JW Marriott Panama

Como ficou a renovação do JW Marriott Panamá

Debruçada sobre a borda piscina, há oceano a perder de vista de um lado, com os navios enfileirados para atravessar o canal. Do outro, parte do inconfundível “skyline” da capital panamenha se alinha ao edifício que desce treze andares abaixo de onde estou – e que se estende bem além acima de mim, é o mais alto edifício da América Central: trata-se do renovado JW Marriott Panamá, na capital panamenha.

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A renovação do JW Marriott Panamá, que acaba de ser concluída, deixou ainda mais gostoso seu maior atrativo: o complexo de piscinas de borda infinita no 13o. andar, com vistas fantásticas para o mar e para o famoso skyline da área mais moderna da Cidade do Panamá. Mas trouxe muito mais novidades também, é claro.

Erguido em Punta Pacífica, uma área de alto padrão próxima ao shopping Multiplaza (com transfer ida e volta cortesia, inclusive) e diversos restaurantes, e à beira da Baía do Panamá, o edifício que já foi o Trump Ocean Club em outros tempos chega agora à sua melhor forma sob a bandeira JW Marriott

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JW Marriott Panama
foto: Mari Campos

O lobby de pé-direito generoso (a recepção fica somente alguns andares acima, já que o hotel divide o edifício com algumas salas comerciais) dá o spoiler do tamanho da propriedade, com muitas acomodações (são 320 no total) e áreas sociais bastante amplas.

As muitas janelas em toda parte, vários terraços, acomodações todas com varanda e os elevadores panorâmicos deixam claro que o destino é a grande vedete por ali: somos sempre convidados a olhar para fora, seja o mar ou a cidade.

Nesta nova fase, com sua renovação concluída, o JW Marriott Panamá ganhou mais bossa, novos menus, novo décor e até o mais alto rooftop bar da cidade, o delicioso ALMA, com vistas espetaculares a partir do último andar do edifício.

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JW Marriott Panama
foto: Mari Campos

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Um novo JW Marriott Panamá

Nesta nova fase do JW Marriott Panamá, não apenas as 320 acomodações foram renovadas como o projeto ganhou 40 suítes. Os quartos, todos muito espaçosos, adotam uma estética bastante contemporânea, incluindo alguns carpetes inspirados em paisagens panamenhas e uma parte do mobiliário feita em madeira ecológica.

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O minibar das acomodações ganhou destaque no novo design, incluído em um móvel com espelho nos mesmos tons neutros do restante do ambiente, o que dá ainda mais sensação de amplitude ao cômodo.

Algumas acomodações incluem também espaçosos livings e área de refeições e as varandas, mesmo com o calor constante do destino, são uma delícia: vale cacifar uma com vista (sempre parcial) para o mar.

Embora a configuração dos espaços de uma mesma categoria possa mudar bastante dependendo da localização da acomodação no hotel, os banheiros ficaram ainda mais espaçosos, especialmente nas suítes e junior suites, com direito a grandes duchas e novas banheiras de imersão.

Há uma nova onda gastronômica também no JW Marriott. O restaurante e bar Azul, localizado junto ao complexo de piscinas, é uma delícia (sobretudo na área sombreada ao ar livre) para um almoço mais light e informal, com vista para o mar e o skyline panamenho. Fica aberto das 7h às 20h. 

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Já o novo restaurante MASI, aberto o dia todo, inclusive para não hóspedes, é focado em cozinha panamenha, trabalhando sabores, receitas e ingredientes locais de maneira contemporânea. O serviço é muito atencioso e os ceviches da casa são todos excelentes!

É ali também que é servido diariamente o café da manhã em estilo buffet do hotel, incluído em algumas das diárias. O buffet é bem montado e bastante variado, e é possível pedir ovos feitos na hora também.

Há ainda um lobby bar, o bar de vinhos Cava 15, uma grande academia com vista e um Executive Lounge, acessível para clientes elite do Marriott Bonvoy e hóspedes das acomodações Executive.

No entanto, apesar de bastante grande, aconchegante, com ambientes interno e externo, o Executive Lounge decepciona um bocado quem está acostumado com o espaço em outras propriedades Marriott: tem apenas um bastante limitado serviço de café da manhã cortesia pela manhã, cafés e refrigerantes cortesia durante o dia e um pequeno serviço noturno de hors d’oeuvres, com petiscos e sobremesas – mas sem bebidas.

