A Torre Eiffel Cresceu

Apesar dos seus 132 anos, a Torre Eiffel, um dos monumentos mais visitados do mundo, cresceu.

Adornada com uma nova antena de 350 quilos e seis metros de altura, a Dama de Ferro passa agora a ter 330 metros de altura ao invés de 324.

É um grande orgulho, um momento histórico, incomum na história da Torre Eiffel. Assim, (a torre ) reconecta-se com sua história, a de um lugar de experimentação tecnológica e científica”, diz Jean-François Martins, presidente da Sete.

Lembrando que a torre foi projetada pelo arquiteto Gustave Eiffel para a Exposição Universal de 1889 e deveria ser desmontada vinte anos depois, mas foi “salva” por sua função como transmissor de rádio, inicialmente para fins militares.

Torre eiffel 132 anos e crescendo

Esta não é a primeira vez que a Torre Eiffel muda de tamanho desde que sua construção concluída em 1889. O monumento já passou por uma primeira expansão em 1959, depois uma segunda em 2005 com a instalação de um transmissor DTT (Digital Terrestrial Television).

A operação de 2022, adiada em três horas devido à chuva, exigiu o convênio da Prefeitura de Paris, do Ministério da Cultura e da Prefeitura de Polícia. Preparada há mais de um ano, a instalação custou cerca de um milhão de euros.

Embora impressionante, as obras duraram apenas cerca de quinze minutos, o tempo para o helicóptero soltar a antena no topo onde os técnicos esperavam para fixa-la. Esta é a primeira vez que novos equipamentos são instalados com auxílio de um helicóptero na Torre Eiffel, segundo a Sete, sua empresa operacional.

Veja a seguir as imagens da instalação registradas pelo jornal Le Parisien:

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Silvia Helena

Após breves passagens pela Faculdade Metodista de São Bernardo e Belas Artes de São Paulo, aos 18 anos fui estudar no Canadá, onde vivi durante 23 anos. Lá me formei em História da Arte pela Universidade de Montréal, estudei turismo no Collège Lasalle de Montréal e no Institut de Tourisme et Hôtellerie du Québec. Comecei minha carreira na área trabalhando em Cuba. Durante os anos vividos no Canadá, entre outras coisas, fui guia de circuitos pela costa leste e abri minha primeira agência de receptivo para brasileiros. Há dez anos um vento forte bateu nas velas da minha vida me conduzindo até França. Atualmente escrevo de Paris, onde vivo e trabalho dirigindo a empresa de receptivo, a Holatour.

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