilian.

Casas como Gelato & Grano, Éllo, Miragem, Armazém do Burro, ClubVentos e Casa Uca estão entre os favoritos – testei e aprovei também todos eles por indicação e sugestão do próprio hotel, e recomendo.

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A presença de uma equipe sempre acessível e cordial, além dos proprietários frequentemente ativos na operação cotidiana do hotel, estão também entre os maiores destaques nas avaliações de hóspedes nas OTAs. O serviço consistente, mesmo na ausência dos proprietários, é o principal destaque nas avaliações de hóspedes que se estiveram ali pela segunda vez.

Todas as diárias do Villa Náutica incluem um farto café da manhã e um café com bolos todas as tardes, ambos servidos no pequeno restaurante diante da piscina. O café da manhã é servido porcionado, diretamente nas mesas, e cuidadosamente distribuído em etapas. Há frutas, cereais, pães, bolos, itens salgados e doces, sucos, cafés, frios, geleias.

Tudo isso somado a um simpático menu à la carte, também incluído, com ovos, tostadas, tapiocas e crepes feitas na hora, sempre disponível (destaque para a Torrada Náutica, com ovo poché, creme de queijo, abacate e tomate). Um detalhe: tudo isso ao som de Mozart, o compositor austríaco que batiza o restaurante do hotel.

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LK Design Hotel Florianópolis

LK Design Hotel celebra 5 anos de história

Uma das esquinas mais famosas da cidade, um projeto familiar que levou décadas para ganhar forma. Inaugurado em plena pandemia, em dezembro de 2020, uma propriedade que mudou de forma definitiva – e continua mudando – a hotelaria de alto padrão de Florianópolis. Neste dezembro, o LK Design Hotel celebra 5 anos de uma história tão recente quanto bem sucedida.

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Nesta semana, o hotel promoveu alguns eventos exclusivos para colaboradores e convidados para festejar o primeiro “quinquênio” do empreedimento – e também anunciar novidades que estão chegando, já que manter-se em constante evolução é preciso. “Nosso principal desafio é sermos capazes de entregar um produto de excelência todos os dias, e ainda elevarmos essa barra constantemente”, disse Miller Bairros, gerente-geral do hotel, no coquetel de aniversário que aconteceu no último dia 16/12.

LK Design Hotel Florianópolis
foto: Mari Campos

Localizado entre a Avenida Beira-Mar Norte e a rua Bocaiúva, e com o mais bonito rooftop da hotelaria catarinense (100% exclusivo para hóspedes), o LK Design Hotel se consolidou rapidamente como um dos principais empreendimentos hoteleiros de toda a região sul do Brasil.

Para 2026 e os anos vindouros, a ideia é seguir mantendo a liderança e o fluxo contínuo de melhorias e inovações, pensadas sempre tanto para atrair e beneficiar o hóspede como também os próprios moradores de Florianópolis. “Nosso foco é tanto manter o alto padrão quanto acompanhar os novos movimentos do setor, sempre atentos às necessidades dos nossos clientes”, explica Bairros.

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LK Design Hotel Florianópolis
foto: Mari Campos

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Uma história familiar

O LK Design Hotel, idealizado ao longo de décadas pela família Koerich (o próprio nome do hotel, LK, é uma homenagem às iniciais da matriarca), é administrado pela Atrio Hotel Management, uma das principais operadoras de hospitalidade do Brasil. A família Koerich tem uma longa história local e regional no varejo.

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“O LK sempre foi diferente de tudo que já fizemos”, disse o proprietário “Waltinho” Koerich durante o coquetel de aniversário. “Temos plena consciência que o hotel vende um produto completamente diferente de qualquer um dos nossos outros empreendimentos. É uma mercadoria extremamente perecível; uma diária que não se vende hoje, não se vende mais. Por isso mesmo, não poderíamos estar mais felizes com tudo o que já conquistamos nesses cinco anos de história”, afirmou.

LK Design Hotel Florianópolis
foto: Mari Campos

Ao longo dos anos de operação, foram 210 mil visitantes diferentes hospedados nas 164 acomodações do hotel, além de mais de 100 mil comensais recebidos no Osli Restaurante, comandado pelo chef Felipe Silva – e frequentemente apontado como um dos favoritos de muitos moradores da cidade.

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O Lounge do hotel, que conta com serviço de bar, cardápio de petiscos e pratos mais rápidos, e música ao vivo nas noites de terça a domingo, se converteu em um ponto de encontro para moradores e uma das principais fontes de renda do empreendimento.

Também merece destaque o fato de a propriedade contar, desde o início, com um profissional agraciado com o título Le Clef’s d’Or (reconhecimento global concedido a um seleto grupo de concierges no mundo todo) dentre seus colaboradores.

E, embora agora a alta temporada represente majoritariamente turismo de lazer para o hotel, ao longo do ano sua vocação para o setor MICE é incontestável. Só em 2025, o LK Design Hotel sediou centenas de encontros corporativos diferentes.

