EU NÃO TOCO UM INSTRUMENTO…

Ao assistir ao show da banda Tudo em Casa, com o Gustavo Syllos e família, na abertura do LACTE 2012 ontem no Bar des Arts, eu pensei: feliz de quem tem talento para tocar um instrumento musical !

Bem diferente de inveja, o que eu sentia era incontida admiração por quem executava, com simplicidade e, ao mesmo tempo, maestria, uma atividade que, para mim, é impossível realizar.

Tocar um instrumento é uma daquelas realizações que, diferentemente de plantar uma árvore, escrever um livro ou ter um filho, carece disciplina (para aprender) e talento (para encantar) na realização.

E tudo isso aconteceu no coquetel de abertura do LAC7E, num domingo à noite…, como ambientação para um encontro de boa parte daqueles que farão o evento acontecer, nesta 2a. e 3a. feiras, no Grand Hyatt São Paulo.

Dois dias cheios de palestras, debates, exposição de produtos e lançamento de novas ferramentas tecnológicas, além do melhor network para os profissionais do mercado de viagens corporativas.

Ainda há tempo de você participar, mas antes leia os posts da Viviânne e do Artur, sobre o que será o LACTE 2012 e as opiniões do Cássio e do Guto, sobre o evento de abertura ontem à noite.

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ERREI ESTA PREVISÃO…

Na altura do campeonato, o Supremo Tribunal Federal decidir, por unanimidade ainda por cima, que o Conselho Nacional de Justiça pode e deve investigar atos de magistrados de todas as instâncias do judiciário (incluindo o próprio STF), resulta numa espécie de redenção do direito brasileiro.

Há muito tempo uma decisão do STF não me surpreende tanto.

Sim, eu não levava a menor fé que o STF fosse decidir o tema nesse sentido.

Bem ao contrário, tinha como certo que a decisão dos juízes supremos da federação fosse em benefício de sua própria proteção e em defesa de seu “inquestionável” poder, numa atitude corporativa típica de nossas instituições.

Meus amigos dizem que eu tenho o (mal) hábito de (tentar) antever o futuro e de opinar sobre tudo um pouco (ou um muito) e isso é a mais pura verdade…

Neste caso, não cheguei a registrar aqui a minha previsão, mas previ, errei e ganhei como cidadão.

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A INTERNET E A DIVULGAÇÃO CULTURAL

O recente fenômeno de músicas populares do Brasil (não confundir com MPB) sendo difundidas pelo mundo de forma explosiva e, de certa forma, inexplicável, só se tornou possível graças à internet.

A cultura popular brasileira tem muito a se beneficiar desta nova forma de distribuição, que independe (até agora) de gravadoras, verbas de marketing e outros investimentos típicos da disseminação cultural do século passado, muito concentrada em “hubs” poderosos.

Tendo Michel Teló como caso mais conhecido, outros cantores brasileiros (como Gustavo Lima)  estão seguindo a mesma receita e conseguindo, uns mais, outros menos, algum espaço nos mercados internacionais, mesmo que de forma ainda efêmera e pouco consistente.

Da Argentina (onde escutei “Ai se eu te pego” no interior de Tupungato) até Israel (onde até soldados do exército foram flagrados dançando e acabaram no You Tube), as músicas brasileiras puxam o interesse por nossa cultura, idioma, moda, novelas e filmes, entre outros.

Este fenômeno, associado à explosão de consumo dos turistas brasileiros no exterior, atrai a atenção do mundo para o nosso país, gerando curiosidade e interesse, condição inicial para a exploração do turismo nacional.

Trata-se de mais um fator positivo à atual corrente favorável à nossa economia, no geral, e ao turismo, em especial, que não deve ser desconsiderado.

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