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JW Marriott Panama
foto: Mari Campos

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Relax e bons drinks

Mas o maior trunfo do renovado JW Marriott Panamá tem nome e sobrenome: o complexo de piscinas do 13o. andar e o novíssimo rooftop bar ALMA.

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O hotel tem distintas piscinas externas, incluindo duas de borda infinita, com aquela deliciosa combinação de mar e horizonte de um lado, quase da mesma cor da água da própria piscina, e mar, rochas e skyline urbano do outro. Numa manhã mais fresquinha, antes do sol a pino se instalar, é difícil sair dali.

Com pinta de resort urbano, o enorme espaço, do qual o restaurante Azul também faz parte, tem bar dedicado e diversas espreguiçadeiras, incluindo algumas disputadas unidades instaladas literalmente com o pé na água, nas infinity pools.

No finalzinho da tarde, o espaço é também ótima pedida para pedir uma bebida qualquer e assistir à mudança das cores sobre a baía até a chegada do anoitecer.

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Já o novo rooftop bar ALMA, o mais alto de toda a América Central, se converteu rapidamente no mais disputado espaço noturno da cidade. Tanto hóspedes quanto passantes devem obrigatoriamente reservar antecipadamente a visita.

Instalado no 66º andar do JW Marriott Panamá, o espaço conta com três pequenos ambientes (incluindo dois pares de mesas externas), ladeando um espelho d’agua, com vistas realmente panorâmicas para a cidade e a baía.

A carta tem uma interessante seleção de drinks autorais, mas a equipe de bartenders se encarrega também de preparar todos os clássicos. E é possível pedir também saborosos petiscos e até sobremesas para harmonizar com as bebidas. Recomendo a visita, mesmo para quem não fique hospedado no hotel.

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St Barth

Hospitalidade diversa é aposta de Saint-Barth

É bastante óbvio que a hospitalidade é parte fundamental da experiência do viajante, em qualquer lugar. Entretanto, em alguns destinos, a hotelaria tem papel ainda mais vital, sendo realmente capaz de criar uma jornada completamente diferente da que o hóspede experimentaria em outra propriedade. É o caso, por exemplo, de Saint-Barth (St.Barth, ou ainda Saint-Barthélemy), onde a hospitalidade cada vez mais diversa virou grande aposta do turismo local.

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Afinal, ali, em um território tão pequeno, bastante dependente de sazonalidade (a maior parte da ilha “fecha” para o turismo na temporada de furacões), com oferta bastante limitada de infraestrutura e mão de obra, hotéis são parte fundamental da engrenagem que faz a própria ilha francesa funcionar tão bem como destino turístico tão exclusivo quanto sustentável.

St Barth
foto: Mari Campos

Ou seja, mais do que nunca, a hotelaria pode não apenas determinar onde o turista fica, mas também quanto tempo permanece no destino, que lugares frequenta e, mais importante ainda, quanto gasta – e quanto deste investimento permanece na economia local.

Segundo levantamento de 2024, St Barth tinha então 26 estabelecimentos de hospedagem tradicional (hotéis de distintos tamanhos e estilos), somando mais de 500 acomodações no total. Quase metade dessa oferta estava concentrada em propriedades de altíssimo padrão – incluindo o único hotel palace do Caribe, o excepcional Cheval Blanc St Barth.

Esses números não consideravam a impressionante quantidade de villas privativas disponíveis para aluguel de temporada (muitas delas com serviço de alta hotelaria), um segmento que não para de crescer nesta ilha caribenha – e já soma mais de 2.500 unidades.

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St Barth
foto: Mari Campos

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Turismo controlado e planejado

As limitações geográficas de St Barth tornaram-se também um mecanismo de proteção ambiental – e isso inclui um turismo planejado e extremamente controlado. Na ilha, não existem grandes resorts com tudo incluído nem airbnbs fora de controle; a maior parte da hotelaria ali é composta por propriedades de pequeno e médio porte, e construções com mais de quatro andares não são permitidas.  

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Mas nem só de hotéis e villas de luxo vive a ilha, é claro; há também oferta de hospedagens voltada para orçamentos mais apertados, de airbnbs a cottages, espalhada pelo território. A ideia geral é que, mesmo com o turismo bastante controlado e planejado, cada vez mais gente possa de distintas origens e backgrounds possa aproveitar a mescla perfeita de belas praias, paisagens caribenhas, alma francesa e boa mesa que St Barth oferece.

A existência de pequenos hotéis, imóveis de temporada e ecolodges amplia o espectro de visitantes, permite estadias mais longas para muita gente e ajuda a manter a ocupação no destino sempre em alta. E cada viajante encontra ali seu pedacinho de paraíso.