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LK Design Hotel Florianópolis
foto: Mari Campos

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Novidades a caminho

Uma das características mais importantes do LK Design Hotel é manter-se em constante “movimento”, sempre criando novos serviços e atividades na propriedade – a maioria deles abertos a qualquer morador ou visitante externo.

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Na gastronomia, além dos cardápios do Osli e do Lounge constantemente atualizados, vieram a clássica feijoada e o elogiado brunch movimentando ainda mais os finais de semana no hotel, por exemplo. Há ainda noites festivas especiais ao longo do ano, além de encontros com chefs e bartenders convidados.

Agora, o LK está ampliando também sua agenda de wellness. Além do livre empréstimo de bicicletas para os hóspedes, da academia com vista para o mar e a cidade, e da bela piscina climatizada do rooftop, que acompanham a propriedade desde sua abertura, o hotel agora vai trazer aos hóspedes experiências de yoga, pilates, beach tennis e meditação. “Queremos que o LK seja também um ponto de equilíbrio na rotina de quem passa por aqui”, destaca Miler Bairros.

Além disso, o LK Design Hotel transformou duas acomodações menores do primeiro andar em salas de massagens, criando um menu de terapias de spa próprias, com terapeutas dedicados, para garantir desde ampliação da sensação de relaxamento nas viagens a lazer como também aliviar dores e tensões nas viagens corporativas.

E mesmo o menu de café da manhã foca cada vez mais em bem-estar, do shot de golden milk de todo dia a pratos mais leves e itens que focam em menus mais saudáveis e restrições alimentares.

É bom demais voltar quase três anos depois a uma mesma propriedade e ver que, mesmo com vários dos colaboradores renovados, tudo continua sendo entregue com a mesma eficiência e profissionalismo de antes – e com cada vez mais moradores da cidade usufruindo de seus espaços públicos.

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Monã Hotel Teresina

Monã Hotel: hospitalidade de alto padrão em Teresina

Já não era sem tempo: a cidade de Teresina finalmente ganhou sua primeira propriedade de alto padrão, o Monã Hotel. E sua chegada trouxe mesmo um novo conceito de hospitalidade à capital piauiense.

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Idealizado pela empresária Andrea Buna em sua primeira incursão pela indústria da hospitalidade, o Monã Hotel entrega uma mistura perfeita de conforto e identidade cultural.

Monã Hotel Teresina
foto: Mari Campos

Cada detalhe do hotel carrega cultura e história local e regional, com toques que vão do sertão ao delta, numa estética que mais parece uma grande celebração de raízes.  

Ao contrário de tantos novos hotéis nacionais, no Monã felizmente a gente é lembrado o tempo todo sobre o destino que nos recebe – no mobiliário, no décor, nas obras de arte, no cardápio do restaurante, no falar ritmado do staff.

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Monã Hotel Teresina
foto: Mari Campos

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Como é se hospedar no Monã Hotel

Localizado num dos bairros mais arborizados de Teresina, o Monã Hotel possui 64 acomodações, divididas em três categorias diferentes. Todas as acomodações são bastante espaçosas, com décor mais minimalista, ótimas camas e bons banheiros. Não há café nem água cortesia – exceto nas suítes.

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Há um ótimo restaurante no térreo, aberto do café da manhã ao jantar. O café da manhã é servido hora na mesa, com pequeno buffet auxiliar, hora num grande buffet, dependendo da quantidade de hóspedes na casa – mas há sempre a possibilidade de pedir itens à la carte incluídos.

No almoço e no jantar, o restaurante Ayty tem ótimo menu que privilegia receitas locais e regionais, reforçando a identidade piauiense da propriedade.

Ao lado do restaurante existe um pequeno bar. Mas o bar mais movimentado fica no rooftop, e funciona também para o jantar (embora fique restrito a apenas hóspedes em alguns dias da semana – reserve antes de ir).

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O rooftop, aliás, rapidamente se tornou o mais disputado da cidade, com uma bela piscina panorâmica, excelente para relaxar e contemplar o pôr do sol alaranjado de Teresina.

A excelente curadoria de arte do hotel, capitaneada pela própria Andrea, se espalha pela propriedade em pinturas, esculturas, móveis e cerâmicas de artistas e artesãos piauienses. Corredores, halls e áreas comuns foram todos transformados em elegantes e pulsantes galerias de arte.

Bastante focado também no segmento MICE, o Monã Hotel tem um amplo centro de convenções com salas modulares e também academia, sauna e estacionamento.

Definitivamente, uma propriedade ainda sem similar na capital do Piauí. E uma belíssima base para o turista de lazer antes de rumar à Serra da Capivara, ao Delta ou ao pequeno e belo litoral do estado.

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Origem Patacho

Origem Patacho é inaugurado no litoral de Alagoas

2025 tem sido definitivamente um ano excelente para a hospitalidade brasileira. Não apenas diversas propriedades têm conseguido manter altos índices de ocupação – graças a um mix muito bom de viajantes nacionais e estrangeiros -, mas também porque temos acompanhado a abertura de incríveis novos hotéis, sobretudo na região Nordeste. Nesta semana, o Origem Patacho é inaugurado no litoral de Alagoas.

