Paris Plage e as Olimpíadas

Em certas praias no Brasil as tribos se dividem em diferentes « postos ». Na praia parisiense o ambiente é bem diferente. Nos 2 quilômetros de “praia” que margeiam o lado direito do Rio Sena as mais diferentes tribos se misturam ávidas por diversão e quiçá novos encontros.

 

Entre a Ponte das Artes e a Ponte de Sully,  os carros cederam a passagem para pedestres e animações todos os gêneros:  cursos de Tai chi e danças diversas, baby-foot, bocha, jogos de praia e concursos de castelos de areia divertem adultos e crianças.


Entre esporte e relaxamento, como não poderia deixar ser, a cultura mantém seu lugar privilegiado. Entusiastas da fotografia podem participar de um concurso, leitores podem usar a biblioteca efêmera e amantes das artes desfrutam de uma galeria exclusiva do Louvre à beira da água.
Enquanto as crianças têm o direito de seus clubes, suas danças e as mais variadas oficinas.

 

Apesar de quinze anos de existência a fórmula continua inovadora. Além de areia, sombra, água fresca e toda animação, para esta nova edição de Paris Plages, a cidade desejou também dar destaque a economia social e solidária. Empregabilidade, consumo responsável, reutilização, reparação, são valores que irão enriquecer a experiência do parisiense neste verão às margens do Sena, com a presença de duas renomadas instituições  que lutam em prol da inserção social e pela atividade econômica sustentável: a associação “Etudes et Chatiers” e a rede de empresas “La Table de Cana”.

As atividades do Paris Plage se estendem igualmente ao Parque de la Vilette e ao pátio do “Hotêl de Ville” ou prefeitura de Paris. Conheça as inúmeras atrações, espetáculos musicais  e atividades esportivas no link a seguir.

Site da cidade de Paris – Programação Paris Plage

Note que até mesmo quem deseja acompanhar as Olimpíadas não vai precisar perder a festa veranil: a partir do dia 5 de agosto um telão na frente do prédio da prefeitura de Paris, oferecerá este prazer.

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Silvia Helena

Após breves passagens pela Faculdade Metodista de São Bernardo e Belas Artes de São Paulo, aos 18 anos fui estudar no Canadá, onde vivi durante 23 anos. Lá me formei em História da Arte pela Universidade de Montréal, estudei turismo no Collège Lasalle de Montréal e no Institut de Tourisme et Hôtellerie du Québec. Comecei minha carreira na área trabalhando em Cuba. Durante os anos vividos no Canadá, entre outras coisas, fui guia de circuitos pela costa leste e abri minha primeira agência de receptivo para brasileiros. Há dez anos um vento forte bateu nas velas da minha vida me conduzindo até França. Atualmente escrevo de Paris, onde vivo e trabalho dirigindo a empresa de receptivo, a Holatour.

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