O Cenário da hotelaria em 2019

As previsões são otimistas para os próximos anos no Brasil.

Na última pesquisa interativa realizada durante a HSMAI Strategy Conference, em Nov/18, dos 170 profissionais e executivos da indústria presentes no evento, 46,9% afirmaram que tem expectativa de aumento de faturamento entre 5% à 10%, e 30,6% pretende crescer acima de 10%.

E os estudos econômicos também preveem ‘bons ventos’ para os próximos anos:

  • Produto Interno Bruto (PIB):
    • 2018 – 1,3%
    • 2019 – 2,57%
    • 2020 – 2,5%
    • 2021 – 2,5%
  • Inflação:
    • 2018 – 4,5%
    • 2019 – 4,03%
    • 2020 – 4%
    • 2021 – 3,75%

Fonte: Boletim Focus – Banco Central

E muitas novidades vem por aí. Mas não vou enumerar centenas de ideias para automação e falar (de novo!) sobre o mobile, por sei que você lê sobre isso toda hora. A ideia aqui é analisar 5 tendências por ângulos diferentes. Vamos a elas:

  1. Ancillary Revenue (Receita de extras) invade a hotelaria

Assim como a aviação, o questionamento agora não é quando a hotelaria terá regras mais formais sobre seus extras, mas ‘como’ esse processo deve ser feito. A grande questão é fazer o cliente entender por que as coisas ‘valem o que valem’.

Com a alta competitividade e tanta pressão por redução de tarifas, muitos hotéis pelo mundo mudaram a regra de cancelamento de 24hs para 48hs, inspirados pela mobilização da rede Marriott, por exemplo.

Tempos atrás, a própria Marriott diminuiu a comissão de 10% para 7% para grupos. Mas não ache que é uma questão de cobrar por serviços que hoje você oferece free. Estamos falando de táticas bem pensadas para incentivar o upselling, aumentando as oportunidades de receita.


Afinal, a única área em que os hotéis (ainda) têm vantagem competitiva sobre as OTAs é quando o cliente entra pela porta….e muitos não aproveitam isso. É aí que, quando o hóspede está imerso na experiência do hotel, os hoteleiros têm a chance de fazer um upselling (na experiência, e consequentemente, no preço).

Exemplos de fontes de receitas extras. Fonte: Phocuswright

2. Explosão Tecnológica

Os hotéis estão incorporando rapidamente novas tecnologias em seus negócios. Assistentes digitais no quarto, aplicativos móveis específicos para a propriedade e serviços de concierge chatbots estão cada vez mais presentes, e melhorando as experiências dos hóspedes.

E como o foco permanece no cliente, como deve ser, os investimentos em tecnologias operacionais seguirão mais lentos. Mas vale o lembrete que tecnologias operacionais baseadas na nuvem deixam executivos e profissionais hoteleiros menos tempo amarrados a sua mesa. O trabalho remoto (de algumas funções) será rotina no futuro!

Revinate, Ideas, e Siteminder e o Professor Peter O’Connor (Essec) se uniram para prever o ambiente da hotelaria em 2020. Uma das muitas conclusões foi que alguns sistemas serão vitais para a hotelaria no futuro próximo.

  1. RMS (Revenue Management System)
  2. CRM (Customer Relationship Management)
  3. PMS (Property Management System) ‘conectável’
  4. Channel Manager
  5. Check-in automatizado
  6. Solução de e-Marketing
  7. Cloud PMS (Sistema operacional na nuvem)
  8. Reputation Management System

Entretanto, o estudo ressalta a falta de conectividade entre boa parte desses sistemas, e a falha gestão de dados dos clientes. Também menciona a falta de inovação da nossa indústria, que provém, entre outras coisas, do perfil conservador do setor.

3. Mídias Sociais tomam outra proporção
O Instagram já é o ‘queridinho’ da hotelaria mundial, mas ainda há espaço para criação de ambientes / cenas mais ‘personalizáveis’ ​​em torno da propriedade para incentivar fotos. Leia meu post sobre o assunto: ‘Seu Hotel é Instamagrável?’

E fique atento, pois o próprio Instagram está ‘criando’ destinos, mas também destruindo reputações.

4. Data Management (Gestão de Dados) = Mais $$$

Qualquer Gestor Hoteleiro ou Revenue Manager que trabalhe sem o suporte de uma solução analítica de gerenciamento de dados ficará sobrecarregado com o volume e a complexidade das informações. A análise preditiva voltada para o futuro, incorporada nos avançados sistemas de gerenciamento de receita, ajuda os hoteleiros a descobrirem tendências emergentes e identificar mais oportunidades de receita.

Que o termo ‘Big Data’ esteja cada vez mais presente nos debates hoteleiros.