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Nestes últimos dias, tive o imenso prazer de ter vivenciado, com exclusividade, a hospitalidade cuidadosa do novo Origem Patacho. Como primeira hóspede do hotel, que agora sim abre suas portas para o público em geral, testemunhei o nascimento de uma nova forma de hospedagem na idílica Praia do Patacho que já chega redondinha.

Origem Patacho
foto: Mari Campos

A Praia do Patacho, localizada no município de Porto de Pedras, coladinho a São Miguel dos Milagres e distante cerca de duas horas de carro do aeroporto de Maceió, é merecidamente considerada um dos trechos mais bonitos da Costa dos Corais e do próprio litoral brasileiro.

Agora, as areias tranquilas, o mar calmo e tranquilo, os extensos coqueirais e as belas piscinas naturais do Patacho ficam ainda mais sedutores com a chegada deste novo hotel de apenas 10 acomodações, todas com piscina privativa.

O projeto, executado por Juliana Pippi e Rodrigo Fagá, leva à região um estilo arquitetônico até então inexistente por lá. As linhas bastante contemporâneas do Origem Patacho se casam ali com materiais, cores e revestimentos tipicamente locais. E tudo decorado com artesanato regional, tecidos em padronagens exclusivas e mobiliário autoral.

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Origem Patacho
foto: Mari Campos

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Como é se hospedar no novo Origem Patacho

As dez acomodações do Origem Patacho foram batizadas de “cabanas” e todas contam com muito espaço e piscinas privativas com hidromassagem. Estão dispostas ao longo de um “corredor” ao ar livre que tem vista direta para o mar.

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Com tons ocre e arenosos, estão intimamente conectadas à natureza local, dos revestimentos ao mobiliário, das vistas ao paisagismo. As maiores são a Cabana Mar, com 90m² privativos, única com banheira de imersão e vista para o mar, e a Cabana Vila, de 70m² e cercada por vegetação nativa. São todas decoradas com lindas obras de arte nacionais.

As enormes camas são excelentes e o enxoval tem padronagens criadas exclusivamente para o Origem Patacho em algodão orgânico, com destaque para os excepcionais roupões – daqueles que realmente dá vontade de levar para a casa.

Algumas peças, como elegantes bolsas de praia e sofisticadas nécessaires, foram desenvolvidas pelo belo projeto social MOVI (Movimento Eu Visto o Bem), através do trabalho cuidadoso de detentas em recuperação. Vêm com simpáticas tags com os dizeres “esta peça muda o mundo”.

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Os armários das cabanas têm portas propriamente, cabides móveis, nichos de distintos tamanhos e espaço também para guardar vestidos longos – itens aparentemente (e infelizmente) uma raridade nos novos projetos hoteleiros do Brasil…

Há cortesia de água café, chá e até capuccino e late nas acomodações.

O décor das áreas comuns é tão elegante quanto das acomodações, na mesma paleta discreta de cores e também fazendo uso de belos móveis autorais de artesãos regionais. A piscina de borda infinita, cujo entorno é de certa forma o centro da “vida social” do hotel, tem a praia literalmente em frente.

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Origem Patacho
foto: Mari Campos

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Café da manhã servido a qualquer hora

O luxo informal e aconchegante da proposta do Origem Patacho encontra no serviço de café da manhã sua mais perfeita tradução: ali, o café é servido, literalmente, a qualquer hora do dia – e tudo sempre à la carte, no restaurante de laterais envidraçadas, com vista para o mar da praia do Patacho. Para mim, não existe luxo maior que dormir sem pensar no despertar e no “horário do café”.

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O café da manhã começa com diversos itens servidos diretamente à mesa após a chegada dos hóspedes, além de um belo menu de pratos quentes, doces e salgados, sempre disponível. O belíssimo desjejum pode ser servido também diretamente na acomodação.

O restaurante do hotel, aliás, aberto sempre até 22h, é ótima ideia a qualquer hora do dia. Ainda estão em processo de ajuste de timings da cozinha, como em qualquer abertura, mas o serviço de salão é sempre adorável e a carta é ampla e excelente. Tudo o que provei tinha ingredientes bem frescos, bela apresentação e estava mesmo cheio de sabor, de saladas a pratos principais, de caldinhos a sobremesas.

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Recebendo apenas hóspedes adultos, o Origem Patacho tem também academia com vista por o mar, rooftop em frente à praia, lounge ao ar livre e uma sala de massagens com distintos tratamentos e rituais, inclusive a dois, no menu. A equipe, sempre querida e atenciosa, é majoritariamente composta de moradores da região.

A curadoria de passeios oferecidos pelos concierges do hotel é extremamente cuidadosa, da escolha de itinerários e profissionais locais para a execução ao cuidado no mis-en-scene das experiências. No meu tradicional passeio de jangada / traineira até as piscinas naturais e bancos de areia do Patacho, uma excepcional geladeirinha de design vintage levou côco gelado, sucos, água e frutas da estação fatiadas – tudo com jogo de mesa, para ser degustado em uma das paradas.

Honestamente, nunca vi uma pequena propriedade brasileira abrir as portas assim, já tão afinadinha.

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