St Barth
foto: Mari Campos

Assim, St Barth mostra cada vez mais sua pluralidade; até porque tentar reduzi-la a uma mera coleção de hotéis de luxo seria perder parte importante de sua dinâmica. Durante o ano todo, o fluxo turístico é cuidadosamente planejado e razoavelmente controlado. 

As praias bem preservadas, a enseada bem protegida e o estilo de vida discreto de seus moradores segue mais ou menos os mesmo preceitos de quando a ilha começou a pensar o turismo internacional, nos anos 1970.

Com uma permanência média geral de 5,5 noites por hóspedes em uma ilha que não dispõe de uma grande capacidade hoteleira, ocupar bem cada quarto disponível durante os meses mais importantes é decisivo.No entanto, ao contrário das demais ilhas caribenhas, Saint-Barth não compete jamais por número de visitantes; e por isso mesmo atrai um segmento cada vez mais disposto a pagar por exclusividade e sossego – inclusive brasileiros.

O Brasil, aliás, está entre os quatro maiores emissores internacionais de turistas para a ilha e os brasileiros se hospedam quase que exclusivamente em hotéis de luxo – preferência de mais de 70% dos viajantes dos EUA também. Já nos estabelecimentos mais econômicos, os próprios franceses são a maioria, ultrapassando os 34% do total de hóspedes.

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St Barth
foto: Mari Campos

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UMA ILHA CADA VEZ MAIS PLURAL

O Les Îlets de la Plage é um ótimo exemplo, e justamente tenta resgatar um pouco essa vibe do começo da atividade turística de St Barth. Não se trata de uma hospedagem econômica, mas propõe uma estadia confortável, simpática e bastante acessível em comparação com os valores praticados na maior parte da ilha.

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Instalado à beira-mar, tem apenas 12 unidades e um toque old fashion, que o faz ser adorado por franceses saudosos dos old times da ilha. Suas cottages individuais, com os típicos telhados vermelhos de St Barth, muitas em dois andares, ficam em meio a jardins ou ao longo da beira-mar e contam com cozinha (com geladeira grande, cooktop, micro-ondas, torradeira etc), living, quarto, banheiro e áreas de convivência externa bastante acolhedoras.

As quatro unidades em frente ao mar contam com deck externo privativo mobiliado, gramado e deliciosas espreguiçadeiras. Vale saber que não há academia e a pequena piscina comum esteve interditada durante toda a minha estadia por ali.

O acesso direto ao mar (é frente ao mar mas não pé na areia) pode ser feito diretamente das unidades em frente ao oceano através de escadas de madeira. Mas um dos pedacinhos mais gostosos da praia de St Jean, de águas turquesa tranquilas e cristalinas, sempre vazio, bem ao lado do aeroporto, fica a literalmente cinco minutos de caminhada – com direito a um cantinho com ombrelones e espreguiçadeiras reservado para os hóspedes.

A ideia do Les Îlets é ser um híbrido entre um hotel e um aluguel de temporada. Não há recepção 24h, concierge, nem serviço de café da manhã. Por outro lado, há cápsulas de café, leite, suco, manteiga e geleia na geladeira e todos os dias algo de uma padaria local (um croissant, um brioche ou algo do gênero) é deixado na varanda por volta das 8h da manhã. Por isso mesmo, é mais procurado por viajantes que desejam estadias mais longas.

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Cheval Blanc St Barth
Cheval Blanc St Barth. Foto: Mari Campos

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A excelência na hospitalidade

É justamente a combinação de poucos quartos, alto gasto médio, forte presença internacional, grande peso da hotelaria de luxo e uma camada menor de hospedagens independentes que faz de St. Barth um caso tão peculiar no Caribe: um destino que vive do turismo mas não depende de grandes volumes para sustentar sua economia.

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Talvez por isso mesmo a hotelaria de luxo sempre tenha feito tanto sucesso em St Barth, e siga se reinventando, mesmo quando a ocupação bate recordes. É também graças a essa excelência em hospitalidade que a ilha é capaz de arrecadar mais de €15 milhões em taxa turística por temporada – equivalente a 5% do valor líquido da diária, essa arrecadação arrecadado financia a manutenção de estruturas turísticas, infraestrutura, entretenimento e a própria promoção do destino.

É em St Barth que fica o único hotel com distinção palace de todo o Caribe: o irrepreensível Cheval Blanc St-Barth, única propriedade hoteleira a ocupar a paradisíaca praia de Flamands.