5. O ‘tal’ Novo Hóspede, e suas ‘tais’ Experiências

Se pensarmos bem, não estamos falando necessariamente de uma nova geração de viajantes, mas sim uma segmentação melhor e mais refinada. Por exemplo, os viajantes Y (Millenials) não são agrupados somente por idade. Eles fazem parte de um grupo de viajantes com ‘ mentalidade Millenial’. Conheço alguns com mais de 60 anos, inclusive. Certeza que você conhece também.

Uma das características desse cliente, por exemplo, é o desejo por uma decoração simples, inclusiva, local e especial, onde ele se destaque. Antes, o simples era caseiro. Hoje, é confortável, humanizado, autêntico!

Aliás, autenticidade é a palavra dos Millenials. Eles querem experimentar o modo de vida local, não serem isolados de uma propriedade genérica 5 estrelas. Isso significa que os hoteleiros devem atrair negócios através da diversificação de suas ofertas. Ou seja, a execução de Marketing é fundamental!

Os consumidores não estão mais procurando comprar apenas produtos ou marcas. Eles estão procurando comprar experiências que possam ser compartilhadas. O convidado do futuro não procurará por um quarto, hotel ou marca de hotel. Em vez disso, eles procurarão propriedades únicas e autênticas, que oferecem experiências sob medida.

Fontes:

Travel Market Report – UNY

HotelTech 2020


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O Futuro da Hotelaria

Os Desafios para a Lucratividade na Hotelaria

Como a Tecnologia transformará a Indústria de Viagens

Minha Experiência no Hotel Portaló – Morro de São Paulo/BA

Foi uma grata surpresa minha hospedagem no Hotel Portaló em Morro de São Paulo, Bahia. Ao chegar na ilha, após uma longa viagem, tudo o que queremos é começar a desfrutar logo as maravilhas do lugar.

E logo no portal da entrada da cidade, após pagar os R$ 15 de taxa de visitação, que voltou a ser cobrada desde Nov/17, começam as perguntas: “Em qual praia você está hospedada? 1ª, 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª?”

E aí você já começa a entender as inúmeras vantagens do Portaló. Ao ver a recepção já do píer, toda aquela sensação de ‘trabalho’ com malas, mais barcos, e possível caminhada… acaba. Ele te espera logo ali ao lado!

Sim, claro que eu tinha que tirar foto com ela. Uma baiana com saia feita de papel reciclado. Amei!!!

Em tempo, fui à trabalho, por isso a roupa ‘formal’.  Mas sim, eu poderia ter trocado a calça preta…nada a ver com o local, né?!E conforme você vai entrando, vai descobrindo cantinhos incríveis, atendimento caloroso, e um ambiente extremamente aconchegante. São muitas as descobertas agradáveis ao longo do caminho.Inaugurado há 16 anos, o hotel tem 24 chalés, e uma história de sucesso que inclui festas ao pôr do sol com DJ, e lindos drinks.

A recepção da Rita, gerente do hotel, é a mais calorosa possível, e a gente já se sente à vontade imediatamente.Abaixo 37 segundos de boas-vindas no hotel:

Rapidamente soube que estava no bar ‘do pôr do sol‘ mais exclusivo da região. Imagina as cenas abaixo com música ‘de primeira’, um bom papo, e seu drink favorito… A segunda coisa que notei é o foco na literatura, com livros de aventuras e viagens, o que ganhou meu coração rapidamente.Além dos nomes dos chalés, as frases nas camas são sempre inspiradoras e dão um charme ainda maior ao local.Como todo hoteleiro, claro que os detalhes do banheiro chamam a atenção. E adorei a quantidade de toalhas, outro detalhe que faz a gente se sentir bem-vindo! Generosidade é ‘tudo’…

E os ‘cantinhos’ do hotel realmente encantam…

Além de todo esse deleite para os olhos, o paladar também não fica para trás no Portaló. O café da manhã variado, com guloseimas típicas da região, e um cardápio de almoço delicioso, deixa em segundo plano a saída para conhecer os restaurantes da ilha.A decoração do restaurante mantém o estilo aconchegante, o que dá vontade de esticar o papo até altas horas…Os quartos são arejados, com varanda, e todo o conforto. Acordar com os passarinhos cantando ‘é tudo‘…  A visão aérea mostra bem como é a piscina do hotel. Só de escrever esse texto já deu saudades! Quero voltar de férias com a família agora…

Até a próxima Morro de São Paulo. Hotel Portaló, me aguarde!!!

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A Renovação dos Banheiros dos Hotéis

Minha Experiência no Hotel que foi a Casa de Vinícius de Moraes

Minha Experiência no Grand Mercure SP Ibirapuera

 

Personalização x Privacidade, o novo desafio da indústria de viagens

Equilibrar desejos de experiências mais personalizadas (que exigem muitos dados) com políticas de privacidade será um grande desafio para marcas ligadas à viagens.

