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Upgrade classe executiva  GRU/LIS + 420 euros

Achei genial a idéia da TAP de colocar em leilão seus acentos da classe executiva. Afinal é sabido que vale mais 50% de algo que 100% de nada. Para quem não conhece a prática eu explico: após a compra dos bilhetes, alguns dias antes da partida, a TAP envia um e-mail ao cliente oferecendo a possibilidade de fazer um lance e concorrer à aquisição de um acento ainda não vendido da tão sonhada categoria.

Porém, infelizmente eu meu não tive “sorte” e meu baixo lance de 675 dólares não foi aceito para o  upgrade no vôo TAP São Paulo-Lisboa há duas semanas.  E é ai que veio a prova que ter um agente de viagem não têm preço! Ou ainda melhor: um agente de viagens vale seu peso em ouro, apesar de quase ninguém saber disso nos dias de hoje. Eu sempre faço negócio com dois agentes de viagens, não para colocá-los em concorrência, mas porque sei que são grandes amigos e entenderão a minha necessidade em encontrar a melhor tarifa possível.  Sendo assim, após dupla consulta comprei as passagens Paris – Natal e São Paulo-Lisboa com Denison Borges e a passagem de Natal-São Paulo com Anderson Almeida.

Comentando com o Anderson Almeida, o agente com o qual não comprei a passagem internacional, sobre a falta de resposta a meu lance há menos de 24 horas da saída (apesar da promessa da TAP de resposta 36 horas antes do vôo) ele verificou imediatamente meu dossiê e deu a dica: uma vez no balcão de check in não deixe de perguntar se ainda há disponibilidade e qual a tarifa. E foi assim, seguindo sua indicação e pagando 420 euros no balcão de check-in que consegui o upgrade!

Fica a dica!

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Silvia Helena

Após breves passagens pela Faculdade Metodista de São Bernardo e Belas Artes de São Paulo, aos 18 anos fui estudar no Canadá, onde vivi durante 23 anos. Lá me formei em História da Arte pela Universidade de Montréal, estudei turismo no Collège Lasalle de Montréal e no Institut de Tourisme et Hôtellerie du Québec. Comecei minha carreira na área trabalhando em Cuba. Durante os anos vividos no Canadá, entre outras coisas, fui guia de circuitos pela costa leste e abri minha primeira agência de receptivo para brasileiros. Há dez anos um vento forte bateu nas velas da minha vida me conduzindo até França. Atualmente escrevo de Paris, onde vivo e trabalho dirigindo a empresa de receptivo, a Holatour.

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