Nesse ecossistema privilegiado, hotéis como Eden Rock (que, além de seu delicioso restaurante à beira-mar, agora é pioneiro a oferecer tratamentos de K-Beauty em seu premiado spa, ambos sempre abertos também para não hóspedes), Rosewood Le Guanahani (que acaba de lançar uma coleção cápsula de beachwear com o artista Daniel Dugan, cujas obras de arte feitas especialmente para o hotel também ilustram agora diversos ambientes da propriedade), o clássico Fouquet’s St-Barth, Le Sereno (que reabrirá totalmente renovado), o encantador Le Manapany, o suntuoso Le Toiny ou o adorável hotel boutique Tropical St Barth se tornaram muito mais do que meros endereços de hospedagem.

São essas propriedades que ajudam majoritariamente a sustentar um modelo turístico de muito sucesso há tantas décadas, baseado em baixa densidade de visitantes, gasto per capita elevado e alto consumo em serviços, gastronomia, experiências e varejo local.

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St Barth
foto: Mari Campos

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Queridinho dos brasileiros

Como quarto maior emissor internacional de turistas para a ilha, o Brasil passou a ser um dos principais focos de promoção turística de St Barth. Com um adendo importante: além de gastar bastante em serviços, restaurantes e lojas no dia-a-dia no destino, o brasileiro que viaja à ilha francesa se hospeda majoritariamente em hotéis de alto luxo.

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Embora brasileiros sejam figurinha fácil em todos os hotéis de primeira linha em St Barth, o queridinho nacional das últimas temporadas segue sendo o charmoso Le Barthélemy. O português virou idioma tão frequente entre os hóspedes por lá que parte do staff já arranha algumas palavras, entende fácil os vícios de linguagem e já está totalmente acostumado aos hábitos e preferências desse hóspede.

Localizado à beira-mar na bela praia de Grand Cul-de-Sac, uma das mais bonitas da ilha, frequentemente visitada por tartarugas marainhas e baby sharks, o Le Barthélemy é uma propriedade 100% pé na areia e totalmente voltada para o descanso e o prazer.

Perfeitamente adaptado também a famílias com crianças pequenas, tem acomodações muito espaçosas, todas com excelentes banheiros, varanda privativa e vista para o mar, os jardins ou a lagoa. Algumas contam com plunge pool privativa e as mais disputadas são suites duplex com acesso direto à praia.

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As amenidades de higiene são da Diptyque, mas há tantas amenidades de outros gêneros que fica difícil computar todas elas. Algumas são lindamente ofertadas dentro de uma nécessaire pensada para o hóspede levar para casa. Há bolsa de praia, chinelos para quarto e praia, saquinhos customizados para roupa de banho molhada e vários outros mimos.

Há uma tecla no telefone específica para pedir champagne, que chega em poucos minutos, geladinha, em um case de madeira lindo, feito sob medida, para manter a bebida na temperatura ideal por mais tempo.

Há restaurante interno e pé na areia (o delicioso café da manhã é um serviço híbrito buffet + à la carte), uma bela piscina, vários lounges, dois bares, mesas de jogos ao ar livre e um excelente spa La Mer, imperdível. Tudo a cara da joie de vivre de St Barth.

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Ritz-Carlton Masai Mara Safari Lodge

Por dentro do novo Ritz-Carlton Masai Mara

Um dos destinos mais espetaculares do planeta, o Parque Nacional Masai Mara, no Quênia, ganhou mais uma nova propriedade voltada para o mercado de luxo. Mais que isso: foi ali que a marca Ritz-Carlton, da Marriott International, abriu seu primeiro lodge de safári, inaugurando uma nova era para o segmento: o Ritz-Carlton Masai Mara Safari Camp.

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Inaugurada em soft opening no final do ano passado, a propriedade é uma das mais importantes adições à hotelaria queniana na década – e um passo importante para a marca Ritz-Carlton na entrada nesse nicho. Também é a primeira propriedade da marca que opera em sistema “super all inclusive”, que garante até carro e ranger sempre privativos para cada acomodação.

Ritz-Carlton Masai Mara Safari Lodge
foto: Mari Campos

Imediatamente convertida em uma das mais luxuosas opções de hospedagem de Masai Mara – e do próprio Quênia – o novo Ritz-Carlton Masai Mara Safari Camp agora está operando a full.

Mas o começo das operações foi conturbado: com duras críticas de ambientalistas e blacklash internacionalmente nas redes sociais (acreditava-se que o lodge, construído à beira-rio, poderia interferir em parte da rota utilizada por algumas espécies durante a Grande Migração).