Abaixo alguns pensamentos do Vice Presidente Executivo e Diretor Comercial da Hilton, Chris Silcock, sobre esse e outros assuntos:Guerra das Reservas Diretas

Não tenho certeza se isso é uma guerra. O que estamos fazendo é focar em uma experiência melhor para o hóspede. Ao fazer isso, ele vai preferir nossos hotéis.  E a melhor maneira de fazer isso é ter um relacionamento direto com eles. Se eles compartilham suas informações, podemos personalizar ainda mais suas experiências conosco.’

OTAs

Existem clientes que não estão familiarizados com as nossas marcas e que nos procuram através das agências de viagens online. As OTAs continuam a ser um parceiro valioso e uma fonte de clientes adicionais, que ainda não conhecem nossos hotéis. A questão hoje é sobre como trabalhar melhor com elas.’

Análise de Dados

‘Análise de dados tem um papel enorme e crescente na hotelaria. Nós nos sentamos em uma enorme quantidade de dados e eles crescem rapidamente.
Devemos usar esses dados para tornar a experiência de compra mais eficiente, colocando o produto certo na frente do cliente certo, no momento certo.’

Personalização x Privacidade

‘Levamos a segurança e a privacidade de nossos clientes a sério, tanto física quanto virtual. Os dados de clientes são usados para melhorar a experiência, fornecer aos clientes mais opções, controle e personalização.

Nós não compartilhamos dados a menos que seja por um motivo muito específico, e  informamos os clientes disso. O que é interessante sobre nosso uso de dados de clientes é, nesse mundo de big data, os clientes informam se você agrega valor.

Futuro do Ecommerce

‘A voz tem ainda menos capacidade de fornecer muitos dados aos clientes. Inteligência artificial (AI) e busca assistida de viagens são as próximas opções. É por isso que estamos tão incansavelmente focados em proporcionar uma experiência melhor, pois quando você buscar opções de viagens em seu nome, tudo será feito com base nas suas preferências declaradas, e nossa marca (espero) será a preferida.

Acredito que há um longo caminho à nossa frente, mas veremos mais opções de viagens assistidas por inteligência artificial que dependerão dos padrões históricos, tendências e preferências dos clientes. É por isso que estamos dobrando a experiência. Queremos ser sua preferência por futuras opções de viagem.’

Em resumo:
MELHOR EXPERIÊNCIA = SEU HOTEL NO TOPO DAS BUSCAS / OPÇÕES para a próxima viagem do viajante.

Detalhes do Four Seasons SP com abertura em 15/10/18

Acabei de receber da assessoria de imprensa do Fours Seasons novas fotos e novidades da unidade de São Paulo, que já tem data marcada para abrir as portas: 15 de Outubro.Uma das mais famosas marcas da hotelaria de luxo do mundo foi inaugurada em 1960 e atualmente conta com 110 hotéis. A unidade de São Paulo está localizada na Av.das Nações Unidas, 14.401, e promete…

Conheça algumas imagens e detalhes exclusivos do hotel que chega para abalar o segmento de luxo da hotelaria paulistana.

Informações técnicas:
  • 29 andares ( sendo 15 deles para o hotel)
  • 258 aptos.
  • 84 residências
  • Arquitetura: HSK Architects + Aflalo e Gasperini Arquitetos
  • Designers: BAMO (de San Francisco), Burle Marx e Paulo Mendes
  • Estilo: luxo internacional com inspiração nas linhas e arte brasileira.
  • Artista Plástico: Francisco Brennand
  • Chef – Paolo Lavezzini
  • Restaurante: Neto (nome homenageia os imigrantes italianos)
  • Eventos: 1.409 m2 (divididas em 7 salas, 2 terraços externos) – além e eventos corporativos, é ideal para casamentos até 350 pessoas, por exemplo.
  • Gerente Geral – Michael Schmid, que já tem experiência nas marcas Hyatt e Andaz. Em sua última entrevista, falou sobre a guerra de preços da hotelaria de luxo de São Paulo e o quanto está disposto para encará-la.

Mas o interessante mesmo são os serviços especiais como:

  • Personal Shopper
  • Serviço de cama de 15 minutos
  • Four Seasons Bed  Detalhes:

Jardins internos e ao ar livre formam o espaço dedicado ao bem-estar, incluindo spa da BAMO, centro fitness, e uma piscina única entre os hotéis de São Paulo, com área interna e externa dividida por um vidro retrátil e vista para o horizonte paulistano.

Precificação

Ao falar sobre precificação, o discurso do hotel é: ‘tarifas iguais em todos os canais‘…. Fui pesquisar! Abaixo Site Hotel x Expedia x Booking.

   

O hotel abre com preços acessíveis, a  partir de R$ 1.572, e condições especiais para compra com antecedência de 14 dias, 3ª noite gratuita e crédito no hotel.Só como referência, para essa mesma data, o Palácio Tangará, único hotel que atua com ‘open pricing’ no Brasil,  ontem estava com mais de R$ 1.600 de diária, e hoje, pela flutuação dinâmica, vende em torno de R$ 1.340.E o Fasano SP, olhem que maravilha, está sem disponibilidade para a data.

