Nacional e Internacional se completam

Entendo que não precisamos, como país ou destinos, fazer escolhas entre o mercado nacional e internacional na atração de visitantes.

Se for o caso do destino ter conexões ou servir a mercados no Brasil e no exterior (e isso precisa estar baseado em critérios técnicos), entendo um balanço entre esses mercados emissores. Já aqui falamos sobre qualidade e quantidade de turistas.

No caso do nacional, imenso país com mais de 100 milhões de viagens realizadas, além de aumentar o volume, trata-se de grande oportunidade de conhecimento do país e ainda de diversificar as opções de experiências. Aqui, provavelmente temos número de pessoas mas ainda precisamos aumentar seus gastos; como ? Com mais produtos que atendam a um visitante mais experiente, que já esteve em muitos lugares e quer encontrar qualidade de serviços e atividades que proporcionem uma visita dinâmica.

Quando falamos dos emissores internacionais ao Brasil, claro que olhamos para o lado, os sul-americanos estão perto, cada vez mais conectados a novos destinos no Brasil e ainda significam o maior volume para o Brasil. Seus gastos? Também precisam aumentar, e a responsabilidade é nossa, de ampliar a oferta. Super significativo é o gasto de europeus, nosso segundo mercado em termos de região, cada vez melhor conectado (vide Fortaleza e Recife); o foco aqui, sempre pensando em aumentar o número, é na permanência um pouco mais pela distância e capacidade de gastos. Nossa “lacuna”? Ainda não oferecemos a esses clientes a infraestrutura geral e, sobretudo, as experiências que procuram (com a cara do Brasil) em sua maioria sol, praia, natureza, aventura e cultura.

Pense nisso e compartilhe conosco suas estratégias. Veja ainda planos da Azul.

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Jeanine Pires

Palestrante e consultora apaixonada pelo turismo com 25 anos de experiência no Brasil e no exterior. Diretora da Pires Inteligência em Destinos e Eventos e Diretora da MATCHER, sua especialidade é marketing de destinos, tendências em turismo e o segmento de eventos. Presidiu a EMBRATUR de 2006 a 2010, onde também foi Diretora de Turismo de Negócios e Eventos desde 2003. Já atuou como Presidente do Conselho da Fecomércio São Paulo e da WTM Latin America.

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