Depois de um complexo processo judicial, em fevereiro passado saiu a sentença definitiva que posiciona o Ritz-Carlton Masai Mara Safari Camp como plenamente apta para operar, tanto pelo relatório ecológico-jurídico quanto pelo testemunho da família Masai que vendeu o terreno original.

A licença de Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) da propriedade também está devidamente aprovada, garantindo que o funcionamento do camp é ecologicamente correto, já que o ponto de travessia animal mais próximo fica a mais de 4km da propriedade.

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Ritz-Carlton Masai Mara Safari Lodge
foto: Mari Campos

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Como é o novo Ritz-Carlton Masai Mara Safari Camp

A adorável ponte pênsil sobre o rio Sand conectando o embarque/desembarque de veículos com o lodge rapidamente se converte em uma espécie de “portal”. Acompanhados geralmente por Masai (que compõem mais de 40% do staff da propriedade), ora elas nos leva diretamente para a aventura dos safáris, ora para o aconchego da nossa acomodação e das áreas sociais do camp.

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O novo Ritz-Carlton Masai Mara Safari Camp foi construído sem quaisquer cercas para o Parque Nacional e com sua estrutura inteiramente elevada do solo, para causar o mínimo impacto tanto no terreno quanto no ecossistema local, garantindo livre trânsito de animais sob as passarelas suspensas que conectam acomodações e áreas comuns.  

Com direito a muita madeira e uma profusão de tecidos, bordados e artesanato local, o primeiro safári lodge da marca Ritz-Carlton ficou mesmo lindo e bastante sustentável. Utiliza uma fazenda solar de 650 kW e possui um sistema de tratamento de água em circuito fechado que coleta e reutiliza águas das chuvas.

São apenas 20 enormes acomodações, todas em formato de luxuosas tendas que podem chegar a mais de 160 m² privativos, com quarto e living separados, dois banheiros, ducha interna e externa, banheira, lounge e deck externos e piscina privativa – tudo com vista para o verde ou para o rio.

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Há sempre café, leite, chá, biscoitos, vinho, cerveja, refrigerantes, chocolates quenianos, cookies e outros petiscos, tudo complimentary, no enorme bar privativo presente com destaque no living de cada acomodação.

Novidade muito bem-vinda para a marca Ritz-Carlton, ali todas as estadias seguem o modelo super all-inclusive. Dois game drives diários, refeições, bar aberto, snacks, minibar, room service, workshops, cooking classes e até serviço de lavanderia (até cinco peças por pessoa, por dia) estão sempre incluídos; apenas tratamentos de spa são sobrados à parte.

Cada acomodação tem seu próprio carro e ranger para os safáris. Assim, é sempre o hóspede quem decide o que, como e quando quer fazer, o tempo todo. Um misto de mordomo e concierge dedicado (ali chamado de encholiek) se encarrega de deixar todos os serviços 100% privativos e personalizados – inclusive no empréstimo de uma câmera DSLR com lentes objetivas de larga distância durante toda a estada para capturar o melhor de cada safári.

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A equipe,majoritariamente formada por masai e moradores das redondezas, é adorável e extremamente acolhedora, da gerente geral ao housekeeping.

O gerente do restaurante ganha o coração dos hóspedes imediatamente: como uma avó brasileira, prepara o coffee break do safári, os sundowners e petiscos, e, sempre presente nas refeições, é genuinamente preocupado se as pessoas realmente não ficarão com fome.

As refeições, alás, todas em formato à la carte, do café da manhã ao jantar, são excelentes, com menus que mudam todos os dias. A única refeição em estilo buffet da propriedade é o “boma dinner”, realizado em uma espetacular plataforma ainda mais elevada que o restante do camp, sob as estrelas.

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Para a saída do safári do amanhecer, o Ritz-Carlton Masai Mara Safari Camp criou uma genial estação exclusiva de café junto à saída dos carros que prepara, na hora e ao gosto do hóspede, qualquer tipo de café, chá ou chocolate que se deseje – ao lado de um carrinho devidamente equipado com croissants, cookies, pan au chocolat e outras delícias.

Além disso, o novo lodge também oferece gratuitamente diversas atividades ligadas à cultura queniana e masai, de workshops de artesanato a aulas de culinária. Visitas à comunidade masai dos arredores do lodge também estão incluídas.