Para reservar, ligue para (11) 3717-1700 ou www.fourseasons.com/saopaulo/

E a marca não vai parar por aí, pois em 2019 o Four Seasons Private Jet fará a Latin Scape, com 16 dias pela América Central e Sul, incluindo as Cataratas do Iguaçu. Quanta novidade!!! Como é bom ver o mercado com aberturas, investimentos, e crescendo.

Já quero Park Hyatt, Mandarin Oriental, W Hotel, Ritz Carlton, Aman, Rocco Forte….

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R.I.P. RFP

Se perguntarmos para hotéis, TMCs ou gestores de viagens, todos terão a mesma resposta sobre a época dos ‘benditos’ RFPs: um processo ‘chato’ e ultrapassado.

Mas será que o mercado está pronto para dar o próximo passo?

Um estudo recente da GBTA com 161 gestores de viagem mostrou que 66% deles estão satisfeitos com o processo de contratação de hotéis, e explicam que não vêem razão para inovar um processo tático, ou não sabem como.

Mas não é exatamente de inovação que nossa indústria precisa?

Será que o velho ‘envio em setembro, aceite em outubro, carregamento em novembro, disponível em janeiro’ seguirá intocável por outras tantas décadas?

Do lado dos buyers: reunir dados, enviar ofertas, negociar, negociar novamente, negociar mais uma vez, assinar um contrato, verificar o carregamento dos preços, verificar a disponibilidade dos preços, começar tudo de novo. Ufa!

E abaixo os critérios que mais os influenciam na seleção de um hotel:

Do lado dos hotéis: RFP entra na comercialização como a força contrária ao esforço e investimento em recursos tecnológicos e humanos para implementar revenue management, preços dinâmicos, acordos de curto prazo, desintermediação, compra online, etc. E tudo isso, muitas vezes, com dados imprecisos e incompletos para a tomada de decisão, em função de um database ineficiente.O diretor de vendas da MGM Resorts International, Michael Dominguez, diz: “Estamos muito aquém da velocidade da mudança que precisamos. Dizemos que somos inovadores, mas somos inovadores em termos de produto. Precisamos começar a ser mais inovadores no processo“.

Alguns especialistas arriscam palpites sobre o RFP no futuro:

  • Contratos que continuarem de longo prazo incluirão um mix de tarifas fixas, descontos dinâmicos por hotel, e monitoramento diário.
  • Expansão das empresas de ‘sourcing’, que negociam em nome dos gestores, e tem 75% de aprovação dos mesmos.
  • Programas limitados a hotéis onde tenham, por exemplo, 100 diárias ou mais.
  • O desempenho do hotel e da marca será monitorado em tempo real.
  • Se uma negociação não acontecer naquele momento ou se o mercado tiver mudado, a empresa ou o hotel poderão cancelar o contrato e um novo RFP poderá ser solicitado. Isso substituirá a negociação somente anual.
  • Contratos flexíveis, conectados com a dinâmica de mercado.

Em resumo, mesmo sabemos que os clientes mudam, as equipes mudam, e os padrões de viagem mudam, a indústria de viagens corporativas é lenta para mudar, e o processo contratual estático é um exemplo disso.

Flexibilidade será a base da contratação de hotéis no futuro (próximo).

E você?  Qual seu time?

  1. Vida Longa ao RFP! Melhor processo já inventado ever…
  2. Ok manter, mas definitivamente precisa ser modernizado.
  3. Coisa do passado! Precisamos inovar JÁ!

Deixei seu comentário.

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Hotéis que deixam uma impressão positiva e duradoura é sempre algo a ser celebrado. Encontrar um hotel que combine satisfação pessoal com um impacto social e ambiental positivo eleva ainda mais a experiência.

E se agregarmos a popularidade das práticas ecologicamente corretas com a crescente preocupação ambiental, entenderemos porque os ‘hotéis verdes’ vem ganhando cada vez mais admiradores. Não à toa, de acordo com o TripAvisor, 25% dos americanos estão dispostos a escolher hotéis ‘eco-friendly’.

Mas os hotéis investem nesse posicionamento por diversos motivos:

  • Garantir sua fatia nesse (ainda) “nicho” crescente de mercado
  • Economizar em custos operacionais
  • Fortalecer sua marca no mercado
  • É realmente conscientizado e faz porque “é o mínimo que devemos fazer pelo planeta”.

Seja qual for o motivo, para garantir o sucesso do projeto, alguns fatores são vitais:

  • Envolvimento dos hóspedes e colaboradores
  • Cuidado com o desperdício de amenities e uso de plástico nos banheiros
  • Mudança de cardápios, e maior investimento em orgânicos.
  • Manutenção preventiva, não reativa.
  • Mudança no consumo de energia (que fará você ainda economizar)

Uma das marcas hoteleiras que se tornou inspiração para hotéis ao redor do mundo é a rede 1Hotels, e dá para notar seu posicionamento logo ao abrir o site. Os hotéis são cuidadosamente projetados com madeira recuperada, luz natural, colchões de cânhamo e, como eles falam, ‘momentos vivos e verdes’.

Eles acreditam que o futuro do mundo e o futuro da hospitalidade são um só e podem ser um catalisador para a mudança. Hoje a 1Hotels está presente em cidades como Nova York, Brooklyn e Miami, mas estão expandindo rapidamente, e tem planos para se tornar uma marca global.

No Brasil, o Portal Eco Hospedagem tem um gráfico interessante sobre as possíveis categorias da sustentabilidade: Como exemplo, poderia citar alguns hotéis e pousadas que realmente estão levando a sustentabilidade à sério, mas me surpreendi recentemente de forma muito positiva com o Verdegreen, da DJ Hotelaria, em João Pessoa.

Desde da escolha do nome até a construção, tudo foi pensando para transformar a marca uma referência no assunto. Mas o que me impressionou foi o engajamento com clientes e colaboradores. Não à toa, receberam o selo Green Leader do TripAdvisor, que premia os hotéis e pousadas comprometidos com práticas sustentáveis.

E eles não param por aí. Se você não sabe por onde começar, conheça algumas das iniciativas do Verdegreen e inspire-se:

Ambientes

  • Revestimentos de cerâmicas naturais
  • Madeira de reflorestamento
  • Valorização do artesanato local
  • Iluminação natural em toda área social
  • Iluminação de baixo consumo LED
  • Sensores de presença
  • Ar condicionado menos poluente de baixo consumo
  • Uso de aquecimento de água através de energia solar
  • Elevadores inteligentes
  • TV’s Smart (baixo consumo de energia)
  • Reutilização de água em duchas e regas do jardim
  • Descargas de duplo acionamento
  • Jardins no entorno e na cobertura
  • Horta orgânica
  • Redutores de evasão nas torneiras

No dia-a-dia:

  • Maioria dos fornecedores a menos de 100km de distância.
  • Equipe comprometida com a causa ambiental
  • Trabalho educativo com hóspedes
  • Conservação e manutenção de jardim público
  • Apoio às iniciativas da WWF e de entidades voltadas para sustentabilidade sócio ambiental
  • Bicicletas à disposição dos hóspedes
  • Utilização de papel reciclado e certificado
  • Utilização de produtos de limpeza biodegradáveis
  • Programa Atitude Verde Colaborativa
  • Certificado ISO 14001 – Sistema de Gestão Ambiental
  • Reutilização de água da chuva em descargas, rega de jardins e lavagens diversas
  • Gestão seletiva de lixo em todo o hotel, inclusive nos quartos.
  • Segunda-feira sem carne – sugestão do chefe produtos orgânicos

Além disso, o Programa Atitude Verde Interativa é incrível.

  • Hóspedes – enviam sugestões para deixar o hotel ainda mais sustentável, e as atitudes implementadas ganham cortesias de diárias. Obs.: Eles já receberam mais de 1.000 sugestões de atitudes interativas.
  • Colaboradores –  a cada sugestão aprovada, ganham voucher pra ser gasto com cultura (livro, cinema, teatro).

A constante inovação faz parte desse posicionamento, e a equipe do Verdegreen já estão trabalhando em novos projetos:

  • Verdelab – quartos totalmente voltado para sustentabilidade.
  • Parceria com o Instituto Eccus – para implantação de sistema de gestão de resíduos, e gerar composto para a horta orgânica, sendo que o excedente será doado à hortas comunitárias.
  • Cardápio vegetariano / vegano

Se você ainda não se impressionou com todas as atividades do hotel, ele ainda consegue ser descolado, muito aconchegante, ter uma localização privilegiada, e proporcionar uma gastronomia simplesmente deliciosa.

Fique com mais algumas fotos:

Biblioteca que fica em um dos corredores do hotel.   Detalhes da decoração do restaurante.

Obra na parede do lobby. Diferente, não?O famoso terraço, onde os hóspedes vão para curtir o ambiente e curtir uma vista incrível.

E a horta orgânica?

Para maiores informações:

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Minha Experiência no Hotel que foi a Casa de Vinicius de Moraes

Se hospedar no Mar Brasil Hotel na Praia de Itapuã (Salvador) na Bahia é pura poesia. Agora imagine olhar aquele lindo mar da mesma vista que Vinicius de Moraes tinha da sua janela?

Veja a casa original, onde o poeta contemplava as belas tardes de Itapuã, e o hotel cercando o restante do terreno:

O Hotel existe desde 1993, mas a famosa ‘casa ao lado’ foi adquirida somente em 2000. Um lugar frequentado por artistas, reduto de suas parcerias, e berço de famosas canções do poeta.