É (bem) difícil deixar as deliciosas e espetaculares acomodações nos períodos entre safáris. Mas o camp oferece também uma grande academia aberta para o verde, uma deliciosa piscina de borda infinita para as savanas (devidamente rodeada de espreguiçadeiras e day beds) e um belo spa.

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Para me manter 100% conectada durante toda a viagem pelo Quênia, utilizei mais uma vez o chip internacional da O Meu Chip, e me surpreendi com a boa cobertura até durante os safáris no Parque Nacional. Há sempre pelo menos 10% de desconto na compra de qualquer chip físico ou eSIM neste link com o cupom MARICAMPOS.

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Mahré Hotel Milagres

Review: Mahré Hotel, Milagres

Tenho uma paixão especial pelo litoral de Alagoas; não escondo de ninguém que vejo ali o mar mais bonito e gostoso do Brasil. E é exatamente num pedacinho cada vez mais em evidência dessa faixa – também conhecida como Rota Ecológica – que fica o Mahré Hotel, uma das jóias da hospitalidade regional.

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Localizado a cerca de uma hora e meia de carro de Maceió (dependendo do trânsito), este hotel inteiramente composto por acomodações em estilo villa está na badalada São Miguel dos Milagres – que, juntamente com Passo de Camaragibe e Porto das Pedras, reúne nada menos que 23km de belíssimas praias, formando uma espetacular barreira de corais.

Mahré Hotel Milagres
foto: Mari Campos

Inaugurado em dezembro de 2023, podemos dizer que o Mahré Hotel nasceu do sonho de duas Marias, mãe e filha. São 40 mil metros quadrados de uma propriedade frente ao mar, com apenas 30 enormes suítes em estilo villa, todas com piscina privativa.

Com metragens que vão de 120 a 192 metros quadrados, possuem enormes banheiros, quarto, living e mesa de refeições, além de deliciosos decks externos. Construídas entre mangue, coqueirais e mar, as acomodações estão distribuídas horizontalmente ao redor de um lago artificial – com direito a ponte e tudo – que se tornou o coração do projeto e é bonito de ver dia e noite.

Mas a piscina principal do Mahré e a praia logo em frente ao hotel (em dias de maré baixa, as piscinas naturais deixam a água do mar ainda mais bonita!) são tão gostosas que todo mundo acaba curtindo muito também as áreas sociais comuns, que incluem ainda playground para os pequenos, quadras esportivas e uma pequena academia. Redondinho para casais, mas também excelente para famílias.

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Mahré Hotel Milagres
foto: Mari Campos

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Como é se hospedar no Mahré Hotel, em Milagres

Que Milagres e seus arredores têm um dos mais bonitos e gostosos pedaços do litoral brasileiro não é novidade. Há um centrinho simpático cheio de lojinhas, bares e restaurantes, fonte de água, mirantes e diversos beach clubs (para quem curte esse tipo de lugar). Há passeios de jangada, muito snorkel e a simples possibilidade de curtir praias lindas, como a adorável Praia do Patacho, ali pertinho.

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No entanto, não é de se estranhar que boa parte dos hóspedes sequer deixe o Mahré Hotel durante toda a estadia: a propriedade é mesmo redondinha para quem quer sossego, sombra/sol e praia gostosa. O silêncio constante em várias áreas do hotel é parte central da experiência.

No discreto lobby em terracota, repleto de artesanato alagoano, hóspedes são recebidos com água de côco geladinha.  As acomodações todas contam com camas king size, enxoval Trousseau (incluindo ótimos roupões), providenciais sandálias de praia e amenidades Bulgari.

E os imensos banheiros contam com espaços bem separados, áreas enormes de ducha, muita luz natural e um charmoso jardim de inverno. Ah! Têm até um sabonete especial para quem quiser lavar ali mesmo seus trajes de banho sem correr o risco de danificar-los.

O único downside das acomodações é que o hotel infelizmente ainda cobra por cápsulas de café no quarto, indo na contramão da hotelaria de luxo internacional.

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Cada acomodação do Mahré conta com uma grande área externa com deck, espreguiçadeiras e uma gostosa piscina privativa rodeada por gramados. Alerta para casais: nem todas as acomodações garantem privacidade nessa área.

Tudo isso em meio a muito, muito espaço e uma bela decoração (com participação de João Armentano) tomada por artesanato local em toda a propriedade – com destaque especial para as incríveis luminárias instaladas nos mais diversos ambientes.

A piscina principal do hotel (uma das mais gostosas da região, na minha opinião), rodeada por belos conjuntos de espreguiçadeiras e guarda-sóis (além de algumas deliciosas day beds com bastante privacidade, voltadas para o mar), tem também seu próprio bar servindo petiscos (excelentes!), refeições rápidas e bons drinks. Em alguns dias, o local conta também com DJ.