Ao invés de demolir e construir um hotel contemporâneo, os proprietários decidiram (acertadamente) preservar as memórias de um dos maiores poetas e compositores do país. E o resultado foi incrível, cheio de boas energias e muita história para contar.

Imagens da Suíte Vinicius:

Depois de uma linda escada de madeira original, chegamos à porta da suíte, indicada por esse símbolo.

Sua discografia Banheira onde ficava olhando a praia, rodeado por amigos e compondo. Alguns de seus livros ficam à disposição dos hóspedes sortudos.Um dos banheiros da suíte tem a arte mais inusitada…a parede de ‘bundas’, que ele e seus amigos ficavam brincando para descobrir de quem eram.   Vinicius se casou 9 vezes (isso mesmo que você leu!). Não à toa, é sua a obra ‘Antologia Poética’, que você deve conhecer pelas frases:

Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Mas voltando ao tema, os executivos do Mar Brasil conheceram sua 7ª esposa, a atriz Gessy Gesse. Pediram para ela contar sua história, e assim, o hotel ganhou ainda mais vida.Bilhete onde ele diz para Gessy que a casa é dela:
‘A casa é sua, e o poeta então, nem se fala!’

Assista uma entrevista de Gessy apresentando o livro onde conta sua vida com Vinicius, e mostrando a Suíte AQUI (6min).

Ela conta aos donos do hotel que Vinicius,  amigo de Sartre e Borges, passava por um momento de achar o mundo intelectual um pouco chato. “Quero algo verdadeiro, real”, dizia.

E na Bahia, através dos contatos dela e de seu estilo de vida, incorporou a baianidade, o sol, o mar e o candomblé, a sua poesia. Foi a época em que se encantou por Mãe Menininha, se tornando fascinado por sua sabedoria, mesmo sem escolaridade alguma.

Uma das muitas ‘sacadas’ geniais do hotel foi contratar cenógrafos para criar o ambiente, e não os tradicionais designers de interiores. A ideia é manter o olhar teatral. E o ambiente do café da manhã representa exatamente essa ideia.

                 Telefone da época. Crianças param o tempo todo na frente desse ‘objeto estanho’ tentando entender o que é.       Máquina Original.

O velho calção de banho….                                      AdegaEntre os proprietários, está o sobrinho de Dorival Caymmi, grande amigo do compositor.

Piscina e peça originais da casa foram restaurados e mantidos:

Importante destacar o Restaurante ‘Casa di Vina‘, lembrando que o apelido de Vinicius era ‘Vina’.

Os pratos são simplesmente sensacionais, com aroma, sabor, apresentação impecável!.

E o slogan é A vida é a Arte do Encontro, outro lindo poema do compositor.

Depois de alguns dias no hotel, você mergulha em um mundo muito maior que a ‘Garota de Ipanema‘, que o tornou mundialmente famoso. Mergulha em uma vida cheia de intensidade, boêmio, apaixonado.

A Suíte onde eu fiquei hospedada (olha a Suíte Vinícius lá em cima):


Ambiente de Estar em uma das áreas públicas do hotel:Como estamos em época de Carnaval, recomendo esse vídeo com a linda letra de ‘Samba da Benção‘, com ele mesmo cantando, e fazendo referência a todos seus parceiros e amigos da jornada artística, além da sua mulher Gesse, responsável por lhe apresentar todas as nuances da baianidade, incluindo o Candomblé.

Sensacional!!!!

#saravá

Claro que eu não podia sair sem a foto tradicional de quem visita o hotel:

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OTA de Eventos chegou para ficar

Se você organiza eventos, sabe quantos emails e negociações são necessárias para a realização de uma pequena reunião.

Se você é hoteleiro ou aluga espaços de eventos, sabe o quanto precisa manter seus espaços rentáveis em um mercado sempre sazonal.

Não à toa, o maior desejo de quem organiza eventos é uma experiência fácil e segura na locação de espaços. Não à toa, o maior desejo de quem aluga espaços, são soluções rentáveis.

Esses são alguns dos motivos que, há algum tempo, evidenciam o aumento de plataformas online, market places para reservas de espaços de eventos no exterior, que investem no dinamismo e ambiente colaborativo.

Plataformas tradicionais como Cvent, com mais de 800 usuários, são geradores de RFPs.

Mas vamos combinar que RFPs são universalmente odiados por fornecedores e compradores. Hotéis gastam muito tempo e dinheiro para responder RFPs, com menos de 1% de conversão. Do outro lado, clientes não tem retorno de muitos dos hotéis/espaços que eles realmente querem. Em resumo, ninguém quer usá-los também para reuniões pequenas.

Sites e aplicativos como Spacebase e Bizly foram algumas das plataformas que nasceram com o propósito de matar o RFP para eventos pequenos. E acabaram descobrindo uma mina de ouro nas reuniões de menos de 100 pessoas, comumente pagos com cartões de crédito corporativos.

No Brasil, a novidade chegou ainda mais completa. A startup loc.space, no mercado desde fevereiro desse ano, já conta com mais de 800 espaços de eventos cadastrados. Prometendo eliminar as ‘dores de cabeça’ normais do processo manual da contratação de eventos, é considerada a primeira OTA de eventos do país.

Com a proposta de intermediação, tem um modelo de negócio muito próximo de uma OTA normal, cobrando 16% do hotel mediante confirmação do evento. O pagamento é feito com cartão de crédito no site.

Vantagens pelo lado de quem compra:

  • Sem custo para usuário final
  • Cotação de pacotes com espaço, A&B e equipamentos juntos.
  • Comparação de preços para eventos até 800 pessoas, sendo que o foco são eventos de até 300.
  • Informações centralizadas em um único market place.
  • Disponibilidade online

Principal: Economia de Tempo.

Vantagens pelo lado de quem vende:

  • Minimizar o impacto da sazonalidade, com possibilidade de aumento de até 30% nas vendas.
  • Maior amplitude de comunicação (SEO e SEM).
  • Curadoria do conteúdo online.
  • Gestão de preço/inventário dos espaços de eventos.

Principal: Sistema de Gestão gratuito para hotéis, que engloba eventos reservados na plataforma online e também os negociados offline (fora do site). Ou seja, funciona como um sistema operacional mesmo.

Essa, sem dúvida, é a grande sacada da loc.space para agregar valor à hotelaria. Unir a intermediação com a gestão de eventos foi realmente inovador.

Hotéis como Royal Tulip Brasília, Blue Tree Brasília, Rede Nacional Inn, Rede Pestana, Meliá Brasil 21, e outros, já usam o novo canal de venda para suas salas de eventos. Do outro lado, empresas como Cacau Show, Gol, Ambev, Natura, Herbalife já organizaram eventos pelo site.

No futuro, plataformas americanas já estão trabalhando para agregar: chats online (assim como o hóspede pode falar com o anfitrião do Airbnb), sugestões sobre os arredores do local do evento, download de plantas baixas, folhetos, menus, solicitações especiais, conexão com plataformas de reservas por adesão aos seus eventos, etc.

Por aqui, a loc.space prevê reservas de apartamentos, mas sempre conectados à eventos. A intenção de concorrer com Booking.com ou Expedia está descartada.

Pois é, o mundo continua girando. Quem facilita processos de forma segura e rentável continuará saindo na frente. Ou seja, muita coisa boa (e online) ainda vem por aí no segmento de eventos. Fique atento e Conecte-se!

…..

Comente abaixo o que acha desse tipo de solução, e como vê a abertura do mercado brasileiro para plataformas assim.

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Nossos Valores para atuar no Mercado…

Expedia agrega Realidade Virtual e Análise Facial para Vender seu Hotel

Solução para otimizar Receita e a Experiência do Hóspede

Airbnb com Benefícios de Hotel para Viajantes Corporativos?

Em função da sua lucratividade, todo mundo está de olho nas viagens de negócios, e isso não é novidade. Mas será que a hegemonia das grandes redes está ameaçada?
Esse segmento ainda é dominado por grandes cadeias hoteleiras, que conseguem proporcionar experiências consistentes no mundo todo.
Mas há quem ache que essa regra está com os dias contados, e que as empresas buscam alternativas interessantes, seguras e, claro, mais baratas.
A Domicile, startup de Seattle, aluga apartamentos (de luxo ou mais simples) com amenities parecidos com os dos hotéis.
Eles se intitulam: Boutique Corporate Housing Experience
Com o Airbnb, o segmento corporativo não tem certeza se vai conseguir o que espera ao abrir a porta. Em compensação, os hotéis de rede passam essa garantia. Mas a proposta do Airbnb é boa, então o CEO da Domicile, ex Amazon, começou a planejar como juntar o melhor dos dois mundos.
Modelo do negócio: a Domicile faz um leasing com apartamentos de pessoas físicas ao invés de comprar, e agrega serviços, muitos através da tecnologia, como portarias virtuais.
Sem a intenção de administrar propriedades, a Domicile se define como uma empresa de tecnologia que construiu uma marca de hospedagem alternativas.
Atualmente, já possui 30 unidades em Seattle, e já realizou mais de USD 1milhão em reservas.
Conheça sua promessa:
Ele entende que podem haver problemas na velocidade do crescimento a medida que escalam o negócio, pois governos pelo mundo estão considerando novos regulamentos para aluguéis de curto prazo.
Caso haja alguma mudança drástica, eles mudariam para hospedagem corporativa de longo prazo.
Veja o estilo das propriedades da Domicile:
 Os hotéis tradicionais, Airbnb e HomeAway são concorrentes potenciais da Domicile. Além disso, existe o Stay Alfred, outro negócio de Washington que opera aluguel de curto prazo no núcleo urbano das cidades, com amenities parecidos com hotéis.
Mas para o CEO da Domicile, seu foco exclusivo em viajantes de negócios e sua tecnologia agregando valor à experiência de hospedagem é o que fará toda a diferença, e passará a segurança necessária para os buyers do segmento das viagens de negócios.
O que você acha? O segmento corporativo vai abrir suas portas para hospedagens alternativas?
BÔNUS para os leitores do blog Check-in – Estudo na íntegra da ACTE (Association of Corporate Travel Executives), sponsored by Visa: “The Sharing Economy and the Managed Travel“, de 2016, com muitas informações e pesquisas interessantíssimas para os Travel Managers do presente começarem a planejar seu futuro.
 