A propriedade é super convidativa para fazer tudo caminhando por ali, mas também disponibiliza carrinhos de golfe para os deslocamentos (se o hóspede desejar) e empresta bicicletas para quem quiser conhecer a região no seu próprio ritmo.

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Vocação gastronômica

Gastronomia é assunto muito sério no Mahré Hotel. O restaurante Tahí, comandado pelo chef Rafa Gomes (vencedor do MasterChef Profissionais 2018 e do Iron Chef Brasil 2022, e que já cozinhou em todos os continentes ao longo de sua carreira), mescla referências internacionais, comida afetiva das memórias do próprio chef e ingredientes e receitas regionais.

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Peixes e frutos do mar são muito frescos, com preparações leves e apresentações bem cuidadosas, tanto no almoço quanto no jantar. É reconfortante ver como Rafa soube dar evidência ao tempero e à cultura alagoana – inclusive deixando em seu cardápio a receita de moqueca de autoria de sua subchef, um grande sucesso da casa. 

As delícias do cardápio do Tahí ficam ainda melhores com o ótimo menu de drinks autorais elaborado por Isadora Fornari – incluindo boas opções sem álcool também.

O café da manhã é bastante caprichado, com vários itens levados diretamente à mesa assim que o hóspede se senta e um extenso cardápio de pratos quentes à la carte incluídos também. O café é de ótima procedência, os sucos são fresquíssimos, e as geléias, pães e bolos também são todos feitos ali mesmo. Fica claro logo no desjejum o quanto o Mahré se preocupa com a gastronomia da casa.

A equipe do restaurante é inteiramente formada por moradores da região, e a cozinha é toda comandada por mulheres na ausência do chef. E o Tahí Restaurante também é aberto a não hóspedes – com reserva prévia obrigatória. 

Como no próprio Mahré, tudo no restaurante acontece sem ostentação. Pelo contrário: é informal, sem frescuras, para o hóspede se sentir mesmo em casa, tranquilo, em paz, imerso na natureza, sem transformar praia e piscina numa espécie de beach club permanente. O que, convenhamos, em Milagres faz mesmo TODA a diferença.

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Rosewood São Paulo

ILTM destaca novidades importantes em hospitalidade

A edição 2026 da  ILTM Latin America, o maior e mais importante evento de turismo de luxo da América Latina, realizou na primeira semana de maio a maior edição de sua história.

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O evento confirmou que a hotelaria de luxo atravessa uma fase de profunda transformação e que as novas aberturas (e reaberturas!) são mais estratégicas do que nunca. As propriedades menores e os hotéis mais “autorais”, cheios de personalidade, são a grande aposta do segmento.

A ILTM Latin America 2026 confirmou a tendência de que a nova hospitalidade de luxo está cada vez menos ligada ao excesso e cada vez mais associada à relevância, autenticidade e exclusividade. Largam sempre na frente as propriedades capazes de oferecer experiências mais enraizadas localmente e menos padronizadas. E o bem-estar do staff e das comunidades locais também passou a ser essencial para o viajante mais consciente.

The Surrey, a Corinthia Hotel
The Surrey, a Corinthia Hotel. Foto: Divulgação

O evento destacou também a importância dos agentes e consultores de viagens para que o hóspede possa, de fato, encontrar viver as experiências mais inesquecíveis em hospitalidade durante suas férias.

“O lado humano é sempre o mais importante. Ouvir o cliente é fundamental para conseguir criar algo realmente extraordinário para as férias”, defende Walter Perfeito, fundador da Perfect Trip, uma agência de viagens de alto luxo afiliada à Virtuoso.  Marina Gouvêa, sócia da Primetour, concorda: “Hoje já não se trata de encontrar o hotel perfeito porque isso é commodity. O que a gente cria e vende no nosso cotidiano é o que fica depois da viagem, é emoção” , diz.

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Only YOU Boutique Hotel Madrid
Detalhe do ONLY You Boutique Hotel, parte da Preferred Hotels & Resorts. foto: Mari Campos

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Confira as principais novidades em hospitalidade anunciadas na ILTM Latin America 2026

Durante a ILTM Latin America 2026, a Cheval Collection, da LVMH, detentora de alguns dos mais luxuosos hotéis do mundo, anunciou um importante projeto de expansão, incluindo novas propriedades para os próximos anos, como as duas aberturas previstas para o próximo ano em Glasgow e Riyadh.

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A Bulgari Hotels, que conta atualmente com nove propriedades, confirmou seu plano para chegar em breve a 14 hotéis no total. O grupo Mandarin Oriental também passa por um agressivo programa de expansão e que chegar a nada menos que 100 hotéis nos próximos 10 anos.

A Preferred Hotels & Resorts, a rede de hotéis independentes que mais cresce no Brasil, divulgou suas duas novas marcas de luxo (somando agora 6 no total) e a adesão de mais dezenas de hotéis ao seu portfólio, incluindo os brasileiros NANNAI Muro Alto, NANNAI Noronha e Duke Beach Hotel & Spa.

A Hilton Hotels confirmou a inauguração de diversas propriedades, além do avanço das obras para futuros novos hotéisdas cinco marcas premium que opera – Waldorf Astoria, LXR, Conrad, Signia e Nomad.

A Leading Hotels of the World (LHW) anunciou a entrada de mais oito propriedades ao seu portfólio global, localizadas em sete países diferentes, abrangendo de um château na Borgonha a um resort focado em bem-estar na Riviera Maya.

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Hotel de Russie Roma
Detalhe do Hotel de Russie, em Roma, parte da Rocco Forte Hotels. Foto: Mari Campos

Enquanto isso, a Corinthia Hotels abriu seu primeiro hotel em Roma e confirmou diversas novas aberturas no pipeline para os próximos anos. Já a Belmond reabre o adorado Villa San Michelle, em Florença, e está prestes a inaugurar a nova Villa Timeo, em Taormina.

A tailandesa Minor Hotels International acelerou a expansão de seu portfólio de luxo com o lançamento de 3 novas marcas: Minor Reserve Collection, The Wolseley Hotels e Colbert Collection, com diferentes propriedades a caminho. Sua marca mais conhecida, Anantara, abre em breve o Anantara Tented Camp Kafue River Zambia, seu primeiro safari camp.

A Rocco Forte Hotels reforçou seu portfólio italiano com o novo The Carlton, Milan, em pleno Quadrilatero della Moda, além de novas propriedades no país com aberturas esperadas para os próximos dois anos.

Na hotelaria brasileira, os maiores destaques ficaram com o Sofitel Rio, que deve ser inaugurado no final deste ano com 170 acomodações, e quatro opções gastronômicas, incluindo o novo restaurante Lasai de Rafa Costa; e o icônico Copacabana Palace, que espera ver concluída, antes do final do ano, a reforma do Edifício Piscina – que passa a ter menos e maiores acomodações e cinco andares dedicados ao bem-estar (além de nova piscina e novo bar).

E outra excelente notícia: a BLTA (Brazilian Luxury Travel Association) alcança agora um marco importante ao chegar a 75 associados, incorporando ao seu excepcional portfólio de hospitalidade genuinamente brasileira os hotéis Palácio Tangará, Villas de Trancoso, Fasano Itaim e Boa Vista Surf Lodge, reforçando ainda mais a relevância institucional da associação neste cenário de contínuo crescimento do destino Brasil no cenário global do turismo.

E spoiler importante: a impecável marca OIÁ, que recentemente incorporou a seu portfólio a excepcional Casa Daia, no Ceará, deve abrir nos próximos anos novas propriedades em destinos brasileiros, incluindo as regiões do Pantanal e de Bonito.

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Explora Journeys
Explora Journeys. Foto: divulgação

Hospitalidade navegante também traz novidades

Na hospitalidade em alto mar, a Explora Journeys confirmou que até 2028 terá sua frota completa de seis navios em operação e que finalmente chegará ao Brasil no ano que vem. Também destacou que seu Explora III, prestes a ser inaugurado, trará diversas novidades, incluindo novo restaurante, duas Owner Suites e um novo programa de bem-estar em parceria com Jannick Sinner.

A Regent Seven Seas Cruises® anunciou uma parceria inédita com o Terminal BTG Pactual no Aeroporto Internacional de Guarulhos, e a AMA Waterways, que possui hoje 29 navios para viagens fluviais pela Colombia, Europa, Africa e Asia, anunciou que pretende chegar a 50 navios até 2032 e que passa a ter agora algumas saídas especiais focadas em viajantes brasileiros, com a tripulação falando português.

Com crescimentos sólidos ano a ano, aberturas semanais e viajantes gastando cada vez mais em experiências dentro das propriedades, a hospitalidade de luxo deve seguir de vento em popa, nacional e internacionalmente, no próximo ano.

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