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No que acreditamos… – VALORES para o segmento corporativo de viagens

O que os Hotéis devem aprender com as OTAs

Imagine o mundo perfeito….

Hotéis competindo abertamente uns contra os outros em um mercado aberto, e empresas como TripAdvisor e OTAs complementando as reservas nos períodos de baixa.

Mas como você sabe, o mundo atual está longe da perfeição. Hoje, OTAs, Operadoras, TripAdvisor e Google controlam as reservas de tal maneira que os hotéis quase não conseguem competir por conta própria.

Não é à toa que a hotelaria, já há algum tempo, levantou a bandeira da Venda Direta. Mas, como você também sabe, essa batalha não está sendo fácil. Ainda mais com uma indústria tão fragmentada e desunida como temos no Brasil.

Mas o foco na venda direta veio para ficar, e o resultado do evento ‘Direct Booking’, realizado semana passada em NYC deu o que falar.

Meu palestrante favorito foi Del Roos, Management Consultant da McKinsey & Company, que não poupou palavras para desafiar os hoteleiros presentes: Não adianta investir em Marketing para educar os clientes a reservar diretamente. É preciso empregar as mesmas estratégias das OTAs, começando pelo email marketing.”

Ross complementou a ideia com um cálculo surpreendente para os que ainda duvidam da força da venda direta: “Se um hotel de 150 aptos., que cobra uma tarifa média de USD 150 por noite, converter 5% de suas reservas das OTAs para seus canais diretos (site e/ou depto. de reservas), gerará USD 118 mil de lucro puro. Além disso, a mudança criará um valor adicional de USD 1,3 milhão para o hotel, e aumentará o RevPAR em 2,9%, sem conquistar nenhum cliente novo.”

E finalizou: “Os hotéis estão pagando custos elevados para a aquisição de novos hóspedes, e depois pagam mais ainda para recuperá-los. Isso não vai mudar a menos que os DONOS façam acontecer!”

Com base nisso, seguem 5 maneiras de melhorar suas reservas diretas, seguindo os passos das OTAs:

  1. Personalize os dados – Se você pergunta a um hóspede no check-in se ele já ficou no hotel, já está demonstrando o quanto não sabe nada sobre ele. As OTAs não tem acesso a experiência que a maioria dos hóspedes tiveram em seu hotel. Você sabe quando ele reservou, por onde, se a tarifa tem desconto ou não, o que ele consome do frigobar, se frequenta o spa, etc. USE isso! Recompense fidelidade com benefícios que não estão disponíveis para as OTAs.
  2. Segmente sua lista de emails – 72% dos clientes ainda preferem esse tipo de abordagem. Com a devida segmentação você consegue 14,4% a mais de abertura e 101% a mais na taxa de cliques. Quanto mais segmentado, melhor. A possibilidade de aumento nas conversões com uma boa estratégia de email marketing é de 600%.
  3. Faça com que seja fácil reservar – deixe o motor de reservas bem visível no seu site, com pouquíssimos cliques para finalizar a reserva, e fácil de navegar.
  4. Solicite a próxima reserva –  as mensagens de confirmação de uma reserva tem taxas de abertura de 60%. Aproveite esse momento para ‘vender’ a próxima reserva através de benefícios e atrativos relevantes ao cliente.
  5. A pós venda não termina nunca – após uma hospedagem, o Tripadvisor manda 13 emails, e a Expedia 16, nos próximos 30 dias. E o seu hotel?

Não precisa se tornar inconveniente. A recomendação é de pelo menos 4 emails nos próximos 30 dias:

  • Pesquisa de satisfação.
  • Resposta sobre os comentários da pesquisa com linguagem informal.
  • Um email mkt a cada 2 semanas.
  • Depois um email a cada 6 semanas.

E Ross conclui: Importante lembrar que hoteleiros não se tornam hoteleiros porque amam tecnologia. Geralmente, eles fazem isso porque ADORAM servir seus hóspedes. Tenha consciência disso, e siga o exemplo das OTAs no ambiente digital. Eles são muito superiores na gestão da sua base de dados. Assim você conseguirá aumentar o volume das suas vendas consideravelmente.”

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